{"id":88331,"date":"2021-11-29T11:48:10","date_gmt":"2021-11-29T14:48:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=88331"},"modified":"2021-11-29T11:48:10","modified_gmt":"2021-11-29T14:48:10","slug":"base-da-economia-carbono-zero-mineracao-enfrenta-desafio-de-aumentar-producao-sem-causar-danos-ambientais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2021\/11\/29\/base-da-economia-carbono-zero-mineracao-enfrenta-desafio-de-aumentar-producao-sem-causar-danos-ambientais\/","title":{"rendered":"Base da economia &#8216;carbono zero&#8217;, minera\u00e7\u00e3o enfrenta desafio de aumentar produ\u00e7\u00e3o sem causar danos ambientais"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2021\/11\/24\/revolucao-do-carbono-zero-vai-mudar-a-cara-da-economia-global\/\"><strong>Clique aqui para ler a primeira mat\u00e9ria<\/strong><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2021\/11\/26\/cobre-litio-e-niquel-transicao-energetica-eleva-demanda-e-mineradoras-preveem-dificuldade-de-fornecimento\/\"><strong>Clique aqui para ler a segunda mat\u00e9ria<\/strong><\/a><\/p>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Desmatamento de grandes \u00e1reas na\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/floresta-amazonica\">Amaz\u00f4nia<\/a><\/b>.\u00a0Uso intensivo de \u00e1gua no deserto do\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/deserto-do-atacama-chile\">Atacama<\/a><\/b>, no\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/chile-america-do-sul\">Chile<\/a><\/b>.\u00a0Contamina\u00e7\u00e3o do solo e de len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos. Desastres como os de\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/brumadinho-mg\">Brumadinho<\/a><\/b>\u00a0e de\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/mariana-mg\">Mariana<\/a><\/b>.\u00a0Preju\u00edzos como esses s\u00e3o consequ\u00eancia da\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/mineracao\">minera\u00e7\u00e3o<\/a><\/b>, atividade que deve crescer nos pr\u00f3ximos anos com o avan\u00e7o da descarboniza\u00e7\u00e3o da economia e a substitui\u00e7\u00e3o dos combust\u00edveis f\u00f3sseis, como carv\u00e3o e\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/petroleo\">petr\u00f3leo<\/a><\/b>, por fontes de energia renov\u00e1veis.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Equipamentos usados nas usinas de\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/energia-eolica\">energia e\u00f3lica<\/a><\/b>\u00a0e\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/energia-solar\">solar<\/a><\/b>, al\u00e9m dos componentes dos carros el\u00e9tricos,\u00a0consomem uma grande quantidade\u00a0de materiais como o\u00a0<b><a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/infograficos\/economia,cobre-litio-e-niquel-transicao-energetica-eleva-demanda-e-mineradoras-preveem-dificuldade-de-fornecimento,1198717\">cobre, o l\u00edtio e o n\u00edquel<\/a><\/b>\u00a0em sua fabrica\u00e7\u00e3o, o que eleva a demanda por esses e outros minerais. Segundo pesquisa da\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/ocde-organizacao-para-a-cooperacao-e-desenvolvimento-economico\">Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE)<\/a><\/b>, os preju\u00edzos da minera\u00e7\u00e3o ao meio ambiente devem ao menos dobrar at\u00e9 2060, sobretudo por causa da maior demanda dos materiais.