{"id":43628,"date":"2019-08-27T13:00:49","date_gmt":"2019-08-27T16:00:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=43628"},"modified":"2019-08-28T11:19:49","modified_gmt":"2019-08-28T14:19:49","slug":"o-marco-regulatorio-do-transporte-publico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2019\/08\/27\/o-marco-regulatorio-do-transporte-publico\/","title":{"rendered":"O marco regulat\u00f3rio do transporte p\u00fablico"},"content":{"rendered":"<p>No Semin\u00e1rio Nacional realizado, este ano, pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transportes Urbanos \u2013 NTU, o tema de um dos pain\u00e9is foi a \u201cModerniza\u00e7\u00e3o do Marco Regulat\u00f3rio do Transporte P\u00fablico\u201d, com \u00eanfase na necessidade de inovar e oferecer um servi\u00e7o de transporte coletivo mais flex\u00edvel e de melhor qualidade, num ambiente altamente regulado por r\u00edgidos contratos de concess\u00e3o.<\/p>\n<p>O Professor Mar\u00e7al Justen Filho, convidado para fazer uma apresenta\u00e7\u00e3o sobre o tema, discorreu sobre o colapso da regula\u00e7\u00e3o dos transportes p\u00fablicos, a necessidade de reconfigurar o servi\u00e7o p\u00fablico e de substituir o \u201cservi\u00e7o p\u00fablico\u201d por \u201cobriga\u00e7\u00f5es de servi\u00e7o p\u00fablico\u201d, bem como discutiu a preserva\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia regulat\u00f3ria, a amplia\u00e7\u00e3o da livre competi\u00e7\u00e3o e a universalidade dos servi\u00e7os. Concluiu sua brilhante apresenta\u00e7\u00e3o, sugerindo a supera\u00e7\u00e3o dos modelos mentais, a necessidade de enfrentar a realidade e a adequa\u00e7\u00e3o dos institutos jur\u00eddicos aos novos tempos, com a preval\u00eancia dos valores essenciais.<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o Federal, as Constitui\u00e7\u00f5es Estaduais, as Leis Org\u00e2nicas dos Munic\u00edpios, a Lei Federal N\u00ba 8.666\/93 (Lei das Licita\u00e7\u00f5es), a Lei Federal N\u00ba 8.987\/95 (Lei das Concess\u00f5es), a Lei Federal N\u00ba 10.257\/01 (Estatuto da Cidade), a Lei Federal N\u00ba 10.741\/03 (Estatuto do Idoso), a Lei Federal N\u00ba 12.529\/11 (Lei Antitruste), a Lei Federal N\u00ba 12.587\/12 (Lei da Mobilidade Urbana), a Lei Federal N\u00ba 12.846\/13 (Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o), a Lei Federal N\u00ba 13.089\/15 (Estatuto da Metr\u00f3pole), a Lei Federal N\u00ba 13.146\/15 (Estatuto da Pessoa com Defici\u00eancia), a Lei Federal N\u00ba 13.303\/16 (Estatuto da Empresa P\u00fablica) e suas altera\u00e7\u00f5es, complementadas pelas leis estaduais e municipais pertinentes, constituem a chamada \u201clegisla\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel\u201d aos transportes p\u00fablicos. N\u00e3o precisa ser nenhum especialista da \u00e1rea jur\u00eddica para concluir que uma verdadeira miscel\u00e2nea de leis, decretos, resolu\u00e7\u00f5es e portarias precisa ser observada por ocasi\u00e3o da elabora\u00e7\u00e3o dos editais de licita\u00e7\u00f5es e dos contratos de concess\u00e3o.<\/p>\n<p>Vale citar ainda que, mesmo depois de 2015, quando o transporte passou a fazer parte dos direitos sociais, previstos no Art. 6\u00ba da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, muito pouco se fez para consolidar o direito do cidad\u00e3o, o dever do Estado e o papel das empresas operadoras, no \u00e2mbito dos transportes p\u00fablicos.<\/p>\n<p>\u201cMarco Regulat\u00f3rio\u201d, por demais sabido, \u00e9 o conjunto de normas, leis e diretrizes que regulam o funcionamento dos setores, nos quais agentes privados prestam servi\u00e7os de utilidade p\u00fablica, por delega\u00e7\u00e3o. Entretanto, como n\u00e3o h\u00e1 um marco regulat\u00f3rio espec\u00edfico para o setor, cada estado ou cidade estabelece as suas pr\u00f3prias regras para a concess\u00e3o dos servi\u00e7os de transporte de passageiros, gerando uma verdadeira balb\u00fardia nos direitos e obriga\u00e7\u00f5es dos poderes concedentes e das empresas concession\u00e1rias.