{"id":88318,"date":"2021-11-29T11:30:34","date_gmt":"2021-11-29T14:30:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=88318"},"modified":"2021-11-29T11:31:26","modified_gmt":"2021-11-29T14:31:26","slug":"aviao-eletrico-parceria-weg-embraer-poe-brasil-na-corrida-tecnologica-do-seculo-xxi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2021\/11\/29\/aviao-eletrico-parceria-weg-embraer-poe-brasil-na-corrida-tecnologica-do-seculo-xxi\/","title":{"rendered":"Avi\u00e3o el\u00e9trico: parceria WEG\/Embraer p\u00f5e Brasil na corrida tecnol\u00f3gica do s\u00e9culo XXI"},"content":{"rendered":"<h4>\u201cO Brasil est\u00e1 desenvolvendo uma tecnologia disruptiva\u201d, diz o professor da Unicamp Marcos Barbieri. \u201cN\u00e3o existem motores el\u00e9tricos na avia\u00e7\u00e3o. Isto est\u00e1 em desenvolvimento\u201d, completou o engenheiro Wagner Farias, professor do ITA<\/h4>\n<p>Duas empresas de alta tecnologia anunciaram recentemente um acordo de coopera\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica para desenvolvimento conjunto de novas tecnologias e solu\u00e7\u00f5es para viabilizar propuls\u00e3o el\u00e9trica em aeronaves. A not\u00edcia, que envolve a fabrica\u00e7\u00e3o de aeronaves movidas \u00e0 eletricidade, pode ter levado algumas pessoas a pensarem se tratar de multinacionais, talvez americanas, asi\u00e1ticas ou, quem sabe, europeias.<\/p>\n<p>Nada disso. As duas empresas citadas s\u00e3o brasileiras, de grande porte e de alta tecnologia. A Weg, de Santa Catarina, e a Embraer, de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos. Elas anunciaram em maio de 2019 o in\u00edcio da parceria e, muito rapidamente, j\u00e1 apresentaram os frutos dessa coopera\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. A Embraer divulgou, \u00e0s v\u00e9speras do seu anivers\u00e1rio de 50 anos, em 2019, imagens do avi\u00e3o demonstrador de tecnologia de propuls\u00e3o 100% el\u00e9trica.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>PRIMEIRO VOO TOTALMENTE EL\u00c9TRICO FOI REALIZADO EM AGOSTO DE 2021<\/strong><\/p>\n<p>O prot\u00f3tipo, que usa um modelo EMB-203 Ipanema como plataforma de testes, j\u00e1 est\u00e1 em desenvolvimento e realizou seu primeiro voo em agosto de 2021.<\/p>\n<p>Assista ao primeiro voo do avi\u00e3o el\u00e9trico da Embraer\/WEG<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/w6cgUXI_MSI\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>O motor e inversor da aeronave est\u00e3o sendo fabricados pela WEG, na sede da empresa em Jaragu\u00e1 do Sul, em Santa Catarina, como parte do acordo de coopera\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica para desenvolvimento em conjunto de tecnologias de eletrifica\u00e7\u00e3o. \u201cNossa tecnologia de powertrain, desenvolvida ao longo de anos para aplica\u00e7\u00f5es em trens, \u00f4nibus, caminh\u00f5es e barcos, testada e em constante evolu\u00e7\u00e3o, nos habilitou para este grandioso projeto de coopera\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica\u201d, disse Manfred Peter, Diretor Superintendente da WEG Automa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A parceria entre as duas empresas, segundo seus diretores, vai permitir investigar a aplicabilidade de baterias de alta tens\u00e3o para o sistema de propuls\u00e3o el\u00e9trico de um avi\u00e3o de pequeno porte, al\u00e9m de avaliar suas principais caracter\u00edsticas de opera\u00e7\u00e3o, como peso, efici\u00eancia e qualidade de energia, controle e gerenciamento t\u00e9rmico, ciclagem de carregamento, descarregamento e seguran\u00e7a de opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>MOBILIDADE