{"id":40403,"date":"2019-02-27T11:22:42","date_gmt":"2019-02-27T14:22:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=40403"},"modified":"2019-02-27T11:22:42","modified_gmt":"2019-02-27T14:22:42","slug":"dados-digitais-o-que-e-feito-com-nossas-informacoes-na-internet-quando-morremos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2019\/02\/27\/dados-digitais-o-que-e-feito-com-nossas-informacoes-na-internet-quando-morremos\/","title":{"rendered":"Dados digitais: o que \u00e9 feito com nossas informa\u00e7\u00f5es na internet quando morremos?"},"content":{"rendered":"<p class=\"story-body__introduction\">Fugir de nossas vidas digitais tornou-se praticamente uma miss\u00e3o imposs\u00edvel. Cada vez mais tecnologias disputam os nossos dados &#8211; e isso continua mesmo depois de nossa morte. Ningu\u00e9m gosta de pensar no assunto, mas gerenciar nossas &#8220;pegadas digitais&#8221; p\u00f3stumas est\u00e1 virando algo inevit\u00e1vel.<\/p>\n<p>&#8220;Aumentaram as discuss\u00f5es em f\u00f3runs online sobre a morte e o que as pessoas querem que aconte\u00e7a ao final de suas vidas&#8221;, conta Mark Taubert, diretor cl\u00ednico e consultor de medicina paliativa do Velindre NHS Trust, um centro hospitalar de Cardiff, no Reino Unido, especializado em tratamentos de c\u00e2ncer em est\u00e1gio terminal.<\/p>\n<p>Taubert diz que muitos pacientes o questionam sobre a morte e o que acontece com seu legado digital depois dela. Ele se recorda de uma longa conversa que teve com um jovem em est\u00e1gio terminal &#8211; atualmente j\u00e1 falecido -, que decidiu deixar mensagens e &#8220;uma dezena de v\u00eddeos incr\u00edveis&#8221; para que seus filhos os vissem quando ele j\u00e1 n\u00e3o estivesse mais vivo.<\/p>\n<p>&#8220;Ele deixou instru\u00e7\u00f5es para sua mulher. Os filhos ainda n\u00e3o viram os v\u00eddeos, mas far\u00e3o isso no futuro, quando se casarem ou se formarem, porque s\u00e3o mensagens espec\u00edficas para estes eventos, para que eles saibam que estes dias s\u00e3o importantes.&#8221;<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\">\n<p><figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/D8BA\/production\/_102628455_taubert.jpg\" alt=\"Retrato de Mark Taubert\" width=\"976\" height=\"549\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Mark Taubert diz que muitos pacientes o questionam sobre a morte e o que acontece com seu legado digital depois dela. Foto: MEI LEWIS<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>Taubert diz que algumas quest\u00f5es s\u00e3o cada vez mais frequentes. O que acontece com todas aquelas fotos compartilhadas no Facebook ou Instagram? O que fazer com a conta do Twitter? Aonda v\u00e3o parar as mensagens de WhatsApp? E as m\u00fasicas favoritas armazenadas na nuvem? O que acontece com os dados de uma conta banc\u00e1ria?<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Uma caixa de recorda\u00e7\u00f5es &#8216;digital&#8217;<\/h2>\n<p>James Norris, de 36 anos, decidiu se preparar para este momento. Deixou pronta uma mensagem de despedida que ser\u00e1 publicada na internet e decidiu o que ser\u00e1 feito com suas contas em redes sociais.<\/p>\n<p>Ele diz ter refletido sobre a morte por muitos anos. Um dia, ele assistiu a um comercial em que o comediante ingl\u00eas Bob Monkhouse se passava por um fantasma sobre seu pr\u00f3prio t\u00famulo e alertava sobre o perigo do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, doen\u00e7a que tiraria sua vida em 2004. O an\u00fancio foi veiculado depois da morte de Monkhouse.<\/p>\n<p>&#8220;Pensei: se ele usou a televis\u00e3o para dizer suas \u00faltimas palavras, agora, com a internet, podemos fazer o mesmo&#8221;, diz Norris, que teve assim a ideia de criar a DeadSocial em 2012, para administrar &#8220;legados digitais&#8221;.