{"id":85467,"date":"2021-09-13T15:10:41","date_gmt":"2021-09-13T18:10:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=85467"},"modified":"2021-09-13T15:58:53","modified_gmt":"2021-09-13T18:58:53","slug":"os-caminhoes-e-onibus-que-fazem-o-brasil-avancar-em-veiculos-eletricos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2021\/09\/13\/os-caminhoes-e-onibus-que-fazem-o-brasil-avancar-em-veiculos-eletricos\/","title":{"rendered":"Os caminh\u00f5es e \u00f4nibus que fazem o Brasil avan\u00e7ar em ve\u00edculos el\u00e9tricos"},"content":{"rendered":"<p>Fatores como alta carga tribut\u00e1ria e d\u00f3lar elevado fazem a ado\u00e7\u00e3o de\u00a0<a href=\"https:\/\/tecnoblog.net\/346537\/como-funciona-um-carro-eletrico\/\">carros el\u00e9tricos<\/a>\u00a0caminhar a passos de tartaruga no Brasil. Mas h\u00e1 um segmento que, a despeito dos empecilhos, avan\u00e7a com determina\u00e7\u00e3o pelo pa\u00eds: o de\u00a0<strong>caminh\u00f5es e \u00f4nibus el\u00e9tricos<\/strong>.<\/p>\n<p>Esses ve\u00edculos circulam h\u00e1 algum tempo pelas ruas brasileiras, em car\u00e1ter experimental. Mas podemos dizer que 2021 representa uma virada: neste ano, vimos o an\u00fancio de produtos como o caminh\u00e3o e-Delivery, da Volkswagen, e do chassi de \u00f4nibus eO500U, da Mercedes-Benz.<\/p>\n<p>N\u00e3o estamos falando de produtos importados ou feitos apenas para demonstra\u00e7\u00e3o. Ambos s\u00e3o ve\u00edculos el\u00e9tricos prontos e desenvolvidos no Brasil para a realidade local. Voc\u00ea vai saber mais sobre eles nas pr\u00f3ximas linhas e, de quebra, conhecer\u00e1 a experi\u00eancia da Transwolff, uma empresa que, desde 2019, opera uma frota de \u00f4nibus el\u00e9tricos na capital paulista.<\/p>\n<h2 id=\"h-olha-o-caminh-o-el-trico-passando-na-sua-rua\">Olha o caminh\u00e3o el\u00e9trico passando na sua rua<\/h2>\n<p>Na sua pr\u00f3xima ida ao mercado, d\u00ea uma olhada nos arredores. Talvez voc\u00ea encontre um caminh\u00e3o da Ambev parado por ali. Respons\u00e1vel por marcas como Antarctica, Brahma e Skol \u2014 para citar s\u00f3 as cervejas mais populares \u2014, a companhia e seus parceiros t\u00eam uma frota para distribui\u00e7\u00e3o de bebidas formada por milhares de caminh\u00f5es.<\/p>\n<p>At\u00e9 2025, essa frota dever\u00e1 incluir 1.600 unidades do\u00a0<strong>e-Delivery<\/strong>, um caminh\u00e3o 100% el\u00e9trico que a\u00a0<strong>Volkswagen Caminh\u00f5es e \u00d4nibus<\/strong>\u00a0(<strong>VWCO<\/strong>) anunciou oficialmente em julho. O ve\u00edculo foi desenvolvido no Brasil, como voc\u00ea j\u00e1 sabe, e teve a pr\u00f3pria Ambev como parceira nesse trabalho.<\/p>\n<p>S\u00e3o duas vers\u00f5es: o\u00a0<strong>e-Delivery 11<\/strong>\u00a0tem Peso Bruto Total (PBT \u2014 basicamente, indica o peso m\u00e1ximo suportado, incluindo o do pr\u00f3prio ve\u00edculo) de 10,7 toneladas; maior, o\u00a0<strong>e-Delivery 14<\/strong>\u00a0tem PBT de 14,3 toneladas e, por isso, conta com dois eixos na traseira. Em ambos, a recarga completa de bateria dura, em m\u00e9dia, tr\u00eas horas.