{"id":39803,"date":"2019-01-21T15:30:07","date_gmt":"2019-01-21T17:30:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=39803"},"modified":"2019-01-21T15:30:07","modified_gmt":"2019-01-21T17:30:07","slug":"como-a-inteligencia-artificial-pode-melhorar-a-vida-de-pessoas-com-deficiencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2019\/01\/21\/como-a-inteligencia-artificial-pode-melhorar-a-vida-de-pessoas-com-deficiencia\/","title":{"rendered":"Como a intelig\u00eancia artificial pode melhorar a vida de pessoas com defici\u00eancia"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter\" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"57\" data-block-id=\"2\">\n<p class=\"content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;A intelig\u00eancia artificial revolucionou n\u00e3o s\u00f3 a minha vida como as dos meus alunos.&#8221; \u00c9 essa frase que Luciane Molina, professora universit\u00e1ria e de tecnologia assistiva na Universidade de Taubat\u00e9, em S\u00e3o Paulo, usa para definir a rela\u00e7\u00e3o que tem com as iniciativas que surgiram para melhorar a autonomia das pessoas com defici\u00eancia por meio de algoritmos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall protected-content\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"31\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No Brasil, de acordo com o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), existem 45,6 milh\u00f5es de pessoas com defici\u00eancia no pa\u00eds (23,9% da popula\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e9poca).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"24\" data-block-id=\"4\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Luciane \u00e9 cega e faz uso de diversos aplicativos no smartphone para reconhecer imagens, r\u00f3tulos de produtos, c\u00e9dulas de dinheiro e acessar materiais impressos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"50\" data-block-id=\"5\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Com essas solu\u00e7\u00f5es de acessibilidade, ela j\u00e1 p\u00f4de descobrir a senha do Wi-Fi sozinha em casa e tamb\u00e9m quando, por exemplo, seu computador estava passando por uma atualiza\u00e7\u00e3o. Isso porque os atuais softwares de leitura de tela para cegos n\u00e3o t\u00eam acesso a telas como a de atualiza\u00e7\u00e3o do Windows.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"24\" data-block-id=\"6\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A professora tamb\u00e9m apresenta os recursos tecnol\u00f3gicos a seus alunos. &#8220;A cada novidade que eu apresento, a vida deles se torna mais f\u00e1cil&#8221;, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"37\" data-block-id=\"7\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Recentemente, uma aluna de Luciane ganhou mais autonomia com um aplicativo leitor de c\u00e9dulas de real. &#8220;Ela tinha muita vontade de ficar sozinha em casa e conseguir pagar a marmita sem a ajuda de outras pessoas&#8221;, conta.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"43\" data-block-id=\"8\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Grande parte dessas solu\u00e7\u00f5es foi desenvolvida por meio de sistemas que &#8220;aprendem&#8221; com um alto volume de dados. A partir dessas informa\u00e7\u00f5es, eles s\u00e3o capazes de identificar padr\u00f5es e tomar decis\u00f5es com o m\u00ednimo de interven\u00e7\u00e3o humana. \u00c9 o chamado &#8220;aprendizado de m\u00e1quina&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"25\" data-block-id=\"9\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Mas a transcri\u00e7\u00e3o de fala para texto em tempo real e os recursos de vis\u00e3o computacional s\u00e3o s\u00f3 alguns exemplos de aplica\u00e7\u00f5es de intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"59\" data-block-id=\"10\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Quanto mais usamos [os recursos de intelig\u00eancia artificial para pessoas com defici\u00eancia], melhores eles ficam&#8221;, diz a professora. Entre os aplicativos que ela usa est\u00e3o o TapTapSee, para ler r\u00f3tulos de produtos, e o Seeing AI, para organizar documentos e diplomas em pastas e reconhecer os textos das fotos que recebe por email ou redes sociais como o Facebook.