{"id":28738,"date":"2017-10-27T14:08:14","date_gmt":"2017-10-27T14:08:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=28738"},"modified":"2018-08-06T16:42:04","modified_gmt":"2018-08-06T19:42:04","slug":"tecnologias-digitais-vao-transformar-o-agronegocio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2017\/10\/27\/tecnologias-digitais-vao-transformar-o-agronegocio\/","title":{"rendered":"Tecnologias digitais v\u00e3o transformar o agroneg\u00f3cio"},"content":{"rendered":"<p><em>F\u00e1brica da Promip, no interior de S\u00e3o Paulo: a startup utiliza tecnologia de ponta para fazer controle biol\u00f3gico (Revista EXAME<\/em>)<\/p>\n<p>A ades\u00e3o \u00e0s inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas costuma ocorrer em etapas. Primeiro, v\u00eam os entusiastas dispostos a assumir mais riscos para ter acesso \u00e0 novidade \u2014 e, se tiverem sorte, colher os frutos de forma pioneira. Somente \u00e0 medida que a tecnologia amadurece e se mostra eficiente \u00e9 que uma massa de pessoas come\u00e7a a adotar a inova\u00e7\u00e3o. No campo brasileiro, parece que entramos de vez na segunda etapa. Cada vez mais fazendeiros est\u00e3o optando pelo uso de novas tecnologias digitais para o agroneg\u00f3cio, produzidas muitas vezes por startups que surgiram pa\u00eds afora nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>Avan\u00e7os como softwares de intelig\u00eancia artificial e drones para mapear a efici\u00eancia da lavoura e do pasto deixaram de ser estrat\u00e9gias de alguns vision\u00e1rios. \u201cProdutores de menor porte superaram o est\u00e1gio do desconhecimento e do ceticismo e est\u00e3o adotando solu\u00e7\u00f5es criadas por startups\u201d, diz Raffael Piedade, s\u00f3cio-fundador do fundo SP Ventures, principal investidor brasileiro em novas empresas de tecnologia para a agropecu\u00e1ria e participante do EXAME F\u00f3rum Agroneg\u00f3cio, evento que reuniu empres\u00e1rios, executivos e especialistas do setor em S\u00e3o Paulo no dia 28 de setembro.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/abrilexame.files.wordpress.com\/2017\/10\/br-agro1.jpg?quality=70&amp;strip=info&amp;strip=info\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"620\" \/><\/p>\n<p>As novas tecnologias digitais no campo v\u00e3o ser determinantes para o aumento da produtividade em pastos e lavouras em todo o mundo. Sem isso, ser\u00e1 dif\u00edcil alimentar um planeta com uma popula\u00e7\u00e3o estimada em 10 bilh\u00f5es de pessoas em 2050. A quest\u00e3o \u00e9 chegar l\u00e1 sem exaurir os recursos naturais. \u201cO Brasil tem a oportunidade de se posicionar como o celeiro do mundo, com uma agricultura tecnificada e sustent\u00e1vel\u201d, diz Rodrigo Santos, presidente na Am\u00e9rica do Sul da multinacional Monsanto.<\/p>\n<p>Para isso, a procura por inova\u00e7\u00f5es disruptivas \u00e9 intensa. No final de setembro, a Monsanto anunciou o investimento de 1 milh\u00e3o de reais na startup mineira Tbit, que desenvolveu um soft-ware para automa\u00e7\u00e3o da an\u00e1lise de qualidade de gr\u00e3os, sementes e folhas, fun\u00e7\u00e3o desempenhada at\u00e9 aqui exclusivamente por seres humanos. Empresas de tecnologia da informa\u00e7\u00e3o, como Microsoft e Intel, tamb\u00e9m come\u00e7aram a investir em servi\u00e7os para o agroneg\u00f3cio no Brasil.