<\/p>\n<div class=\"tb-ad-discrete-container\"><\/div>\n<p>Os dois ve\u00edculos t\u00eam capacidades diferentes entre si, mas contam com a mesma proposta: realizar entregas dentro de cidades. \u00c9 o que conta Walter Pellizzari, gerente de estrat\u00e9gia corporativa da Volkswagen Caminh\u00f5es e \u00d4nibus, ao\u00a0<strong>Tecnoblog<\/strong>:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>A gente entende que entrega em cidade \u00e9 o grande foco desse produto. H\u00e1 dois grandes tipos de entregas, vamos chamar assim: a entrega normal, que \u00e9 o caminh\u00e3o que chega nos mercados ou na sua casa, por exemplo, e a entrega de bebidas. (\u2026) Desenvolvemos a plataforma para esses dois tipos de entregas, que s\u00e3o as principais no ambiente urbano.<\/p><\/blockquote>\n<p>N\u00e3o pense que este \u00e9 um produto meramente adaptado de um caminh\u00e3o a diesel. O e-Delivery foi idealizado desde o come\u00e7o para ser totalmente el\u00e9trico. Para tornar o projeto realidade, a VWCO investiu mais de R$ 150 milh\u00f5es e formou o\u00a0<strong>e-Cons\u00f3rcio<\/strong>, um grupo de empresas que contribuem para o projeto, produ\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o do ecossistema do ve\u00edculo.<\/p>\n<p>Pellizzari explica, por exemplo, que o Grupo Moura trabalha com a CATL para fornecer baterias, que a Bosch e a WEG disponibilizam componentes \u2014 esta \u00faltima responde pelo motor \u2014 e que a Semcon oferece suporte de engenharia.<\/p>\n<p>O resultado dessa parceria \u00e9 um caminh\u00e3o el\u00e9trico que suporta at\u00e9 6.320 kg ou 9.055 kg (vers\u00e3o maior), tem pot\u00eancia de 300 kW (equivalente a 408 cv), alcan\u00e7a autonomia de at\u00e9 250 km (de acordo com a configura\u00e7\u00e3o de baterias), conta com sistema de regenera\u00e7\u00e3o de energia e, claro, n\u00e3o emite gases poluentes.<\/p>\n<p>Mas desenvolver o caminh\u00e3o el\u00e9trico em si \u00e9 apenas parte do processo. Tamb\u00e9m \u00e9 preciso oferecer aos frotistas assist\u00eancia para manuten\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos, treinamento operacional e montagem da estrutura das recargas, como explica Pellizzari:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>A grande diferen\u00e7a [do e-Delivery] \u00e9 que a gente olha para tudo [todo o ecossistema do produto]. Quando vamos falar com um potencial cliente, a ideia \u00e9 tamb\u00e9m irmos com os parceiros de infraestrutura, como ABB, Siemens ou GD Solar para entendermos que tipo de estrutura \u00e9 necess\u00e1rio naquele local para carregamento, qual a melhor combina\u00e7\u00e3o de carregadores, como fornecer energia, enfim\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p>A quest\u00e3o do treinamento envolve at\u00e9 o uso de unidades de teste para orientar socorristas (como os bombeiros) sobre como atuar em caso de acidente com o caminh\u00e3o el\u00e9trico. \u00c9 uma atitude louv\u00e1vel. Basta lembrarmos que, em abril, bombeiros no Texas tiveram que pedir orienta\u00e7\u00f5es \u00e0 Tesla para extinguir o inc\u00eandio de um\u00a0<a href=\"https:\/\/tecnoblog.net\/436629\/tesla-rebate-autoridades-autopilot-acidente-fatal\/\">Model S 2019 acidentado<\/a>.<\/p>\n<h2 id=\"h-que-nibus-silencioso-motorista\">Que \u00f4nibus silencioso, motorista!<\/h2>\n<p>No Brasil, a\u00a0<strong>Mercedes-Benz<\/strong>\u00a0oferece uma grande diversidade de chassis para \u00f4nibus, desde op\u00e7\u00f5es com motoriza\u00e7\u00e3o frontal para ve\u00edculos curtos at\u00e9 modelos para os imponentes DDs (\u00f4nibus de dois andares) com quatro eixos e 15 metros de comprimento.