{"id":39840,"date":"2019-01-24T09:00:44","date_gmt":"2019-01-24T11:00:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=39840"},"modified":"2019-01-24T09:00:44","modified_gmt":"2019-01-24T11:00:44","slug":"a-megacolisao-planetaria-que-pode-ter-formado-a-lua-e-tornado-possivel-a-vida-na-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2019\/01\/24\/a-megacolisao-planetaria-que-pode-ter-formado-a-lua-e-tornado-possivel-a-vida-na-terra\/","title":{"rendered":"A megacolis\u00e3o planet\u00e1ria que pode ter formado a Lua e tornado poss\u00edvel a vida na Terra"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter\" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"24\" data-block-id=\"2\">\n<p class=\"content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Talvez voc\u00ea j\u00e1 tenha se deparado com alguma teoria maluca dizendo que n\u00f3s descendemos de alien\u00edgenas. De certa forma, essa ideia pode estar certa.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall protected-content\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"65\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">N\u00e3o significa que fomos criados por homenzinhos verdes como esses que habitam o imagin\u00e1rio da fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, \u00e9 claro. Mas, de acordo com um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Rice, no Texas, Estados Unidos, e publicado na quarta-feira pelo peri\u00f3dico cient\u00edfico Science Advances, uma colis\u00e3o planet\u00e1ria ocorrida h\u00e1 4,4 bilh\u00f5es de anos trouxe para nosso planeta os elementos fundamentais para o surgimento da vida.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"44\" data-block-id=\"4\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Nosso estudo indica que a Terra adquiriu sua cota de elementos essenciais \u00e0 vida em um est\u00e1gio muito tardio de sua acre\u00e7\u00e3o, possivelmente por meio do mesmo impacto que formou a Lua&#8221;, afirma \u00e0 BBC News Brasil o ge\u00f3logo e cientista planet\u00e1rio Damanveer Grewal.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"24\" data-block-id=\"5\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Em astrof\u00edsica, acre\u00e7\u00e3o \u00e9 o nome que se d\u00e1 ao ac\u00famulo de material na superf\u00edcie de um astro por conta da a\u00e7\u00e3o da gravidade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"35\" data-block-id=\"6\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Como a Terra tem uma longa hist\u00f3ria de crescimento, espa\u00e7ada por ac\u00famulos de v\u00e1rios milh\u00f5es de anos, impactos gigantescos devem ter desempenhado um papel primordial na origem da vida em nosso planeta&#8221;, prossegue o cientista.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"4\" data-block-id=\"7\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>&#8216;Elementos-chave para a vida&#8217;<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"32\" data-block-id=\"8\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Em entrevista \u00e0 BBC News Brasil, o ge\u00f3logo e cientista planet\u00e1rio Rajdeep Dasgupta, lembrou que &#8220;carbono, oxig\u00eanio, hidrog\u00eanio, nitrog\u00eanio, enxofre e f\u00f3sforo s\u00e3o os cinco elementos-chave para a vida como a conhecemos&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"85\" data-block-id=\"9\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Sem carbono, nitrog\u00eanio e enxofre, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel produzir os hidrocarbonetos, amino\u00e1cidos e prote\u00ednas necess\u00e1rios \u00e0 vida. Portanto, nos concentramos na origem de alguns desses elementos fundamentais&#8221;, explica ele. &#8220;N\u00e3o podemos descartar a possibilidade de que a Terra tenha adquirido sua dose necess\u00e1ria de elementos essenciais \u00e0 vida sem ter sofrido epis\u00f3dios de impactos gigantescos. No entanto, o invent\u00e1rio relativo de carbono, nitrog\u00eanio e enxofre na por\u00e7\u00e3o acess\u00edvel do nosso planeta aponta para sua origem atrav\u00e9s de um impacto gigantesco, como sugerido em nosso estudo.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"3\" data-block-id=\"10\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Viemos do espa\u00e7o<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"59\" data-block-id=\"11\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Conforme contextualizam os pesquisadores, a partir do estudo de meteoritos primitivos h\u00e1 muito se sabe que planetas rochosos como a Terra s\u00e3o, originalmente, escassos de materiais vol\u00e1teis. &#8220;O momento e o mecanismo que levou a Terra a adquirir tais elementos suscita entusiasmantes debates&#8221;, diz Dasgupta. &#8220;Nosso cen\u00e1rio pode explicar tal fen\u00f4meno de forma consistente com todas as evid\u00eancias geoqu\u00edmicas.