EL\u00c9TRICA \u00c9 UM CAMINHO SEM VOLTA<\/strong><\/p>\n<p>Assista ao primeiro giro do motor WEG, ainda em dezembro de 2019<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oaM1dNkNqws\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>Segundo o diretor superintendente da unidade de automa\u00e7\u00e3o da WEG, Manfred Peter Johann, ser\u00e1 instalado no local do motor a combust\u00e3o um sistema de motor el\u00e9trico e inversor de pot\u00eancia da WEG. Ele explicou que a bateria do sistema ser\u00e1 um desafio para a Embraer. \u201cA mobilidade el\u00e9trica \u00e9 um caminho sem volta no mundo e queremos verificar se essas tecnologias podem ser aplicadas na avia\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou o executivo. O sucesso do empreendimento coloca a WEG, a Embraer e o Brasil na fronteira tecnol\u00f3gica mundial.<\/p>\n<p>O professor da Unicamp Marcos Barbieri, especialista em ind\u00fastria aeroespacial, destacou ao HP a import\u00e2ncia destas novas tecnologias. \u201cTecnologias de eletrifica\u00e7\u00e3o da propuls\u00e3o em substitui\u00e7\u00e3o aos tradicionais motores e turbinas de combust\u00e3o interna est\u00e3o entre as principais tecnologias disruptivas que est\u00e3o revolucionando a estrutura produtiva mundial, com grandes impactos sobre a matriz energ\u00e9tica e a pr\u00f3pria mobilidade urbana\u201d, apontou o especialista.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>\u201cTecnologias de eletrifica\u00e7\u00e3o da propuls\u00e3o em substitui\u00e7\u00e3o aos tradicionais motores e turbinas de combust\u00e3o interna est\u00e3o entre as principais tecnologias disruptivas que est\u00e3o revolucionando a estrutura produtiva mundial, com grandes impactos sobre a matriz energ\u00e9tica e a pr\u00f3pria mobilidade urbana\u201d, apontou Marcos Barbieri<\/p><\/blockquote>\n<p>Ele lembrou que recentemente o governo dos EUA publicou um documento com as primeiras diretrizes de uma nova pol\u00edtica industrial visando recuperar e fortalecer sua hegemonia frente \u00e0 crescente participa\u00e7\u00e3o chinesa.<\/p>\n<p>\u201cNeste documento\u201d, relata o professor, \u201cs\u00e3o selecionadas quatro tecnologias consideradas priorit\u00e1rias: f\u00e1rmacos, semicondutores, terras raras (basicamente para a produ\u00e7\u00e3o de im\u00e3s de alta capacidade para motores el\u00e9tricos) e baterias\u201d. \u201cDesta maneira\u201d, afirma Barbieri, \u201cobserva-se que destas quaro tecnologias, duas est\u00e3o diretamente relacionadas \u00e0 eletrifica\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>AS BATERIAS S\u00c3O O GRANDE DESAFIO<\/strong><\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o o desenvolvimento das novas baterias, a Embraer firmou tamb\u00e9m um acordo com a EDP, uma empresa portuguesa do setor el\u00e9trico. Neste caso, o escopo da parceria \u00e9 a pesquisa em torno do armazenamento de energia de alta tens\u00e3o, ou seja, a pesquisa para o desenvolvimento de baterias mais potentes, complementando os estudos que j\u00e1 est\u00e3o em andamento na Embraer. O desenvolvimento de baterias leves, potentes e dur\u00e1veis \u00e9 hoje o grande desafio de todos os segmentos que investem em propuls\u00e3o el\u00e9trica, particularmente o setor aeron\u00e1utico.<\/p>\n<p>De acordo com a fabricante de avi\u00f5es, essa parceria \u00e9 uma continua\u00e7\u00e3o do projeto de eletrifica\u00e7\u00e3o aeron\u00e1utica iniciado em maio de 2019, quando a Embraer iniciou a coopera\u00e7\u00e3o com a Weg, que se responsabilizou pela fabrica\u00e7\u00e3o do motor. \u201cAo celebrar este acordo de desenvolvimento tecnol\u00f3gico com a WEG, reunimos mais de 100 anos de inova\u00e7\u00e3o de duas empresas de refer\u00eancia em gera\u00e7\u00e3o de conhecimento, fortalecimento da cadeia produtiva e competitividade brasileira no mercado global\u201d, disse Daniel Moczydlower, Vice-Presidente Executivo de Engenharia e Tecnologia da Embraer.