<\/p>\n<p>Em alguns casos, o aparato jur\u00eddico sobre o qual deve se apoiar o processo licitat\u00f3rio e, por consequ\u00eancia, os contratos de concess\u00e3o, \u00e9 falho, d\u00fabio e n\u00e3o estabelece base jur\u00eddica suficientemente s\u00f3lida para resistir, inclusive, aos ataques de judicializa\u00e7\u00e3o no setor. Em outros, a legisla\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel cria tantos embara\u00e7os e amarras que s\u00f3 dificulta a contrata\u00e7\u00e3o e, posteriormente, a gest\u00e3o dos contratos de concess\u00e3o.<\/p>\n<p>Um dos mais respeitados t\u00e9cnicos do setor, Adriano M. Branco, falecido em dezembro do ano passado, em detalhado artigo intitulado\u00a0<em>Concess\u00e3o dos servi\u00e7os de utilidade p\u00fablica no Estado de S\u00e3o Paulo<\/em>, publicado pela Revista dos Transportes P\u00fablicos \u2013 ANTP, em 1997, cita o Prof. Luiz de Anhaia Mello que, ao buscar uma conceitua\u00e7\u00e3o abrangente que permitisse melhor compreender o papel do Estado no exerc\u00edcio ou no controle de servi\u00e7os essenciais \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, cunhou uma frase que ficou c\u00e9lebre:\u00a0<strong>\u201cA no\u00e7\u00e3o de que servi\u00e7o p\u00fablico \u00e9 um conceito fixo com conte\u00fado vari\u00e1vel\u201d.<\/strong>\u00a0Tal defini\u00e7\u00e3o abre espa\u00e7o para a compreens\u00e3o de muitas formas de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de interesse coletivo e a possibilidade de fixa\u00e7\u00e3o do objeto dos contratos de concess\u00e3o de forma a permitir mais flexibilidade e adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s condi\u00e7\u00f5es impostas pela realidade dos novos tempos.<\/p>\n<p>A t\u00edtulo de exemplo, no caso da recente licita\u00e7\u00e3o realizada em S\u00e3o Paulo, teria sido muito mais oportuno definir o objeto da licita\u00e7\u00e3o como\u00a0<em>\u201cdelega\u00e7\u00e3o, por concess\u00e3o, da presta\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de mobilidade, na \u00e1rea do transporte coletivo p\u00fablico de passageiros, na cidade de S\u00e3o Paulo\u201d<\/em>. \u00a0Esse seria, extrapolando o pensamento do Prof. Anhaia Mello, o\u00a0<strong>\u201cconceito fixo\u201d<\/strong>.<\/p>\n<p>Na abrang\u00eancia ou no detalhamento do objeto do contrato, entretanto, teria sido, certamente, mais conveniente e adequado determinar um escopo b\u00e1sico e contar com a possibilidade da presta\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, a serem definidos e especificados pelo Poder P\u00fablico, \u00e0 sua conveni\u00eancia e necessidade. Em outras palavras, o Poder P\u00fablico ficaria com a prerrogativa e flexibilidade, para ajustar o contrato, se necess\u00e1rio, \u00e0 chegada de novas tecnologias ou de novos meios de deslocamento da popula\u00e7\u00e3o. Em outras palavras, seria como estabelecer um escopo de trabalho com\u00a0<strong>\u201cconte\u00fado vari\u00e1vel\u201d<\/strong>.<\/p>\n<p>Infelizmente, a maioria dos t\u00e9cnicos respons\u00e1veis pela elabora\u00e7\u00e3o de editais de licita\u00e7\u00e3o n\u00e3o consegue entender essa nova realidade e, muito menos, tem a preocupa\u00e7\u00e3o de definir o objeto da licita\u00e7\u00e3o e do contrato de concess\u00e3o de forma a permitir um escopo de trabalho ajust\u00e1vel e modul\u00e1vel. Essa condi\u00e7\u00e3o se imp\u00f5e, hoje, no m\u00ednimo, para enfrentar futuras situa\u00e7\u00f5es que podem colocar em risco a pr\u00f3pria presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os a serem contratados.<\/p>\n<p>A aus\u00eancia de um entendimento preciso e de uma compreens\u00e3o mais abrangente sobre o momento atual em que se insere a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de transportes de passageiros demonstra falta de vis\u00e3o estrat\u00e9gica e pouca preocupa\u00e7\u00e3o com a gest\u00e3o do contrato de concess\u00e3o. Aqui vale o ditado \u00e0s avessas, ou seja, \u201cn\u00e3o se mexe em time que est\u00e1 perdendo\u201d.