{"id":36507,"date":"2018-07-10T11:21:30","date_gmt":"2018-07-10T14:21:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=36507"},"modified":"2018-07-18T09:23:15","modified_gmt":"2018-07-18T12:23:15","slug":"o-sistema-cantareira-e-a-crise-hidrica-de-2014-na-bacia-do-alta-tiete","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2018\/07\/10\/o-sistema-cantareira-e-a-crise-hidrica-de-2014-na-bacia-do-alta-tiete\/","title":{"rendered":"O Sistema Cantareira e a crise h\u00eddrica de 2014 na Bacia do Alto Tiet\u00ea"},"content":{"rendered":"<p>O Sistema Cantareira \u00e9 o maior produtor de \u00e1gua da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo (RMSP) que sozinho produz 33 m3\/s de um total de 71,4 m3\/s devido a outros sistemas produtores. Exclui-se deste total o Sistema S\u00e3o Louren\u00e7o, ainda em opera\u00e7\u00e3o assistida, que inexistia \u00e0 \u00e9poca da crise h\u00eddrica.<\/p>\n<p>No per\u00edodo compreendido entre de 2014 e 2015 em que ocorreu a crise h\u00eddrica\u00a0 o sistema Cantareira com 1269,5 milh\u00f5es de m3\u00a0 literalmente quase que \u201csecou\u201d s\u00f3 n\u00e3o ocorrendo gra\u00e7as a exist\u00eancia do \u201cvolume morto\u201d rebatizado, durante a crise, de \u201creserva t\u00e9cnica\u201d em raz\u00e3o dos temores da popula\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o \u00e0quela denomina\u00e7\u00e3o macabra.<\/p>\n<p>A chamada \u201creserva t\u00e9cnica\u201d, termo muito mais apropriado que \u201cvolume morto\u201d nada mais \u00e9 do que o volume de \u00e1gua contido nos reservat\u00f3rios que n\u00e3o pode ser escoado por gravidade por estar abaixo da soleira das tomadas d\u2019\u00e1gua, necessitando portanto de bombeamento.<\/p>\n<p>O fato \u00e9 que a exist\u00eancia da \u201creserva t\u00e9cnica\u201d do Sistema Cantareira permitiu \u00e0 Sabesp contornar, embora no limite, o racionamento de \u00e1gua que fatalmente ocorreria em toda a sua extens\u00e3o, n\u00e3o fosse a exist\u00eancia do \u201cvolume morto\u201d previsto na concep\u00e7\u00e3o inicial do Sistema por eminentes sanitaristas dotados de larga vis\u00e3o estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p>A Sabesp mant\u00e9m atualizado em seu Portal dados coletados diariamente dos mananciais de seus sistemas produtores, tais como volumes armazenados, varia\u00e7\u00f5es das precipita\u00e7\u00f5es, \u00e1gua tratada produzida etc.<\/p>\n<p>Desta forma, atrav\u00e9s de consulta a este Portal podemos extrair alguns dados interessantes que permitem retratar com n\u00fameros o n\u00edvel de \u201cstress\u201d h\u00eddrico por que passou aqueles mananciais ao longo da crise.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o aos dados de volumes armazenados a Sabesp disp\u00f5e \u00a0do denominado <em>\u00edndice armazenado(I<\/em><em>1<\/em><em>),<\/em> definido como a rela\u00e7\u00e3o entre o <em>volume \u00fatil armazenado (o que de fato se encontra estocado no reservat\u00f3rio)<\/em> e o <em>volume \u00fatil total (VU)<\/em> (volume estocado no reservat\u00f3rio que pode ser utilizado sem bombeamento) estimado em 982 milh\u00f5es de m3. Outro \u00edndice dispon\u00edvel, <em>(I<\/em><em>2<\/em><em>)<\/em> relaciona o <em>volume \u00fatil armazenado<\/em> e