{"id":73994,"date":"2021-01-06T18:00:32","date_gmt":"2021-01-06T21:00:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=73994"},"modified":"2023-01-09T11:35:00","modified_gmt":"2023-01-09T14:35:00","slug":"o-que-fazem-e-pensam-os-brasileiros-na-lista-de-cientistas-mais-influentes-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2021\/01\/06\/o-que-fazem-e-pensam-os-brasileiros-na-lista-de-cientistas-mais-influentes-do-mundo\/","title":{"rendered":"O que fazem e pensam os brasileiros na lista de cientistas mais influentes do mundo"},"content":{"rendered":"<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\"><b>Depois de analisar os trabalhos e publica\u00e7\u00f5es de 6,9 milh\u00f5es de cientistas de todo o mundo, de todas as \u00e1reas do conhecimento, e as cita\u00e7\u00f5es de colegas deles que elas geraram, uma equipe da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, listou os 159.683 pesquisadores mais influentes do mundo, cerca de 2,3% do total. Desses, 600 (0,37%) s\u00e3o do Brasil.<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Para alguns cientistas, isso \u00e9 pouco diante do tamanho do pa\u00eds e de sua popula\u00e7\u00e3o. Para outros, \u00e9 at\u00e9 muito, dadas as condi\u00e7\u00f5es: falta de financiamento e do desprest\u00edgio da ci\u00eancia por parte do governo e seus seguidores, principalmente nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Para elaborar o ranking, a equipe de Stanford, liderada por John Ioannidis, computou as cita\u00e7\u00f5es (quando um artigo de um cientista \u00e9 citado no de outro) da base de dados Scopus, uma das mais completas e respeitadas do mundo. O resultado foi publicado recentemente na revista cient\u00edfica Plos Biology. Com base nelas, foram elaborados dois rankings, um levando em conta o impacto de um pesquisador ao longo de toda sua carreira e outro de um \u00fanico ano, no caso, 2019.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Na primeira lista, os pesquisadores mais bem colocados que trabalham no Brasil nasceram em outros pa\u00edses, embora um deles seja brasileiro naturalizado. O primeiro colocado \u00e9 o f\u00edsico de solos e mestre em agronomia holand\u00eas Martinus Theodorus van Genuchten, na 460\u00aa posi\u00e7\u00e3o. Atualmente, ele est\u00e1 na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas fez praticamente toda sua carreira no exterior.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em segundo, na 1661\u00aa, est\u00e1 o grego de nascimento, mas brasileiro naturalizado, Constantino Tsallis, do Centro Brasileiro de Pesquisas F\u00edsicas (CBPF). Ele desenvolveu sua carreira e atua no Brasil desde 1975, um ano depois de ter conclu\u00eddo seu doutorado na Fran\u00e7a.<\/p>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Os dois brasileiros natos e que atuam no pa\u00eds mais bem colocados, s\u00e3o o epidemiologista Cesar Victora, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no 2969\u00ba lugar, e o qu\u00edmico Jairton Dupont, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), na 3201\u00aa posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Para Dupont, ter 600 brasileiros na lista \u00e9 muito pouco levando-se em considera\u00e7\u00e3o o PIB do pa\u00eds e o grande n\u00famero de jovens altamente motivados. De acordo com ele, isso se deve, em primeiro lugar, \u00e0 pouca import\u00e2ncia dada \u00e0 ci\u00eancia pela maioria dos governantes, que a enxergam como gasto e n\u00e3o como investimento no futuro.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Em segundo lugar, diz ele, vem a mentalidade empreendedora, que busca lucro imediato e prefere &#8220;comprar&#8221; tecnologias prontas, o que afasta o Brasil da ponta do conhecimento.