{"id":28865,"date":"2017-12-04T14:11:03","date_gmt":"2017-12-04T14:11:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=28865"},"modified":"2018-02-19T11:42:24","modified_gmt":"2018-02-19T14:42:24","slug":"o-abastecimento-de-agua-da-macroregiao-de-sao-paulo-perspectivas-a-curto-medio-e-longo-prazos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2017\/12\/04\/o-abastecimento-de-agua-da-macroregiao-de-sao-paulo-perspectivas-a-curto-medio-e-longo-prazos\/","title":{"rendered":"O abastecimento de \u00e1gua da macroregi\u00e3o de S\u00e3o Paulo: perspectivas a curto, m\u00e9dio e longo prazos"},"content":{"rendered":"<p>Sob este tema o INSTITUTO DE ENGENHARIA promoveu em 20 e 21 de novembro de 2003, 14 anos atr\u00e1s um semin\u00e1rio objetivando propor medidas urgentes e estrat\u00e9gicas por conta da grave crise de abastecimento de \u00e1gua que assolou a regi\u00e3o metropolitana e arredores no ano anterior.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio da \u00e9poca j\u00e1 era de escassez de \u00e1gua onde oferta e demandapraticamente se equivaliam ou seja o sistema de abastecimento de \u00e1gua operava sem nenhuma folga ocasionando um \u201cstress h\u00eddrico\u201d permanente para a popula\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo que no ano 2003 (ano do semin\u00e1rio), de acordo com a FUSP, contabilizava 18.5 milh\u00f5es de habitantescom previs\u00e3o de chegar a 20 milh\u00f5es em 2010 e entre 22 e 24 milh\u00f5es em 2020.(Efetivamente, em 2010, de acordo com o SEADE, a popula\u00e7\u00e3o da RMSP era de 19.8 milh\u00f5es, confirmando as previs\u00f5es. Hoje, a SEADE estima que para 2020 a popula\u00e7\u00e3o atinja21.2 milh\u00f5es, valor inferior ao m\u00ednimo previsto \u00e0 \u00e9poca. Hoje, a popula\u00e7\u00e3o na RMSP est\u00e1 em cerca de 21.4 milh\u00f5es de habitantes).<\/p>\n<p>Projetava-se para 2004, em uma estimativa otimista, uma disponibilidade de 66.2 m3\/s frente a uma demanda de 65.9 m3\/s, enquanto que em um quadro mais pessimista a demanda superaria a oferta em 2.7 m3\/s. (Na realidade, os sucessivos racionamentos e a utiliza\u00e7\u00e3o indiscriminada de \u00e1gua subterr\u00e2neaao longo dos anos extra\u00edda de po\u00e7os profundos e principalmente de po\u00e7os rasos, estimada em 8 m3\/s, minoraram o problema).<\/p>\n<p>Na \u00e9poca daquele semin\u00e1rio, as principais atividades desenvolvidas pelo Governo do Estado visando o refor\u00e7o de abastecimento de \u00e1gua para a RMSP em curso eram;<\/p>\n<p>&#8211; Sistema Produtor do Auto Tiet\u00ea: entrada em servi\u00e7o dos mananciais Biritiba e Paraitinga e eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de Taia\u00e7upeba de forma a permitir uma produ\u00e7\u00e3o complementar de mais cerca de 5.7 m3\/s de \u00e1gua;<br \/>\n&#8211; Elabora\u00e7\u00e3o do Plano Diretor do Abastecimento de \u00c1gua da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo contratado pela Sabesp;<br \/>\n&#8211; Plano de combate as perdas de \u00e1gua.<\/p>\n<p>Em suas conclus\u00f5es sobre o Semin\u00e1rio, o INSTITUTO DE ENGENHARIA, ap\u00f3s avaliar os temas debatidos por brilhantes especialistas convidados, enfatizou que \u201c a complexidade do problema do abastecimento de \u00e1gua da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo n\u00e3o permitiria qualquer tipo de solu\u00e7\u00e3o simplista, f\u00e1cil e superficial. Seria preciso encarar o desafio e partir para a\u00e7\u00f5es que garantissem \u00e1gua pot\u00e1velpara gera\u00e7\u00f5es futuras sem deixar de tomar medidas urgentes para minorar o problema.\u201d<\/p>\n<p>Diante desta constata\u00e7\u00e3o, o INSTITUTO DE ENGENHARIA fez algumas recomenda\u00e7\u00f5es de cunho imediato e estrat\u00e9gicas para encarar a quest\u00e3o que exigia (e exige) medidas de grande contorno.<\/p>\n<p>Dentre as medidas urgentes, o INSTITUTO DE ENGENHARIA recomendava que:<\/p>\n<p>a) O Governo do Estado, atrav\u00e9s da Sabesp, tomasse provid\u00eancias imediatas para a redu\u00e7\u00e3o do consumo de modo a garantir reservas mais seguras para enfrentar a pr\u00f3xima estiagem pois as simula\u00e7\u00f5es indicavam a possibilidade de um severo racionamento j\u00e1 em 2004;<\/p>\n<p>b) Fosse implantado imediatamente um sistema de opera\u00e7\u00e3o emergencial com a participa\u00e7\u00e3o dos comit\u00eas da Bacia do Alto Tiet\u00ea, Piracicaba, Capivari e Jundia\u00ed;<\/p>\n<p>c) Fosse ampliada a campanha de combate a desperd\u00edcios;<\/p>\n<p>d) Fossem aceleradas as a\u00e7\u00f5es visando a conclus\u00e3o das obras do Sistema Produtor Alto Tiet\u00ea.