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/abrilexame.files.wordpress.com\/2017\/10\/br-agro-3.jpg?quality=70&amp;strip=info&amp;strip=info\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"620\" \/><br \/>\n<em>Herrisson, do Walmart; Queiroz, do Minerva; e Picchi, da Safe Trace: a demanda por transpar\u00eancia \u00e9 crescente | Germano L\u00fcders<\/em><\/p>\n<p>O ecossistema de startups voltadas para o campo d\u00e1 sinais de aquecimento. O caso do fundo SP Ventures, que tem mais de 70 milh\u00f5es de reais investidos em 12 empresas do segmento, \u00e9 ilustrativo. De 2007 a 2013, o fundo conseguiu identificar 49 startups de inova\u00e7\u00e3o rural. Desde 2015, o n\u00famero saltou para 322. A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prestadores de Servi\u00e7os em Agricultura de Precis\u00e3o estima que a \u00e1rea de terras em que suas 100 empresas associadas atuam cresceu 70% no \u00faltimo ano.<\/p>\n<p>Uma pesquisa da Strider, empresa mineira de tecnologia voltada para o campo, com 600 grandes produtores de todo o pa\u00eds, mostra que 33% j\u00e1 utilizam softwares para gest\u00e3o e monitoramento da produ\u00e7\u00e3o e gerenciamento de frotas nas fazendas. Em propriedades do Sudeste, a ado\u00e7\u00e3o beira os 70%. \u201cO mercado j\u00e1 entende a import\u00e2ncia dessas tecnologias\u201d, diz Luiz T\u00e2ngari, presidente da Strider.<\/p>\n<p>Uma das pioneiras do setor de tecnologia rural \u00e9 a Promip, fundada em 2006 no campus de Piracicaba da Universidade de S\u00e3o Paulo. A Promip, que desenvolve inova\u00e7\u00f5es para o controle biol\u00f3gico e o manejo integrado de pragas, foi a primeira a receber investimento em 2014 do Fundo de Inova\u00e7\u00e3o Paulista, mantido pelo governo estadual. Hoje, atende grandes produtores e tem uma f\u00e1brica no interior de S\u00e3o Paulo com mais de 80 funcion\u00e1rios. \u201cO controle biol\u00f3gico est\u00e1 s\u00f3 come\u00e7ando no Brasil\u201d, diz Marcelo Poletti, s\u00f3cio-fundador da Promip.<\/p>\n<p>Algumas startups, como a Horus Aeronaves, que utiliza drones para mapear- fazendas e intelig\u00eancia computacional para diagnosticar as imagens, crescem at\u00e9 no exterior. \u201cTemos agora clientes no Paraguai, na Bol\u00edvia, no Peru e no Chile\u201d, diz Fabr\u00edcio Hertz, presidente da Horus.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/abrilexame.files.wordpress.com\/2017\/10\/quadro-021.jpg?quality=70&amp;strip=info&amp;strip=info\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"620\" \/><\/p>\n<p>Uma das for\u00e7as que est\u00e3o impelindo a digitaliza\u00e7\u00e3o do campo brasileiro \u00e9 a press\u00e3o dos consumidores. Como nunca, eles exigem transpar\u00eancia no processo de produ\u00e7\u00e3o para entender o que chega \u00e0 sua mesa. No Brasil, a tend\u00eancia ganhou ainda mais impulso ap\u00f3s a Opera\u00e7\u00e3o Carne Fraca, que revelou fraudes no processo sanit\u00e1rio de v\u00e1rios frigor\u00edficos. Essa demanda chegou aos grandes varejistas, que se viram obrigados a fornecer aos clientes informa\u00e7\u00f5es detalhadas sobre a comida vendida. \u201cHoje, estamos monitorando mais de 70.000 fazendas fornecedoras. Por dentro do assunto: A urg\u00eancia da cultura digital para o varejo. Saiba mais sobre o tema com a TOTVS Patrocinado<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo \u00e9 cobrir toda a cadeia produtiva\u201d, diz Luiz Herrisson, diretor de sustentabilidade do varejista Walmart. Em 2015, a companhia americana estava \u00e0 procura de quem pudesse rastrear com precis\u00e3o a trajet\u00f3ria da carne que vendia nas g\u00f4ndolas. Encontrou na startup paulista Safe Trace a tecnologia de que precisava. Hoje, cerca de 150 produtores rurais, varejistas e frigor\u00edficos usam a plataforma no pa\u00eds. \u201cO maior desafio \u00e9 rastrear os fornecedores indiretos\u201d, diz Vasco Picchi, fundador da Safe Trace.