<\/p>\n<figure style=\"width: 624px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/EB59\/production\/_105794206_3c39fb8f-5ea3-4422-8e55-e348c2e3cc47.jpg\" alt=\"Perfil de James Norris na DeadSocial\" width=\"624\" height=\"351\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">James Norris criou a DeadSocial em 2012 para administrar &#8216;legados digitais&#8217;. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Alguns anos mais tarde, em 2015, ele fundou a Associa\u00e7\u00e3o do Legado Digital, uma organiza\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica para dar assist\u00eancia a profissionais de sa\u00fade, pacientes e cuidadores sobre como gerir as redes sociais e outros ativos digitais de pessoas que faleceram ou est\u00e3o pr\u00f3ximas de falecer.<\/p>\n<p>Norris compara sua plataforma a uma caixa de recorda\u00e7\u00f5es digital em que \u00e9 poss\u00edvel deixar mensagens a serem enviadas para amigos e entes queridos. Ele diz que, a princ\u00edpio, houve muito ceticismo quanto \u00e0 ideia.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o havia muito interesse quando lan\u00e7amos, era algo novo. Mas, agora, as pessoas come\u00e7aram a falar sobre isso e a planejar o que acontece com sua vida digital. At\u00e9 governos passaram a tratar dessa quest\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>Mas por que devemos nos preocupar com isso? &#8220;\u00c9 importante porque nossos bens digitais t\u00eam um valor financeiro a ser transmitido para nossos benefici\u00e1rios ou um valor social e sentimental, como \u00e9 o caso de fotos e v\u00eddeos&#8221;, diz Gary Rycroft, presidente do Grupo de Trabalho de Ativos Digitais da Law Society da Inglaterra e do Pa\u00eds de Gales, associa\u00e7\u00e3o que representa advogados e juristas no Reino Unido.<\/p>\n<p>Rycroft diz que passamos hoje muito tempo tentando criar nas redes sociais &#8220;a melhor vers\u00e3o&#8221; de n\u00f3s mesmos. &#8220;N\u00e3o dever\u00edamos pensar o mesmo, ent\u00e3o, em rela\u00e7\u00e3o ao nosso legado digital?&#8221;<\/p>\n<p>O advogado recomenda fazer um testamento digital e decidir ainda em vida quem ser\u00e1 o respons\u00e1vel por todos os nossos bens digitais &#8211; como dados banc\u00e1rios, reservas de moedas digitais, contas em redes sociais e de email e arquivos pessoais &#8211; quando falecemos.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Mas a quem pertecem nossos dados?<\/h2>\n<p>No entanto, a quest\u00e3o legal de a quem pertencem nossos dados digitais \u00e9 mais complexa, porque varia de acordo com o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Na Europa, por exemplo, pertencem ao indiv\u00edduo, enquanto empresas como Facebook t\u00eam a &#8220;cust\u00f3dia&#8221; destes dados, explica Gabriel Voisin, do departamento de prote\u00e7\u00e3o de dados da Bird &amp; Bird, escrit\u00f3rio de advocacia que assessoa empresas sobre quest\u00f5es tecnol\u00f3gicas. Mas, nos Estados Unidos, as companhias por tr\u00e1s destes servi\u00e7os s\u00e3o as donas dos dados.<\/p>\n<p>Voisin d\u00e1 o seguinte exemplo: &#8220;Pense em uma carta enviada pelo correio. A empresa de correios n\u00e3o \u00e9 dona da carta, s\u00f3 tem sua cust\u00f3dia. A carta \u00e9 sua. O mesmo ocorre com dados pessoais se voc\u00ea vive na Europa. Por isso, \u00e9 poss\u00edvel perdir a empresas como Facebook, Google, Amazon ou Apple uma c\u00f3pia de seus dados e mensagens privadas se desejar ou eliminar toda essa informa\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<figure style=\"width: 624px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1C40\/production\/_105723270_gettyimages-587937652.jpg\" alt=\"Pessoa abre caixa de recorda\u00c3\u00a7\u00c3\u00b5es\" width=\"624\" height=\"351\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Muitos dados digitais t\u00eam valor sentimental para pessoas pr\u00f3ximas de n\u00f3s. Foto: GETTY IMAGES<\/figcaption><\/figure>\n<p>Mas n\u00e3o existe na Am\u00e9rica Latina uma regulamenta\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0 lei que rege essa quest\u00e3o em toda a Europa. Cada pa\u00eds da regi\u00e3o tem suas pr\u00f3prias regras, explica Paula Garral\u00f3n, advogada do Bird &amp; Bird.