o <em>volume total<\/em> (VT) (1269,5 milh\u00f5es de m3) o qual leva em conta, al\u00e9m do volume \u00fatil, tamb\u00e9m o volume da\u00a0 \u201creserva t\u00e9cnica\u201d(RT) (287,5 milh\u00f5es de m3).,<\/p>\n<p>Durante a crise h\u00eddrica, a Sabesp disponibilizou a partir de 16 de abril de 2015, por exig\u00eancia de uma liminar, um terceiro \u00edndice, <em>(I<\/em><em>3<\/em><em>), <\/em>que relacionava a <em>diferen\u00e7a entre o <\/em>{<em>volume armazenado &#8211; volume da reserva t\u00e9cnica (RT)<\/em>} dividido pelo <em>volume \u00fatil (Vu).<\/em><\/p>\n<p>Esta exig\u00eancia decorreu da necessidade de se ter transpar\u00eancia da real utiliza\u00e7\u00e3o pela Sabesp do \u201cvolume morto\u201d do manancial. Em maio de 2017, a Sabesp optou por n\u00e3o mais utilizar este \u00edndice pois desde janeiro de 2016, n\u00e3o se extraia mais volumes de \u00e1gua por bombeamento dos reservat\u00f3rios.<\/p>\n<p>Analisando-se os dados do monitoramento da Sabesp desde 2013, nota-se que desde junho daquele ano o \u00edndice armazenado (volume \u00fatil armazenado) vinha decaindo sistematicamente.<\/p>\n<p>Quando o \u00edndice (<em>I<\/em><em>1<\/em>) estava em 8.2% em 16 de maio de 2014 a primeira reserva t\u00e9cnica entrou em opera\u00e7\u00e3o e acrescentou mais 182,5 milh\u00f5es de m3 ao sistema (18,5% de acr\u00e9scimo). Em decorr\u00eancia o (<em>I<\/em><em>1<\/em>) subiu para 26,7%.<\/p>\n<p>Posteriormente, em 24 de outubro de 2014, quando o \u00edndice (<em>I<\/em><em>1<\/em>) j\u00e1 tinha ca\u00eddo a 3% uma segunda reserva t\u00e9cnica entrou em opera\u00e7\u00e3o acrescentando mais 105 milh\u00f5es de m3 ao sistema (10.7% de acr\u00e9scimo). Em decorr\u00eancia o (<em>I<\/em><em>1<\/em>) subiu para 13,6%.<\/p>\n<p>Analisando-se o \u00cdndice (<em>I<\/em><em>3<\/em><em>), <\/em>dispon\u00edvel desde 16 de abril de 2015 no monitoramento da Sabesp com (-10%), revelou-se oficialmente que o Cantareira operava pelo menos no per\u00edodo entre abril at\u00e9 30 de dezembro de 2015 com o \u00edndice armazenado (<em>I<\/em><em>3<\/em><em>)<\/em> negativo significando efetivamente que restava apenas o volume morto no reservat\u00f3rio e ele estava sendo paulatinamente consumido.<\/p>\n<p>Somente em janeiro de 2016 o \u00edndice (<em>I<\/em><em>3<\/em><em>)<\/em> se positivou com 0,7%. Oficialmente, a divulga\u00e7\u00e3o do (<em>I<\/em><em>3<\/em><em>)<\/em> prosseguiu at\u00e9 maio de 2017 com 65%.<\/p>\n<p>Na realidade, o \u00edndice (<em>I<\/em><em>3<\/em><em>), embora n\u00e3o existisse formalmente,<\/em> j\u00e1 estava negativado desde agosto de 2014com (-3,2%) (1 de agosto de 2014). O per\u00edodo em que ficou negativado abrangeu efetivamente 20 meses e n\u00e3o somente 9 meses como divulgado oficialmente. (Trecho em <strong>marrom<\/strong> no gr\u00e1fico)<\/p>\n<p>Disso se depreende que a Sabesp operou a reserva t\u00e9cnica durante 20 meses entre os anos de 2014 e 2015. Em 2015, a retirada total de \u00e1gua do Cantareira foi em m\u00e9dia de 15,6 m3\/s sendo o menor valor registrado como 13,21 m3\/s em junho de 2015 (A Sabesp somente disponibilizou estes dados a partir de 15 de janeiro de 2015, indicando a retirada de uma vaz\u00e3o de19,41 m3\/s).