No dia em que o Governo do Estado inaugura o novo monotrilho da Linha 17–Ouro — a primeira do sistema metroviário paulista a estabelecer conexão direta com um aeroporto, ligando a Estação Morumbi ao Aeroporto de Congonhas —, o presidente do Instituto de Engenharia recebeu o presidente da AEAMESP (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô), Ayrton Camargo e Silva.
O encontro, que contou também com a presença de membros da diretoria e dos conselhos do Instituto, foi marcado por reflexões sobre a trajetória e os desafios do sistema metroviário paulista. Ayrton relembrou sua antiga paixão pelo tema, cultivada desde a adolescência, e que o levou a estagiar no Metrô durante sua graduação em Arquitetura pela PUC-Campinas.
Em 2026, tanto a AEAMESP quanto o Instituto de Engenharia celebram marcos importantes — 70 e 110 anos de atuação, respectivamente —, o que proporcionou a oportunidade de resgatar a história da construção do Metrô de São Paulo e destacar o legado técnico e social deixado ao Estado e ao País. Foi lembrada também a contribuição de profissionais que foram fundamentais para essa trajetória, como Plínio Assmann, ex-presidente do Instituto de Engenharia e primeiro presidente do Metrô de São Paulo.
“A construção do Metrô trouxe inúmeros ensinamentos — técnicos, de engenharia e sociais — e todo esse acervo tecnológico, de referência internacional, nas áreas de planejamento, projeto, construção, operação e manutenção, precisa ser preservado”, enfatizou Ayrton.
Durante a reunião, também foi discutida a importância da governança metropolitana para o planejamento e a integração dos sistemas de mobilidade urbana, e ressaltada a necessidade de articulação entre diferentes esferas de governo para garantir soluções mais eficientes e sustentáveis para a Região Metropolitana de São Paulo.