<\/p>\n<p>\u201cOs avan\u00e7os das pesquisas cient\u00edficas podem tornar a energia limpa e renov\u00e1vel um importante viabilizador de uma nova era da mobilidade a\u00e9rea urbana e regional que seja mais acess\u00edvel \u00e0 popula\u00e7\u00e3o\u201d, argumentou o executivo.<\/p>\n<p>O estudo conjunto de propuls\u00e3o el\u00e9trica em aeronaves conduzido pelas duas empresas se desenvolve tamb\u00e9m no projeto do eVTOL (Ve\u00edculo El\u00e9trico com Decolagem Vertical), o chamado \u201ccarro voador\u201d, cujo prot\u00f3tipo j\u00e1 voou em agosto deste ano, em Gavi\u00e3o Peixoto (SP), interior de S\u00e3o Paulo. Atualmente, conta-se nos dedos de uma das m\u00e3os o n\u00famero de empresas e pa\u00edses que est\u00e3o na corrida tecnol\u00f3gica do chamado \u201ccarro voador\u201d, e a Embraer \u00e9 uma delas.<\/p>\n<p>A empresa brasileira de avia\u00e7\u00e3o, que \u00e9 a terceira maior fabricante mundial de jatos executivos e avi\u00f5es comerciais, j\u00e1 \u00e9 a segunda no ranking de encomendas feitas das novas aeronaves el\u00e9tricas de decolagem vertical em todo o mundo. J\u00e1 foram feitos 635 pedidos do eVTOL desenvolvidos pela empresa de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos. O Brasil fica atr\u00e1s apenas da brit\u00e2nica Vertical Aerospace, que conta com 1.350 unidades encomendadas.<\/p>\n<p>O mestre em Ci\u00eancia Pol\u00edtica pela Universidade Federal Fluminense (UFF) Felipe Quintas afirmou, ao comentar \u00e0 nossa reportagem, o projeto do eVTOL e do avi\u00e3o el\u00e9trico da Embraer com a WEG, que esta uni\u00e3o e os seus resultados mostram que \u201cest\u00e3o errados os que acham que o Brasil n\u00e3o tem capacidade para se desenvolver autonomamente, com suas pr\u00f3prias pernas\u201d. \u201cA realidade \u00e9 um tapa na cara dos entreguistas que diziam que a Embraer estava quebrada e que s\u00f3 restava a ela ser engolida pela Boeing\u201d, apontou o professor da UFF.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>\u201cA realidade \u00e9 um tapa na cara dos entreguistas que diziam que a Embraer estava quebrada e que s\u00f3 restava a ela ser engolida pela Boeing\u201d, apontou o professor Felipe Quintas, da UFF<\/p><\/blockquote>\n<p>Wagner Farias da Rocha, professor do Instituto Tecnol\u00f3gico da Aeron\u00e1utica (ITA), especialista em projeto, certifica\u00e7\u00e3o e transfer\u00eancia de tecnologia aeron\u00e1utica, ouvido tamb\u00e9m pelo HP, lembrou que \u201cesta \u00e9 uma uni\u00e3o entre uma empresa do setor da ind\u00fastria aeron\u00e1utica, a Embraer, com grande experi\u00eancia, que est\u00e1 no mercado h\u00e1 50 anos desenvolvendo avi\u00f5es, com uma empresa, a WEG, que \u00e9 uma grande ind\u00fastria de motores el\u00e9tricos\u201d.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>PROPULS\u00c3O H\u00cdBRIDO-EL\u00c9TRICA<\/strong><\/p>\n<p>\u201cAs duas empresas est\u00e3o entrando numa \u00e1rea que est\u00e1 em desenvolvimento no mundo, que \u00e9 a propuls\u00e3o h\u00edbrido el\u00e9trica aeron\u00e1utica\u201d, destacou. \u201cN\u00e3o existem motores el\u00e9tricos na avia\u00e7\u00e3o. Isto est\u00e1 em desenvolvimento\u201d, prosseguiu o engenheiro, acrescentando que a WEG \u00e9 uma empresa de motores de engenharia avan\u00e7ada, de engenharia geral, nos setores automotivos, etc, mas que agora ter\u00e1 o desafio de