<\/p>\n<p>Em julho de 2018, a retirada de \u00e1gua do Cantareira voltou ao patamar anterior: (31,64 m3\/s em 1 de julho de 2018). Nesta data, o <em>\u00edndice armazenado(I<\/em><em>1<\/em><em>)<\/em> estava em 43,7 %, valor inferior a julho de 2013 (56,5%), que marcou o in\u00edcio da crise. (na realidade a queda do volume do Cantareira na crise iniciou-se dois meses antes com 62,8% (maio de 2013). prosseguindo at\u00e9 agosto de 2014 onde praticamente \u201czerou\u201d).<\/p>\n<p>Entretanto, este fato n\u00e3o indica necessariamente que estejamos no limiar de uma outra crise h\u00eddrica at\u00e9 porque estamos mais preparados, uma vez que est\u00e3o sendo conclu\u00eddas obras de refor\u00e7o do sistema de abastecimento de \u00e1gua da RMSP al\u00e9m de mudan\u00e7as de h\u00e1bito da popula\u00e7\u00e3o que resultou em uma redu\u00e7\u00e3o de consumo de 10,5 m3\/s ou 15% menor do que antes da crise.<\/p>\n<p><em>As principais obras da Sabesp de refor\u00e7o s\u00e3o: (i) o Sistema Produtor <\/em><em>S\u00e3o Louren\u00e7o que aduzir\u00e1 \u00e1gua proveniente da Bacia do Ribeira); <\/em><em>(ii) transposi\u00e7\u00e3o de \u00e1gua da represa Jaguari que integra <\/em><em>a Bacia do rio Para\u00edba do Sul para a represa Atibainha <\/em><em>do Sistema Cantareira, (o que permitir\u00e1 a redu\u00e7\u00e3o do risco de <\/em><em>o Cantareira n\u00e3o conseguir atender a demanda e (iii) a transposi\u00e7\u00e3o <\/em><em>de \u00e1gua da represa do rio Grande para o Sistema Produtor <\/em><em>Alto Tiet\u00ea, (iv) a transposi\u00e7\u00e3o de \u00e1gua da barragem do rio Pequeno <\/em><em>al\u00e9m de outras interven\u00e7\u00f5es.<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-36511 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/jose.png\" alt=\"\" width=\"579\" height=\"329\" srcset=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/jose.png 579w, https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/jose-300x170.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 579px) 100vw, 579px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>*JOS\u00c9 EDUARDO W. DE A.\u00a0 CAVALCANTI<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 engenheiro consultor, diretor do Departamento de Engenharia da Ambiental do Brasil, diretor da Divis\u00e3o de Saneamento do Deinfra \u2013 Departamento de Infraestrutura da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp), conselheiro do Instituto de Engenharia, e membro da Comiss\u00e3o Editorial da Revista Engenharia<\/p>\n<p>E-mail: cavalcanti@ambientaldobrasil.com.br<\/p>\n<p>*<em>Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. Sua publica\u00e7\u00e3o obedece ao prop\u00f3sito de estimular o debate dos problemas brasileiros e de refletir as diversas tend\u00eancias do pensamento contempor\u00e2neo<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Sistema Cantareira \u00e9 o maior produtor de \u00e1gua da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo (RMSP) que sozinho produz 33 m3\/s de um total de 71,4 m3\/s devido a outros sistemas produtores. Exclui-se deste total o Sistema S\u00e3o Louren\u00e7o, ainda em opera\u00e7\u00e3o assistida, que inexistia \u00e0 \u00e9poca da crise h\u00eddrica. 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