{"id":36577,"date":"2018-07-12T11:28:15","date_gmt":"2018-07-12T14:28:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=36577"},"modified":"2018-07-12T11:28:15","modified_gmt":"2018-07-12T14:28:15","slug":"por-que-as-empresas-comecaram-a-se-importar-com-vicio-tecnologico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2018\/07\/12\/por-que-as-empresas-comecaram-a-se-importar-com-vicio-tecnologico\/","title":{"rendered":"Por que as empresas come\u00e7aram a se importar com v\u00edcio tecnol\u00f3gico"},"content":{"rendered":"<p>V\u00edcio tecnol\u00f3gico n\u00e3o \u00e9 um tema novo, longe disso. Mas do ano passado pra c\u00e1, <a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2017\/11\/30\/health\/smartphone-addiction-study\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">quase<\/a> <a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/alicegwalton\/2017\/12\/11\/phone-addiction-is-real-and-so-are-its-mental-health-risks\/#58ab6fbb13df\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">uma<\/a> <a href=\"https:\/\/www.bbc.co.uk\/bbcthree\/article\/0a0cb73c-a87a-4c23-8b1d-f145ab76e58b\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">dezena<\/a> de <a href=\"https:\/\/www.wired.com\/story\/turn-off-your-push-notifications\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">reportagens<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=NUMa0QkPzns\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">conte\u00fados<\/a> foram publicados sobre o porqu\u00ea estamos viciados em nossos smartphones. O assunto ganhou for\u00e7a e as empresas de tecnologia que n\u00e3o s\u00e3o bobas, tamb\u00e9m embarcaram nessa.<\/p>\n<p>Veja, a pr\u00f3xima vers\u00e3o do Android ter\u00e1 um par de recursos para voc\u00ea monitorar quanto tempo est\u00e1 passando em cada aplicativo, permitindo inclusive definir um limite de uso, al\u00e9m de um modo noturno mais poderoso, que deixar\u00e1 a tela monocrom\u00e1tica e desativar\u00e1 todas as notifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>No iOS 12, a mesma coisa. Haver\u00e1 um modo \u201cN\u00e3o perturbe durante a hora de dormir\u201d, que vai reduzir o brilho e alertas de notifica\u00e7\u00f5es e o \u201cTempo de Tela\u201d, um menu que diz quanto tempo voc\u00ea est\u00e1 passando em cada app. O Limite de Apps permite definir uma quantidade de horas autorizadas para os aplicativos \u2014 por exemplo, ser\u00e1 poss\u00edvel definir que voc\u00ea vai navegar no Facebook apenas por uma hora por dia.<\/p>\n<p>Apple e Google n\u00e3o s\u00e3o as \u00fanicas. O Facebook, por exemplo, aparentemente est\u00e1 desenvolvendo uma ferramenta para dizer quanto tempo voc\u00ea passa na rede social, chamada \u201cYour time on Facebook\u201d (algo como \u201cSeu tempo no Facebook\u201d). O recurso foi encontrado numa vers\u00e3o do app para Android por Jane Manchun Wong e d\u00e1 um resumo do tempo gasto no Facebook nos \u00faltimos sete dias. A funcionalidade tamb\u00e9m possibilitaria que o usu\u00e1rio definisse limites de tempo e lembretes de quando a pessoa estiver pr\u00f3ximo ao tempo estipulado.<\/p>\n<p>No YouTube j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel ativar o envio de notifica\u00e7\u00f5es com lembretes para \u201cdar uma pausa\u201d depois de assistir a v\u00eddeos por muito tempo. O novo recurso pode ser ativado visitando o seu perfil no aplicativo do YouTube, no menu \u201cConfigura\u00e7\u00f5es\u201d. Embaixo de \u201cYouTube\u201d, h\u00e1 uma configura\u00e7\u00e3o marcada como \u201cLembre-me de dar uma pausa\u201d. O usu\u00e1rio pode escolher a frequ\u00eancia com que o YouTube envia essa notifica\u00e7\u00e3o: nunca ou a cada 15, 30, 60, 90 ou 180 minutos.<\/p>\n<h2>Por que isso est\u00e1 acontecendo?<\/h2>\n<p>Porque \u00e9 uma boa ideia para os neg\u00f3cios. Pode parecer contraintuitivo que as empresas queiram que os usu\u00e1rios passem menos tempo em suas plataformas, mas n\u00e3o \u00e9 bem assim. Nir Eyal, autor do livro <em>Hooked: How to Build Habit-Forming Products<\/em> (Vidrado: como desenvolver produtos que formam h\u00e1bitos, em tradu\u00e7\u00e3o livre), <a href=\"https:\/\/medium.com\/pminsider\/the-real-reason-apple-and-google-want-you-to-use-your-phone-less-d67d10767fcd\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fez uma boa analogia com cintos de seguran\u00e7a<\/a>:<\/p>\n<blockquote><p>Considere o porqu\u00ea voc\u00ea sempre coloca o cinto de seguran\u00e7a. Em 1968, o Governo Federal dos EUA tornou obrigat\u00f3ria a presen\u00e7a de cintos em todos os carros. No entanto, 19 anos antes de qualquer regulamenta\u00e7\u00e3o, as montadoras americanas j\u00e1 inclu\u00edam os cintos como um ponto de venda, por seguran\u00e7a. As leis vieram bem depois que as montadoras j\u00e1 ofereciam os cintos de seguran\u00e7a porque era isso que os consumidores queriam. As montadores que vendem carros mais seguros vendem mais.<\/p><\/blockquote>\n<p>E o mesmo se aplica aos smartphones. Quantos aplicativos voc\u00ea j\u00e1 encontrou que possuem essa premissa de tornar a tecnologia menos prejudicial? Existem centenas de extens\u00f5es, apps e servi\u00e7os para te ajudar a dar uma desconectada, definir limites de uso de redes sociais, entre outros.<\/p>\n<p>E a\u00ed, a regra \u00e9 clara: <strong>quando um produto come\u00e7a a prejudicar os usu\u00e1rios de alguma forma, a tend\u00eancia \u00e9 que as pessoas procurem por alternativas e deixem de usar aquilo<\/strong>. Ent\u00e3o fica claro por que as gigantes de tecnologia come\u00e7aram a se importar com v\u00edcio tecnol\u00f3gico.<\/p>\n<p><em>Fonte Gizmodo<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>V\u00edcio tecnol\u00f3gico n\u00e3o \u00e9 um tema novo, longe disso. Mas do ano passado pra c\u00e1, quase uma dezena de reportagens e conte\u00fados foram publicados sobre o porqu\u00ea estamos viciados em nossos smartphones. O assunto ganhou for\u00e7a e as empresas de tecnologia que n\u00e3o s\u00e3o bobas, tamb\u00e9m embarcaram nessa. 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