{"id":90896,"date":"2022-03-03T10:47:01","date_gmt":"2022-03-03T13:47:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=90896"},"modified":"2022-03-03T10:47:01","modified_gmt":"2022-03-03T13:47:01","slug":"carros-voadores-abrem-um-novo-mercado-para-a-embraer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2022\/03\/03\/carros-voadores-abrem-um-novo-mercado-para-a-embraer\/","title":{"rendered":"Carros voadores abrem um novo mercado para a EMBRAER"},"content":{"rendered":"<p>Uma das empresas mais bem posicionadas para aproveitar o nascente mercado de carros voadores \u00e9 a brasileira Embraer. Ela criou uma empresa separada, a Eve, para desenvolver um e-VTOL, ve\u00edculo el\u00e9trico capaz de decolar e pousar verticalmente, sem necessidade de uma pista extensa. Em fevereiro de 2022, iniciou o processo de obten\u00e7\u00e3o de um certificado de tipo para seu projeto, a ser concedido pela Ag\u00eancia Nacional de Avia\u00e7\u00e3o Civil (Anac). \u00c9 o primeiro passo para poder voar nos c\u00e9us do pa\u00eds \u2014 e, em breve, do mundo.<\/p>\n<p>No Brasil, a Embraer j\u00e1 considera um servi\u00e7o de t\u00e1xi entre a Barra da Tijuca e o aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, em parceria com a Flapper, uma firma de voos por demanda, a um custo estimado de 100 reais por passageiro. L\u00e1 fora, a empresa firmou em dezembro do ano passado uma parceria com a australiana Sydney Seaplanes para um servi\u00e7o de t\u00e1xi na cidade. A encomenda inicial foi de 50 aparelhos, a partir de 2026.<\/p>\n<p>Mais significativo foi o acordo com a empresa de leasing Azorra, firmado tamb\u00e9m em dezembro, segundo o qual a empresa americana vai n\u00e3o apenas encomendar 200 aeronaves, como tamb\u00e9m fornecer a infraestrutura necess\u00e1ria para seu funcionamento. No total, a Embraer j\u00e1 tem 1.735 pedidos para seus e-VTOLs.<\/p>\n<p>A empresa brasileira tamb\u00e9m j\u00e1 tem um acordo com uma empresa de prop\u00f3sito especial (Spac, na sigla em ingl\u00eas), a Zanite, para facilitar sua abertura de capital, que deve ocorrer neste ano. Em tese, a Eve est\u00e1 avaliada em 2,4 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, sendo 82% do capital pertencentes \u00e0 Embraer.<\/p>\n<p>A empresa brasileira tem algumas claras vantagens neste mercado que se forma. \u201cTemos mais experi\u00eancia em certifica\u00e7\u00e3o de aeronaves que os concorrentes. Temos um conhecimento em fabricar avi\u00f5es. Os concorrentes n\u00e3o t\u00eam. Muitos deles s\u00e3o startups. Temos tamb\u00e9m uma \u00e1rea de servi\u00e7o distribu\u00edda no mundo todo que pode atender a Eve. Achamos que estamos muito bem posicionados e vamos, sim, ter sucesso com esse produto\u201d, afirmou Francisco Gomes Neto, presidente da Embraer, ao jornal\u00a0<em>O Estado de S. Paulo<\/em>, no in\u00edcio de fevereiro.<\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00e3o os \u00fanicos, obviamente. Sua ex-futura s\u00f3cia, a Boeing, vai concorrer no mesmo mercado. Em janeiro, a empresa americana anunciou que vai investir mais de 450 milh\u00f5es de d\u00f3lares no desenvolvimento de carros voadores aut\u00f4nomos da startup Wisk \u2014 que ela pr\u00f3pria controla em conjunto com a Kitty Hawk de Larry Page, cofundador do Google. O carro voador da Wisk, apelidado de Cora, j\u00e1 est\u00e1 em testes na Nova Zel\u00e2ndia h\u00e1 quatro anos.