{"id":92023,"date":"2022-04-14T11:46:04","date_gmt":"2022-04-14T14:46:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=92023"},"modified":"2022-04-27T14:00:02","modified_gmt":"2022-04-27T17:00:02","slug":"por-jose-eduardo-w-de-a-cavalcanti-tratamento-de-aguas-fluviais-em-tempo-seco-por-processos-fisico-quimicos-avalicao-de-performance","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2022\/04\/14\/por-jose-eduardo-w-de-a-cavalcanti-tratamento-de-aguas-fluviais-em-tempo-seco-por-processos-fisico-quimicos-avalicao-de-performance\/","title":{"rendered":"Por Jos\u00e9 Eduardo W. de A. Cavalcanti \u2013 Tratamento de \u00e1guas fluviais em tempo seco por processos f\u00edsico-qu\u00edmicos &#8211; Avali\u00e7\u00e3o de performance"},"content":{"rendered":"<ul>\n<li><strong>Contexto<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>No Brasil, o tratamento de esgotos atinge pouco mais de 50% da popula\u00e7\u00e3o. Em consequ\u00eancia, grande parte dos rios urbanos, principalmente, que recebem tamb\u00e9m a polui\u00e7\u00e3o difusa se encontram polu\u00eddos. Em decorr\u00eancia, na tentativa de minorar o problema supostamente em menor prazo que a implanta\u00e7\u00e3o de depuradoras, emerge a ideia do tratamento de rios em tempo seco.<\/p>\n<p>O tratamento em tempo seco de rios polu\u00eddos, com vistas a melhoria de suas \u00e1guas pode ser feito em unidades de tratamento situadas pr\u00f3ximas \u00e1s suas margens (\u201cex situ\u201d) ou, no caso de n\u00e3o haver \u00e1reas dispon\u00edveis, de forma invasiva no pr\u00f3prio leito do rio (\u201cin situ\u201d).<\/p>\n<p>Em ambos os casos, tal procedimento visa purificar as \u00e1guas de rios pelo menos at\u00e9 o ponto a jusante antes de receber um lan\u00e7amento de esgotos ou o seu pr\u00f3ximo afluente polu\u00eddo. Isto significa que o processo de purifica\u00e7\u00e3o de suas \u00e1guas pode se limitar a apenas um trecho do rio ou prosseguir em outros trechos se outras unidades recuperadoras da qualidade da \u00e1gua (UTRs) tiverem sido instaladas dentro ou fora do rio.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0s modalidades de tratamento elas podem ser por m\u00e9todos f\u00edsicos, f\u00edsico-qu\u00edmicos ou biol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Por m\u00e9todos f\u00edsicos, destacam-se gradeamento, peneiramento, remo\u00e7\u00e3o de areia e de materiais flutuantes. Para tanto, s\u00e3o adotadas grades, peneiras, caixas de areia, \u201cskimmers\u201d ou barreiras flutuantes (quando o pr\u00e9-tratamento \u00e9 feito no leito do rio).<\/p>\n<p>Por m\u00e9todos f\u00edsico-qu\u00edmicos tem-se a coagula\u00e7\u00e3o\/flocula\u00e7\u00e3o com produtos qu\u00edmicos (coagulantes e pol\u00edmeros) seguida por etapa de separa\u00e7\u00e3o de fases por meio de decanta\u00e7\u00e3o ou flota\u00e7\u00e3o (quando o tratamento \u00e9 feito no leito do rio) e\/ou ainda filtra\u00e7\u00e3o. H\u00e1 ainda a possibilidade de se utilizar tanto em um caso como outro, ozoniza\u00e7\u00e3o ou oxigena\u00e7\u00e3o (oxig\u00eanio puro ou per\u00f3xido) para elevar o teor de OD no rio ou eliminar odores.<\/p>\n<p>Por m\u00e9todos biol\u00f3gicos, utilizando-se o leito do rio como reator, tem-se usado aera\u00e7\u00e3o por meios mec\u00e2nicos ou, em menor escala, ar difuso ou ainda inje\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio objetivando acelerar a fase aer\u00f3bia do processo natural de autodepura\u00e7\u00e3o. \u201cEx situ\u201d, as esta\u00e7\u00f5es de tratamento podem agregar v\u00e1rios processos biol\u00f3gicos como lodos ativados e suas variantes (MBR ou MBBR).<\/p>\n<p>A justificativa do tratamento de rios polu\u00eddos segundo esta modalidade est\u00e1 atrelada a objetivos espec\u00edficos, tais como a recupera\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o de recursos h\u00eddricos situados a jusante em que haja interesse em preservar com vistas a diversas finalidades.