{"id":27851,"date":"2017-08-22T00:50:36","date_gmt":"2017-08-22T00:50:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=27851"},"modified":"2017-08-22T10:41:08","modified_gmt":"2017-08-22T10:41:08","slug":"criterios-de-desempenho-aplicados-as-obras-hidraulicas-fluviais-e-de-macrodrenagem-executadas-nos-leitos-dos-cursos-de-agua-urbanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2017\/08\/22\/criterios-de-desempenho-aplicados-as-obras-hidraulicas-fluviais-e-de-macrodrenagem-executadas-nos-leitos-dos-cursos-de-agua-urbanos\/","title":{"rendered":"Crit\u00e9rios de desempenho aplicados \u00e0s obras hidr\u00e1ulicas fluviais e de macrodrenagem, executadas nos leitos dos cursos de \u00e1gua urbanos"},"content":{"rendered":"<p>O crescimento urbano, na maior parte das metr\u00f3poles, deu-se de forma acelerada e, somente em algumas, a drenagem urbana foi considerada fator preponderante na elabora\u00e7\u00e3o de projetos que consideraram essa expans\u00e3o. Tem-se como efeito direto desse crescimento o aumento das \u00e1reas impermeabilizadas e, consequentemente, as vaz\u00f5es afluentes aos receptores originais aumentam, devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dos tempos de concentra\u00e7\u00e3o. Esse aumento verifica-se nas zonas de menor cota, pr\u00f3ximas \u00e0s v\u00e1rzeas dos rios, e nas cidades litor\u00e2neas, mais especificamente na regi\u00e3o beira-mar. <\/p>\n<p>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, as v\u00e1rzeas dos rios, consideradas como o leito maior ou de cheia, passaram a ser incorporadas ao sistema vi\u00e1rio, por meio das denominadas vias de fundo de vale. Tal a\u00e7\u00e3o fez com que in\u00fameros cursos de \u00e1gua viessem a receber uma interven\u00e7\u00e3o de engenharia em menor ou maior grau e intensidade, direta ou indiretamente, o que resultou em obras hidr\u00e1ulicas fluviais, tais como a retifica\u00e7\u00e3o e canaliza\u00e7\u00e3o a c\u00e9u; em alguns casos os cursos de \u00e1gua foram encerrados em galerias, para permitir a constru\u00e7\u00e3o de vias marginais sobre as antigas al\u00e7as dos meandros. <\/p>\n<p>As obras hidr\u00e1ulicas fluviais, entendidas como solu\u00e7\u00e3o para muitos problemas, de modo geral, atualmente apresentam car\u00e1ter localizado. Os trechos dos cursos de \u00e1gua que receberam as obras de hidr\u00e1ulica fluvial, aqui e acol\u00e1, reduzem o preju\u00edzo das \u00e1reas afetadas, mas, por causa da transfer\u00eancia de vaz\u00f5es, verifica-se que as inunda\u00e7\u00f5es se agravam para jusante, uma vez que a drenagem urbana \u00e9 na sua ess\u00eancia uma quest\u00e3o de \u201caloca\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os\u201d. <\/p>\n<p>Em s\u00edntese, a utiliza\u00e7\u00e3o de uma parcela dos leitos permitindo a implanta\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o, por exemplo, de uma rodovia, de uma ferrovia, de uma avenida, de uma hidrovia e outros, agora \u00e9 poss\u00edvel devido \u00e0 execu\u00e7\u00e3o das obras hidr\u00e1ulicas fluviais, por\u00e9m consideradas contraproducentes, pois em muitos casos transferem a inunda\u00e7\u00e3o de uma zona para outra, em geral a jusante. <em>Qualquer interven\u00e7\u00e3o de engenharia, visando \u00e0 execu\u00e7\u00e3o de obras hidr\u00e1ulicas fluviais, exige um estudo preliminar da bacia. Este trabalho tem por objetivo identificar e classificar as obras hidr\u00e1ulicas fluviais e de macrodrenagem urbana executadas nos leitos do Ribeir\u00e3o dos Meninos, especificamente no trecho em frente ao Campus