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a \u00e9 que a Wisk j\u00e1 sair\u00e1 com o projeto de um ve\u00edculo aut\u00f4nomo, ou seja, sem necessidade de piloto. A Boeing encara essa aposta como uma vantagem estrat\u00e9gica. Mas pode ser uma desvantagem, ao menos no in\u00edcio, pelos desafios extras de regula\u00e7\u00e3o e de vencer a desconfian\u00e7a do p\u00fablico.<\/p>\n<p>De acordo com a consultoria AMR, o segmento de ve\u00edculos voadores pilotados por humanos ter\u00e1 mais de 75% de participa\u00e7\u00e3o de mercado em 2025, mas os ve\u00edculos aut\u00f4nomos crescer\u00e3o mais rapidamente nos dez anos seguintes. A estrat\u00e9gia da Embraer parece ser de come\u00e7ar pelos ve\u00edculos pilotados e migrar para os aut\u00f4nomos mais tarde.<\/p>\n<h3><strong>Vai tudo pelos ares<\/strong><\/h3>\n<p>Acostumadas a um mercado com poucos competidores, Boeing e Embraer ter\u00e3o pela frente um cen\u00e1rio muito diferente, pelo menos no in\u00edcio dessa nova ind\u00fastria. A concorr\u00eancia ser\u00e1 bastante variada, como se pode ver por estes exemplos:<\/p>\n<p>=\u00a0<strong>AeroMobil<\/strong>, uma empresa fundada pelo mesmo Stefan Klein do AirCar, um inventor que busca desenvolver carros voadores desde os anos 1980. Klein se decepcionou com outros s\u00f3cios e fundou a Klein Vision em 2016. Mas a AeroMobil ainda planeja lan\u00e7ar um e-VTOL.<\/p>\n<p>=\u00a0<strong>Volocopter<\/strong>, uma empresa alem\u00e3 que atraiu investimentos da Daimler, dona da Mercedes-Benz, al\u00e9m da f\u00e1brica de chips americana Intel. Ela faz prot\u00f3tipos de t\u00e1xis el\u00e9tricos aut\u00f4nomos desde 2016 e recebeu permiss\u00e3o para voo. Em 2017, o executivo-chefe da Intel, Brian Krzanich, voou num desses prot\u00f3tipos, pilotado da terra por outra pessoa (como um drone).<\/p>\n<p>=\u00a0<strong>Lilium<\/strong>, outra empresa alem\u00e3, cujo prot\u00f3tipo fez seu voo de estreia em maio passado. Seu ve\u00edculo \u00e9 equipado com 36 motores el\u00e9tricos e pode levar sete pessoas a 3.000 metros de altura, com autonomia de 250 quil\u00f4metros. Ela j\u00e1 tem uma entrada no Brasil: a companhia a\u00e9rea Azul anunciou em agosto a inten\u00e7\u00e3o de compra de 220 aparelhos, a partir de 2025. A ideia, segundo a empresa, \u00e9 conectar centros econ\u00f4micos, cidades, aeroportos e at\u00e9 condom\u00ednios residenciais.<\/p>\n<p>=\u00a0<strong>eHang<\/strong>, uma f\u00e1brica chinesa que anunciou suas primeiras m\u00e1quinas voadoras em 2016. Ela divulgou no final de janeiro um acordo de venda de 50 unidades de t\u00e1xi a\u00e9reo para a empresa japonesa AirX, especializada em transporte por helic\u00f3ptero. O modelo em quest\u00e3o tem 16 motores el\u00e9tricos e carrega duas pessoas, podendo voar por cerca de 35 quil\u00f4metros. Mas a empresa j\u00e1 trabalha em outros modelos, para atingir dist\u00e2ncias maiores.