<\/p>\n<p>Como a produ\u00e7\u00e3o de alimentos brasileira tende a ser consumida em escala cada vez mais global, a cobran\u00e7a se intensificar\u00e1. \u201cIsso exige transpar\u00eancia do setor, mas temos bases s\u00f3lidas para responder ao desafio\u201d, diz Fernando de Queiroz, presidente do Minerva, frigor\u00edfico que abate 26.000 cabe\u00e7as de bovinos por dia.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/abrilexame.files.wordpress.com\/2017\/10\/br-agro-5.jpg?quality=70&amp;strip=info&amp;strip=info\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"620\" \/><\/p>\n<p>Piedade, da SP Ventures: h\u00e1 oportunidades de investimento em startups do agroneg\u00f3cio | Germano L\u00fcders<br \/>\nO maior desafio \u00e9 levar a digitaliza\u00e7\u00e3o para as fazendas menores, as que t\u00eam mais restri\u00e7\u00f5es em financiar investimentos. \u201cA maioria dos produtores agr\u00edcolas \u00e9 de pequeno porte. Eles ainda s\u00e3o o gargalo do ponto de vista de ado\u00e7\u00e3o de tecnologia e avan\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o\u201d, afirma L\u00facio de Castro Jorge, pesquisador da estatal Embrapa Instrumenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma parceria da Embrapa com a fabricante americana de equipamentos Qualcomm desenvolveu drones de baixo custo para capta\u00e7\u00e3o de dados de pequenas propriedades. O projeto, em fase de testes no Paran\u00e1, no Maranh\u00e3o e em Mato Grosso, j\u00e1 registrou ganhos de produtividade de 30% em fazendas de at\u00e9 200 hectares.<\/p>\n<p>Os desafios do agroneg\u00f3cio continuam sendo muitos, mas as \u00faltimas d\u00e9cadas mostraram que o agricultor brasileiro abra\u00e7a as inova\u00e7\u00f5es que se apresentam a seu alcance. Para um setor que vem amparando sua forte expans\u00e3o nos ganhos de produtividade, a ades\u00e3o de mais produtores \u00e0s tecnologias digitais parece ser apenas mais um cap\u00edtulo nessa hist\u00f3ria de sucesso.<\/p>\n<p><strong>A FALTA QUE FAZ TER AMBI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Para o publicit\u00e1rio Nizan Guanaes, o agroneg\u00f3cio brasileiro pensa pequeno, e tem de comunicar melhor seus feitos.<\/p>\n<p><em><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/abrilexame.files.wordpress.com\/2017\/10\/br-agro-2.jpg?quality=70&amp;strip=info&amp;strip=info\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"620\" \/><br \/>\nNizan Guanaes: \u201cO agroneg\u00f3cio brasileiro \u00e9 bom em fazer, mas p\u00e9ssimo em se vender\u201d | Germano L\u00fcders<\/em><\/p>\n<p>\u201cNo Brasil, o agroneg\u00f3cio \u00e9 muito bom em fazer, mas \u00e9 p\u00e9ssimo em se vender.\u201d Foi com provoca\u00e7\u00f5es como essa que o publicit\u00e1rio Nizan Guanaes iniciou a palestra no EXAME F\u00f3rum Agroneg\u00f3cio. Para o fundador do Grupo ABC, de propaganda, o agroneg\u00f3cio \u00e9 o setor mais din\u00e2mico da economia nacional e sofre de uma incapacidade cr\u00f4nica de posicionar sua marca no exterior \u2014 e, por consequ\u00eancia, de promover o Brasil. \u201cO setor precisa se organizar. N\u00e3o \u00e9 um problema de verba, mas de comportamento\u201d, afirma Guanaes.<\/p>\n<p>A oportunidade apontada pelo publicit\u00e1rio vem a calhar para os produtores nacionais. H\u00e1 d\u00e9cadas o setor \u00e9 um dos poucos que crescem com eleva\u00e7\u00e3o da produtividade e com uma das produ\u00e7\u00f5es mais sustent\u00e1veis do mundo. Apesar disso, a imagem do campo est\u00e1 arranhada. Esc\u00e2ndalos recentes, como as revela\u00e7\u00f5es de corrup\u00e7\u00e3o dos irm\u00e3os Joesley e Wesley Batista, donos do frigor\u00edfico JBS, os esquemas de propina na fiscaliza\u00e7\u00e3o de frigor\u00edficos \u2014 expostos pela Opera\u00e7\u00e3o Carne Fraca \u2014, e o novo avan\u00e7o do desmatamento na Amaz\u00f4nia acabam por misturar num mesmo balaio produtores honestos com aqueles que ferem as leis.