adaptar-se para a ind\u00fastria aeron\u00e1utica\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEssa adapta\u00e7\u00e3o, explicou o especialista, \u201cn\u00e3o vai ser feita s\u00f3 com a tecnologia da WEG. Ela vai ter uma ind\u00fastria aeron\u00e1utica dizendo a ela que para uso aeron\u00e1utico \u00e9 preciso que esse motor tenha certas caracter\u00edsticas como, por exemplo, operar em temperaturas negativas de 70\u00b0C, e que depois possa ficar no sol, a 70\u00b0C positivo, que tenha uma confiabilidade de uma falha a cada um milh\u00e3o de horas de voo, que tenha uma manuten\u00e7\u00e3o f\u00e1cil, etc, etc\u201d.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>\u201cEssa adapta\u00e7\u00e3o, explicou o professor do ITA, \u201cn\u00e3o vai ser feita s\u00f3 com a tecnologia da WEG. Ela vai ter uma ind\u00fastria aeron\u00e1utica dizendo a ela que para uso aeron\u00e1utico \u00e9 preciso que esse motor tenha certas caracter\u00edsticas\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>Wagner Rocha acrescentou que n\u00e3o h\u00e1 ainda no mundo regulamenta\u00e7\u00e3o de motores aeron\u00e1uticos el\u00e9tricos. \u201cPrimeiro houve a regulamenta\u00e7\u00e3o para motores a pist\u00e3o, depois para turbinas. A Embraer j\u00e1 homologou muitos avi\u00f5es, ela tem uma boa interlocu\u00e7\u00e3o com os \u00f3rg\u00e3os de regulamenta\u00e7\u00e3o e certifica\u00e7\u00e3o\u201d, apontou.<\/p>\n<p>O engenheiro explicou que os crit\u00e9rios usados para a certifica\u00e7\u00e3o de um novo motor como este s\u00e3o padronizados em todo o mundo e s\u00e3o muito exigentes. \u201cAs padroniza\u00e7\u00f5es s\u00e3o literalmente escritas com sangue, porque a cada acidente aeron\u00e1utico, s\u00e3o acrescentadas mais e novas exig\u00eancias\u201d, explicou o especialista.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 qualquer empresa que monta um avi\u00e3o com motor el\u00e9trico e est\u00e1 pronto. \u00c9 necess\u00e1ria a certifica\u00e7\u00e3o que \u00e9 um grande desafio. Existem as ag\u00eancias e os par\u00e2metros para a certifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o uniformes em todo o mundo. Esta uni\u00e3o entre a WEG e a Embraer poder\u00e1 facilitar este processo porque a empresa aeron\u00e1utica brasileira, com a sua experi\u00eancia de certifica\u00e7\u00e3o, tem como passar para a ind\u00fastria el\u00e9trica as exig\u00eancias que t\u00eam que ser cumpridas para que o motor possa obter a certifica\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>O aspecto h\u00edbrido, segundo Wagner Rocha, ainda \u00e9 necess\u00e1rio por conta da capacidade limitada das baterias. \u201cO h\u00edbrido \u00e9 uma grande sacada\u201d, diz ele, \u201cporque voc\u00ea tem motores a turbina e motores el\u00e9tricos e vai jogando com os dois\u201d. \u201cN\u00e3o \u00e9 ainda o ideal\u201d, argumenta, mas, segundo ele, resolve alguns problemas do dia a dia, porque voc\u00ea vai voar na verdade com o motor el\u00e9trico que \u00e9 muito mais econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>\u201cMesmo usando as turbinas em algumas situa\u00e7\u00f5es, como pouso e decolagem, o consumo de combust\u00edvel cairia em 90%. Se voc\u00ea, por exemplo, faz uma rota diferente, em vez de Congonhas a Santos Dumont, faz Congonhas a Maca\u00e9, o voo pode ser el\u00e9trico at\u00e9 o Rio e depois ele usaria o querosene. Seu consumo ser\u00e1 muito menor do que o voo com motores convencionais. A\u00ed, no futuro, quando as baterias puderem armazenar bastante energia, o motor el\u00e9trico poder\u00e1 reinar sozinho\u201d, afirmou o engenheiro.