<\/p>\n<p>No Brasil, esta modalidade de tratamento de rios em tempo seco come\u00e7ou nos anos 70 durante uma das crises h\u00eddricas que tem assolado a RMSP. Na \u00e9poca se cogitava aproveitar as \u00e1guas do rio Pinheiros (j\u00e1 bastante polu\u00eddas) para refor\u00e7o do abastecimento de S\u00e3o Paulo, ideia logo em seguida abortada com o t\u00e9rmino daquela crise h\u00eddrica. Na ocasi\u00e3o, visando oxigenar o rio, foi instalado a t\u00edtulo experimental um aerador flutuante de baixa velocidade de 20 CV pr\u00f3ximo \u00e0 represa Guarapiranga. Para tentar amenizar o problema da despolui\u00e7\u00e3o descontrolada na Bacia do Guarapiranga, j\u00e1 nos anos 80 se aplicava Cloreto F\u00e9rrico nos c\u00f3rregos mais polu\u00eddos contribuintes, os famosos &#8220;pinga-pinga&#8221;. Este foi o &#8220;gatilho&#8221; para desenvolvermos o uso da flota\u00e7\u00e3o em c\u00f3rregos, segundo o Eng\u00ba\u00a0\u00a0 Milton Ushima.<\/p>\n<p>Desde setembro de 2000, a Sabesp mant\u00e9m em funcionamento a unidade de tratamento do c\u00f3rrego Sapateiro, em S\u00e3o Paulo, (UTR Parque do Ibirapuera) que utilizou pela primeira vez tratamento f\u00edsico-qu\u00edmico utilizando o leito do pr\u00f3prio c\u00f3rrego como reator em que os s\u00f3lidos formados s\u00e3o separados por flota\u00e7\u00e3o a ar dissolvido. (Tecnologia Flotflux). A finalidade deste tratamento, localizado na entrada do lago do Ibirapuera para uma vaz\u00e3o de 150 l\/s, foi a de permitir a recupera\u00e7\u00e3o das \u00e1guas daquele lago do qual \u00e9 o principal formador.<\/p>\n<p>Outra interven\u00e7\u00e3o por este mesmo m\u00e9todo, foi realizada no rio Pinheiros, tamb\u00e9m em S\u00e3o Paulo, (UTR Rio Pinheiros) cuja recupera\u00e7\u00e3o est\u00e1 atrelada a finalidades paisag\u00edsticas, em fun\u00e7\u00e3o de banhar uma extensa \u00e1rea nobre da cidade, e energ\u00e9ticas, uma vez que dependendo da qualidade de suas \u00e1guas, estas, acrescidas com as do Tiet\u00ea, poderiam voltar a ser bombeadas tamb\u00e9m em tempo seco para a represa Billings e de l\u00e1 encaminhadas por gravidade para a UHE Henry Borden situada em Cubat\u00e3o visando o incremento na produ\u00e7\u00e3o de energia.<\/p>\n<p>Os experimentos foram realizados no per\u00edodo compreendido entre agosto de 2007 a dezembro de 2009 onde foi descontinuado. A vaz\u00e3o tratada foi de cerca de 10 m3\/s, cerca de 20% da vaz\u00e3o projetada para escala plena que n\u00e3o ocorreu..<\/p>\n<p>No Rio de Janeiro, foi implantada a UTR do Rio Carioca, constru\u00edda no Aterro do Flamengo, (UTR Flamengo) com capacidade para tratar vaz\u00f5es de 300 l\/s melhorando a qualidade da \u00e1gua lan\u00e7ada na Praia do Flamengo.<\/p>\n<p>Ainda no Rio de Janeiro, em 2007, foi iniciada a constru\u00e7\u00e3o da Unidade de Tratamento de Arroio Fundo (UTR Arroio Fundo) situado na Zona Oeste da cidade, com capacidade para 1.800 l\/s operando at\u00e9 recentemente, mas em vias de desativa\u00e7\u00e3o por iniciativa da nova Concession\u00e1ria que alegou n\u00e3o ser eficiente (O Globo de 2\/3\/20220). O objetivo desta UTR era proteger o sistema lagunar de Jacarepagu\u00e1.<\/p>\n<p>\u00c9 inten\u00e7\u00e3o da CEDAE a implanta\u00e7\u00e3o de uma unidade similar para tratar os rios polu\u00eddos que afluem \u00e0 Lagoa do Guand\u00fa (Po\u00e7os\/Queimados e Cabu\u00e7u\/Ipiranga) com a finalidade de proteger a \u00e1gua captada que se destina \u00e0 ETA.<\/p>\n<p>Todas estas UTRs empregam a mesma tecnologia patenteada, denominada Flotflux<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao tratamento de rios em tempo seco na modalidade \u201dex situ\u201d ou \u201cpump and treat\u201d, os primeiros sistemas est\u00e3o sendo previstos para iniciar a opera\u00e7\u00e3o ainda este ano. Localizados na bacia do rio Pinheiros, objetivam tratar as \u00e1guas de 5 c\u00f3rregos afluentes ao rio principal em seus trechos finais, mediante a implanta\u00e7\u00e3o de UTRs cujas vaz\u00f5es variam de 150 l\/s a 600 l\/s. Os processos de tratamento que ser\u00e3o utilizados variam, indo desde tratamentos f\u00edsico qu\u00edmicos com coagula\u00e7\u00e3o, ozoniza\u00e7\u00e3o at\u00e9 tratamentos biol\u00f3gicos com m\u00eddias de MBBR.