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Fábio Feldmann participa do Ciclo de Debates

Fábio Feldmann, candidato ao governo do Estado de São Paulo pelo PV, participou do Ciclo de Debates “A Construção do Desenvolvimento Sustentado”, dia 9 de agosto, na sede do Instituto de Engenharia.
Iniciativa conjunta da Apeop, do Instituto de Engenharia, Secovi-SP, SindusCon-SP, Sinicesp e Sinaenco o evento tem três objetivos: estabelecer o diálogo franco com todos os candidatos, estimular a parceria entre o poder público e a iniciativa privada e contribuir para o processo eleitoral. 

Fábio Feldmann é advogado e administrador de empresas. Foi deputado federal três vezes, sendo um dos responsáveis pelo capítulo sobre meio ambiente da Constituição. 

Como é conhecido pelo seu envolvimento com as causas ambientais, esse foi o primeiro ponto abordado. “As pessoas normalmente dizem que somos monotemáticos e que nos preocupamos com as questões ambientais”, afirmou Feldmann. 

O candidato disse que seu plano de governo está baseado em três economias: a de baixa intensidade de carbono, a criativa e a da biodiversidade. 

Sobre a economia de baixa intensidade de carbono, o deputado falou que o transporte é um dos setores mais críticos do Brasil, principalmente pelo aumento dos congestionamentos.
Feldmann ressaltou ainda que foi o autor do rodízio, “foi um assunto muito polêmico na época, mas é preciso que exista uma política de transporte público eficiente. Ser eficiente é ter pontualidade no transporte e ele tem de ser barato”, explicou. 

O candidato do PV enfatizou que é preciso ter um bom transporte público não apenas metrô, pois existem alternativas que são os corredores de ônibus e os sistemas rápidos de trens.
Sobre o trem-bala, Feldman disse que “com o dinheiro desse empreendimento pode-se construir 300 quilômetros de metrô. Portanto, se existe esse dinheiro, se ele está disponível e é dinheiro público, não vejo por que não pegar uma parcela disso e efetivamente investir em transporte público”. 

Quanto ao Rodoanel, o candidato acredita que as obras devem continuar. “É muito importante em todos os pontos de vista. Diminuiu o congestionamento e a poluição do ar. Acho que tem de ser uma obra prioritária aqui em São Paulo. Aliás, está atrasado o Rodoanel há muitas décadas.”
Quando voltou a ser questionado sobre a economia da biodiversidade o candidato não se estendeu muito sobre o assunto e disse apenas que acha que essa economia poderá ser ainda muito boa para o Brasil. 

A economia criativa apresenta uma nova forma de pensar as atividades econômicas, valorizando o conhecimento e a inovação. O conceito se apóia na produção e na comercialização de novas tecnologias e processos que possam ser convertidos em bens e serviços limpos e competitivos, como produção de softwares, propaganda, arquitetura sustentável, turismo de experiência, serviços à distância, design, atividades culturais e outros. Para Feldmann, “esses setores têm comprovada capacidade de gerar empregos e de ampliar o crescimento econômico de forma positiva”. 

Outro ponto citado foi sobre a questão da habitação. “A acessibilidade é importante e pode melhorar o programa Minha Casa, Minha Vida”.
Segundo Feldmann, a acessibilidade favorece uma parte da população que tem necessidades físicas diferenciadas, mas eleva o custo das habitações. “O maior problema da acessibilidade do País hoje é o econômico e não físico”, afirmou.

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Autor: Marília Ravasio

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