<\/p>\n<p>O economista Aur\u00e9lio Valporto, presidente da Abradin (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Investidores), uma das personalidades que, junto com o engenheiro do ITA Wagner Rocha, o economista e professor da Unicamp Marcos Barbieri e outros, se destacou na luta pela preserva\u00e7\u00e3o da Embraer, quando o governo quis entreg\u00e1-la para a Boeing, tamb\u00e9m comentou a parceria da empresa aeron\u00e1utica com a WEG.<\/p>\n<p>\u201cEssa parceria \u00e9 excelente para o Brasil\u201d, disse ele. \u201cAl\u00e9m do avi\u00e3o el\u00e9trico, a ind\u00fastria nacional n\u00e3o deveria perder tamb\u00e9m o momento dos autom\u00f3veis el\u00e9tricos\u201d, observou o estudioso, acrescentando que, \u201cinfelizmente a falta de uma pol\u00edtica industrial est\u00e1 fazendo o Brasil perder essa oportunidade\u201d. \u201cO governo deveria implementar incentivos fiscais para o produto tecnol\u00f3gico nacional, sendo considerado nacional apenas aquele projetado e desenvolvido no pa\u00eds, especialmente carros e seus componentes\u201d, argumentou ele, lembrando que tanto carros como avi\u00f5es deste tipo t\u00eam um efeito multiplicador na economia do pa\u00eds.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>PARCERIA WEG\/EMBRAER \u00c9 EXEMPLO DE SUCESSO<\/strong><\/p>\n<p>O fato \u00e9 que uma parceria como esta, revelando a capacidade \u00edmpar dos engenheiros, t\u00e9cnicos e administradores dessas duas empresas brasileiras deve fazer corar os disc\u00edpulos atuais, a maioria deles no governo Bolsonaro, de Eug\u00eanio Gudin e sua tese das \u201cvantagens comparativas\u201d. O velho entreguista fez carreira defendendo os interesses de multinacionais estrangeiras e bancos e afirmava categoricamente que o Brasil n\u00e3o deveria se industrializar porque n\u00e3o havia massa cr\u00edtica para tal dentro do pa\u00eds. Ele defendia que Brasil se mantivesse como um pa\u00eds agr\u00e1rio exportador.<\/p>\n<p>S\u00e3o as mesmas pessoas que hoje apregoam que o Brasil n\u00e3o deve resistir \u00e0 desindustrializa\u00e7\u00e3o, defendem a privatiza\u00e7\u00e3o de todas as empresas p\u00fablicas e afirmam que o pa\u00eds deve se contentar em seguir sua \u201cvoca\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u201d. Ou seja, defendem que o pa\u00eds volte a ser um exportador de produtos prim\u00e1rios e importador de produtos industriais. Essa \u00e9 a tese que Jair Bolsonaro e o governo atual vivem repetindo, ao dizerem que o Brasil deve se contentar com a fun\u00e7\u00e3o de \u201calimentar o mundo\u201d, situa\u00e7\u00e3o que a grande imprensa celebra com o termo \u201cAgro \u00e9 Pop\u201d.<\/p>\n<p>Os avan\u00e7os na industrializa\u00e7\u00e3o proporcionados pela pol\u00edtica desenvolvimentista de Get\u00falio Vargas tiveram continuidade e derrotaram essa vis\u00e3o retr\u00f3grada e colonizada, sustentada por Eug\u00eanio Gudin. O resultado \u00e9 que, de 1930 a 1980, o Brasil foi o pa\u00eds que mais cresceu em todo o mundo capitalista. Infelizmente, a partir do pesadelo neoliberal da d\u00e9cada de 1980, esse ciclo foi interrompido. Desde ent\u00e3o, o pa\u00eds n\u00e3o cresce mais. Em termos per capita, estamos estagnados. Agora, o \u2018agrarismo\u2019 renasce forte com Guedes e Bolsonaro.<\/p>\n<p>No passado foi decisiva a participa\u00e7\u00e3o do empres\u00e1rio Roberto Simonsen, presidente da CNI e da FIESP, para a derrota das ideias retrogradas que queriam manter o Brasil como uma grande fazenda, de prefer\u00eancia com escravos. Ele deu sustenta\u00e7\u00e3o, ao n\u00edvel das ideias, ao ide\u00e1rio getulista, nos debates p\u00fablicos e acirrados com Eug\u00eanio Gudin, na d\u00e9cada de 40.