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">O relat\u00f3rio da OCDE aponta que o aumento dos danos ser\u00e1 maior principalmente na explora\u00e7\u00e3o de cobre, zinco, chumbo e n\u00edquel. Tanto o cobre quanto o n\u00edquel s\u00e3o essenciais para a transforma\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Os dois metais s\u00e3o tamb\u00e9m os que apresentam maior impacto ambiental por quilo de produ\u00e7\u00e3o entre os sete analisados pela OCDE (cobre, n\u00edquel, zinco, chumbo, ferro, alum\u00ednio e mangan\u00eas). Valer\u00e1 a pena, ent\u00e3o, trocar a polui\u00e7\u00e3o dos combust\u00edveis f\u00f3sseis pelos impactos ambientais da minera\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">N\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o simples de responder. Uma d\u00favida, em primeiro lugar, \u00e9 se o impacto ambiental ser\u00e1 compensado pela redu\u00e7\u00e3o dos danos causados pela extra\u00e7\u00e3o de outros materiais, como petr\u00f3leo ou carv\u00e3o. O professor da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP)\u00a0<b>Luis Enrique S<\/b><b>\u00e1nchez<\/b>, que trabalha com minera\u00e7\u00e3o e meio ambiente, pondera que hoje o\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/carvao\">carv\u00e3o<\/a><\/b>\u00a0\u00e9 o segundo recurso mineral mais extra\u00eddo e produzido do mundo, perdendo apenas para a areia. S\u00e3o cerca de 8 bilh\u00f5es de toneladas de carv\u00e3o por ano. Com a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, os pa\u00edses dever\u00e3o reduzir o carv\u00e3o como fonte de energia. O professor explica que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil contabilizar se a diminui\u00e7\u00e3o na explora\u00e7\u00e3o do carv\u00e3o compensar\u00e1 os impactos ambientais causados pelo aumento da extra\u00e7\u00e3o de cobre, n\u00edquel e l\u00edtio. Tudo depender\u00e1 de fatores como a biodiversidade presente nos locais de extra\u00e7\u00e3o, por exemplo.<\/p>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">S\u00e1nchez avalia, por\u00e9m, que a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica \u00e9 necess\u00e1ria, ainda que ela tamb\u00e9m tenha consequ\u00eancias ambientais. \u201cEsperamos que essa mudan\u00e7a reduza os gases de efeito estufa, que tamb\u00e9m t\u00eam impactos ecol\u00f3gicos. E caber\u00e1 \u00e0s mineradoras fornecer os metais da forma mais limpa e respons\u00e1vel poss\u00edvel.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">O consultor\u00a0<b>Rodrigo M\u00e1s<\/b>, s\u00f3cio da\u00a0<b>Bain &amp; Company<\/b>, destaca que \u00e9 invi\u00e1vel extrair min\u00e9rios sem causar impactos na natureza. A press\u00e3o da sociedade pela sustentabilidade, no entanto, deve fazer com que as companhias do setor se obriguem a encontrar solu\u00e7\u00f5es menos agressivas ao meio ambiente para seguir tendo acesso \u00e0 capital, segundo ele. \u201cAs companhias que conseguirem entregar isso se tornar\u00e3o mais valiosas\u201d, afirma.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Na vis\u00e3o de\u00a0<b>Artem Golev<\/b>, que faz parte do grupo de ecologia industrial e economia circular da\u00a0<b>Universidade de Queensland<\/b>\u00a0e que estudou a atividade mineradora de l\u00edtio e cobre no Chile, \u00e9 preciso considerar como os metais ser\u00e3o empregados. \u201cEstaremos tentando construir uma infraestrutura melhor? Estaremos tentando produzir mais energia renov\u00e1vel? Se for isso, a\u00ed \u00e9 uma forma positiva de investir nesses metais, ainda que existam impactos negativos.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Dos minerais que tendem a ser mais consumidos por causa da descarboniza\u00e7\u00e3o da economia, o\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/cobre\">cobre<\/a><\/b>\u00a0\u00e9 um dos que mais preocupam do ponto de vista ambiental. Isso porque apenas 1% do material processado para se extrair o metal \u00e9 aproveitado. Para se ter ideia, essa parcela varia de 36% a 66% no caso do min\u00e9rio de ferro. Isso implica em grandes escava\u00e7\u00f5es para retirar o material e em um volume imenso de rejeitos empilhados.