<\/p>\n<p>\u201cHoje, construir uma marca \u00e9 barato. O setor precisa ter uma vis\u00e3o ambiciosa\u201d, diz Guanaes. Para o agroneg\u00f3cio, o momento de inflex\u00e3o com epis\u00f3dios negativos pode servir para uma mudan\u00e7a na forma de se comunicar com o mundo. A tarefa come\u00e7a bem: h\u00e1 muitas hist\u00f3rias de sucesso para ser contadas.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 HORA DE PACIFICAR O DEBATE<\/strong><\/p>\n<p>As discuss\u00f5es entre ambientalistas e produtores rurais s\u00e3o das mais acirradas. Sem equil\u00edbrio, os dois lados perdem<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/abrilexame.files.wordpress.com\/2017\/10\/br-agro-4.jpg?quality=70&amp;strip=info&amp;strip=info\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"620\" \/><br \/>\n<em>Santos, da Monsanto; Diniz, da Toca; e Mendon\u00e7a de Barros, da MB Associados: \u00e9 poss\u00edvel conciliar produ\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o | Germano L\u00fcders<\/em><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 apenas na pol\u00edtica que a polariza\u00e7\u00e3o traz preju\u00edzos ao Brasil. Entre produtores rurais e ativistas ambientais, o debate parece uma miss\u00e3o imposs\u00edvel. Mas, para que o pa\u00eds amplie a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola com o m\u00ednimo impacto no ambiente, ambos os lados ter\u00e3o de discutir em novas bases. \u201cOs movimentos ambientalistas s\u00e3o muito agressivos ao dizer que a agricultura \u00e9 predadora. Mas n\u00e3o olham para toda intelig\u00eancia, desenvolvimento e import\u00e2ncia social e estrat\u00e9gica do agroneg\u00f3cio. Temos de pacificar esse embate e achar pontos convergentes\u201d, diz Alexandre Mendon\u00e7a de Barros, s\u00f3cio da consultoria MB Agro.<\/p>\n<p>Por vezes, no calor do embate, esquece-se de que o C\u00f3digo Florestal brasileiro \u00e9 refer\u00eancia mundial na preserva\u00e7\u00e3o ambiental. Por aqui, 64% das terras s\u00e3o compostas de florestas ou reservas; 9%, de agricultura. Na Europa, somente 0,3% do territ\u00f3rio tem florestas e reservas. Ou seja, os produtores brasileiros podem se destacar na sustentabilidade. \u201c\u00c9 uma oportunidade de mostrar que \u00e9 poss\u00edvel produzir alimento sem destruir a natureza\u201d, diz Pedro Paulo Diniz, presidente da Fazenda da Toca, especializada em produtos org\u00e2nicos.<\/p>\n<p>O apaziguamento da polariza\u00e7\u00e3o pode trazer benef\u00edcios duradouros ao agroneg\u00f3cio, uma cadeia que gera 23% do produto interno bruto. O papel de mocinhos e bandidos, que cada lado atribui a si e ao outro, pode fazer sucesso nas redes sociais. Mas \u00e9 um atraso para o Brasil.<\/p>\n<p><b>Autor: Exame<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As tecnologias digitais ganham terreno entre os produtores rurais brasileiros, e isso \u00e9 \u00f3timo para o pa\u00eds, como mostrou o EXAME F\u00f3rum Agroneg\u00f3cio<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":37006,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-28738","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-agronegocio","8":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Tecnologias digitais v\u00e3o transformar o agroneg\u00f3cio - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, 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