<\/p>\n<p>Em agosto, a companhia adicionou mais um produto ao seu portf\u00f3lio nacional: o\u00a0<strong>eO500U<\/strong>, uma chassi totalmente el\u00e9trico e com motoriza\u00e7\u00e3o traseira. O projeto foi desenvolvido no Brasil para aplica\u00e7\u00e3o urbana (dentro de cidades).<\/p>\n<p>N\u00e3o que esse seja um territ\u00f3rio novo para a Mercedes-Benz. Na Europa, a companhia comercializa h\u00e1 alguns anos o eCitaro, \u00f4nibus el\u00e9trico totalmente desenvolvido por ela. N\u00e3o seria mais f\u00e1cil simplesmente trazer esse ve\u00edculo para o Brasil, ent\u00e3o?<\/p>\n<p>Na verdade, n\u00e3o. Quem explica \u00e9 Walter Barbosa, diretor de vendas e marketing de \u00f4nibus da Mercedes-Benz no Brasil:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>[O eO500U] \u00e9 um projeto para o Brasil porque as leis s\u00e3o distintas, as normas s\u00e3o diferentes. [Na Europa] o carro [\u00f4nibus el\u00e9trico] tem que rodar por dez anos, no Brasil, 15. (\u2026) L\u00e1 eles se preocupam em calefa\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo, os \u00f4nibus t\u00eam sistema de aquecimento para os usu\u00e1rios; aqui a preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 resfriar [por exemplo].<\/p><\/blockquote>\n<p>Existe um outro fator apontado pelo executivo: enquanto na Europa o \u00f4nibus \u00e9 integralmente montado por uma \u00fanica companhia, no Brasil e outros pa\u00edses, esse mercado funciona com uma empresa fornecendo o chassi enquanto outra cuida da carroceria \u2014 este trabalho \u00e9 feito no Brasil por companhias como Caio Induscar, Comil e Mascarello.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso levar em conta ainda que o eO500U foi projetado para ser totalmente adequado \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de rodagem no Brasil. N\u00e3o por acaso, a Mercedes-Benz levou cerca de cincos anos e gastou R$ 100 milh\u00f5es para desenvolver o produto.<\/p>\n<p>Surgiu ent\u00e3o um chassi totalmente el\u00e9trico, que recebe carrocerias de at\u00e9 13,2 m de comprimento, transporta at\u00e9 83 passageiros e conta com recursos como freio eletr\u00f4nico EBS e sistema de regenera\u00e7\u00e3o de energia. Barbosa enfatiza o apelo ambiental:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>O [ve\u00edculo] el\u00e9trico \u00e9 um produto com emiss\u00e3o zero [de poluentes] na opera\u00e7\u00e3o. N\u00e3o tem CO2, n\u00e3o tem NOX e n\u00e3o tem material particulado. (\u2026) A cadeia toda, que envolve produ\u00e7\u00e3o e descarte da bateria, ainda \u00e9 um desafio para todos no mundo, mas na opera\u00e7\u00e3o em si o el\u00e9trico tem emiss\u00e3o zero, ou seja, \u00e9 uma tecnologia que veio para ficar, ela n\u00e3o \u00e9 transit\u00f3ria.<\/p><\/blockquote>\n<p>Autonomia \u00e9 outro ponto de destaque do eO500U. O ve\u00edculo pode ser montado com quatro ou seis packs de bateria e rodar por at\u00e9 250 km com uma \u00fanica recarga, m\u00e9dia condizente com as necessidades de uma opera\u00e7\u00e3o urbana.