<\/p>\n<p>=\u00a0<strong>NFT<\/strong>, uma startup de um casal israelense. A empresa projetou o ve\u00edculo Asaka (p\u00e1ssaro voador, em japon\u00eas), mais ao estilo do AirCar, um carro que roda e voa. Ele tem asas retr\u00e1teis, mas precisa de apenas 25 metros de espa\u00e7o para decolar. Por enquanto, o projeto s\u00f3 existe no papel. Os primeiros testes de voo est\u00e3o prometidos para este ano e a produ\u00e7\u00e3o em s\u00e9rie, para 2026. Em vez de t\u00e1xi a\u00e9reo, seu p\u00fablico-alvo \u00e9 de \u201cpessoas que querem viver longe das cidades grandes e caras e voar para l\u00e1 quando for necess\u00e1rio\u201d, segundo seu inventor, Guy Kaplinsky, disse em sua apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>=\u00a0<strong>a3<\/strong>, a unidade de projetos especiais da empresa aeron\u00e1utica Airbus. Ela desenvolve o Vahana, um aparelho com quatro asas com propulsores rotat\u00f3rios que ficam na vertical, para decolar, e depois podem impulsionar a nave para a frente.<\/p>\n<p>=\u00a0<strong>Liberty<\/strong>, uma empresa holandesa, criadora do PAL-V. Parece um helic\u00f3ptero com rodas, mas \u00e9 o que se chama de autogiro: a h\u00e9lice de cima n\u00e3o tem motor, ela se move impulsionada pelo vento provocado pelo propulsor traseiro. N\u00e3o \u00e9 um e-VTOL, portanto, e precisa de espa\u00e7o para decolar. Ele j\u00e1 tem licen\u00e7a para trafegar nas estradas da Europa \u2013 falta a licen\u00e7a para voar.<\/p>\n<p>=\u00a0<strong>Bellwether<\/strong>, uma empresa brit\u00e2nica que trabalha no Antelope, outro e-VTOL. Em fevereiro, a empresa anunciou ter tido sucesso no voo de seu prot\u00f3tipo em Dubai, realizado em novembro. O plano \u00e9 que o ve\u00edculo seja capaz de transportar quatro ou cinco pessoas e esteja dispon\u00edvel para voos sob demanda a partir de 2028 e para consumidores privados dois anos depois.<\/p>\n<p>O fato de haver muitas iniciativas n\u00e3o significa, no entanto, que haver\u00e1 tantas op\u00e7\u00f5es. O mais comum nesse segmento \u00e9 que os projetos nunca saiam do papel \u2014 ou do prot\u00f3tipo. No ano passado, Erin Marquis, a ent\u00e3o editora do site Jalopnik, especializado em not\u00edcias sobre a ind\u00fastria automobil\u00edstica, fez um levantamento de como est\u00e3o os projetos de carros voadores que apareceram em suas p\u00e1ginas nos \u00faltimos dez anos. Na lista est\u00e1 o Samson Switchblade, um carro esportivo que deveria ter come\u00e7ado a ser vendido em 2018. Est\u00e1 tamb\u00e9m o Kitty Hawk Flyer, de Larry Page, que abandonou a pretens\u00e3o de ser um carro voador e agora \u00e9 apresentado como um ultraleve el\u00e9trico, cujo site tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e1 aceitando encomendas. E o Uber Elevate, projeto anunciado em 2017, anunciado novamente em 2018 e discretamente deixado de lado em 2020, quando a unidade respons\u00e1vel por sua produ\u00e7\u00e3o foi vendida para a Joby Aviation. E o t\u00e1xi voador, da Joby, um conceito que arrecadou 100 milh\u00f5es de d\u00f3lares em investimentos da Toyota, Jet Blue e Intel, mas que at\u00e9 agora n\u00e3o saiu do papel (embora prometa um ve\u00edculo com capacidade para cinco pessoas em 2024).