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"11\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"27\" data-block-id=\"12\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A professora at\u00e9 desenvolveu um suporte de madeira para apoiar os livros e materiais impressos para conseguir fotografar com o \u00e2ngulo ideal e com uma boa ilumina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"58\" data-block-id=\"13\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O Seeing AI \u00e9 uma iniciativa de intelig\u00eancia artificial da Microsoft para pessoas cegas e com baixa vis\u00e3o. O app usa vis\u00e3o computacional e redes neurais para identificar objetos, cores, textos, cenas e at\u00e9 mesmo caracter\u00edsticas f\u00edsicas e express\u00f5es faciais de uma pessoa. Por enquanto, s\u00f3 est\u00e1 dispon\u00edvel para iOS, o sistema operacional utilizado pelos dispositivos da Apple.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"2\" data-block-id=\"14\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Aporte milion\u00e1rio<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"48\" data-block-id=\"15\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O aplicativo \u00e9 s\u00f3 uma das a\u00e7\u00f5es de acessibilidade desenvolvidas pela Microsoft. Em maio de 2018, o CEO da empresa, Satya Nadella, anunciou um investimento de US$ 25 milh\u00f5es (cerca de R$ 93 milh\u00f5es), ao longo de cinco anos, em projetos de intelig\u00eancia artificial para pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"61\" data-block-id=\"16\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Desenvolvedores, ONGs, acad\u00eamicos, pesquisadores e inventores podem submeter projetos de acessibilidade baseados em intelig\u00eancia artificial para o programa AI For Accessibility at\u00e9 o dia 1\u00ba de fevereiro de 2019. Os aprovados receber\u00e3o um aporte da companhia para levar os projetos e ideias a outro patamar. As solicita\u00e7\u00f5es s\u00e3o aceitas de modo cont\u00ednuo e para se inscrever \u00e9 necess\u00e1rio preencher um formul\u00e1rio.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"50\" data-block-id=\"17\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O Facebook \u00e9 outra gigante da tecnologia que investe em projetos de intelig\u00eancia artificial para pessoas com defici\u00eancia. A rede social usa algoritmos para gerar uma descri\u00e7\u00e3o de imagem autom\u00e1tica para cegos. O recurso n\u00e3o \u00e9 perfeito e tampouco substitui uma descri\u00e7\u00e3o humana, mas colabora para um ambiente mais acess\u00edvel.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"57\" data-block-id=\"18\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Existem v\u00e1rios m\u00e9todos de aprendizagem de m\u00e1quina. O que eles possuem em comum \u00e9 que todos precisam de pessoas para ensin\u00e1-los a aprender uma determinada tarefa, e, assim, fazer o que se deseja. No Facebook, os sistemas de reconhecimento de imagem s\u00e3o supervisionados por pessoas que olham as fotos e informam ao sistema o que h\u00e1 nela.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"19\">\n<div id=\"banner_materia__76b6334318764fa6bc9319142118739e\" class=\"tag-manager-publicidade-container has-reveal has-ad-lazyload tag-manager-publicidade-banner_materia__76b6334318764fa6bc9319142118739e tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel\" data-id=\"banner_materia__76b6334318764fa6bc9319142118739e\" data-google-query-id=\"CNWLpvSy_98CFQFswQodOEYENA\" data-cid=\"138256791447\" data-lid=\"4917265670\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"61\" data-block-id=\"20\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">De acordo com Matthew King, engenheiro do Facebook especialista em acessibilidade, embora a intelig\u00eancia artificial esteja em desenvolvimento h\u00e1 d\u00e9cadas, os sistemas que temos ainda s\u00e3o novos. &#8220;Apesar de eles estarem melhorando rapidamente nos \u00faltimos anos, eles ainda t\u00eam muitas limita\u00e7\u00f5es&#8221;, diz. Mesmo assim, representam um grande salto para a plena participa\u00e7\u00e3o das pessoas cegas no ambiente online, segundo o especialista.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"40\" data-block-id=\"21\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A professora universit\u00e1ria e de tecnologia assistiva, Luciane Molina, concorda. Ela conta que antes n\u00e3o se interessava tanto pela rede social pela quantidade de posts com imagens com os quais n\u00e3o podia interagir, por n\u00e3o saber do que se tratavam.