<\/p>\n<p>De qualquer forma, a situa\u00e7\u00e3o vigente do transporte p\u00fablico, com a concorr\u00eancia predat\u00f3ria provocada pelas novas tecnologias, em especial pelo transporte por aplicativos, j\u00e1 apresenta preocupa\u00e7\u00f5es e abordagens que n\u00e3o devem ser tratadas pelos m\u00e9todos tradicionais. Nesse cond\u00e3o, poder concedente e concession\u00e1rias precisam encontrar meios para enfrentar os problemas atuais, utilizando ou n\u00e3o as regras dos contratos existentes, sob pena de se verificar, em curto prazo, o dom\u00ednio e a supremacia dos transportes individuais e desregulamentados sobre o transporte coletivo concedido.<\/p>\n<p>As discuss\u00f5es e os debates havidos no painel \u201cModerniza\u00e7\u00e3o do Marco Regulat\u00f3rio do Transporte P\u00fablico\u201d levantaram pontos importantes para a reflex\u00e3o e para a elabora\u00e7\u00e3o de propostas para um eventual modelo de regula\u00e7\u00e3o do setor. Segundo o Prof. Mar\u00e7al, \u00e9 preciso enfrentar os atuais desafios, evitando o saudosismo, com a ilus\u00e3o da possibilidade do retorno ao passado, e, ao mesmo tempo, o futurismo, que confere tratamento ut\u00f3pico aos problemas futuros.<\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o de um marco regulat\u00f3rio, abrangente e detalhado, para atender \u00e0 maioria das necessidades do transporte p\u00fablico, n\u00e3o parece ser a melhor ferramenta legal a ser utilizada para resumir, condensar e atualizar a legisla\u00e7\u00e3o que serve de base jur\u00eddica para a elabora\u00e7\u00e3o dos processos licitat\u00f3rios. Seria muito dif\u00edcil propor um instrumento legal, de abrang\u00eancia nacional, que n\u00e3o interferisse na autonomia dos estados e munic\u00edpios, nos termos dos par\u00e1grafos 1\u00ba e 3\u00ba do Artigo 25 e inciso V do Artigo 30, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, respectivamente.<\/p>\n<p>Mas, h\u00e1 que se considerar que toda a legisla\u00e7\u00e3o federal, estadual e municipal, aplic\u00e1vel e n\u00e3o concorrente, poderia fazer parte de um <strong>regulamento geral<\/strong>, de tal forma que os entes da Federa\u00e7\u00e3o pudessem lidar com a complexidade de uma situa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o tem, ainda, todas as vari\u00e1veis perfeitamente definidas, transformando concorr\u00eancia desleal e predat\u00f3ria em servi\u00e7os regulados e regulamentados, disputa e divis\u00e3o de mercado em servi\u00e7os alternativos e complementares, bem como amea\u00e7as e riscos em oportunidades e seguran\u00e7a jur\u00eddica.<\/p>\n<p>________________________________________________________________________<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-43629\" src=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Francisco-Christovam.jpg\" alt=\"\" width=\"181\" height=\"216\" \/><\/p>\n<p><strong>Francisco Christovam*<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de S\u00e3o Paulo \u2013 SPUrbanuss. \u00c9, tamb\u00e9m, vice-presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 FETPESP e da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Transportes P\u00fablicos \u2013 ANTP, membro do Conselho Diretor da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Empresas de Transportes Urbanos \u2013 NTU e da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportes \u2013 CNT e membro dos Conselhos Deliberativo e Consultivo do Instituto de Engenharia.<\/p>\n<p>*<em>Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. Sua publica\u00e7\u00e3o obedece ao prop\u00f3sito de estimular o debate dos problemas brasileiros e de refletir as diversas tend\u00eancias do pensamento contempor\u00e2neo<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Semin\u00e1rio Nacional realizado, este ano, pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transportes Urbanos \u2013 NTU, o tema de um dos pain\u00e9is foi a \u201cModerniza\u00e7\u00e3o do Marco Regulat\u00f3rio do Transporte P\u00fablico\u201d, com \u00eanfase na necessidade de inovar e oferecer um servi\u00e7o de transporte coletivo mais flex\u00edvel e de melhor qualidade, num ambiente altamente regulado por 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