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Efici\u00eancia do tratamento f\u00edsico-qu\u00edmico nas UTRs<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Tendo em vista conhecer a real performance desta tecnologia \u201cin situ\u201d (Flotflux) quanto \u00e0 remo\u00e7\u00e3o dos contaminantes de interesse, \u00e9 v\u00e1lido tomar como base os resultados do experimento realizado no rio Pinheiros acima referido em fun\u00e7\u00e3o da grande quantidade de an\u00e1lises realizadas ao longo do per\u00edodo de testes.<\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio \u201cAvalia\u00e7\u00e3o da Qualidade das \u00c1guas do Sistema Pinheiros-Billings com o Prot\u00f3tipo do Sistema de Flota\u00e7\u00e3o \u2013 Servi\u00e7os de Apoio T\u00e9cnico para os Testes do Prot\u00f3tipo da Flota\u00e7\u00e3o no ano 2009\u201d de autoria da Funda\u00e7\u00e3o Centro Tecnol\u00f3gico de Hidr\u00e1ulica da USP, (FCTH) para a Empresa Metropolitana de \u00c1guas e Energia (EMAE), os testes de flota\u00e7\u00e3o, assim como o plano de monitoramento, obedeceram a tr\u00eas fases:<\/p>\n<p>1\u00aa Fase \u2013 Abrangeu as coletas realizadas entre 22\/08\/2007 a 31\/12\/2008, primeiro per\u00edodo de teste do prot\u00f3tipo da flota\u00e7\u00e3o no Rio Pinheiros.<\/p>\n<p>2\u00aa Fase &#8211; Abrangeu as coletas realizadas entre 01\/01\/2009 e 03\/05\/2009, per\u00edodo no qual o prot\u00f3tipo da flota\u00e7\u00e3o n\u00e3o operou<\/p>\n<p>3\u00aa Fase &#8211; Novo per\u00edodo de teste da flota\u00e7\u00e3o: Abrangeu as coletas realizadas entre 04\/05\/2009 a 31\/12\/2009, segundo per\u00edodo de teste.<\/p>\n<p>Ser\u00e3o considerados nesta avalia\u00e7\u00e3o os resultados obtidos na 1\u00aa Fase que se desenvolveu no per\u00edodo entre 22\/08\/2007 a 31\/12\/2008, em raz\u00e3o de ter o sistema operado a plena carga s\u00f3 se interrompendo por ocasi\u00e3o do per\u00edodo de cheias no rio e em raz\u00e3o das paradas para manuten\u00e7\u00e3o e\/ou conserto de equipamentos e dispositivos associados \u00e0 flota\u00e7\u00e3o. Mesmo assim, a flota\u00e7\u00e3o operou, em m\u00e9dia, 54,4% do tempo, ou seja, a opera\u00e7\u00e3o ficou suspensa por problemas t\u00e9cnicos, em m\u00e9dia, 45,6% do tempo (FCTH), resultando assim 156 dias de opera\u00e7\u00e3o para an\u00e1lise comparativa entre \u00e1gua bruta e \u00e1gua flotada no Rio Pinheiros.<\/p>\n<p>A FCTH teve o cuidado de adequar a compara\u00e7\u00e3o dos resultados das coletas realizadas na entrada do sistema (ponto P1) com as da sa\u00edda do sistema (ponto P4-A) defasando os dados de P1 em um dia em rela\u00e7\u00e3o aos dados de P4-A. Isso se justifica pois, no processo de flota\u00e7\u00e3o, s\u00e3o necess\u00e1rias, segundo a FCTH, cerca de 20 horas para a \u00e1gua bruta em P1 percorrer todo trecho do canal do Pinheiros entre as duas esta\u00e7\u00f5es de flota\u00e7\u00e3o at\u00e9 chegar em P4-A como \u00e1gua flotada.<\/p>\n<p>A Tabela abaixo mostra as efici\u00eancias m\u00e9dias de remo\u00e7\u00e3o de poluentes com opera\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do prot\u00f3tipo da flota\u00e7\u00e3o na 1\u00aa Fase (6634 an\u00e1lises)<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-92024\" src=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/tbela.png\" alt=\"\" width=\"711\" height=\"220\" srcset=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/tbela.png 711w, https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/tbela-300x93.png 300w, https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/tbela-696x215.png 696w, https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/tbela-600x186.png 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 711px) 100vw, 711px\" \/><\/p>\n<p>A CETESB tamb\u00e9m monitorou pontos a montante e a jusante das esta\u00e7\u00f5es de flota\u00e7\u00e3o. Diante disto, foi poss\u00edvel fazer uma an\u00e1lise da efici\u00eancia do sistema, para alguns indicadores de qualidade de \u00e1gua: DBO, Nitrog\u00eanio amoniacal, Oxig\u00eanio dissolvido, F\u00f3sforo total e Turbidez, al\u00e9m de Toxicidade aguda (Microtox).