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"42\" data-block-id=\"22\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Certa vez, uma amiga dela postou uma foto e escreveu na legenda: &#8220;Olha minha nova pulseira&#8221;. Mas, na verdade, a imagem se referia ao gesso colocado no bra\u00e7o da amiga ap\u00f3s um machucado. Luciane s\u00f3 percebeu tal fato lendo todos os coment\u00e1rios.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"23\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Ela reconhece que as descri\u00e7\u00f5es s\u00e3o b\u00e1sicas e n\u00e3o substituem uma audiodescri\u00e7\u00e3o, mas valoriza o recurso. &#8220;O fato de a intelig\u00eancia artificial do Facebook ter agregado esses recursos de reconhecimento de imagem foi um ganho incr\u00edvel na acessibilidade&#8221;, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"57\" data-block-id=\"24\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Recentemente, a empresa tamb\u00e9m liberou a funcionalidade de descri\u00e7\u00f5es autom\u00e1ticas e de escrever uma descri\u00e7\u00e3o manual tamb\u00e9m no Instagram. A rede social, no entanto, \u00e9 criticada por algumas pessoas cegas por n\u00e3o ter uma boa usabilidade. Ao ser questionado pela reportagem da BBC Brasil, King, o engenheiro do Facebook, disse que \u00e9 um processo cont\u00ednuo de melhora.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"30\" data-block-id=\"25\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Adicionar descri\u00e7\u00f5es de fotos foi um passo muito importante para o Instagram, porque as fotos s\u00e3o o tipo mais popular de conte\u00fado da rede social. Mas estamos planejando muito mais.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"6\" data-block-id=\"26\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Novas possibilidades para a comunica\u00e7\u00e3o alternativa<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"49\" data-block-id=\"27\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O reconhecimento de fala e a transcri\u00e7\u00e3o da linguagem humana em tempo real \u00e9 um dos recursos mais tradicionais da intelig\u00eancia artificial e com grande utilidade para pessoas com determinados tipos de defici\u00eancia. Alex Garcia \u00e9 surdocego e foi o primeiro brasileiro com essa defici\u00eancia a cursar uma faculdade.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"27\" data-block-id=\"29\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Ele tem 1% de vis\u00e3o e n\u00e3o escuta. A surdocegueira \u00e9 definida pela n\u00e3o compensa\u00e7\u00e3o dos sentidos. Existem aqueles que conseguem ouvir e ver com muita dificuldade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"43\" data-block-id=\"30\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Hoje, Alex se dedica a dar palestras e a gerenciar a Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes (Agapasm). Um dos aplicativos que ele utiliza se chama Comunicador T\u00e1ctil Once (CTO), uma ferramenta para comunica\u00e7\u00e3o de surdocegos, com diversos recursos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"61\" data-block-id=\"31\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Entre elas est\u00e1 o ditado. Embora a principal forma de comunica\u00e7\u00e3o se d\u00ea quando as pessoas escrevem na sua m\u00e3o, h\u00e1 vezes em que isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel. Nesse caso, Alex aproxima o microfone do celular \u00e0 boca da pessoa, para que ela possa falar. Em seguida, ele consegue ter o texto na tela em letras ampliadas por meio do app.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"47\" data-block-id=\"32\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;O celular me ajuda quando a pessoa n\u00e3o consegue escrever. O aplicativo, portanto, \u00e9 uma valiosa alternativa, porque me d\u00e1 mais tranquilidade. Caso um meio n\u00e3o funcione, o outro vai dar certo&#8221;, relata. Ele diz que ser surdocego implica uma situa\u00e7\u00e3o social de extrema delicadeza e vulnerabilidade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"56\" data-block-id=\"33\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Embora os recursos de intelig\u00eancia artificial estejam extremamente difundidos nos smartphones, tamb\u00e9m existem iniciativas para trazer essa realidade para o mundo f\u00edsico. \u00c9 o caso do Wheelie, um dispositivo desenvolvido por uma equipe de brasileiros que promete comandar cadeiras de roda por meio da intelig\u00eancia artificial. A tecnologia atualmente \u00e9 desenvolvida em parceria com a Intel.