da Mau\u00e1, em S\u00e3o Caetano do Sul, at\u00e9 o ponto de encontro com o Rio Tamanduate\u00ed. <br \/>\n<\/em><br \/>\nGenericamente, existem quatro tipos de obras hidra\u00falicas fluviais, de acordo com Van Raalten (1981) apud Camargo Junior (2000), sendo elas: Obras Simples; Obras de fixa\u00e7\u00e3o do leito e prote\u00e7\u00e3o de estruturas; Obras de regulariza\u00e7\u00e3o de vaz\u00e3o;&nbsp;<\/p>\n<p>Obras de canaliza\u00e7\u00e3o. Adotou-se a proposta de classifica\u00e7\u00e3o apresentada por Silva (2014), que consiste na adequa\u00e7\u00e3o da classifica\u00e7\u00e3o de Van Raalten \u00e0 realidade brasileira, a saber: Gerais ou de Normaliza\u00e7\u00e3o (desobstru\u00e7\u00e3o e limpeza, limita\u00e7\u00e3o dos leitos de inunda\u00e7\u00e3o, fechamento de bra\u00e7os secund\u00e1rios, prote\u00e7\u00e3o das margens); Retifica\u00e7\u00e3o de Meandros; Regulariza\u00e7\u00e3o dos Leitos; Derrocamento; Dragagem; Canais Artificiais; Obras de Canaliza\u00e7\u00e3o, aplicadas ao Ribeir\u00e3o dos Meninos.&nbsp;<\/p>\n<p><em>A metodologia empregada no desenvolvimento deste trabalho fundamenta-se em estudo descritivo e de levantamento, Destacam-se como resultados: o desenvolvimento de Crit\u00e9rios de Desempenho, a partir do uso das Planilhas Ambientais, classificando aquelas obras em Producentes e Contraproducentes, e uma nova proposta de Classifica\u00e7\u00e3o de Obras Hidr\u00e1ulicas Fluviais, al\u00e9m de se constatar t\u00e9cnica, econ\u00f4mica e administrativamente<\/em> que a amplia\u00e7\u00e3o dos sistemas de drenagem existentes em alguns desses locais torna-se impratic\u00e1vel, pois algumas das viabilidades\/sustentabilidades t\u00e9cnica, econ\u00f4mica, financeira, pol\u00edtica, jur\u00eddica, social e ambiental, ou mesmo dom\u00ednios de estudo econ\u00f4mico, sociocultural, sa\u00fade, ecologia\/ambiental, direito, rela\u00e7\u00f5es internacionais, ou ainda dimens\u00f5es social, ambiental e econ\u00f4mica n\u00e3o podem ser atendidas. <\/p>\n<p>Os motivos desse n\u00e3o atendimento passam pelos altos custos sociais envolvidos e pelos elevados investimentos necess\u00e1rios \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o de obras hidr\u00e1ulicas fluviais de grande porte. Em alguns cen\u00e1rios, devido ao alto custo ou mesmo devido \u00e0 impossibilidade de desapropria\u00e7\u00e3o de \u00e1reas ribeirinhas, bem como pela necessidade de interrup\u00e7\u00e3o de tr\u00e1fego, a solu\u00e7\u00e3o requer a utiliza\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos executivos sofisticados e, portanto, de alto custo.&nbsp;<br \/>\n&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br \/>\n<strong>Pedro Jos\u00e9 da Silva<\/strong>, professor do Centro Universit\u00e1rio do Instituto Mau\u00e1 de Tecnologia \u2013 IMT. <a href=\"http:\/\/pjsilva@maua.br \">pjsilva@maua.br&nbsp;<br \/>\n<\/a><strong>Bruna Loro Ferraz<\/strong>, aluna do 4.o Curso de Engenharia &#8211; Modlidade Civil do Centro Universit\u00e1rio do Instituto Mau\u00e1 de Tecnologia \u2013 IMT. <a href=\"javascript:void(0);\/*1503409975937*\/\">brunaloroferraz@yahoo.com.br <br \/>\n<\/a><\/p>\n<p><b>Autor: Prof. Pedro Jos\u00e9 da Silva e Bruna Loro Ferraz <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O crescimento urbano, na maior parte das metr\u00f3poles, deu-se de forma acelerada e, somente em algumas, a drenagem urbana foi considerada fator preponderante na elabora\u00e7\u00e3o de projetos que consideraram essa expans\u00e3o. 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