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">&#8220;Em terceiro lugar, est\u00e1 a &#8216;cultura&#8217; do negacionismo, que tem sua express\u00e3o m\u00e1xima no pensamento m\u00e1gico que permeia boa parte de nossa sociedade&#8221;, opina. &#8220;Estaremos nos tornando uma sociedade de &#8216;bigots&#8217; (intolerantes), se n\u00e3o houver uma rea\u00e7\u00e3o das for\u00e7as civilizat\u00f3rias, que encontram sua express\u00e3o m\u00e1xima nas universidades p\u00fablicas.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Mesmo assim, Dupont diz que o n\u00famero de cientistas brasileiros no ranking pode n\u00e3o ser de todo ruim.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">&#8220;Tendo em vista as condi\u00e7\u00f5es de trabalho dos pesquisadores no Brasil, podemos at\u00e9 comemorar&#8221;, explica. &#8220;Principalmente pela persist\u00eancia dos 600 listados, que mesmo diante das imensas dificuldades conseguem realizar trabalhos que colocam o pa\u00eds no mapa do conhecimento e mostram que temos capacidade de fazer ainda muito mais diferen\u00e7a, para levar a uma sociedade mais justa e igualit\u00e1ria.&#8221;<\/p>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Victora pensa diferente. &#8220;\u00c9 mais para lamentar do que para comemorar, porque o Brasil \u00e9 um dos maiores pa\u00edses do mundo em termo de popula\u00e7\u00e3o&#8221;, explica. &#8220;Isso \u00e9 reflexo do que acontece com a ci\u00eancia brasileira. N\u00f3s cientistas somos desprestigiados e estamos recebendo poucos recursos. At\u00e9 2014, 2015 o investimento em ci\u00eancia no Brasil estava aumentando bastante. Cresceu muito nos 20 anos anteriores, mas a partir de ent\u00e3o, decaiu.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Um reflexo do desprest\u00edgio da ci\u00eancia, opina, &#8220;\u00e9 a maneira como a pandemia tem sido gerida pelo poder central (em refer\u00eancia ao governo federal), sem levar em conta as recomenda\u00e7\u00f5es cient\u00edficas. Aplicar em ci\u00eancia \u00e9 investimento, n\u00e3o gasto. Investe-se para criar mais tecnologia, mais condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade e trabalho para a popula\u00e7\u00e3o. Hoje, isso \u00e9 visto como um gasto e tem havido in\u00fameros cortes em financiamentos e bolsas.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Tsallis diz que para avaliar se 600 brasileiros s\u00e3o poucos ou muitos relativamente seria necess\u00e1rio ter informa\u00e7\u00f5es dos outros pa\u00edses envolvidos, assim como dados completos sobre as verbas p\u00fablicas e privadas colocadas \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia e da tecnologia. &#8220;Na aus\u00eancia dessas informa\u00e7\u00f5es, \u00e9 dif\u00edcil ter uma opini\u00e3o firme&#8221;, explica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">&#8220;Eu pessoalmente vejo com alegria que o Brasil tenha 600 cientistas bem colocados nesse tipo de avalia\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o ficaria surpreso se num futuro n\u00e3o muito distante esse n\u00famero venha a crescer, lenta, por\u00e9m substancialmente.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Mas independentemente disso, ele explica que a import\u00e2ncia do levantamento feito pela equipe da Universidade de Stanford \u00e9 que ele permite verificar objetivamente o impacto global da ci\u00eancia brasileira ao longo de muitas d\u00e9cadas. &#8220;Visto que o apoio, ao longo dos anos, de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas do Brasil aos seus cientistas \u00e9 de fundamental import\u00e2ncia, tais levantamentos podem \u2014 e devem \u2014 orientar as melhores maneiras de usar as verbas p\u00fablicas&#8221;, defende.