<\/p>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Um agravante \u00e9 que, com o crescimento da demanda por metais, ser\u00e1 preciso explorar tamb\u00e9m minas menos eficientes, localizadas em \u00e1reas de maior riscos ou que podem gerar um volume ainda maior de rejeitos, diz\u00a0<b>Stephen Edwards<\/b>, da\u00a0<b>Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza<\/b>\u00a0(<b>IUCN<\/b>, na sigla em ingl\u00eas). \u201cO volume desses rejeitos vai aumentar.\u00a0Quando um dep\u00f3sito de rejeitos de minera\u00e7\u00e3o \u00e9 constru\u00eddo, isso n\u00e3o desaparece em 30 ou 40 anos. Fica para sempre. E\u00a0rejeitos s\u00e3o fontes de cat\u00e1strofes como a de Mariana e a de Brumadinho.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Em um intervalo de tr\u00eas anos e tr\u00eas meses, o Brasil assistiu ao rompimento de duas barragens, matando 280 pessoas, deixando nove desaparecidos. Os desastres ainda contaminaram o\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/rio-doce-mg\">Rio Doce<\/a><\/b>, levando metais at\u00e9 o<b>\u00a0<\/b><b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/abrolhos\">Parque Nacional de Abrolhos<\/a><\/b>, na Bahia, e devastaram dezenas de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa da\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/mata-atlantica\">Mata Atl\u00e2ntica<\/a><\/b>. O modelo das barragens de Mariana e Brumadinho foi proibido no Brasil ap\u00f3s as trag\u00e9dias, mas nem todas as unidades foram completamente \u201cdesmontadas\u201d at\u00e9 agora.<\/p>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">O vice-presidente de metais b\u00e1sicos da\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/vale-empresa-mineracao\">Vale<\/a><\/b>,\u00a0<b>Mark Travers,\u00a0<\/b>afirma que a empresa tem trabalhado para se tornar um modelo de mineradora de baixo impacto ambiental e se comprometeu a zerar as emiss\u00f5es l\u00edquidas de carbono at\u00e9 2050. Hoje, as minas da Vale &#8211; por onde circulam caminh\u00f5es de grande porte &#8211; s\u00e3o respons\u00e1veis por 15% de todas as emiss\u00f5es do grupo. \u201cTemos de minerar de uma forma diferente, o que engloba v\u00e1rios aspectos. Um deles \u00e9 nos tornarmos uma companhia de baixa emiss\u00e3o de carbono\u201d, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">O executivo acrescenta que a empresa tem reduzido de forma significativa a emiss\u00e3o de enxofre. Al\u00e9m disso, ele afirma que a Vale tem desenvolvido ferramentas para gerenciar o uso de \u00e1gua e est\u00e1 comprometida com o reflorestamento. A companhia promete tamb\u00e9m, at\u00e9 2030, usar apenas fontes de energia renov\u00e1veis em todo o mundo.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<h4><b>ENERGIA E \u00c1GUA<\/b><\/h4>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Outro problema ambiental do cobre \u00e9 a demanda por um grande volume de energia no processo de produ\u00e7\u00e3o. Assim, se a mineradora n\u00e3o usa energia renov\u00e1vel, pode haver tamb\u00e9m um impacto na emiss\u00e3o de gases de efeito estufa.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">O Chile, por exemplo, \u00e9 respons\u00e1vel por 30% da produ\u00e7\u00e3o global de cobre. Na mina de\u00a0<b>Escondida<\/b>\u00a0&#8211; a maior do mundo na produ\u00e7\u00e3o do metal, localizada no deserto do Atacama -, o diesel era respons\u00e1vel por fornecer 45% da energia necess\u00e1ria em 2016. Esse n\u00famero n\u00e3o contabiliza a energia gasta para dessalinizar a \u00e1gua &#8211; a minera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m depende de um grande volume de \u00e1gua, que obviamente \u00e9 escassa na regi\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Nas minas nos desertos do pa\u00eds, quando n\u00e3o h\u00e1 uma fonte de \u00e1gua de f\u00e1cil acesso, as alternativas s\u00e3o dessalinizar a \u00e1gua marinha ou bombear o l\u00edquido de aqu\u00edferos at\u00e9 as minas, o que aumenta mais uma vez o consumo de energia. O problema de escassez de \u00e1gua se repete nas minas de l\u00edtio do Chile. O pa\u00eds tamb\u00e9m produz 30% do total do metal extra\u00eddo no mundo.