{"id":93621,"date":"2022-05-26T10:38:15","date_gmt":"2022-05-26T13:38:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=93621"},"modified":"2022-07-07T14:35:24","modified_gmt":"2022-07-07T17:35:24","slug":"e-preciso-inovar-para-melhorar-os-transportes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2022\/05\/26\/e-preciso-inovar-para-melhorar-os-transportes\/","title":{"rendered":"Por Francisco Christovam &#8211; \u00c9 preciso inovar para melhorar os transportes"},"content":{"rendered":"<p>Os sucessivos reajustes no pre\u00e7o dos combust\u00edveis, particularmente do etanol, da gasolina e do \u00f3leo diesel, t\u00eam preocupado governantes, autoridades respons\u00e1veis pelos \u00f3rg\u00e3os gestores da mobilidade urbana, operadores de transportes coletivos, propriet\u00e1rios de ve\u00edculos de carga e de autom\u00f3veis e, em especial, os usu\u00e1rios do transporte coletivo urbano de passageiros das principais cidades brasileiras.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos doze meses, a alta no valor dos combust\u00edveis nas refinarias foi simplesmente avassaladora. Em um ano, o pre\u00e7o do etanol aumentou 19,9%, a gasolina subiu 48,5% e o \u00f3leo diesel sofreu um acr\u00e9scimo de 80,9%. Somente neste ano, o aumento do pre\u00e7o da gasolina foi de 24,6% e o do \u00f3leo diesel, de 49,69%.<\/p>\n<p>Como os combust\u00edveis e lubrificantes s\u00e3o o segundo maior custo do transporte coletivo urbano por \u00f4nibus, respondendo por 32,8% do custo total da produ\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os, o impacto m\u00e9dio nas tarifas deve ser de 15,4%, somente para cobrir a varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os ocorrida neste ano, ou, de 26,5%, se considerarmos os aumentos verificados nos \u00faltimos 12 meses.<\/p>\n<p>Na maioria das cidades, o reajuste da m\u00e3o de obra ocorre no m\u00eas de maio e as negocia\u00e7\u00f5es sindicais, certamente, provocar\u00e3o uma forte press\u00e3o na corre\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios, apenas para cobrir a infla\u00e7\u00e3o. Assim, podemos considerar mais 5% a 7% de impacto nas tarifas, j\u00e1 que a m\u00e3o de obra responde por cerca de 43,1% do custo total dos servi\u00e7os.<\/p>\n<p>Com a eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de pneus e c\u00e2maras e, tamb\u00e9m, das pe\u00e7as de reposi\u00e7\u00e3o, poderemos chegar, facilmente, a um aumento imediato nos custos da produ\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de 30% a 40%. Quem arcar\u00e1 com esse acr\u00e9scimo de custo e, consequentemente, com a necess\u00e1ria adequa\u00e7\u00e3o do valor da remunera\u00e7\u00e3o das empresas operadoras?<\/p>\n<p>No caso do transporte individual, s\u00f3 para comparar, a alta no pre\u00e7o da gasolina tamb\u00e9m provocou, nos \u00faltimos 12 meses, uma adi\u00e7\u00e3o de cerca de 20% no pre\u00e7o m\u00e9dio da viagem. Esse percentual \u00e9 bem menor do que aquele verificado para os \u00f4nibus; mas, o custo do deslocamento no transporte individual \u00e9 compartilhado, na m\u00e9dia, por 1,5 passageiro por viagem.<\/p>\n<p>Ao analisar esse cen\u00e1rio, \u00e9 poss\u00edvel imaginar um eventual retorno dos passageiros dos \u00f4nibus que, no per\u00edodo da pandemia, migraram para o transporte individual. Se a decis\u00e3o pelo modo de transporte a ser utilizado estiver baseada apenas no custo do deslocamento e n\u00e3o em outros atributos \u2013 conforto, privacidade, autonomia, discricionariedade etc. \u2013 surge a oportunidade de buscar, de volta, parte da demanda que foi perdida no per\u00edodo da pandemia. Mas, para tanto, \u00e9 preciso aproveitar esse momento e investir, fortemente, na recupera\u00e7\u00e3o do \u201cpassageiro perdido\u201d!<\/p>\n<p>Todos esses aumentos t\u00eam implica\u00e7\u00e3o direta na varia\u00e7\u00e3o dos \u00edndices inflacion\u00e1rios e seus impactos se fazem sentir em toda a popula\u00e7\u00e3o, seja ela propriet\u00e1ria de ve\u00edculo de passeio ou usu\u00e1ria dos transportes coletivos. H\u00e1 que se considerar que, num regime inflacion\u00e1rio, os pre\u00e7os de todos os insumos \u2013 recursos humanos, materiais, tecnol\u00f3gicos, administrativos \u2013 s\u00e3o majorados, de maneira sist\u00eamica e sistem\u00e1tica.