{"id":88551,"date":"2021-12-08T15:55:17","date_gmt":"2021-12-08T18:55:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=88551"},"modified":"2021-12-08T15:55:17","modified_gmt":"2021-12-08T18:55:17","slug":"na-agropecuaria-acabar-com-o-desmatamento-e-a-principal-medida-para-zerar-as-emissoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2021\/12\/08\/na-agropecuaria-acabar-com-o-desmatamento-e-a-principal-medida-para-zerar-as-emissoes\/","title":{"rendered":"Na agropecu\u00e1ria, acabar com o desmatamento \u00e9 a principal medida para zerar as emiss\u00f5es"},"content":{"rendered":"<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">O pecuarista\u00a0<b>Mauro L\u00facio Costa<\/b>\u00a0\u00e9 famoso no interior do\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/para-estado\">Par\u00e1<\/a><\/b>. Alguns de seus colegas fazendeiros dizem que \u201cMaur\u00e3o \u00e9 nosso professor\u201d. Costa se tornou refer\u00eancia na regi\u00e3o pr\u00f3xima das cidades de<a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/paragominas-pa\">\u00a0<\/a><b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/paragominas-pa\">Paragominas<\/a><\/b>\u00a0e Tail\u00e2ndia ao praticar uma pecu\u00e1ria sustent\u00e1vel. Aparece com frequ\u00eancia em publica\u00e7\u00f5es sobre o mundo rural, e sua fazenda j\u00e1 ganhou pr\u00eamio de sustentabilidade.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">A trajet\u00f3ria de Costa como pecuarista, por\u00e9m, come\u00e7ou diferente. Ap\u00f3s comprar uma propriedade em 1997, desmatou cerca de 500 hectares dela e aproveitou mais uma \u00e1rea que j\u00e1 havia sido devastada pelos donos anteriores. Cinco anos depois, o pasto que havia plantado no local come\u00e7ava a entrar em degrada\u00e7\u00e3o. \u201cEsse era o normal aqui. As pessoas abriam \u00e1reas e as degradavam. Era mais f\u00e1cil ir para a floresta e desmatar de novo do que recuperar. A recupera\u00e7\u00e3o at\u00e9 hoje custa muito. Mas quis fazer diferente, porque a degrada\u00e7\u00e3o \u00e9 igual cachorro correndo atr\u00e1s do rabo: arruma, degrada, arruma, degrada.\u201d<\/p>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">O que Costa fez antes dos anos 2000 resume o que at\u00e9 hoje \u00e9 a principal fonte de emiss\u00e3o de g\u00e1s carb\u00f4nico no Pa\u00eds: o desmatamento para explora\u00e7\u00e3o da terra pela agropecu\u00e1ria. Quase metade das emiss\u00f5es brasileiras atuais s\u00e3o provocadas pelo desmatamento e, das \u00e1reas desmatadas, 95% s\u00e3o destinadas \u00e0 agricultura e, principalmente, \u00e0 pecu\u00e1ria, segundo\u00a0<b>Tasso Azevedo<\/b>, coordenador do\u00a0<b>Sistema de Estimativa de Emiss\u00f5es de Gases de Efeito Estufa, do Observat\u00f3rio do Clima<\/b>, uma rede entidades da sociedade civil.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Acabar com o desmatamento, portanto, \u00e9 a principal medida para se ter uma agropecu\u00e1ria de baixa emiss\u00e3o de carbono. Neste m\u00eas, na\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/conferencia-das-nacoes-unidas-sobre-mudanca-climatica\">Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre as Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (COP-26)<\/a><\/b>, o Brasil\u00a0<b><a href=\"https:\/\/sustentabilidade.estadao.com.br\/noticias\/geral,brasil-e-mais-de-100-paises-se-comprometem-a-acabar-com-desmatamento-ate-2030,70003887133\">prometeu eliminar a pr\u00e1tica<\/a><\/b>\u00a0at\u00e9 2030, mas n\u00e3o detalhou nenhuma estrat\u00e9gia de como far\u00e1 para atingir a meta. A promessa tamb\u00e9m vai na dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria do que se v\u00ea: o\u00a0<b><a href=\"https:\/\/busca.estadao.com.br\/?q=desmatamento\">desmatamento<\/a><\/b>\u00a0registrado em outubro na Amaz\u00f4nia Legal\u00a0<b><a href=\"https:\/\/sustentabilidade.estadao.com.br\/noticias\/geral,amazonia-registra-recorde-de-desmatamento-para-o-mes-de-outubro,70003896731\">foi recorde para o m\u00eas<\/a><\/b>\u00a0e 5% superior ao do mesmo per\u00edodo de 2020.<\/p>\n<p>Apesar do desmatamento crescente, a agropecu\u00e1ria n\u00e3o tem obst\u00e1culos t\u00e3o dif\u00edceis de serem superados como o setor de transportes, em que ainda \u00e9 preciso desenvolver novas tecnologias para atingir o carbono zero. \u201c\u00c9 muito dif\u00edcil o Pa\u00eds todo zerar as emiss\u00f5es l\u00edquidas de carbono antes de 2050, porque precisaria de muito investimento. A meta, ali\u00e1s, \u00e9 2050. Mas no caso do agroneg\u00f3cio, podemos obter a neutralidade antes, porque a maior parte das emiss\u00f5es vem do desmatamento ilegal. Para reduzir as emiss\u00f5es, \u00e9 s\u00f3 cumprir a lei\u201d, diz\u00a0<b>Marcello Britto<\/b>, presidente da\u00a0<b>Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do Agroneg\u00f3cio (Abag)<\/b>.