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">\u201cA \u00e1gua \u00e9 o problema n\u00famero um para a maioria das empresas mineradoras. E o caso Chile, que \u00e9 o maior produtor de l\u00edtio e cobre, \u00e9 um caso muito extremo, porque as minas est\u00e3o no deserto\u201d, diz Golev, da Universidade de Queensland. Ao menos, a maioria das mineradoras tem buscado formas de reduzir o desperd\u00edcio ou de reciclar a \u00e1gua, acrescenta o pesquisador.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">No Brasil, a quest\u00e3o h\u00eddrica \u00e9 tamb\u00e9m uma preocupa\u00e7\u00e3o com o aumento da demanda por metais essenciais para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Um estudo do engenheiro\u00a0<b>Bruno Milanez<\/b>, da\u00a0<b>Universidade Federal de Juiz de Fora<\/b>, mostra que v\u00e1rias \u00e1reas de interesse no Pa\u00eds para a extra\u00e7\u00e3o desses materiais est\u00e3o no Nordeste &#8211; regi\u00e3o que n\u00e3o costuma ter atividade mineradora. Algumas delas ficam no\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/piaui-estado\">Piau\u00ed<\/a><\/b>\u00a0e na\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/bahia-estado\">Bahia<\/a><\/b>, estados que j\u00e1 sofrem com a falta de \u00e1gua.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Outras localidades com potencial no Brasil est\u00e3o em zonas mais tradicionais da minera\u00e7\u00e3o, como o sudeste do Par\u00e1. Por enquanto, n\u00e3o h\u00e1 autoriza\u00e7\u00f5es do governo para mineradoras estudarem \u00e1reas que fazem parte de terras ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia. Ainda assim, h\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o de que o aumento da minera\u00e7\u00e3o traga conflitos para a regi\u00e3o, diz Milanez. \u201cApesar de n\u00e3o haver pedido diretamente para terras ind\u00edgenas, elas est\u00e3o cercadas pelo interesse mineral. Ent\u00e3o pode haver uma certa press\u00e3o nas comunidades.&#8221;<\/p>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"heading\" data-align=\"\">\n<h3 class=\"\">Como reduzir o impacto ambiental<\/h3>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Ainda que as minas ocupem extensas \u00e1reas e provoquem\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/desmatamento\">desmatamento<\/a><\/b>, existem maneiras de reduzir o impacto no meio ambiente que v\u00e3o al\u00e9m das medidas de compensa\u00e7\u00e3o exigidas pelos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos atualmente. Uma delas \u00e9\u00a0encontrar um modo de reutilizar os descartes. Em v\u00e1rios casos, \u00e9 poss\u00edvel processar os rejeitos e aproveit\u00e1-los como areia ou cer\u00e2mica.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">\u201cO mundo consome mais areia do que qualquer outra coisa, e estamos gerando 10 bilh\u00f5es de toneladas de rejeitos de minera\u00e7\u00e3o. A quantidade de areia que consumimos fica nessa faixa\u201d, afirma\u00a0<b>Artem Golev<\/b>, membro do grupo de ecologia industrial e economia circular da\u00a0<b>Universidade de Queensland<\/b>.\u00a0Transformar rejeitos em areia, por\u00e9m, depende do material descartado. Nos melhores casos, \u00e9 poss\u00edvel aproveitar 80%. Os rejeitos de cobre, por\u00e9m, costumam ser mais dif\u00edceis de se trabalhar e, muitas vezes, n\u00e3o se consegue reutilizar nem 50%.