&#8221;<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"37\" data-block-id=\"13\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os pesquisadores compilaram resultados de uma s\u00e9rie de experimentos realizados sob altas temperatura e press\u00e3o em um laborat\u00f3rio especializado na Universidade Rice. Ali, eles simularam rea\u00e7\u00f5es geoqu\u00edmicas que devem ter ocorrido na Terra h\u00e1 bilh\u00f5es de anos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"31\" data-block-id=\"14\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Partiram de uma teoria j\u00e1 existente, de que os vol\u00e1teis da Terra seriam origin\u00e1rios de uma colis\u00e3o com um planeta cujo n\u00facleo era rico em enxofre &#8211; denominado como &#8220;planeta doador&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"59\" data-block-id=\"15\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Nosso principal desafio foi explicar por que a superf\u00edcie da Terra t\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o de carbono para nitrog\u00eanio que \u00e9 nitidamente mais alta do que a dos meteoritos primitivos&#8221;, comenta Grewal. &#8220;Nossos experimentos mostraram que se o n\u00facleo de um planeta rochoso \u00e9 rico em enxofre, ent\u00e3o o carbono \u00e9 expelido dele numa propor\u00e7\u00e3o maior do que o nitrog\u00eanio.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"41\" data-block-id=\"16\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Nessas simula\u00e7\u00f5es, os cientistas conclu\u00edram que para o efeito ter sido assim, esse tal &#8220;planeta doador&#8221; teria de ter o tamanho aproximado de Marte. Uma colis\u00e3o gigantesca, portanto. Deste tamanho, tudo indica ter sido a mesma colis\u00e3o que formou a Lua.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"3\" data-block-id=\"17\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>O grande impacto<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"66\" data-block-id=\"18\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A teoria mais aceita hoje em dia pela comunidade cient\u00edfica para explicar a forma\u00e7\u00e3o da Lua \u00e9 aquela chamada de hip\u00f3tese do grande impacto. Apresentada em 1975 por pesquisadores do Instituto de Ci\u00eancias Planet\u00e1rios de Tucson e do Instituto Harvard-Smithsonian de Astrof\u00edsica, a teoria conclui que h\u00e1 4,4 bilh\u00f5es de anos um planeta mais ou menos do tamanho de Marte, chamado Theia, chocou-se com a Terra.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"75\" data-block-id=\"19\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Impactos planet\u00e1rios ocorrem ao longo da hist\u00f3ria de um sistema solar&#8221;, explica o professor Dasgupta. &#8220;Impactos assim ocorrem at\u00e9 hoje, embora com uma frequ\u00eancia muito menor e com os planetas que se chocam geralmente sendo muito menores em tamanho. Os impactos planet\u00e1rios foram muito mais frequentes nas primeiras dezenas de milh\u00f5es de anos da hist\u00f3ria do Sistema Solar. Naquela \u00e9poca, o disco protoplanet\u00e1rio ainda estava evoluindo e \u00f3rbitas de v\u00e1rios corpos ainda estavam sendo estabelecidas.&#8221;<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"46\" data-block-id=\"21\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A gigantesca colis\u00e3o, a cerca de 40 mil quil\u00f4metros por hora, n\u00e3o teria sido frontal &#8211; mas sim, de lado. Do impacto, uma grande quantidade de material se desprendeu formando a Lua. Acredita-se que 90 por cento da composi\u00e7\u00e3o lunar seja origin\u00e1ria do antigo planeta Theia.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"40\" data-block-id=\"22\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A teoria aponta que o material que deu origem \u00e0 Lua se estabilizou a cerca de 22 mil quil\u00f4metros da Terra 27 horas ap\u00f3s a colis\u00e3o \u2014 a dist\u00e2ncia atual da Terra \u00e0 Lua hoje \u00e9 de 385 mil quil\u00f4metros.