<\/p>\n<p><b>Alta modesta<\/b><br \/>\nEntre os setores analisados pelo Observat\u00f3rio do Clima, o de processos industriais \u00e9 o que tem emiss\u00f5es de CO2 crescendo mais lentamente: 4,7% em dez anos.<\/p>\n<p><b>Avan\u00e7o moderado<\/b><br \/>\nNo mesmo per\u00edodo, as emiss\u00f5es do setor energ\u00e9tico avan\u00e7aram 5,9% e hoje representam 18% do total.<\/p>\n<p><b>Acelerando<\/b><br \/>\nA agropecu\u00e1ria registrou crescimento de 8%.<\/p>\n<p><b>Campe\u00e3o<\/b><br \/>\nAs mudan\u00e7as do uso da terra, que em sua maioria tamb\u00e9m est\u00e3o ligadas \u00e0 agropecu\u00e1ria, deram um salto de 47%.<\/p>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Al\u00e9m de reduzir o desmatamento, o setor precisa avan\u00e7ar na ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis que existem h\u00e1 anos, mas que precisam ganhar escala. Entre essas pr\u00e1ticas, a recupera\u00e7\u00e3o de pastagem &#8211; que come\u00e7ou a ser feita por Costa em sua fazenda no in\u00edcio dos anos 2000 &#8211; \u00e9 o carro chefe.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-m\" data-contains=\"quotes\" data-align=\"\">\n<blockquote class=\"arte-blockquote \">\n<div class=\"arte-blockquote__quote\">\n<p>As solu\u00e7\u00f5es para a agricultura ser carbono zero j\u00e1 existem. Elas est\u00e3o em nossas m\u00e3os. O grande desafio \u00e9 torn\u00e1-las vi\u00e1veis em larga escala. \u00c9 preciso popularizar as pr\u00e1ticas. O setor privado tem seu papel de implement\u00e1-las, mas os \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos t\u00eam o papel de fazer a articula\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"arte-blockquote__author\"><b>\u00a0Renata Potenza<\/b>, coordenadora de Clima e Cadeias Agropecu\u00e1rias da ONG Imaflora<\/div>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">A recupera\u00e7\u00e3o de pastagem \u00e9 um trabalho que envolve an\u00e1lise do solo para ver quais nutrientes ele perdeu com a explora\u00e7\u00e3o, retirada de plantas daninhas, adubagem e planta\u00e7\u00e3o de novo capim. Esse pasto novo, saud\u00e1vel, tem capacidade de retirar g\u00e1s carb\u00f4nico da atmosfera e o colocar no solo. Com essa t\u00e9cnica, a pecu\u00e1ria pode compensar os gases emitidos pelo gado.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Al\u00e9m de sequestrar carbono do ar, a recupera\u00e7\u00e3o de pastagem tamb\u00e9m aumenta a efici\u00eancia da alimenta\u00e7\u00e3o do gado. Isso porque o pasto de melhor qualidade \u00e9 metabolizado mais rapidamente, garantindo que o animal emita menos metano (um dos gases respons\u00e1veis pelo efeito estufa) em seu processo de digest\u00e3o, explica o pesquisador\u00a0<b>Moacyr Dias Filho<\/b>, da\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/embrapa-empresa-brasileira-de-pesquisa-agropecuaria\">Embrapa<\/a><\/b>. Com uma alimenta\u00e7\u00e3o melhor, o gado tamb\u00e9m engorda num per\u00edodo de tempo mais curto.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Apesar das vantagens ambientais e econ\u00f4micas da recupera\u00e7\u00e3o, dos 170,7 milh\u00f5es de hectares que o Brasil tinha de pasto em 2018, 57,2% ainda apresentavam alguma degrada\u00e7\u00e3o, sendo 26% um grau severo. Degradado, o pasto tem baixo n\u00edvel de nutrientes e, portanto, de produtividade. Em pouco tempo, acaba sendo abandonado, e o produtor desmata novas \u00e1reas para colocar seu gado.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"graphic\" data-align=\"\">\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Na fazenda de Costa, quando o pecuarista come\u00e7ou a recuperar a fertilidade do pasto, ouviu de pessoas na regi\u00e3o que estava \u201clouco\u201d por gastar dinheiro com a pr\u00e1tica quando ainda havia mais de 3.000 hectares em sua propriedade que poderiam ser explorados, isto \u00e9, desmatados. \u201cAs pessoas diziam que, se eu n\u00e3o abrisse (<i>mais \u00e1rea para pasto<\/i>) naquela \u00e9poca, n\u00e3o ia conseguir depois. Conhe\u00e7o muitas pessoas que desmataram sem ter necessidade, porque estavam prevendo que chegaria a \u00e9poca em que n\u00e3o poderiam mais desmatar.