<\/p>\n<p>Diante desse quadro, \u00e9 inevit\u00e1vel concluir que o custo da produ\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os cresce constantemente e a remunera\u00e7\u00e3o das empresas operadoras precisa acompanhar essa varia\u00e7\u00e3o. Por consequ\u00eancia, as tarifas precisam ser reajustadas; por\u00e9m, os passageiros dos \u00f4nibus j\u00e1 n\u00e3o t\u00eam mais como arcar, sozinhos, com os inevit\u00e1veis aumentos do pre\u00e7o das passagens.<\/p>\n<p>Como o artigo 30 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal estabelece que compete aos munic\u00edpios: <em>\u201corganizar e prestar, diretamente ou sob regime de concess\u00e3o ou permiss\u00e3o, os servi\u00e7os p\u00fablicos de interesse local, inclu\u00eddo o de transporte coletivo, que tem car\u00e1ter essencial\u201d,<\/em> cabe aos prefeitos subsidiar os seus sistemas de transporte, buscando novas fontes de custeio da opera\u00e7\u00e3o, se for necess\u00e1rio, para garantir amplo acesso da popula\u00e7\u00e3o a esse servi\u00e7o p\u00fablico, nos termos do que reza o artigo 6 da Carta Magna, que considera o transporte como um direito social.<\/p>\n<p>Subsidiar os passageiros dos transportes coletivos \u00e9 pr\u00e1tica amplamente utilizada nos pa\u00edses mais desenvolvidos e, aqui no Brasil, antes da pandemia, j\u00e1 era praticada em algumas cidades, particularmente em S\u00e3o Paulo, Bras\u00edlia e Curitiba. Mais recentemente, para garantir a continuidade da presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os, 120 sistemas de transportes, que atendem a mais de 250 prefeituras, passaram a utilizar o subs\u00eddio como forma de garantir a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os e assegurar tarifas mais m\u00f3dicas para os usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>Atualmente, as capitais Campo Grande (MS), Cuiab\u00e1 (MT), Florian\u00f3polis (SC), Fortaleza (CE), Goi\u00e2nia (GO), Manaus (AM), Macei\u00f3 (AL), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Vit\u00f3ria (ES) e Belo Horizonte (MG) j\u00e1 est\u00e3o subsidiando seus sistemas, para a cobertura das gratuidades e das integra\u00e7\u00f5es ou, ainda, para separar a tarifa de remunera\u00e7\u00e3o (tarifa t\u00e9cnica) da tarifa p\u00fablica (tarifa de utiliza\u00e7\u00e3o), nos termos da Lei Federal N\u00ba 12.587\/12, que instituiu a Pol\u00edtica Nacional de\u00a0Mobilidade\u00a0Urbana.<\/p>\n<p>Embora a necessidade de recursos financeiros para cobrir a totalidade dos custos da presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os seja, na m\u00e9dia, da ordem de 10% dos or\u00e7amentos municipais, v\u00e1rias prefeituras n\u00e3o t\u00eam margem or\u00e7ament\u00e1ria para bancar essa nova despesa. Seria, assim, mais do que necess\u00e1rio e oportuno que os estados e a Uni\u00e3o contribu\u00edssem com recursos para alimentar um \u201cFundo Municipal de Transportes\u201d, com o objetivo de garantir servi\u00e7os de transporte na qualidade e na quantidade desejadas pela popula\u00e7\u00e3o, com tarifas m\u00f3dicas ou at\u00e9 mesmo sem a cobran\u00e7a de tarifas (tarifa zero).<\/p>\n<p>A prop\u00f3sito, para que entre 20 e 25 milh\u00f5es de pessoas, que utilizam o transporte coletivo urbano por \u00f4nibus no Brasil, possam realizar, diariamente, cerca de 40 milh\u00f5es de viagens, os sistemas de transportes urbanos precisam de cerca de R$ 45 bilh\u00f5es, por ano, somente para cobrir os custos operacionais dos deslocamentos.