<\/p>\n<p>&#8220;Isso gera uma falta de homogeneidade normativa que faz com que haja pa\u00edses em que o direito \u00e0 prote\u00e7\u00e3o de dados tenha um amplo reconhecimento enquanto, em outros, \u00e9 inexistente&#8221;, diz ela, que destaca, por\u00e9m, que muitas legisla\u00e7\u00f5es na Am\u00e9rica Latina se inspiram no sistema europeu.<\/p>\n<p>Em termos gerais, os direitos de uma pessoa se &#8220;extinguem&#8221; quando ela falece, ainda que &#8220;a lei tenha levado em conta que familiares, herdeiros ou terceiros possam ter algum direito sobre estes dados, como reconhece a maioria das normas&#8221;.<\/p>\n<p>Em pa\u00edses como Argentina e Uruguai, esse direito pertence aos sucessores naturais da pessoa. E em quase todos os pa\u00edses latino-americanos, &#8220;a morte sup\u00f5e a extin\u00e7\u00e3o da personalidade&#8221;, diz Garral\u00f3n.<\/p>\n<p>&#8220;Mas, no M\u00e9xico, o escopo \u00e9 mais amplo, porque a prote\u00e7\u00e3o aos dados pessoais n\u00e3o se extingue, de modo que o direito pode ser exercido por qualquer um que demonstre um interesse legal leg\u00edtimo.&#8221;<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">E no Brasil?<\/h2>\n<p>Renato Opice Blum, professor do curso de prote\u00e7\u00e3o de dados e direito digital do Insper, explica que o Brasil segue o modelo europeu, em que a titularidade dos dados \u00e9 do indiv\u00edduo.<\/p>\n<p>Ele diz que a nova lei de prote\u00e7\u00e3o de dados digitais do Brasil, que entrar\u00e1 em vigor em agosto de 2020, n\u00e3o trata do assunto. Por isso, quest\u00f5es nesta \u00e1rea continuar\u00e3o a ser regidas pelo C\u00f3digo Civil e regras de privacidade em geral.<\/p>\n<p>Opice Blum afirma que, de acordo com as leis de sucess\u00f5es, bens digitais que tenham um valor financeiro s\u00e3o trasmitidos para os herdeiros da pessoa falecida. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o aos bens que n\u00e3o t\u00eam valor financeiro, mas pessoal, como mensagens e correspond\u00eancias, essa transfer\u00eancia pode n\u00e3o ocorrer automaticamente.<\/p>\n<p>&#8220;Em alguns casos, os parentes n\u00e3o t\u00eam as senhas de quem faleceu e precisam entrar na justi\u00e7a para que as empresas liberem o acesso ao conte\u00fado&#8221;, afirma Opice Blum.<\/p>\n<p>&#8220;Como n\u00e3o h\u00e1 uma lei espec\u00edfica, existe a presun\u00e7\u00e3o de que tudo que pertencia \u00e0 pessoa \u00e9 transferido aos seus herdeiros, e existe uma tend\u00eancia nos tribunais de reconhecer a transmissibilidade de dados digitais, mas, em muitos casos, \u00e9 preciso obter uma ordem judicial.&#8221;<\/p>\n<p>Uma forma de evitar a\u00e7\u00f5es judiciais, explica o advogado, \u00e9 que a pessoa escolha ainda em vida nestas plataformas e servi\u00e7os um curador do seu acervo digital p\u00f3stumo, para dar acesso a suas contas a algu\u00e9m quando ela vier a morrer ou n\u00e3o puder mais fazer a gest\u00e3o dos seus dados por doen\u00e7a ou senilidade.<\/p>\n<p>Uma alternativa usada com cada vez mais frequ\u00eancia \u00e9 fazer um testamento digital, junto com um testamento de bens f\u00edsicos ou em separado. &#8220;\u00c9 um documento que vai ser aberto em ju\u00edzo e mediante certas condi\u00e7\u00f5es, para dar acesso aos bens digitais ao informar logins e senhas, por exemplo. \u00c9 a op\u00e7\u00e3o que d\u00e1 menos trabalho para os herdeiros.