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Sem optar pelo desmatamento, Costa passou a rotacionar o pasto (m\u00e9todo antigo em que a propriedade \u00e9 dividida em lotes que s\u00e3o ocupados por certo per\u00edodo de tempo pelo gado e, posteriormente, desocupados para que a pastagem descanse, seja adubada se recupere). O pecuarista ainda enriqueceu os 80% da propriedade que s\u00e3o \u00e1rea de reserva legal, plantando \u00e1rvores nativas.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Hoje, a produtividade da fazenda de Costa \u00e9 de 4,5 animais por hectare, enquanto a m\u00e9dia brasileira \u00e9 de 0,9. A meta \u00e9 chegar a dez em 2023. \u201cJ\u00e1 tenho o modelo de como fazer. Agora, o investimento \u00e9 em rebanho, porque n\u00e3o preciso mais investir para reformar o pasto. O capim, se bem tratado, dura a vida inteira. Hoje, trabalho para n\u00e3o deixar que ele entre em est\u00e1gio de degrada\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-xl\" data-contains=\"html\" data-align=\"\">\n<section class=\"scrolly-container loaded\" data-offset=\"800px\">\n<div class=\"scrolly-graphic\">\n<div class=\"swiper-container swiper-container-fade swiper-container-initialized swiper-container-horizontal swiper-container-autoheight\">\n<div class=\"swiper-wrapper\">\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">O projeto de Costa para tornar sua fazenda sustent\u00e1vel foi feito com a ajuda de especialistas como o professor\u00a0<b>Ricardo Ribeiro Rodrigue<\/b><b>s<\/b>, da\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/esalq\">Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz<\/a><\/b>\u00a0(Esalq\/USP). O docente havia trabalhado no programa\u00a0<b>Pecu\u00e1ria Verde<\/b>, que ajudou a reduzir o desmatamento em Paragominas ao aumentar a produtividade e a sustentabilidade das fazendas locais.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">\u201cTem muita \u00e1rea agr\u00edcola no Pa\u00eds com baixa produtividade. Quando se aumenta a produtividade, se reduz a press\u00e3o por desmatamento\u201d, diz Rodrigues. Segundo o professor, se um programa semelhante ao de Paragominas fosse adotado em todo o Pa\u00eds e o rebanho brasileiro fosse mantido no tamanho atual, 32 milh\u00f5es de hectares de pastagem (18,7% do que se tem hoje) seriam liberados. Nos c\u00e1lculos de Dias Filho, da Embrapa, para cada hectare de pastagem recuperado, deixa-se de desmatar dois hectares de floresta.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-m\" data-contains=\"quotes\" data-align=\"\">\n<blockquote class=\"arte-blockquote \">\n<div class=\"arte-blockquote__quote\">\n<p>\u201cAdotar pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis no agroneg\u00f3cio \u00e9 um processo lento. N\u00e3o \u00e9 feito de um dia para o outro. Tem de mostrar para o produtor como se faz e quais os custos. E precisa ter uma economia est\u00e1vel para ajud\u00e1-lo.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"arte-blockquote__author\"><b>\u00a0Eduardo Assad<\/b>, pesquisador da Embrapa<\/div>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Outra atividade importante para que a agropecu\u00e1ria reduza suas emiss\u00f5es, lembra\u00a0<b>Celso Manzatto<\/b>, tamb\u00e9m da\u00a0<b>Embrapa<\/b>, \u00e9 plantar e manter \u00e1rvores no meio das produ\u00e7\u00f5es. O pesquisador explica que a \u00e1rvore ajuda a manter o carbono no solo. Quando j\u00e1 se tem uma no \u00a0local e ela \u00e9 cortada, o teor de carbono no solo diminuiu em um ter\u00e7o.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">T\u00e9cnicas como o plantio direto e a integra\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria-floresta tamb\u00e9m ajudam a aumentar o carbono no solo e s\u00e3o fomentadas no Pa\u00eds h\u00e1 mais de dez anos, mas ainda n\u00e3o dominam a agropecu\u00e1ria, destaca\u00a0<b>Angelo Costa Gurgel<\/b>, do\u00a0<b>Centro de Estudos do Agroneg\u00f3cio<\/b>\u00a0da\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/fgv-fundacao-getulio-vargas\">FGV<\/a><\/b>.