<\/p>\n<p>A tabela abaixo mostra a efici\u00eancia do sistema de flota\u00e7\u00e3o em 2008 segundo os dados do Monitoramento da CETESB<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-92025 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/tabela1.png\" alt=\"\" width=\"392\" height=\"201\" srcset=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/tabela1.png 392w, https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/tabela1-300x154.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 392px) 100vw, 392px\" \/><\/p>\n<p>Conforme an\u00e1lise apresentada no Relat\u00f3rio da CETESB, os dados mostraram resultados de mesma ordem de grandeza com rela\u00e7\u00e3o aos apresentados pela EMAE.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Coment\u00e1rios finais acerca da performance do processo<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>O processo de flota\u00e7\u00e3o foi mais eficiente na redu\u00e7\u00e3o de F\u00f3sforo total e Turbidez, sendo pouco efetiva na remo\u00e7\u00e3o de Nitrog\u00eanio amoniacal. Quanto \u00e0 DBO, as efici\u00eancias obtidas foram de 47 % considerando os resultados dos testes da EMAE e de 56 % considerando os resultados do monitoramento da CETESB.<\/p>\n<p>Estes resultados s\u00e3o os esperados, pois F\u00f3sforo e Turbidez s\u00e3o bastante suscet\u00edveis a uma boa remo\u00e7\u00e3o por m\u00e9todos f\u00edsico-qu\u00edmicos. O mesmo n\u00e3o acontece com o Nitrog\u00eanio amoniacal, uma vez que a maior parte desta subst\u00e2ncia org\u00e2nica est\u00e1 na sua forma dissolvida.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 DBO, os processos f\u00edsico-qu\u00edmicos por coagula\u00e7\u00e3o\/flocula\u00e7\u00e3o apenas removem a fra\u00e7\u00e3o em suspens\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica e inorg\u00e2nica e somente parte da mat\u00e9ria dissolvida e coloidal por adsor\u00e7\u00e3o, resultando ser relativamente baixa a efici\u00eancia de remo\u00e7\u00e3o deste par\u00e2metro por este m\u00e9todo.<\/p>\n<p>Assim sendo, \u00e9 importante ver as limita\u00e7\u00f5es deste processo para avaliar a possibilidade de sua implanta\u00e7\u00e3o, sem se esquecendo da necessidade de manejo correto dos res\u00edduos gerados (lodos) os quais devem ter tratamento, desidrata\u00e7\u00e3o e destina\u00e7\u00e3o adequados.<\/p>\n<p>________________________________________________________________________<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"td-animation-stack-type0-2\" src=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cavalcanti-alta2-e1547225067645.jpg\" width=\"157\" height=\"158\" \/><\/p>\n<p><strong>*Jos\u00e9 Eduardo W. de A. Cavalcanti<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 engenheiro consultor, diretor do Departamento de Engenharia da Ambiental do Brasil, diretor da Divis\u00e3o de Saneamento do Deinfra \u2013 Departamento de Infraestrutura da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp), conselheiro do Instituto de Engenharia, e membro da Comiss\u00e3o Editorial da Revista Engenharia<\/p>\n<p>E-mail:\u00a0cavalcanti@ambientaldobrasil.com.br<\/p>\n<p>*<em>Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. Sua publica\u00e7\u00e3o obedece ao prop\u00f3sito de estimular o debate dos problemas brasileiros e de refletir as diversas tend\u00eancias do pensamento contempor\u00e2neo.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Contexto No Brasil, o tratamento de esgotos atinge pouco mais de 50% da popula\u00e7\u00e3o. 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