{"id":44240,"date":"2019-10-10T10:23:16","date_gmt":"2019-10-10T13:23:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=44240"},"modified":"2019-10-10T10:23:16","modified_gmt":"2019-10-10T13:23:16","slug":"estudo-propoe-modelo-para-medir-impactos-do-rompimento-da-barragem-de-fundao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2019\/10\/10\/estudo-propoe-modelo-para-medir-impactos-do-rompimento-da-barragem-de-fundao\/","title":{"rendered":"Estudo prop\u00f5e modelo para medir impactos do rompimento da barragem de Fund\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"csRow\">\n<div class=\"csColumn\" data-csstartpoint=\"140\" data-csendpoint=\"840\" data-cswidth=\"72.9%\" data-csid=\"84fd204e-4c17-e771-9d59-87cd80a638d3\">\n<p><span class=\"wpsdc-drop-cap\">U<\/span>m dos maiores desastres ambientais da hist\u00f3ria do Brasil, o rompimento da barragem de Fund\u00e3o, na cidade de Mariana (MG) em 2015, est\u00e1 longe de ser completamente superado. Entretanto, desde que a trag\u00e9dia aconteceu, diferentes setores da sociedade t\u00eam mobilizado esfor\u00e7os para contribuir na recupera\u00e7\u00e3o, inclusive a comunidade cient\u00edfica. \u00c9 o caso do Painel do Rio Doce, que desenvolveu um estudo propondo um modelo sistem\u00e1tico para avaliar os danos causados, de modo a buscar maneiras mais eficazes de resolv\u00ea-los.<\/p>\n<p>Os dados levantados foram publicados no artigo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.iucn.org\/pt\/papers-and-briefs\/rio-doce-panel-issue-paper-4-pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Uma estrutura de avalia\u00e7\u00e3o dos impactos sociais e ambientais de desastres \u2014 Garantindo uma mitiga\u00e7\u00e3o efetiva ap\u00f3s o rompimento da Barragem de Fund\u00e3o<\/i><\/a>, que tem como autor principal Luis E. S\u00e1nchez, membro do Painel e professor de Engenharia de Minas na Escola Polit\u00e9cnica (Poli) da USP.<\/p>\n<p>De acordo com o material, apesar de uma avalia\u00e7\u00e3o r\u00e1pida ter sido feita pouco depois do desastre, at\u00e9 hoje n\u00e3o foi conclu\u00eddo nenhum c\u00e1lculo aprofundado o suficiente para abranger todos os danos. O documento conta com orienta\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas para mapear os efeitos ambientais e sociais causados, e foi entregue no \u00faltimo dia 30 \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Renova, entidade criada para a repara\u00e7\u00e3o dos impactos ap\u00f3s acordo entre os governos de Minas Gerais e Esp\u00edrito Santo e as empresas Samarco, BHP Billiton e Vale, respons\u00e1veis pela barragem.<\/p>\n<h1><b>Avalia\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica<\/b><\/h1>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o faz parte de uma s\u00e9rie produzida pelo Painel do Rio Doce. Dentre os temas j\u00e1 abordados h\u00e1, por exemplo, a busca por alternativas para diversificar as atividades econ\u00f4micas nos locais afetados, de modo a torn\u00e1-las condizentes com a recupera\u00e7\u00e3o ambiental. Outro artigo analisa especificamente a quest\u00e3o da pesca, um dos meios de subsist\u00eancia mais importantes da regi\u00e3o e tamb\u00e9m dos mais prejudicados.<\/p>\n<p>J\u00e1 o estudo mais recente tem como objetivo indicar uma maneira eficiente de quantificar todos os impactos a longo e curto prazo. \u201cN\u00f3s recomendamos uma metodologia, uma estrutura sistem\u00e1tica, para identificar e avaliar com os maiores detalhes poss\u00edveis os impactos causados ao longo de toda a bacia hidrogr\u00e1fica\u201d, diz S\u00e1nchez.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<figure id=\"attachment_277557\" class=\"wp-caption aligncenter\" aria-describedby=\"caption-attachment-277557\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191008_tabela_impactos_mariana_rio_doce_2000px.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-slb-active=\"1\" data-slb-asset=\"1739565808\" data-slb-internal=\"0\" data-slb-group=\"277496\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-277557 size-full\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191008_tabela_impactos_mariana_rio_doce_1100px.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 1100px) 100vw, 1100px\" srcset=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191008_tabela_impactos_mariana_rio_doce_1100px.jpg 1100w, https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191008_tabela_impactos_mariana_rio_doce_1100px-300x182.jpg 300w, https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191008_tabela_impactos_mariana_rio_doce_1100px-768x465.jpg 768w, https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191008_tabela_impactos_mariana_rio_doce_1100px-1024x620.jpg 1024w\" alt=\"\" width=\"1100\" height=\"666\" data-id=\"277557\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-277557\" class=\"wp-caption-text\">Modelo de quadro sin\u00f3ptico para avalia\u00e7\u00e3o dos impactos do desastre \u2013 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Painel do Rio Doce [clique na imagem para ampliar]<\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"csRow\">\n<div class=\"csColumnGap\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/plugins\/advanced-wp-columns\/assets\/js\/plugins\/views\/img\/1x1-pixel.png\" \/><\/div>\n<div class=\"csColumn\" data-csstartpoint=\"140\" data-csendpoint=\"840\" data-cswidth=\"72.9%\" data-csid=\"84fd204e-4c17-e771-9d59-87cd80a638d3\">\n<p>Desde a primeira publica\u00e7\u00e3o do Painel, em 2018, todos os relat\u00f3rios t\u00eam sido enviados \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Renova. De acordo com o professor, a entidade retorna dizendo se seguir\u00e1 as orienta\u00e7\u00f5es e como ser\u00e3o implementadas, al\u00e9m de fornecer um acompanhamento sobre como anda a recupera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Foi desse di\u00e1logo com a Renova, inclusive, que surgiu o estudo publicado agora. \u201cNo nosso primeiro artigo recomendamos que fizessem essa avalia\u00e7\u00e3o abrangente dos impactos, e eles nos perguntaram de que modo poderiam fazer isso. Foi o que respondemos apresentando esse novo relat\u00f3rio, que \u00e9 um desdobramento de uma recomenda\u00e7\u00e3o anterior\u201d, acrescenta o professor.