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"row medium-uncollapsed content-media content-photo\" data-block-type=\"backstage-photo\" data-block-id=\"23\">\n<div class=\"mc-column content-media__container\">\n<div class=\"progressive-img can-open-lightbox\" data-min-size=\"1008x672\" 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forma\u00e7\u00e3o da Lua \u00e9 de 1975 e chamada de hip\u00f3tese do grande impacto \u2014 Foto: Reuters\/Baz Ratner\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/VYruKMfpepHy9UegH8E5aC_9aRM=\/0x0:1669x1113\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2018\/07\/27\/2018-07-27t171838z_1779851863_rc1183b18470_rtrmadp_3_lunar-eclipse-kenya.jpg\" alt=\"A teoria mais aceita pela comunidade cient\u00edfica para explicar a forma\u00e7\u00e3o da Lua \u00e9 de 1975 e chamada de hip\u00f3tese do grande impacto \u2014 Foto: Reuters\/Baz Ratner\" width=\"600\" height=\"400\" data-src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/VYruKMfpepHy9UegH8E5aC_9aRM=\/0x0:1669x1113\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2018\/07\/27\/2018-07-27t171838z_1779851863_rc1183b18470_rtrmadp_3_lunar-eclipse-kenya.jpg\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">A teoria mais aceita pela comunidade cient\u00edfica para explicar a forma\u00e7\u00e3o da Lua \u00e9 de 1975 e chamada de hip\u00f3tese do grande impacto \u2014 Foto: Reuters\/Baz Ratner<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"112\" data-block-id=\"24\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O resto da Theia foi incorporado pela Terra. E, como acabam de comprovar em laborat\u00f3rio dos cientistas, este material trouxe condi\u00e7\u00f5es para o surgimento da vida no planeta. &#8220;A conclus\u00e3o de que o corpo vol\u00e1til da Terra foi origin\u00e1rio de um planeta do tama<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"59\" data-block-id=\"27\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Realizamos mais de um bilh\u00e3o de simula\u00e7\u00f5es num\u00e9ricas para calcular a composi\u00e7\u00e3o e a massa do planeta que deve ter fornecido os vol\u00e1teis para a Terra. Nossas simula\u00e7\u00f5es previram um planeta do tamanho de Marte e com caracter\u00edsticas espec\u00edficas. Todas as restri\u00e7\u00f5es de massa e composi\u00e7\u00e3o apontam para o momento coincidente ao da forma\u00e7\u00e3o da Lua&#8221;, resume o pesquisador.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"15\" data-block-id=\"28\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Isto tamb\u00e9m explica por que a Terra e a Lua s\u00e3o geoquimicamente similares&#8221;, completa Dasgupta.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"4\" data-block-id=\"29\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Vida em outros planetas<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"60\" data-block-id=\"30\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Dasgupta afirma que compreender como a vida se formou na Terra pode ajudar na pesquisa sobre fen\u00f4menos semelhantes em outros planetas. &#8220;O estudo indica que um planeta rochoso semelhante \u00e0 Terra tem mais chances de adquirir elementos essenciais \u00e0 vida se se formar e crescer a partir de impactos gigantescos com planetas que tenham elementos diferentes em sua composi\u00e7\u00e3o&#8221;, comenta.<\/p>\n<\/div>\n<div data-track-category=\"multicontent\" data-track-action=\"ultimo chunk conteudo\" data-track-noninteraction=\"false\" data-track-scroll=\"view\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"14\" data-block-id=\"31\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\u00c9 uma dica na hora de mirar os telesc\u00f3pios para o espa\u00e7o, sem d\u00favida.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">nho de Marte veio da combina\u00e7\u00e3o de nossas medi\u00e7\u00f5es experimentais, onde mostramos como o carbono e o nitrog\u00eanio podem ser separados uns dos outros durante a forma\u00e7\u00e3o do n\u00facleo de um planeta com um n\u00facleo rico em enxofre&#8221;, afirma o professor Dasgupta. &#8220;Essas simula\u00e7\u00f5es comprovaram que a maior probabilidade de obter carbono, nitrog\u00eanio e enxofre s\u00e3o quando o tamanho do corpo de colis\u00e3o \u00e9 o de um grande planeta.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"86\" data-block-id=\"25\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Para chegar a tal conclus\u00e3o, os cientistas realizaram modelagens de computador. Foram executados cerca de 1 bilh\u00e3o de cen\u00e1rios diferentes, com condi\u00e7\u00f5es conhecidas do Sistema Solar, at\u00e9 que os resultados indicassem uma vers\u00e3o mais poss\u00edvel do que realmente deve ter acontecido. &#8220;Ent\u00e3o descobrimos todas as evid\u00eancias \u2014 assinaturas isot\u00f3picas, rela\u00e7\u00e3o entre carbono e nitrog\u00eanio e quantidades totais de carbono, nitrog\u00eanio e enxofre na Terra \u2014 consistentes com o impacto de forma\u00e7\u00e3o da Lua: um planeta do tamanho de Marte com n\u00facleo rico em enxofre&#8221;, afirma Grewal.<\/p>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"><em>Fonte G1<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Talvez voc\u00ea j\u00e1 tenha se deparado com alguma teoria maluca dizendo que n\u00f3s descendemos de alien\u00edgenas. De certa forma, essa ideia pode estar certa. 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