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>BRASIL VENCEU O ATRASO E SE INDUSTRAILIZOU<\/strong><\/p>\n<p>Em agosto de 1944, ainda sob os estrondos da Segunda Guerra, Simonsen apresentou um documento intitulado \u201cA planifica\u00e7\u00e3o da economia brasileira\u201d. Nele, o industrial aposta no progresso atrav\u00e9s da industrializa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. As vozes do atraso diziam que n\u00e3o havia capacidade e nem capital para se empreender a industrializa\u00e7\u00e3o. A quest\u00e3o principal em disputa era a conveni\u00eancia da interven\u00e7\u00e3o do Estado para estabelecer um novo padr\u00e3o de crescimento. Simonsen defendia a presen\u00e7a do Estado como instrumento para a promo\u00e7\u00e3o do crescimento industrial e Gudin era partid\u00e1rio do Estado m\u00ednimo.<\/p>\n<p>Eram tempos duros. O mundo enfrentava graves turbul\u00eancias, como a crise de 1929 e duas guerras mundiais (1914-1918 e 1939-1945). O impacto foi t\u00e3o avassalador que redefiniu, no plano internacional, as rela\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e econ\u00f4micas entre as na\u00e7\u00f5es. Novos organismos multilaterais foram criados, como a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), o FMI (Fundo Monet\u00e1rio Internacional) e o Banco Mundial. A conjuntura planet\u00e1ria era pautada por um quadro geopol\u00edtico de supremacia dos Estados Unidos. No interior de cada pa\u00eds, alteraram-se tamb\u00e9m as rela\u00e7\u00f5es entre Estado, sociedade e economia.<\/p>\n<p>Contra o \u201cagrarismo\u201d de Gudin, Simonsen apresentou seu plano: \u201cA planifica\u00e7\u00e3o do fortalecimento econ\u00f4mico nacional deve, assim, abranger, por igual, o trato dos problemas industriais, agr\u00edcolas e comerciais, como o dos sociais e econ\u00f4micos, de ordem geral\u201d, disse ele. \u201cA nossa atual estrutura econ\u00f4mica n\u00e3o conseguir\u00e1 proporcionar ao povo em geral os elementos fundamentais do novo direito econ\u00f4mico\u201d, argumentou Simonsen, em defesa da industrializa\u00e7\u00e3o planejada do pa\u00eds, em contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0 vis\u00e3o de que cabia ao mercado \u2013 leia-se monop\u00f3lios estrangeiros \u2013 a decis\u00e3o sobre os rumos do pais. Este defendia que os produtos industriais tinham que ser importados.<\/p>\n<p>Como vimos, as ideias de Gudin felizmente foram superadas e o pa\u00eds seguiu o rumo da industrializa\u00e7\u00e3o. Mas, nesses tempos atuais de retrocessos, em que os governantes aceleram a destrui\u00e7\u00e3o do parque industrial brasileiro, um an\u00fancio como este, da parceria tecnol\u00f3gica exitosa entre a Weg e a Embraer para o desenvolvimento e produ\u00e7\u00e3o de aeronaves el\u00e9tricas, colocando o pa\u00eds na corrida tecnol\u00f3gica, numa \u00e1rea considerada disruptiva como esta, nos parece, como disse o professor Felipe Quintas, um tapa na cara dos entreguistas.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>WEG \u00c9 HOJE UMA DAS MAIORES EMPRESAS DO MUNDO<\/strong><\/p>\n<p>A WEG \u00e9 o retrato do sucesso da industrializa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. \u00c9 uma empresa que nasceu da ideia de tr\u00eas pioneiros do sul do pa\u00eds, Werner, Eggon e Geraldo, como relata o site oficial da empresa. Werner Ricardo Voigt nasceu no dia 8 de setembro de 1930. Adolescente, foi morar em Joinville, onde estudava no SENAI e trabalhava na oficina de Werner Strohmeyer. Aos 18 anos foi convocado para servir ao Ex\u00e9rcito, em Curitiba\/PR. Ap\u00f3s o servi\u00e7o militar, foi um dos dois soldados selecionados para frequentar a Escola T\u00e9cnica Federal, onde se especializou em radiotelegrafia e eletr\u00f4nica.