<\/p>\n<p>Walter Barbosa explica ainda que o sistema do chassi \u00e9 baseado em corrente cont\u00ednua, que tem um custo um pouco mais elevado, mas permite recarga completa mais r\u00e1pida: em m\u00e9dia, o procedimento dura duas horas e meia. Cada carregador pode abastecer dois \u00f4nibus simultaneamente, mas, neste caso, o tempo de recarga aumenta.<\/p>\n<p>Obviamente, a Mercedes-Benz oferece assist\u00eancia aos frotistas para instala\u00e7\u00e3o da infraestrutura, manuten\u00e7\u00e3o e treinamento. Barbosa conta ainda que, para passageiros e motoristas, o ve\u00edculo \u00e9 confort\u00e1vel por ser silencioso e eficiente:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>Voc\u00ea oferece um\u00a0<a href=\"https:\/\/tecnoblog.net\/346537\/como-funciona-um-carro-eletrico\/\">carro el\u00e9trico<\/a>, de piso baixo [a maior parte do ve\u00edculo n\u00e3o tem degraus], n\u00e3o tem troca de marcha, tem uma for\u00e7a brutal porque o motor el\u00e9trico \u00e9 altamente eficiente, n\u00e3o \u00e9 igual ao motor a diesel.<\/p>\n<p>Motores a combust\u00e3o, comparados aos el\u00e9tricos, t\u00eam uma efici\u00eancia muito baixa porque parte da energia gerada \u00e9 perdida com temperatura, dissipa\u00e7\u00e3o de calor e por todos os perif\u00e9ricos que \u201croubam\u201d a pot\u00eancia do motor.<\/p><\/blockquote>\n<h2 id=\"h-a-experi-ncia-de-operar-uma-frota-de-nibus-el-tricos\">A experi\u00eancia de operar uma frota de \u00f4nibus el\u00e9tricos<\/h2>\n<p>\u00d4nibus el\u00e9tricos n\u00e3o s\u00e3o novidade em S\u00e3o Paulo. A cidade mant\u00e9m um sistema de tr\u00f3lebus desde 1949. Esses ve\u00edculos ainda circulam, mas em pequena quantidade: s\u00e3o cerca de 200 unidades frente a um frota total de 14 mil ve\u00edculos, aproximadamente.<\/p>\n<p>A necessidade de uma rede a\u00e9rea de cabos \u00e9 o principal obst\u00e1culo para esse tipo de opera\u00e7\u00e3o. \u00c9 por isso que a SPTrans, empresa municipal que gerencia o transporte por \u00f4nibus na capital paulista, vem dando abertura a ve\u00edculos el\u00e9tricos movidos a bateria.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea pegar a\u00a0<a href=\"https:\/\/sptrans.com.br\/itinerarios\/linha\/?cdp=173998\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">linha 6030-10<\/a>\u00a0(Unisa Campus 1 \/ Terminal Santo Amaro), vai ter a chance de andar em um deles. Hoje, a frota de el\u00e9tricos dessa linha \u00e9 composta por 18 \u00f4nibus, todos operados pela empresa\u00a0<strong>Transwolff<\/strong>.<\/p>\n<p>Desses ve\u00edculos, 12 t\u00eam carroceria Caio e seis s\u00e3o Marcopolo. Por\u00e9m, todos s\u00e3o baseados no chassi el\u00e9trico D9W, da chinesa BYD.<\/p>\n<p>Ao\u00a0<strong>Tecnoblog<\/strong>, Paulo Lima, gerente de tecnologia da Transwolff, relata que o conforto e o sil\u00eancio desses ve\u00edculos os fazem ser muito bem aceitos pelos usu\u00e1rios e funcion\u00e1rios.<\/p>\n<p>Mas essa \u00e9 s\u00f3 uma parte da equa\u00e7\u00e3o. A capacidade operacional desses \u00f4nibus tamb\u00e9m importa. Sobre isso, o executivo revela que, na linha 6030-10 especificamente, os ve\u00edculos el\u00e9tricos d\u00e3o conta da demanda por conseguirem rodar, em m\u00e9dia, 210 km por dia mais uma margem de 15% a 20% sobre essa quilometragem para sa\u00edda e retorno \u00e0 garagem.