<\/p>\n<p>Dentre as medidas estrat\u00e9gicas o INSTITUTO DE ENGENHARIA recomendava que:<\/p>\n<p>a) A elabora\u00e7\u00e3o do Plano Diretor de Abastecimento de \u00c1gua fosse acelerada e nele houvesse a inclus\u00e3o dentre as alternativas de abastecimento projetos de grande porte que permitissem usos m\u00faltiplos das \u00e1guas da bacia do rio Ribeira de Iguape;<\/p>\n<p>b) Os programas efetivos para gest\u00e3o de demanda fossem coordenados pela Ag\u00eancia\/Comit\u00ea da Bacia do Alto Tiet\u00ea;<\/p>\n<p>c) Para cada alternativa de uso de manancial novo ou existente as avalia\u00e7\u00f5es deveriam incluir tamb\u00e9m adequa\u00e7\u00f5es para processos avan\u00e7ados de tratamento de \u00e1gua;<\/p>\n<p>d) Deveria se acelerar por parte da Secretaria de Meio Ambiente a concess\u00e3o de partes integrantes de sistemas de abastecimento de \u00e1gua, particularmente de mananciais;<br \/>\ne) A Assembleia Legislativa aprovasse com urg\u00eancia e sem altera\u00e7\u00f5es o projeto que autoriza a cobran\u00e7a pelo uso da \u00e1gua no Estado;<\/p>\n<p>f) O Estado, as Prefeituras, a Assembleia Legislativa,o Minist\u00e9rioP\u00fablico apoiassem e estimulassem o funcionamento do Sistema Integrado de Gerenciamento dos Recursos H\u00eddricos do Estado de S\u00e3o Paulo (SIGRH);<\/p>\n<p>g) O Estado, por meio da Secretaria de Economia e Planejamento promovesse a imediata reorganiza\u00e7\u00e3o da RMSP propiciando um novo planejamento e integra\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas da regi\u00e3o;<\/p>\n<p>h) Fossem incentivadas parcerias entre os setores p\u00fablico e privado objetivando a viabiliza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de recursos para esses empreendimentos;<\/p>\n<p>i) Fosse considerada como priorit\u00e1ria a prote\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de mananciais por parte do Poder P\u00fablico.<\/p>\n<p>Muitas destas recomenda\u00e7\u00f5es s\u00e3o v\u00e1lidas ainda nos dias de hoje. Outras, sugeridas, n\u00e3o foram levadas em conta pelas autoridades.<\/p>\n<p>O resultado \u00e9 que nestes \u00faltimos 17 anos, a RMSP ainda tem sofrido com a car\u00eancia de \u00e1gua. O \u201ccl\u00edmax\u201d foi a crise de 2016, ainda na mem\u00f3ria de todos. Ela foi decorrente principalmente do fato de que as chuvas de ver\u00e3o de 2013-2014 na regi\u00e3o do Sistema Cantareira ficassem 70% abaixo da m\u00e9dia. Se se analisar a s\u00e9rie de dados a partir de 1961 no Estado de S\u00e3o Paulo, essa foi a pior seca.<\/p>\n<p>Foi preciso vivenciarmos este epis\u00f3dio dram\u00e1tico para que descobr\u00edssemos que \u201co rei estava nu\u201d. Se n\u00e3o fosse a utiliza\u00e7\u00e3o do chamado \u201cvolume morto\u201d (agora elevado a \u201creserva estrat\u00e9gica\u201d) do Sistema Cantareira a RMSP teria experimentado um verdadeiro caos h\u00eddrico pois n\u00e3o havia outro Plano B.<br \/>\nMas o perigo ainda nos ronda apesar das obras emergenciais e programadas estejam em curso como a do Sistema Produtor S\u00e3o Louren\u00e7o (uma das recomenda\u00e7\u00f5es do Semin\u00e1rio de 2003) e a da revers\u00e3o das \u00e1guas do reservat\u00f3rio Jaguari da bacia do Para\u00edba. Mas outras ainda necessitam ser aceleradas como a interliga\u00e7\u00e3o entre os mananciais da bacia do Alto Tiet\u00ea.<\/p>\n<p>Segundo o meteorologista Willians Bini, a seca de 2015\u201cn\u00e3o \u00e9 decorrente apenas da pouca chuva do ver\u00e3o anterior. Para ele, o pa\u00eds est\u00e1 sob a influ\u00eancia de um ciclo clim\u00e1tico, previsto para a segunda d\u00e9cada do s\u00e9culo 21, chamado de Oscila\u00e7\u00e3o Decadal do Pac\u00edfico (ODP). Diferente do El Ni\u00f1o ou La Ni\u00f1a, que costumam durar pouco (entre um e tr\u00eas anos), a ODP tem dura\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 20 a 30 anos\u201d.<\/p>\n<p>Resulta que a crise do abastecimento de \u00e1gua na RMSP ainda perdura e n\u00e3o pode ser encerrada por decreto no dizer do eminente sanitarista J\u00falioCerqueira Cesar Neto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. 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