<\/p>\n<p>Eggon Jo\u00e3o da Silva nasceu em 17 de outubro de 1929 onde hoje se localiza o munic\u00edpio de Schroeder\/SC. Eggon come\u00e7ou a trabalhar cedo, aos 13 anos, como \u201cfaz tudo\u201d em um cart\u00f3rio em Jaragu\u00e1 do Sul\/SC. Nascido em 1929, o menino logo adquiriu experi\u00eancia em assuntos administrativos. Em 1957, depois de 14 anos no principal banco do Estado, tornou-se s\u00f3cio da Jo\u00e3o Wiest &amp; Cia. Ltda., uma firma especializada na produ\u00e7\u00e3o de canos de escape para ve\u00edculos, ent\u00e3o com oito funcion\u00e1rios.<\/p>\n<p>Quatro anos depois, Eggon deixou a empresa, que contava com 150 funcion\u00e1rios, para enfrentar o maior desafio de sua carreira. Em setembro de 1961, juntamente com Werner e Geraldo, fundou a WEG. At\u00e9 1989, Eggon foi presidente da companhia e participou diretamente dos destinos da empresa, levando-a a figurar entre as maiores do setor, com participa\u00e7\u00e3o destacada no mercado nacional e internacional.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a um pouco da hist\u00f3ria da WEG<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/82duicSsIdo\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>Geraldo Werninghaus nasceu em 26 de novembro de 1932. Ele come\u00e7ou sua carreira profissional na Werninghaus &amp; Filhos, oficina de seu pai em Joinville. Aos 14 anos, quando iniciou seu aprendizado como mec\u00e2nico, o universo de tornos e fresadoras, graxas e estopas j\u00e1 estava impregnado em seu cotidiano. Geraldo deixou a Werninghaus &amp; Filhos em 1961, aos 29 anos, aceitou o convite da sociedade para fundar a WEG em Jaragu\u00e1 do Sul, junto com Werner e Eggon. Os tr\u00eas fundadores da empresa deixaram um grande legado de compet\u00eancia e dedica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Hoje a WEG tem 33 mil funcion\u00e1rios e 3.600 engenheiros. Tem filiais em 36 pa\u00edses e produtos presentes em cinco continentes, mais de um bilh\u00e3o de produtos de automa\u00e7\u00e3o j\u00e1 produzidos, mais de 16 milh\u00f5es de motores produzidos anualmente e tem um faturamento de R$ 17 bilh\u00f5es anuais. Al\u00e9m de uma estrutura robusta, ela \u00e9 formada por 33 laborat\u00f3rios de pesquisa, desenvolvimento e ensaios de produtos no mundo, e conta com quase 2.500 profissionais envolvidos com atividades de PD&amp;I.<\/p>\n<p>A Companhia se prepara para o futuro desenvolvendo solu\u00e7\u00f5es para atender as grandes tend\u00eancias voltadas \u00e0 mobilidade el\u00e9trica, efici\u00eancia energ\u00e9tica, energias renov\u00e1veis e Ind\u00fastria 4.0. Em 2018, 43% da sua receita foi gerada com produtos desenvolvidos em menos de cinco anos.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>APENAS SEIS ANOS AP\u00d3S FUNDA\u00c7\u00c3O, EMBRAER J\u00c1 EXPORTAVA AERONAVES<\/strong><\/p>\n<p>A Embraer, por sua vez, nasceu em 1969 como uma empresa estatal, originada a partir do Instituto Tecnol\u00f3gico da Aeron\u00e1utica (ITA) e tendo forte liga\u00e7\u00e3o com a For\u00e7a A\u00e9rea Brasileira, um de seus principais parceiros. O ITA foi uma iniciativa do brigadeiro Casimiro Montenegro Filho, que al\u00e9m do grande est\u00edmulo \u00e0 pesquisa e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra altamente especializada no pa\u00eds, foi pioneiro do Correio A\u00e9reo Nacional (CAN).