<\/p>\n<p>Lima conta que tamb\u00e9m h\u00e1 vantagens na manuten\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>Nas quest\u00f5es de manuten\u00e7\u00e3o, \u00e9 muito diferente. A redu\u00e7\u00e3o [de custos] \u00e9 muito grande. Voc\u00ea n\u00e3o tem motor a combust\u00e3o, bomba injetora, radiador, uma turbina, um [eixo] cardan, enfim, \u00e9 um carro que \u00e9 limpo. A partir do momento em que voc\u00ea tira esse monte de itens, voc\u00ea tem uma manuten\u00e7\u00e3o muito menor.<\/p><\/blockquote>\n<p>Por\u00e9m, a inclus\u00e3o desses \u00f4nibus na frota da Transwolff exigiu grandes investimentos. Cerca de R$ 4 milh\u00f5es foram gastos somente com a montagem de estrutura de recarga e manuten\u00e7\u00e3o. S\u00e3o 18 carregadores e 5 mil metros de cabos, exemplifica Lima.<\/p>\n<p>Adapta\u00e7\u00f5es na rotina operacional tamb\u00e9m foram necess\u00e1rias. Como esses \u00f4nibus levam cerca de quatro horas para serem completamente recarregados, a empresa realiza esse procedimento \u00e0 noite, segundo Lima: \u201cnossa opera\u00e7\u00e3o come\u00e7a a se encerrar gradativamente a partir das 21:00 e \u00e0 medida que os ve\u00edculos v\u00e3o retornando para a garagem acontece o abastecimento\u201d.<\/p>\n<p>quer dizer, por\u00e9m, que h\u00e1 problemas frequentes com esse componente:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>Normalmente, a bateria n\u00e3o apresenta defeito no todo porque elas s\u00e3o c\u00e9lulas. Cada pack [de bateria] tem uma composi\u00e7\u00e3o de 398 c\u00e9lulas. Se alguma dessas c\u00e9lulas tiver problemas, basta substitu\u00ed-la e fazer um trabalho de rebalanceamento. (\u2026) Voc\u00ea tem a possibilidade de reparo de c\u00e9lulas.<\/p><\/blockquote>\n<p>Para Lima, os \u00f4nibus el\u00e9tricos est\u00e3o vindo para ficar. Os custos de aquisi\u00e7\u00e3o e estrutura ainda s\u00e3o altos, mas alguns n\u00fameros apontam para um futuro favor\u00e1vel.<\/p>\n<p>O executivo revela, por exemplo, que de novembro de 2019 a setembro de 2020 a Transwolff economizou cerca de R$ 430 mil em combust\u00edvel e deixou de emitir mais de uma tonelada de CO2 com a opera\u00e7\u00e3o dos \u00f4nibus el\u00e9tricos.<\/p>\n<h2 id=\"h-o-futuro-agora-ou-quase-isso\">O futuro \u00e9 agora! Ou quase isso<\/h2>\n<p>Voc\u00ea deve ter reparado que todos os ve\u00edculos abordados aqui s\u00e3o direcionados a opera\u00e7\u00f5es urbanas. N\u00e3o teremos caminh\u00f5es e \u00f4nibus el\u00e9tricos percorrendo as rodovias do pa\u00eds? Teremos. Mas opera\u00e7\u00f5es rodovi\u00e1rias exigem ve\u00edculos com autonomia muita acima de 250 km.<\/p>\n<p>Para chegarmos a isso, alguns obst\u00e1culos devem ser superados. Um deles \u00e9 o custo. S\u00f3 o e-Delivery tem pre\u00e7o entre R$ 780 mil e R$ 980 mil, ou seja, \u00e9 duas ou tr\u00eas vezes mais caro que caminh\u00f5es a diesel equivalentes.<\/p>\n<p>Outro \u00e9 a falta de estrutura. Uma das raz\u00f5es pelas quais caminh\u00f5es e \u00f4nibus el\u00e9tricos est\u00e3o ganhando espa\u00e7o no Brasil \u00e9 o fato de operadores terem garagens ou centros operacionais que suportam a instala\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00f5es de recarga e manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas, para que as frotas de ve\u00edculos el\u00e9tricos alcancem n\u00fameros realmente altos, sejam eles urbanos ou rodovi\u00e1rios, \u00e9 preciso fazer mais, muitos mais. Unidades rodovi\u00e1rias precisariam de mais baterias ou de vers\u00f5es com capacidade maior, s\u00f3 para dar um exemplo.