{"id":40218,"date":"2019-02-14T10:43:16","date_gmt":"2019-02-14T12:43:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=40218"},"modified":"2019-02-14T10:48:20","modified_gmt":"2019-02-14T12:48:20","slug":"monitoramento-de-obras-de-engenharia-pode-evitar-desastres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2019\/02\/14\/monitoramento-de-obras-de-engenharia-pode-evitar-desastres\/","title":{"rendered":"Monitoramento de obras de engenharia pode evitar desastres"},"content":{"rendered":"<p>A f\u00edsica nos mostra que n\u00e3o existe corpo r\u00edgido. Toda vez que se aplica uma for\u00e7a sobre algo, h\u00e1 uma deforma\u00e7\u00e3o e esse objeto \u00e9 afetado em diferentes n\u00edveis \u2014 comprimento, altura e largura. Por isso, em obras estruturais da engenharia deslocamentos de cent\u00edmetros, \u00e0s vezes, mil\u00edmetros, podem significar fissuras e instabilidade. Para monitorar essas altera\u00e7\u00f5es, s\u00e3o utilizados equipamentos de alta precis\u00e3o, como esta\u00e7\u00f5es totais ou GPSs. O m\u00e9todo aplica-se a encostas, forma\u00e7\u00f5es rochosas, pontes, viadutos e at\u00e9 mesmo barragens. O uso de software e o controle correto permitem avisos remotos em casos de emerg\u00eancia, como na situa\u00e7\u00e3o vivida em Brumadinho, Minas Gerais.<\/p>\n<p>O professor\u00a0<a href=\"https:\/\/www.stt.eesc.usp.br\/pessoas\/docentes\/irineu-da-silva\/\">Irineu da Silva<\/a>, da Escola de Engenharia de S\u00e3o Carlos (EESC) da USP, coordena quatro alunos de doutorado em um grupo focado no assunto: o monitoramento de estruturas. Segundo Silva, o Brasil \u00e9 destaque no desenvolvimento de tecnologia para monitorar estruturas, posicionando-se no n\u00edvel de pa\u00edses como B\u00e9lgica, Su\u00ed\u00e7a e Chile.<\/p>\n<p>\u201cExistem dois tipos de acompanhamentos. H\u00e1 os m\u00e9todos geot\u00e9cnicos, nos quais aparelhos ligados \u00e0 estrutura medem caracter\u00edsticas intr\u00ednsecas, como resist\u00eancia. E os geod\u00e9sicos, que aferem deslocamentos externos, muitas vezes, remotamente\u201d, explica o professor.<\/p>\n<p>Os pesquisadores de S\u00e3o Carlos trabalham por meio da segunda via, na qual s\u00e3o usados equipamentos como esta\u00e7\u00f5es totais, inclin\u00f4metros, n\u00edveis e GPS \u2013 n\u00e3o o dos celulares, mas antenas bem maiores e de uso especializado. As pesquisas buscam certificar a qualidade dos m\u00e9todos aqui no Brasil e ampliar a sua aplica\u00e7\u00e3o\u2014 os melhores aparelhos t\u00eam coeficiente de erro na casa de um mil\u00edmetro.<\/p>\n<h3><b>Ci\u00eancia garante o uso eficiente<\/b><\/h3>\n<p>O doutorando Diego de Oliveira Martins, por exemplo, estudou a esta\u00e7\u00e3o total. O apetrecho funciona a partir da emiss\u00e3o de ondas eletromagn\u00e9ticas. O disparo atinge um alvo fixo, um prisma. Os raios s\u00e3o refletidos de volta ao aparelho. A dist\u00e2ncia \u00e9 processada por meio do n\u00famero de oscila\u00e7\u00f5es no percurso. A angula\u00e7\u00e3o permite o c\u00e1lculo de n\u00edvel (diferen\u00e7a de altura) e de coordenadas espaciais.<\/p>\n<p>Mais especificamente, ele pesquisou a acur\u00e1cia do m\u00e9todo, ou seja, a proximidade entre o valor obtido experimentalmente e o verdadeiro na medi\u00e7\u00e3o de uma grandeza f\u00edsica. Com dist\u00e2ncias de at\u00e9 um quil\u00f4metro entre esta\u00e7\u00e3o e alvo, Martins fez uma s\u00e9rie de testes. \u201cO prisma era movimentado por um bra\u00e7o rob\u00f3tico em pequenas dist\u00e2ncias. A diferen\u00e7a entre o deslocamento real e o apontado pela esta\u00e7\u00e3o ficava na casa dos cent\u00e9simos de cent\u00edmetro.\u201d<\/p>\n<figure id=\"attachment_223924\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 625px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-223924\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/20190212_.