<\/p>\n<p>A empresa foi uma iniciativa do governo brasileiro dentro de um projeto estrat\u00e9gico para implementar a ind\u00fastria aeron\u00e1utica no pa\u00eds, em um contexto de pol\u00edticas de substitui\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00f5es. Fundada em 1969, a Embraer teve como seu primeiro presidente o engenheiro Ozires Silva, criador da aeronave pioneira da empresa, o Bandeirantes. Apenas seis anos depois, ela j\u00e1 estava exportando suas aeronaves. Ao longo de sua hist\u00f3ria a Embraer buscou o dom\u00ednio das tecnologias-chaves da ind\u00fastria aeron\u00e1utica, desenvolvendo aeronaves cada vez maiores e mais sofisticadas.<\/p>\n<p>Hoje a Embraer \u00e9 a terceira maior fabricante de avi\u00f5es comerciais do mundo, atr\u00e1s apenas da Airbus e da Boeing. Uma empresa aeroespacial global que projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves, al\u00e9m de fornecer servi\u00e7os e suporte a seeus clientes. A Embraer completa 50 anos de atua\u00e7\u00e3o nos segmentos de avia\u00e7\u00e3o comercial, executiva e agr\u00edcola, al\u00e9m de forte participa\u00e7\u00e3o no segmento Defesa &amp; Seguran\u00e7a, n\u00e3o apenas com aeronaves militares, mas tamb\u00e9m com o desenvolvimento de sistemas de comandos, controle e intelig\u00eancia, radares e, mais recentemente, sat\u00e9lites.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>8 MIL AERONAVES VENDIDAS EM TODO O MUNDO<\/strong><\/p>\n<p>Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer j\u00e1 entregou mais de 8 mil aeronaves. Ainda quando era uma empresa p\u00fablica, a fabricante brasileira projetou a primeira fam\u00edlia de jatos comerciais da Embraer, o ERJ 154 para at\u00e9 50 passageiros, introduzido no mercado em 1997, come\u00e7ando com o ERJ 145 para at\u00e9 50 ocupantes. Hoje a empresa \u00e9 l\u00edder mundial na fabrica\u00e7\u00e3o de jatos comerciais de at\u00e9 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil.<\/p>\n<p>S\u00e3o 19 mil o n\u00famero de funcion\u00e1rios da empresa aeron\u00e1utica, sendo 4 mil engenheiros. Em m\u00e9dia, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milh\u00f5es de passageiros. A empresa mant\u00e9m unidades industriais, escrit\u00f3rios, centros de servi\u00e7o e de distribui\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as, entre outras atividades, nas Am\u00e9ricas, \u00c1frica, \u00c1sia e Europa.<\/p>\n<p>A Embraer aposta no modelo de inova\u00e7\u00e3o aberta e mant\u00e9m colabora\u00e7\u00e3o com dezenas de universidades e centros de pesquisa no Brasil e no exterior. Entre os destaques est\u00e3o as parcerias de longo prazo com institui\u00e7\u00f5es como FINEP, FAPESC, FAPESP, FAPEMIG e Embrapii, que s\u00e3o fundamentais para diminuir a dist\u00e2ncia entre a comunidade cient\u00edfica e as necessidades da ind\u00fastria.<\/p>\n<p>A empresa destaca que ao estabelecer parcerias estrat\u00e9gicas por meio de mecanismos mais \u00e1geis de coopera\u00e7\u00e3o, a Embraer estimula redes de conhecimento que permitem um significativo aumento de competitividade do pa\u00eds e a constru\u00e7\u00e3o de um futuro sustent\u00e1vel. A experi\u00eancia da atua\u00e7\u00e3o conjunta de grandes fabricantes, como a WEG e a Embraer, com institutos de pesquisa e o mundo acad\u00eamico aponta o caminho que o pa\u00eds deve trilhar para a retomada de sua industrializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/horadopovo.com.br\/aviao-eletrico-parceria-weg-embraer-poe-brasil-na-corrida-tecnologica-do-seculo-xxi\/\"><em><strong>Fonte: Hora do Povo<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO Brasil est\u00e1 desenvolvendo uma tecnologia disruptiva\u201d, diz o professor da Unicamp Marcos Barbieri. \u201cN\u00e3o existem motores el\u00e9tricos na avia\u00e7\u00e3o. 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