<\/p>\n<p>Sobre esse ponto, Walter Pellizzari, da WVCO, explica que o custo elevado dos ve\u00edculos el\u00e9trico est\u00e1 fortemente atrelado \u00e0s baterias, que s\u00e3o montadas no Brasil, mas t\u00eam c\u00e9lulas importadas. \u201cA gente acaba tendo bastante exposi\u00e7\u00e3o ao c\u00e2mbio [monet\u00e1rio]\u201d, completa.<\/p>\n<p>O executivo tamb\u00e9m chama a aten\u00e7\u00e3o para a quest\u00e3o dos impostos:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>Como ele [o caminh\u00e3o el\u00e9trico] \u00e9 um ve\u00edculo duas ou tr\u00eas vezes mais caro, as taxas aplicadas a ele s\u00e3o proporcionais. (\u2026) Ser\u00e1 que n\u00e3o valeria a pena ter um ajuste [de impostos] pelo menos at\u00e9 que a escala aconte\u00e7a e o pre\u00e7o naturalmente baixe? Porque, no final, a gente n\u00e3o est\u00e1 pedindo que n\u00e3o tenha impostos, mas uma adequa\u00e7\u00e3o dessa diferen\u00e7a de pre\u00e7o de aquisi\u00e7\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n<p>Apesar das dificuldades atuais, as empresas do setor de caminh\u00f5es e \u00f4nibus el\u00e9tricos olham para o Brasil com otimismo. Prova disso \u00e9 que a Mercedes-Benz almeja vender de 100 a 150 unidades do eO500U por ano, come\u00e7ando em 2022.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, em parceria com a Eletra, a companhia vai fabricar os chassis de cerca de 90 \u00f4nibus superarticulados \u2014 com 23 m de comprimento \u2014 que ir\u00e3o ser operados pela empresa Metra no BRT ABC, na regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>As expectativas tamb\u00e9m s\u00e3o altas para o e-Delivery. 100 caminh\u00f5es j\u00e1 foram vendidos para a Ambev que, lembre-se, tem inten\u00e7\u00e3o de ter 1.600 unidades do modelo em sua frota. A Coca-Cola j\u00e1 encomendou 20 unidades e sabe-se que a JBS tamb\u00e9m vai testar o produto.<\/p>\n<p>De acordo com a WVCO, o interesse pelo seu caminh\u00e3o el\u00e9trico tem sido grande, inclusive por operadores de outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>Vale destacar que a Ambev tamb\u00e9m tem uma acordo para adquirir caminh\u00f5es el\u00e9tricos produzidos em parceria pela FNM e a Agrale.<\/p>\n<p>Na Transwolff, o trabalho com os \u00f4nibus el\u00e9tricos vai continuar. Paulo Lima revelou que, em breve, a companhia testar\u00e1 por alguns meses mais um \u00f4nibus el\u00e9trico, este produzido pela chinesa Higer. O \u00f4nibus j\u00e1 est\u00e1 a caminho do Brasil.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/tecnoblog.net\/490223\/caminhoes-onibus-eletrico-brasil-mercedes-benz-volkswagen\/\"><em><strong>Fonte: Tecnoblog<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fatores como alta carga tribut\u00e1ria e d\u00f3lar elevado fazem a ado\u00e7\u00e3o de\u00a0carros el\u00e9tricos\u00a0caminhar a passos de tartaruga no Brasil. Mas h\u00e1 um segmento que, a despeito dos empecilhos, avan\u00e7a com determina\u00e7\u00e3o pelo pa\u00eds: o de\u00a0caminh\u00f5es e \u00f4nibus el\u00e9tricos. Esses ve\u00edculos circulam h\u00e1 algum tempo pelas ruas brasileiras, em car\u00e1ter experimental. 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