&#8221;<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">&#8216;Redes sociais levaram a mudan\u00e7a na forma como experimentamos a morte&#8217;<\/h2>\n<p>No M\u00e9xico, acaba de ser lan\u00e7ada &#8220;a primeira plataforma digital para informar amigos e familiares de forma mais r\u00e1pida e simples sobre a perda de um ente querido&#8221;.<\/p>\n<p>O InMemori \u00e9 um servi\u00e7o gratuito desenvolvido pela empresa de servi\u00e7os funer\u00e1rios Grupo Gayosso a partir de um sistema criado pela empreendedora francesa Cl\u00e9mentine Piazza em 2016. Trata-se de uma p\u00e1gina pela qual \u00e9 poss\u00edvel compartilhar mensagens de p\u00easames ou recorda\u00e7\u00f5es e fotos da pessoa falecida.<\/p>\n<p>\u00d3scar Ch\u00e1vez, diretor de planejamento e novos neg\u00f3cios da companhia, avalia que &#8220;as redes sociais levaram a uma mudan\u00e7a importante&#8221; na forma como experimentamos a morte.<\/p>\n<p>&#8220;O uso de ferramentas digitais deve servir para comunicar de maneira efetiva os pontos importantes da despedida, aproximar as pessoas na hora de dizer adeus a este ente querido e dar a elas a oportunidade de se fazerem presentes neste momento&#8221;, diz Ch\u00e1vez.<\/p>\n<p>Ele diz que o testemunho digital \u00e9 &#8220;uma ferramenta de muito valor para a fam\u00edlia&#8221;.<\/p>\n<figure style=\"width: 624px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/CFA1\/production\/_105735135_inmemori.jpg\" alt=\"P\u00c3\u00a1gina da InMemori\" width=\"624\" height=\"351\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">O InMemori \u00e9 um servi\u00e7o gratuito pelo qual \u00e9 poss\u00edvel compartilhar mensagens de p\u00easames ou recorda\u00e7\u00f5es e fotos da pessoa falecida. Foto: GRUPO GAYOSSO<\/figcaption><\/figure>\n<p>&#8220;Toda pessoa tem o direito de decidir o destino da informa\u00e7\u00e3o que gerou ao longo da vida&#8221;, diz Garral\u00f3n.<\/p>\n<p>A advogada explica que as leis come\u00e7am a se adaptar \u00e0 sociedade em que vivemos, mas que isso ainda n\u00e3o ocorreu em todos os pa\u00edses. &#8220;Por isso, \u00e9 recomed\u00e1vel configurar as op\u00e7\u00f5es de privacidade nas redes sociais que o permitam e, sobretudo, deixar claro a pessoas pr\u00f3ximas o que queremos que seja feito com nova informa\u00e7\u00e3o quando nos formos.&#8221;<\/p>\n<p>Neste sentido, Norris oferece alguns conselhos sobre o que fazer em cada plataforma. Entre outras coisas, recomenda fazer uma c\u00f3pia de seguran\u00e7a no Facebook e no Instagram e baixar uma c\u00f3pia de seus dados para que seu parente mais pr\u00f3ximo possa fazer uso deles. J\u00e1 no Twitter, transferir a conta a um ente querido ou pedir que seja desativada.<\/p>\n<p>Mark Taubert afirma que, al\u00e9m das raz\u00f5es \u00f3bvias de seguran\u00e7a, como dados de cart\u00e3o de cr\u00e9dito, identidade e finan\u00e7as pessoais, proteger nossos dados ap\u00f3s a morte \u00e9 importante, porque &#8220;nosso legado e recorda\u00e7\u00f5es permanecem com outras pessoas durante um certo tempo, e nossos familiares e amigos podem querer conservar os momentos compartilhados&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Eu mesmo j\u00e1 pensei em apagar todas as minhas fotos e v\u00eddeo do Facebook no passado, mas depois me perguntei: &#8216;E se o Facebook continuar a existir em 2119 e meus netos quiserem saber o que eu fiz em 2019?&#8221;, diz o m\u00e9dico.<\/p>\n<p>&#8220;Teria sido muito interessante poder fazer isso em rela\u00e7\u00e3o a meus av\u00f3s. Pode ser uma forma de gera\u00e7\u00f5es futuras experimentarem a hist\u00f3ria. Pode ser revelador, uma aprendizagem.&#8221;<\/p>\n<p><em>Fonte BBC News Brasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fugir de nossas vidas digitais tornou-se praticamente uma miss\u00e3o imposs\u00edvel. Cada vez mais tecnologias disputam os nossos dados &#8211; e isso continua mesmo depois de nossa morte. 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