<\/p>\n<p>O Painel do Rio Doce \u00e9 um grupo independente organizado para apresentar orienta\u00e7\u00f5es de base t\u00e9cnica e cient\u00edfica para a recupera\u00e7\u00e3o das \u00e1reas afetadas pelo rompimento da barragem em Mariana. Ele faz parte da Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (UICN), e no total conta com sete especialistas que atuam nas \u00e1reas de engenharia, sa\u00fade, meio ambiente e biologia.<\/p>\n<h1><b>Recupera\u00e7\u00e3o lenta<\/b><\/h1>\n<p>Como explica o professor S\u00e1nchez, os impactos do desastre foram distribu\u00eddos ao longo de toda a bacia do Rio Doce e tamb\u00e9m na regi\u00e3o litor\u00e2nea, afetando diferentes comunidades e diferentes recursos ambientais. Por isso, a variedade de medidas que ainda precisam ser implementadas para a recupera\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o \u00e9 enorme.<\/p>\n<p>Ele cita como exemplo a conten\u00e7\u00e3o dos rejeitos na parte superior da bacia. No primeiro trecho atingido pela onda de lama foi constru\u00edda uma nova barragem, menor, para evitar que os rejeitos que sobraram no local continuem fluindo para o rio. Al\u00e9m disso, o local passa por um processo de renaturaliza\u00e7\u00e3o, que busca fazer com que se recupere as condi\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas semelhantes \u00e0s de trechos n\u00e3o afetados.<\/p>\n<figure id=\"attachment_277551\" class=\"wp-caption aligncenter\" aria-describedby=\"caption-attachment-277551\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-277551\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191008_00_mariana_bento_rodrigues.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" srcset=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191008_00_mariana_bento_rodrigues.jpg 800w, https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191008_00_mariana_bento_rodrigues-300x158.jpg 300w, https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191008_00_mariana_bento_rodrigues-768x403.jpg 768w, https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191008_00_mariana_bento_rodrigues-364x191.jpg 364w\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"420\" data-id=\"277551\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-277551\" class=\"wp-caption-text\">Rompimento de barragem deixou uma s\u00e9rie de impactos ambientais, sociais e econ\u00f4micos ao longo de toda a regi\u00e3o da bacia do Rio Doce \u2013 Foto: L\u00e9o Rodrigues\/Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 poss\u00edvel afirmar, nesse momento, que ainda ser\u00e1 preciso no m\u00ednimo mais de uma d\u00e9cada de atua\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Renova para implementa\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria de todas as medidas de restaura\u00e7\u00e3o\u201d, diz S\u00e1nchez. Por\u00e9m, vale lembrar que o c\u00e1lculo \u00e9 apenas uma estimativa. A Renova possui atualmente 42 programas para diferentes eixos de interven\u00e7\u00e3o e, embora alguns estejam em n\u00edvel avan\u00e7ado, uma outra parte ainda est\u00e1 no est\u00e1gio inicial.<\/p>\n<div class=\"csRow\">\n<div class=\"csColumn\" data-csstartpoint=\"140\" data-csendpoint=\"840\" data-cswidth=\"72.9%\" data-csid=\"84fd204e-4c17-e771-9d59-87cd80a638d3\">\n<p>Por isso, o professor ressalta tamb\u00e9m a perspectiva de longo prazo do Painel do Rio Doce. \u201cN\u00f3s nos preocupamos, por exemplo, com quais podem ser os efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sobre as medidas que est\u00e3o sendo implementadas\u201d, diz. \u201cA funda\u00e7\u00e3o e os \u00f3rg\u00e3os governamentais costumam ter preocupa\u00e7\u00f5es emergenciais e de curto prazo, que evidentemente tamb\u00e9m s\u00e3o importantes. Mas n\u00f3s olhamos para o problema com essa perspectiva mais ampla.\u201d<\/p>\n<p><strong>Mais informa\u00e7\u00f5es: e-mails lsanchez@usp.br, com Luis E. Sanchez, e renata.bennet@iucn.org, com Renata Bennet<\/strong><\/p>\n<p><em>Por\u00a0<span class=\"vcard author author_name\"><a title=\"Posts de Matheus Souza\" href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/author\/matheus-souza\/\" target=\"_blank\" rel=\"author noopener\">Matheus Souza<\/a><\/span><\/em><br \/>\n<em>Fonte <a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/ciencias\/ciencias-ambientais\/estudo-propoe-modelo-para-medir-impactos-do-rompimento-da-barragem-de-fundao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jornal da USP<\/a><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos maiores desastres ambientais da hist\u00f3ria do Brasil, o rompimento da barragem de Fund\u00e3o, na cidade de Mariana (MG) em 2015, est\u00e1 longe de ser completamente superado. 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