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">\u201cH\u00e1 um esfor\u00e7o do\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/plano-safra\">Plano Safra<\/a><\/b>\u00a0para que o produtor pegue financiamento para a atividade sustent\u00e1vel a uma taxa de juros menor que a do mercado. Mas percebemos que os produtores v\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 sustentabilidade mesmo quando o gado demora para crescer. A\u00ed, ele tenta adotar tecnologias e melhorar a pastagem\u201d, diz Gurgel. Segundo ele, em regi\u00f5es onde o pre\u00e7o da terra \u00e9 maior, tamb\u00e9m h\u00e1 uma press\u00e3o para ser mais produtivo e se buscar essas t\u00e9cnicas.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"divider\" data-align=\"\">\n<hr class=\"\" \/>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"heading\" data-align=\"\">\n<h3 class=\"\"><\/h3>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"heading\" data-align=\"\">\n<h3 class=\"\">Empresas criam tecnologias para diminuir libera\u00e7\u00e3o de metano pelo gado<\/h3>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Al\u00e9m das emiss\u00f5es de carbono em decorr\u00eancia do manejo de solo e das mudan\u00e7as do uso da terra, a pecu\u00e1ria precisa lidar com outro desafio para ser uma atividade de baixo carbono: a polui\u00e7\u00e3o gerada pelo gado. No ano passado, a libera\u00e7\u00e3o de gases resultantes da digest\u00e3o dos ruminantes, a chamada fermenta\u00e7\u00e3o ent\u00e9rica, foi respons\u00e1vel pela emiss\u00e3o de 64,6% do CO2 da agropecu\u00e1ria. Quando se considera o metano (um dos mais nocivos gases de efeito estufa), a participa\u00e7\u00e3o da fermenta\u00e7\u00e3o ent\u00e9rica chega a 91,6% do emitido pelo setor.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Diante da nocividade do metano, o Brasil e outros 102 pa\u00edses se comprometeram, durante a\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/conferencia-das-nacoes-unidas-sobre-mudanca-climatica\">Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre as Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (COP-26)<\/a><\/b>, a reduzir as emiss\u00f5es do g\u00e1s em 30% at\u00e9 2030, tendo como base os n\u00edveis do ano passado.<\/p>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Antevendo a tend\u00eancias, algumas empresas j\u00e1 vinham desenvolvendo tecnologias para ajudar os pecuaristas a diminuir a libera\u00e7\u00e3o de gases de seu rebanho. A\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/JBS\">JBS<\/a><\/b>, por exemplo, participa de pesquisas que analisam como mudan\u00e7as na dieta dos animais pode interferir na emiss\u00e3o de gases. Um dos projetos estuda a adi\u00e7\u00e3o de taninos \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o do gado e outro, a de capim-lim\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">\u201cOs aditivos de taninos, por exemplo, melhoram a efici\u00eancia nutricional e diminuem as emiss\u00f5es de metano. Experimentos que j\u00e1 foram feitos mostram que as redu\u00e7\u00f5es podem chegar a 40%\u201d, diz o diretor de relacionamento com pecuaristas da\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/friboi\">Friboi<\/a><\/b>\u00a0(marca da JBS), Fabio Dias.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"arte-media \">\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">A holandesa\u00a0<b>DSM<\/b>, por sua vez, desenvolveu um suplemento nutricional chamado Bovaer que, segundo a empresa, reduz de 30% a 90% a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa. O produto impede que microrganismos que fabricam metano no trato digestivo do animal sejam produzidos, explica o presidente da empresa na Am\u00e9rica Latina, Maur\u00edcio Adade.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Liberado para uso no Brasil pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, o Bovaer ainda n\u00e3o teve pre\u00e7o divulgado. O suplemento precisa ser acrescentado \u00e0 ra\u00e7\u00e3o diariamente na dose de um quarto de colher de ch\u00e1 por animal para fazer efeito.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/infograficos\/economia,na-agropecuaria-acabar-com-o-desmatamento-e-a-principal-medida-para-zerar-as-emissoes,1198720\"><em><strong>Not\u00edcias: Estad\u00e3o<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O pecuarista\u00a0Mauro L\u00facio Costa\u00a0\u00e9 famoso no interior do\u00a0Par\u00e1. Alguns de seus colegas fazendeiros dizem que \u201cMaur\u00e3o \u00e9 nosso professor\u201d. Costa se tornou refer\u00eancia na regi\u00e3o pr\u00f3xima das cidades de\u00a0Paragominas\u00a0e Tail\u00e2ndia ao praticar uma pecu\u00e1ria sustent\u00e1vel. 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