Cogeração

A atual perda de competitividade da indústria brasileira no cenário internacional devida em parte, ao elevado custo da energia no Brasil, requer políticas e ações efetivas de incentivo à inovação e ao aumento da produtividade da economia como um todo. No setor energético em particular, dentre as várias opções existentes, a Cogeração (COGER) que utiliza com maior eficiência a energia contida nos combustíveis, destaca-se como uma solução viável tanto do ponto de vista econômico como ambiental. “A Cogeração também conhecida como CHP (combined heat & power) refere-se a um grupo de tecnologias maduras que operam associadas para a geração simultânea de eletricidade e calor útil num processo que geralmente tem uma eficiência energética muito maior do que a produção de eletricidade e calor de processo, separadamente” (1) . É o que estão fazendo tanto a Europa como os EUA onde, ao lado de maior segurança e independência energética, os paises procuram alcançar aumentos de eficiência de 20% a 30% até 2030 – a Europa tem uma meta 20-20-20 (20% de aumento de eficiência energética, 20% de fontes alternativas e 20% de créditos de carbono). O Brasil pode obter ganhos substanciais de competitividade e eficiência no uso da energia, não só com o incentivo à cogeração na indústria em geral e em particular na sucroalcooleira, mas também na geração térmica com gás natural onde pode alcançar rendimentos térmicos de até 80% (ciclos combinados, produção de frio e calor industrial, etc.). 

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