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">A\u00a0<b>Sigma Lithium<\/b>, empresa que vai come\u00e7ar a produzir l\u00edtio no Brasil no ano que vem, quer trabalhar para dar um destino produtivo a seus materiais descartados. Segundo a co-diretora executiva da empresa,\u00a0<b>Ana Cabral-Gardner<\/b>, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 atrair empresas de cer\u00e2mica para o Vale do Jequitinhonha &#8211; regi\u00e3o onde o l\u00edtio ser\u00e1 explorado &#8211; que possam reaproveitar os rejeitos como mat\u00e9ria-prima.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-m\" data-contains=\"quotes\" data-align=\"\">\n<blockquote class=\"arte-blockquote \">\n<div class=\"arte-blockquote__quote\">\n<p>O mundo consome mais areia do que qualquer outra coisa e estamos gerando 10 bilh\u00f5es de toneladas de rejeitos de minera\u00e7\u00e3o. A quantidade de areia que consumimos fica nessa faixa\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"arte-blockquote__author\"><b>Artem Golev,\u00a0<\/b>membro do grupo de ecologia industrial e economia da Universidade de Queensland<\/div>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Assim como as minas do Chile, a da Sigma Lithium tamb\u00e9m ficar\u00e1 em uma regi\u00e3o \u00e1rida. Para contornar o problema de escassez de \u00e1gua e n\u00e3o prejudicar as comunidades locais, a companhia pretende usar \u00e1gua do Rio Jequitinhonha que chega \u00e0 localidade carregada de esgoto. Ser\u00e1 preciso trat\u00e1-la antes de utiliz\u00e1-la. Ap\u00f3s o uso, ela dever\u00e1 ser totalmente reaproveitada na unidade. \u201cQueremos tornar a empresa um estudo de caso, n\u00e3o estamos economizando no or\u00e7amento socioambiental. Seremos quase neutros em carbono\u201d, diz a executiva.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Os rejeitos ser\u00e3o empilhados a seco, o que torna desnecess\u00e1ria a constru\u00e7\u00e3o de barragens e, de acordo com a diretora-executiva, eles ser\u00e3o instalados em antigas \u00e1reas de pasto. Assim, n\u00e3o ser\u00e1 preciso desmatar.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">A mineradora\u00a0<b>AMG Brasil<\/b>\u00a0tamb\u00e9m tem tentado reduzir o impacto no meio ambiente utilizando o que antes era descartado. At\u00e9 2018, a empresa n\u00e3o explorava o l\u00edtio, extraindo das rochas de sua mina em Nazareno (MG) minerais para a ind\u00fastria cer\u00e2mica e de smartphones. \u201cEssa mina opera desde 1945. S\u00f3 aproveit\u00e1vamos o estanho e o t\u00e2ntalo. Precis\u00e1vamos maximizar os recursos dela. Ao longo dos anos, o rejeito foi depositado em barragens e podemos recuperar esse material de modo que tamb\u00e9m seja bom para o meio ambiente\u201d, diz o presidente da companhia,<b>\u00a0Fabiano Costa<\/b>.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<h4><b>RECICLAGEM<\/b><\/h4>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Apesar de os rejeitos de\u00a0<b><a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/cobre\">cobre<\/a><\/b>\u00a0apresentarem mais desafios para serem reaproveitados, o\u00a0<b>metal\u00a0<\/b>tem uma vantagem sobre o l\u00edtio: j\u00e1 h\u00e1 tecnologia para recicl\u00e1-lo, o que pode reduzir a necessidade de minera\u00e7\u00e3o. No Brasil, a\u00a0<b>Paranapanema<\/b>, que tem sede em Santo Andr\u00e9 (SP) e atua como transformadora de cobre, vem aumentando a opera\u00e7\u00e3o. No segundo trimestre deste ano, a empresa dobrou a reciclagem e 22% de todo o cobre utilizado era reaproveitado, segundo o presidente da companhia,\u00a0<b>Luiz Aguiar<\/b>.