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"48\" data-block-id=\"34\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O equipamento \u00e9 testado nos Estados Unidos por 60 pessoas com defici\u00eancia. De acordo com Paulo Pinheiro, CEO da Hoobox Robotics, empresa que desenvolve essa tecnologia, o pr\u00f3ximo passo \u00e9 entrar no mercado chin\u00eas, em 2019. No Brasil, a perspectiva \u00e9 que o produto s\u00f3 chegue em 2020.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"35\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O Orcam My Eyes \u00e9 outro dispositivo para aumentar a autonomia das pessoas com defici\u00eancia. Ele \u00e9 capaz de ler com precis\u00e3o documentos impressos e est\u00e1 dispon\u00edvel em todas as 54 bibliotecas municipais da cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"36\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"4\" data-block-id=\"37\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Evolu\u00e7\u00e3o das tecnologias assistivas<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"61\" data-block-id=\"38\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">De acordo com L\u00facia Miyake, especialista em pesquisa e tecnologia assistiva, as tecnologias de apoio para pessoas com defici\u00eancia sempre existiram e praticamente acompanharam as revolu\u00e7\u00f5es industriais. &#8220;Houve um grande avan\u00e7o quando a era de m\u00e1quinas a vapor passou para a era de eletricidade, na qual foram surgindo equipamentos eletr\u00f4nicos. Os exemplo s\u00e3o a cadeira de rodas el\u00e9trica e o gravador.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"53\" data-block-id=\"39\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Mas a revolu\u00e7\u00e3o mesmo veio com a possibilidade de programar os equipamentos eletr\u00f4nicos. &#8220;Juntamente, veio a import\u00e2ncia de dados e informa\u00e7\u00f5es, que considero o come\u00e7o da tecnologia artificial&#8221;, diz. Agora, estamos entrando em uma nova fase, chamada de ind\u00fastria 4.0. Nela, os dados est\u00e3o na nuvem e os comandos s\u00e3o enviados \u00e0 dist\u00e2ncia.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"50\" data-block-id=\"40\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;O mais interessante \u00e9 o usu\u00e1rio confiar no aux\u00edlio sem conhecer de onde vem os comandos. Neste aspecto, a pessoa com defici\u00eancia poder\u00e1 trabalhar ou estudar remotamente com todo acesso das informa\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de deixar os comandos dos dispositivos eletr\u00f4nicos programados (preparar um caf\u00e9, abrir a cortina etc.)&#8221;, explica Miyake.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"48\" data-block-id=\"41\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">As principais limita\u00e7\u00f5es do setor est\u00e3o na falta de pesquisadores e recursos ou investimentos na \u00e1rea de pesquisa em tecnologia assistiva. Al\u00e9m disso, se o produto com intelig\u00eancia artificial for exclusivo para uso de pessoas com defici\u00eancia, o custo ser\u00e1 mais alto, devido \u00e0 baixa demanda para manufatura.<\/p>\n<\/div>\n<div data-track-category=\"multicontent\" data-track-action=\"ultimo chunk conteudo\" data-track-noninteraction=\"false\" data-track-scroll=\"view\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"72\" data-block-id=\"42\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Apesar disso, ela \u00e9 otimista em rela\u00e7\u00e3o ao futuro. &#8220;A tecnologia assistiva est\u00e1 sendo cada vez mais conhecida e \u00e9 uma \u00e1rea de boa aplicabilidade da intelig\u00eancia artificial, al\u00e9m do design universal&#8221;, diz. Segundo mat\u00e9ria publicada pela Revista Forbes, o mercado de dispositivos para pessoas com defici\u00eancia e idosos foi avaliado em US$ 14 bilh\u00f5es em 2015 e deve superar US$ 26 bilh\u00f5es at\u00e9 2024. Os dados s\u00e3o da Coherent Market Insights.<\/p>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"><em>Fonte G1<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;A intelig\u00eancia artificial revolucionou n\u00e3o s\u00f3 a minha vida como as dos meus alunos.&#8221; \u00c9 essa frase que Luciane Molina, professora universit\u00e1ria e de tecnologia assistiva na Universidade de Taubat\u00e9, em S\u00e3o Paulo, usa para definir a rela\u00e7\u00e3o que tem com as iniciativas que surgiram para melhorar a autonomia das pessoas com defici\u00eancia por meio 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