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Segundo Victora, a lista \u00e9 muito \u00fatil, porque o impacto de um cientista sobre o conhecimento em n\u00edvel mundial \u00e9 medido pelo n\u00famero de outros pesquisadores que citam o seu trabalho. &#8220;Ent\u00e3o, usar o \u00edndice de cita\u00e7\u00f5es de trabalho \u00e9 um marcador muito importante de quanto a ci\u00eancia produzida num determinado local, por uma determinada pessoa, impacta o n\u00edvel do conhecimento no mundo todo&#8221;, explica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Ele atribui sua presen\u00e7a no ranking ao trabalho do grupo de epidemiologia que coordena na UFPel, que &#8220;\u00e9 bem conhecido no Brasil&#8221; e no mundo. &#8220;Principalmente pelos estudos de coortes de nascimentos, que s\u00e3o aquelas pesquisas que acompanham crian\u00e7as desde que nascem at\u00e9 sua fase adulta&#8221;, explica. &#8220;Nossa coorte mais antiga est\u00e1 com 40 anos.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">De acordo com ele, s\u00e3o pesquisas muito demoradas, custosas, mas que fornecem indica\u00e7\u00f5es sobre como o que acontece durante a gesta\u00e7\u00e3o e no come\u00e7o da vida influencia toda a sa\u00fade, intelig\u00eancia, desempenho e produtividade dos indiv\u00edduos na idade adulta. &#8220;S\u00e3o pouqu\u00edssimos estudos deste tipo no mundo e n\u00f3s temos a felicidade de ter iniciado o trabalho em 1982, que continua at\u00e9 hoje, por isso o reconhecimento&#8221;, conta.<\/p>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Tsallis, por sua vez, credita sua classifica\u00e7\u00e3o a seu trabalho propondo a generaliza\u00e7\u00e3o de um dos pilares da f\u00edsica te\u00f3rica contempor\u00e2nea, a mec\u00e2nica estat\u00edstica de Boltzmann-Gibbs, que resultou no artigo cient\u00edfico exclusivamente brasileiro mais citado em todas as \u00e1reas desde 1945. Trata-se algo bastante complexo para leigos, que Tsallis tenta explicar:<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">&#8220;A mec\u00e2nica estat\u00edstica \u00e9 a teoria f\u00edsica onde se acrescenta a de probabilidades \u00e0s mec\u00e2nicas (newtoniana, einsteiniana, qu\u00e2ntica) e ao eletromagnetismo, de James Clerk Maxwell&#8221;, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Ela foi formulada h\u00e1 150 anos e funciona para explicar as propriedades de fluidos simples (ar, \u00e1gua) e sistemas magn\u00e9ticos simples (um peda\u00e7o de ferro magnetizado). &#8220;Ela prediz corretamente como funciona uma panela de press\u00e3o, uma geladeira, um transistor, os supercondutores, e mil coisas mais&#8221;, diz Tsallis. &#8220;Os elementos de tais sistemas influenciam os outros do mesmo sistema que est\u00e3o perto no espa\u00e7o ou no tempo.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">O problema \u00e9 que a mec\u00e2nica estat\u00edstica de Boltzmann-Gibbs falha seriamente em explicar muitos fen\u00f4menos em sistemas vivos, nas bolsas de valores, em astrof\u00edsica (devido \u00e0 intera\u00e7\u00e3o gravitacional), nas colis\u00f5es de altas energias que acontecem nos aceleradores de part\u00edculas (por causa do que acontece no sistema quarks-gluons), em descrever turbul\u00eancias em meios granulosos (farinha, por exemplo), em ecologia quantitativa, e na evolu\u00e7\u00e3o de aglomera\u00e7\u00f5es urbanas e das l\u00ednguas, por exemplo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">&#8220;Nesses casos, ela falha, porque nestes sistemas complexos aparecem internamente correla\u00e7\u00f5es a grandes dist\u00e2ncias no espa\u00e7o ou no tempo&#8221;, explica Tsallis.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Ele conta que esse artigo seu, que \u00e9 exclusivamente brasileiro, gerou aproximadamente 15 mil outros diretamente relacionados, publicados por mais de 8.000 cientistas de 102 pa\u00edses do mundo. &#8220;\u00c9 poss\u00edvel tamb\u00e9m que tenha sido levado em conta o fato de eu ter ministrado mais de mil palestras convidadas ao redor do mundo&#8221;, acredita.