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" srcset=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/20190212_.jpg 800w, https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/20190212_-300x158.jpg 300w, https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/20190212_-768x403.jpg 768w, https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/20190212_-364x191.jpg 364w\" alt=\"\" width=\"625\" height=\"328\" data-id=\"223924\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Equipamento esta\u00e7\u00e3o total como o da foto \u00e9 um exemplo dos utilizados pelos pesquisadores da USP, em S\u00e3o Carlos, em estudos de monitoramento de obras estruturais \u2013 Foto: Wikimedia commons<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em alguns casos, entretanto, a posi\u00e7\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 confi\u00e1vel. Apela-se, ent\u00e3o, ao GPS ou \u00e0 proposta de estudo de Guilherme Poleszuk dos Santos Rosa. O doutorando prop\u00f5e o uso de outros medidores sobre a esta\u00e7\u00e3o total. H\u00e1, assim, um confronto de dados, com uma compara\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es de diferentes fontes em busca de uma conclus\u00e3o mais veross\u00edmil.<\/p>\n<p>Silva destaca que dessa maneira n\u00e3o ocorrem alarmes falsos. Como os aparelhos s\u00e3o digitais e, muitas vezes, robotizados, os testes s\u00e3o feitos 24 horas por dia. A sinaliza\u00e7\u00e3o de risco pode ser enviada diretamente a computadores ou celulares, ou mesmo disparar sirenes automaticamente.<\/p>\n<p>\u201cPor crit\u00e9rios de seguran\u00e7a, h\u00e1 sempre mais de um aparelho. Caso um deles n\u00e3o detecte o deslocamento al\u00e9m do limite, o outro emite o alerta de risco. Fora que os dados de ambos podem ser confrontados em busca de menor erro de aferi\u00e7\u00e3o\u201d, disse o professor da EESC.<\/p>\n<p>Dada a diversidade de aparelhos, bem como o avan\u00e7o das fontes energ\u00e9ticas, como as placas solares, pode-se usar esse tipo de an\u00e1lise nos mais variados locais.. Em outros pa\u00edses, a tecnologia geod\u00e9sica tamb\u00e9m \u00e9 usada para garantir a seguran\u00e7a das estruturas. \u00c9 o caso do Chile, que adota a t\u00e9cnica em minas de cobre para evitar acidentes como o que ocorreu em 2015, com o soterramento de 33 mineiros. Na It\u00e1lia, \u00e9 empregada para prevenir deslizamentos de encostas e na Su\u00ed\u00e7a, em desabamentos na regi\u00e3o dos Alpes.<\/p>\n<h3><b>O que \u00e9 geod\u00e9sia?<\/b><\/h3>\n<p>A geod\u00e9sia nasceu da cartografia e do maior conhecimento da forma da Terra (geoide, tecnicamente), as medidas da superf\u00edcie e sua reprodu\u00e7\u00e3o ficaram paulatinamente mais certeiras. Apesar de ser um ramo tradicional da ci\u00eancia, os estudos mais modernos da \u00e1rea chegaram ao Brasil h\u00e1 25 anos. O professor Irineu da Silva foi um dos pioneiros, quando foi \u00e0 Su\u00ed\u00e7a estudar fotogrametria.<\/p>\n<p>O professor disponibiliza o conhecimento de seu grupo, desde o m\u00e9todo at\u00e9 os mais novos softwares, \u00e0 sociedade. Segundo ele, o geod\u00e9sico seria uma op\u00e7\u00e3o \u00a0eficiente em situa\u00e7\u00f5es como o rompimento da barragem de Brumadinho ou o problema na estrutura do viaduto do Jaguar\u00e9, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><em>Fonte Jornal da USP<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A f\u00edsica nos mostra que n\u00e3o existe corpo r\u00edgido. Toda vez que se aplica uma for\u00e7a sobre algo, h\u00e1 uma deforma\u00e7\u00e3o e esse objeto \u00e9 afetado em diferentes n\u00edveis \u2014 comprimento, altura e largura. 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