<\/p>\n<p>Em 2021, a Petr\u00f3leo Brasileiro S\/A \u2013 Petrobr\u00e1s gerou R$ 202,9 bilh\u00f5es em tributos e pagou R$ 37,3 bilh\u00f5es, em dividendos, \u00e0 Uni\u00e3o, seu principal acionista. Com uma participa\u00e7\u00e3o de 36,7% no capital da empresa, a Uni\u00e3o dever\u00e1 receber, neste ano, somente a t\u00edtulo de distribui\u00e7\u00e3o de lucros e dividendos, mais de R$ 65 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Assim, menos de 3\/4 desse montante seria mais do que suficiente para garantir a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de transporte coletivo urbano de passageiros nas cidades brasileiras, numa quantidade maior e numa qualidade melhor do que aquelas que v\u00eam sendo praticadas, sem a necessidade da cobran\u00e7a de tarifas, ou seja, a custo zero para os passageiros. Metade desse resultado financeiro j\u00e1 possibilitaria uma enorme redu\u00e7\u00e3o no valor das tarifas, em todos os sistemas de transporte por \u00f4nibus nas cidades brasileiras.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros s\u00e3o impressionantes e a tese n\u00e3o precisa ser integralmente aceita; mas, essas cifras demonstram que o problema de deslocamento da popula\u00e7\u00e3o nas cidades brasileiras tem solu\u00e7\u00e3o e s\u00f3 precisa de recursos financeiros, em volume suficiente &#8211; seja para custear a opera\u00e7\u00e3o, seja para realizar os investimentos que s\u00e3o imprescind\u00edveis para a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de boa qualidade.<\/p>\n<p>A sa\u00edda para as dificuldades atuais passa, indiscutivelmente, pela garantia de seguran\u00e7a jur\u00eddica dos contratos; pela adequada e justa remunera\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os; pela melhoria da gest\u00e3o empresarial; pela capacita\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos gestores; pela participa\u00e7\u00e3o dos passageiros na melhoria dos servi\u00e7os; pela implementa\u00e7\u00e3o de sistemas de monitoramento e controle da opera\u00e7\u00e3o; pela incorpora\u00e7\u00e3o de novas tecnologias do material rodante e dos equipamentos acess\u00f3rios; pelo aperfei\u00e7oamento da comunica\u00e7\u00e3o com a sociedade, com os \u201cclientes\u201d e com os formadores de opini\u00e3o; e, fundamentalmente, pelo aporte de novos recursos financeiros, para o custeio da opera\u00e7\u00e3o e para os investimentos necess\u00e1rios.<\/p>\n<p>_______________________________________________________________________<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"td-animation-stack-type0-2\" src=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Francisco-Christovam-e1570795701677.jpg\" width=\"148\" height=\"222\" \/><\/p>\n<p>Francisco Christovam \u00e9 presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transportes Urbanos \u2013 NTU e do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de S\u00e3o Paulo \u2013 SPUrbanuss. \u00c9, tamb\u00e9m, vice-presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 FETPESP e da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Transportes P\u00fablicos \u2013 ANTP, bem como membro do Conselho Diretor da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportes \u2013 CNT e do Conselho Consultivo do Instituto de Engenharia.<\/p>\n<div class=\"td-pb-span8 td-main-content\" role=\"main\">\n<div class=\"td-ss-main-content\">\n<article id=\"post-71688\" class=\"post-71688 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail category-articulistas category-francisco-christovam\">\n<div class=\"td-post-content tagdiv-type\">\n<p>*<em>Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. Sua publica\u00e7\u00e3o obedece ao prop\u00f3sito de estimular o debate dos problemas brasileiros e de refletir as diversas tend\u00eancias do pensamento contempor\u00e2neo<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os sucessivos reajustes no pre\u00e7o dos combust\u00edveis, particularmente do etanol, da gasolina e do \u00f3leo diesel, t\u00eam preocupado governantes, autoridades respons\u00e1veis pelos \u00f3rg\u00e3os gestores da mobilidade urbana, operadores de transportes coletivos, propriet\u00e1rios de ve\u00edculos de carga e de autom\u00f3veis e, em especial, os usu\u00e1rios do transporte coletivo urbano de passageiros das principais cidades brasileiras. 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