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Tamb\u00e9m deve ter pesado para sua posi\u00e7\u00e3o na lista o fato de ter dedicado boa parte da vida a explorar as grandes quest\u00f5es no \u00e2mbito do conhecimento cient\u00edfico da humanidade e de suas poss\u00edveis aplica\u00e7\u00f5es. &#8220;Ser considerado como o mais influente cientista brasileiro \u00e9 certamente, al\u00e9m de uma honra, um grande est\u00edmulo para mim e para outros, muito especialmente para os jovens&#8221;, diz. &#8220;Este \u00faltimo ponto possui, na minha opini\u00e3o, import\u00e2ncia capital, pois os jovens t\u00eam que ser encorajados e testar sua ousadia nas quest\u00f5es cientificas e tecnol\u00f3gicas que os entusiasmam.&#8221;<\/p>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"Dificuldade\" class=\"css-4qzrek-SubHeading e14hemmw1\" tabindex=\"-1\">Dificuldade<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">O sucesso e o reconhecimento internacional de alguns pesquisadores n\u00e3o devem mascarar as dificuldades de se fazer ci\u00eancia no pa\u00eds, afirmam os pesquisadores entrevistados. &#8220;Hoje est\u00e1 muito dif\u00edcil, talvez no mesmo n\u00edvel dos anos 1990&#8221;, lamenta Dupont, opinando que &#8220;os anos de ouro foram nos governos Lula, que investiu em pesquisa e nas universidades e proporcionou ambiente adequado para a realiza\u00e7\u00e3o de projetos de risco&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Se n\u00e3o fosse este investimento, diz ele, a ci\u00eancia brasileira estaria em situa\u00e7\u00e3o muito mais delicada no enfrentamento a pandemia de covid-19, por exemplo. &#8220;\u00c9 um trabalho incans\u00e1vel para superar a \u00e9poca das trevas que estamos atravessando, principalmente com a inger\u00eancia religiosa fundamentalista em todos os n\u00edveis&#8221;, diz. &#8220;Temos muito a superar: racismo, misoginia, homofobia e negacionismo.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">Para Tsallis, fazer pesquisa no Brasil, \u00e9 &#8220;fascinante e desafiador, por\u00e9m muito laborioso&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">&#8220;Fascinante, pois o fato de o Brasil ser um pa\u00eds jovem do ponto de vista hist\u00f3rico abre espa\u00e7o para atividades inovadoras, criativas e livres de tradi\u00e7\u00f5es institucionais que podem ser por vezes muito pesadas&#8221;, explica. &#8220;Muito laborioso, porque aquilo que voc\u00ea obt\u00e9m facilmente quando trabalha no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em ingl\u00eas), nas universidades Princeton, Harvard, Oxford, Cambridge ou na Escola Normal Superior de Paris s\u00f3 se consegue, trabalhando no Brasil, com consider\u00e1veis esfor\u00e7os de todo tipo&#8221;, diz ele.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"css-oywjep-GridComponent e57qer20\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"css-1ikvhrr-Paragraph e1cc2ql70\" dir=\"ltr\">&#8220;\u00c9 inevit\u00e1vel ponderar que negacionismos inconsistentes sobre os ativos da ci\u00eancia brasileira e mundial, duramente conquistados ao longo de d\u00e9cadas e s\u00e9culos, prejudicam a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o e atrasam sua evolu\u00e7\u00e3o educacional. Felizmente, entretanto, a robustez da ci\u00eancia brasileira \u00e9 mais forte do que isso.&#8221;<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/brasil-55279009\"><em><strong>Fonte: BBC<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de analisar os trabalhos e publica\u00e7\u00f5es de 6,9 milh\u00f5es de cientistas de todo o mundo, de todas as \u00e1reas do conhecimento, e as cita\u00e7\u00f5es de colegas deles que elas geraram, uma equipe da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, listou os 159.683 pesquisadores mais influentes do mundo, cerca de 2,3% do total. 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