<\/p>\n<p>A lista de decep\u00e7\u00f5es tem ainda o S-A1 da coreana Hyundai, que estava no projeto com o Uber e agora anuncia um conceito pr\u00f3prio de aparelho de mobilidade a\u00e9rea urbana; o SD-03, da startup japonesa SkyDrive, prometido para o meio da d\u00e9cada; um carro conceito da Renault, o AIR4, definido pela pr\u00f3pria empresa como uma ideia de como o carro voador pode parecer\u2026 daqui a 60 anos; e um e-VTOL da Cadillac, uma divis\u00e3o da General Motors, que n\u00e3o aparece mais nem no site de projetos da empresa.<\/p>\n<h3><strong>Quem vai sobrar?<\/strong><\/h3>\n<p>Se a hist\u00f3ria do autom\u00f3vel serve como guia, o mais prov\u00e1vel \u00e9 que, das centenas de empresas dedicadas aos projetos de m\u00e1quinas voadoras, sobrem algumas poucas. No caso da ind\u00fastria automobil\u00edstica, as vencedoras foram empresas que j\u00e1 tinham alguma experi\u00eancia pr\u00e9via \u2014 fosse na fabrica\u00e7\u00e3o de bicicletas, fosse na de carro\u00e7as ou, mais frequentemente, de motores.<\/p>\n<p>Algumas startups dever\u00e3o abocanhar nichos de mercado, como o AirCar ou o Jetson One, um e-VTOL da empresa sueco-polonesa Jetson (homenagem ao desenho animado) que j\u00e1 aceita encomendas para entregar seu carro voador de um \u00fanico lugar no ano que vem (custa 92.000 d\u00f3lares, e a empresa tem planos de desenvolver m\u00e1quinas para dois passageiros daqui a quatro anos).<\/p>\n<p>O grosso das vendas, entretanto, dever\u00e1 ser das companhias j\u00e1 estabelecidas. E \u00e9 f\u00e1cil entender por qu\u00ea: este n\u00e3o \u00e9 um mercado que nascer\u00e1 de uma ruptura tecnol\u00f3gica (do tipo que normalmente d\u00e1 oportunidades a novos protagonistas). Tecnologia para criar carros voadores j\u00e1 existe h\u00e1 d\u00e9cadas. O que falta resolver s\u00e3o problemas de regula\u00e7\u00e3o. Vai sair na frente, portanto, quem tiver mais traquejo para driblar quest\u00f5es burocr\u00e1ticas, mais experi\u00eancia pol\u00edtica. Um pouco mais \u00e0 frente, quando o mercado estiver mais maduro e os modelos convergirem (da mesma forma que os carros hoje s\u00e3o todos parecidos entre si), vai contar a organiza\u00e7\u00e3o produtiva, a capacidade t\u00e9cnica e fabril, a habilidade em fazer parcerias.<\/p>\n<p>Tanto no come\u00e7o quanto mais para a frente, a Embraer tem as qualidades necess\u00e1rias para fazer sucesso \u2014 pelo menos do ponto de vista industrial. Um dado interessante desse nascente mercado \u00e9 que ningu\u00e9m est\u00e1 pensando em simplesmente construir os ve\u00edculos. Todas as empresas buscam desenvolver os produtos e os servi\u00e7os: ter o aeroplano e ter a companhia a\u00e9rea que o explora comercialmente.<\/p>\n<p>Assim como na parte t\u00e9cnica, o modelo de neg\u00f3cios envolver\u00e1 um aprendizado para as empresas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.insper.edu.br\/noticias\/carros-voadores-abrem-um-novo-mercado-para-a-embraer\/\"><em><strong>Fonte: Insper<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das empresas mais bem posicionadas para aproveitar o nascente mercado de carros voadores \u00e9 a brasileira Embraer. Ela criou uma empresa separada, a Eve, para desenvolver um e-VTOL, ve\u00edculo el\u00e9trico capaz de decolar e pousar verticalmente, sem necessidade de uma pista extensa. 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