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-xl\" data-contains=\"html\" data-align=\"\">\n<section class=\"scrolly-container loaded\" data-offset=\"800px\">\n<div class=\"scrolly-graphic\">\n<div class=\"swiper-container swiper-container-fade swiper-container-initialized swiper-container-horizontal swiper-container-autoheight\">\n<div class=\"swiper-wrapper\">\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">De acordo com o executivo, o cobre reciclado n\u00e3o \u00e9 mais barato, mas d\u00e1 agilidade \u00e0s empresas. Quando a Paranapanema precisa importar o material do Chile para ent\u00e3o transform\u00e1-lo em placas, o processo pode levar 60 dias. Se o trabalho for feito com sobras de cobre, ele \u00e9 conclu\u00eddo em duas semanas. \u201cO giro do neg\u00f3cio encurta, ent\u00e3o o ciclo de (fluxo de) caixa tamb\u00e9m fica mais curto. Isso \u00e9 importante para a rentabilidade da empresa e faz bem para o planeta\u201d, diz Aguiar.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Outra medida importante para reduzir os danos provocados pela minera\u00e7\u00e3o \u00e9 refor\u00e7ar as leis que regulamentam os dep\u00f3sitos de rejeitos, afirma\u00a0<b>Stephen Edwards<\/b>, da\u00a0<b>Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza<\/b>\u00a0(<b>IUCN<\/b>, na sigla em ingl\u00eas). Ele\u00a0lembra, por\u00e9m, que um pa\u00eds pode ter um bom arcabou\u00e7o legal, mas um governo ou um Judici\u00e1rio que n\u00e3o faz com que as regras sejam cumpridas. Na avalia\u00e7\u00e3o dele, no Brasil, tem havido diferen\u00e7as no modo como as leis s\u00e3o aplicadas dependendo da mineradora em quest\u00e3o. \u201cA regula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m tem tido desafios por causa do aumento dos pre\u00e7os das commodities e do interesse em um desenvolvimento r\u00e1pido.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-m\" data-contains=\"quotes\" data-align=\"\">\n<blockquote class=\"arte-blockquote \">\n<div class=\"arte-blockquote__quote\">\n<p>\u201cComo sociedade, estamos determinando que precisamos reduzir emiss\u00f5es. De modo geral, n\u00e3o faz sentido perguntar se \u00e9 melhor minerar ou explorar petr\u00f3leo. Mas, no sentido de emiss\u00e3o de carbono, certamente temos de trocar os combust\u00edveis f\u00f3sseis por renov\u00e1veis. Isso, por\u00e9m, tem impactos tamb\u00e9m\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"arte-blockquote__author\"><b>Stephen Edwards<\/b>,\u00a0gerente de programa da Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN)<\/div>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\">\n<p class=\"\">Edwards destaca que a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica ser\u00e1 um processo dif\u00edcil e que apenas reduzir o uso de combust\u00edveis f\u00f3sseis n\u00e3o ser\u00e1 suficiente para aliviar o impacto da atividade humana no meio ambiente. \u201cUma mudan\u00e7a em massa de ve\u00edculos a gasolina para el\u00e9tricos pode melhorar um pouco do ponto de vista de emiss\u00e3o de carbono, mas ainda precisaremos minerar mais materiais. As mudan\u00e7as precisam ser maiores. Precisamos mudar de ve\u00edculos el\u00e9tricos para ve\u00edculos de massa, consumir menos, reciclar metais que j\u00e1 temos, e n\u00e3o tirar mais metais do solo ou aprofundar minas.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"\" class=\"arte-column-s\" data-contains=\"paragraph\" data-align=\"\"><a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/infograficos\/economia,base-da-economia-carbono-zero-mineracao-enfrenta-desafio-de-aumentar-producao-sem-causar-danos-ambientais,1198718\"><em><strong>Fonte: Estad\u00e3o<\/strong><\/em><\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Clique aqui para ler a primeira mat\u00e9ria Clique aqui para ler a segunda mat\u00e9ria Desmatamento de grandes \u00e1reas na\u00a0Amaz\u00f4nia.\u00a0Uso intensivo de \u00e1gua no deserto do\u00a0Atacama, no\u00a0Chile.\u00a0Contamina\u00e7\u00e3o do solo e de len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos. 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