{"id":27701,"date":"2017-07-13T00:48:49","date_gmt":"2017-07-13T00:48:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=27701"},"modified":"2017-07-13T15:05:26","modified_gmt":"2017-07-13T15:05:26","slug":"como-trabalham-as-pessoas-e-os-robos-que-consertam-os-cabos-da-internet-ocultos-sob-o-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2017\/07\/13\/como-trabalham-as-pessoas-e-os-robos-que-consertam-os-cabos-da-internet-ocultos-sob-o-mar\/","title":{"rendered":"Como trabalham as pessoas e os rob\u00f4s que consertam os cabos da internet ocultos sob o mar"},"content":{"rendered":"<p>\n<em>Os cabos s\u00e3o instalados no fundo do mar, mas os reparos s\u00e3o feitos a bordo de navios especiais e com ajuda de rob\u00f4s<\/em><\/p>\n<p>O rompimento de um cabo submarino de internet \u00e9 algo imprevis\u00edvel.<\/p>\n<p>Alguns podem passar anos sem nenhum dano. Outros, contudo, acabam sofrendo rasgos em poucos meses.Nesse emaranhado de cerca de 300 cabos que nos conectam \u00e0 rede nas profundezas aqu\u00e1ticas &#8211; alguns submersos a mais de 8,5 km &#8211; nem todos est\u00e3o expostos a danos na mesma propor\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Nosso cabo TGN-Atlantic, que conecta o Reino Unido com os Estados Unidos &#8211; tem 13 mil km de extens\u00e3o, o equivalente a 136 mil piscinas ol\u00edmpicas -, n\u00e3o sofreu nenhuma falha desde 2013&#8221;, afirma John Hayduk, chefe de opera\u00e7\u00f5es da empresa indiana Tata Communications, respons\u00e1vel pela maior rede de cabos submarinos do mundo, que engloba 25% das rotas do planeta.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 uma fa\u00e7anha de engenharia coordenar a conectividade desses cabos diariamente e encontrar localiza\u00e7\u00f5es adequadas para eles&#8221;, afirma o especialista.<\/p>\n<p>Mas pode haver complica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;No fundo do oceano h\u00e1 montanhas, vales profundos, \u00e1reas lamacentas e terrenos irregulares&#8221;, diz Kersti Klami, diretora de comunica\u00e7\u00e3o da Tata.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 importante encontrar locais para cabos submarinos que sejam os mais planos poss\u00edveis. Evitar, por exemplo, barreiras de coral. Em zonas de pesca e navega\u00e7\u00e3o, o cabo \u00e9 enterrado no fundo do mar para evitar danos com \u00e2ncoras&#8221;, acrescenta.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/4343\/production\/_96191271_tatacomms-129-2.jpg\" width=\"620\" height=\"349\" alt=\"\" \/><br \/>\n<em>Esta\u00e7\u00e3o de cabos no Reino Unido da Tata Communications, que possui 25% das rotas de internet do planeta<\/p>\n<p><\/em>&#8220;Ainda assim, \u00e0s vezes as coisas d\u00e3o errado e os cabos se danificam. \u00c9 quando enviamos um navio especial de reparos.&#8221;<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 simples. Trata-se de um trabalho conjunto entre homem e m\u00e1quina, muitas vezes a milhares de metros abaixo do mar, condi\u00e7\u00e3o em que precis\u00e3o e t\u00e9cnica s\u00e3o fundamentais.<\/p>\n<p><strong>Inimigos dos cabos<br \/>\n<\/strong><br \/>\n&#8220;Produtos de navega\u00e7\u00e3o, como equipamentos de pesca que se enroscam nos cabos ou \u00e2ncoras que se arrastam com eles, s\u00e3o as causas mais comuns de rompimentos&#8221;, afirma John Manock, editor da SubCableWorld, publica\u00e7\u00e3o da Technology Systems Corporations, empresa de comunica\u00e7\u00e3o baseada na Fl\u00f3rida e especializada en tecnologia mar\u00edtima.<\/p>\n<p>Um relat\u00f3rio de 2015 do Comit\u00ea Internacional de Prote\u00e7\u00e3o de Cabos (ICPC, na sigla em ingl\u00eas) apontou que opera\u00e7\u00f5es mar\u00edtimas respondem por 65% a 75% dos danos nos cabos.<\/p>\n<p>&#8220;A atividade s\u00edsmica tamb\u00e9m pode provocar estragos, especialmente em \u00e1reas de alta atividade, como o c\u00edrculo de fogo do Pac\u00edfico, mas n\u00e3o representa nem 10% das ocorr\u00eancias&#8221;, afirma Manock.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/B873\/production\/_96191274_gettyimages-93393042.jpg\" width=\"620\" height=\"620\" alt=\"\" \/><br \/>\n<em>\u00c2ncoras respondem por boa parte dos danos a cabos submersos de comunica\u00e7\u00f5es<br \/>\n<\/em><br \/>\nManock diz que \u00e9 um equ\u00edvoco associar esses danos a mordidas de tubar\u00f5es. Segundo ele, o ICPC afirma que esses casos n\u00e3o representam nem 1% dos casos registrados entre 1959 e 2006.<\/p>\n<p>&#8220;Causas habituais incluem terremotos e \u00e2ncoras perto da costa, em regi\u00f5es de rotas pesqueiras&#8221;, concorda Hayduk.<\/p>\n<p>Mas como \u00e9 poss\u00edvel identificar danos em um cabeamento submarino?<br \/>\n&#8220;Uma mudan\u00e7a repentina na voltagem indica que algo est\u00e1 errado. \u00c9 preciso muita eletricidade para ligar o sinal que coordena os dados transportados pelos cabos e que permite o funcionamento da internet&#8221;, explica Hayduk.<\/p>\n<p>&#8220;Quando um cabo est\u00e1 partido, ele entra em contato com o mar, o que causa essa varia\u00e7\u00e3o s\u00fabita na voltagem.&#8221;<\/p>\n<p>Quando algo assim ocorre, \u00e9 preciso atuar com urg\u00eancia.<\/p>\n<p>&#8220;Se o cabo n\u00e3o foi completamente cortado, o tr\u00e1fego de internet \u00e9 redirecionado a outro sistema de cabos, e muitas vezes os usu\u00e1rios nem percebem o problema&#8221;, afirma o chefe de opera\u00e7\u00f5es da Tata.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/7845\/production\/_96198703_tatacommunicationstgnatlantic-3.jpg\" width=\"620\" height=\"349\" alt=\"\" \/><br \/>\n<em>O cabo TGN-Atlantic viaja pelo oceano do Reino Unido aos EUA&lt; transportando dados de internet a cerca de 200 mil metros por segundo<\/p>\n<p><\/em>Enquanto isso, as opera\u00e7\u00f5es de reparo ocorrem dentro e fora d&#039;\u00e1gua.<\/p>\n<p><strong>Homem e m\u00e1quina<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Consertar um cabo estragado pode levar dias. Em primeiro lugar \u00e9 preciso identificar o dano. Depois envia-se o navio de reparos. O mau tempo pode atrasar essas opera\u00e7\u00f5es&#8221;, explica Manock.<\/p>\n<p>John Hayduk, da Tata, diz que a empresa costuma levar duas semanas nessas opera\u00e7\u00f5es &#8211; mas o prazo pode se estender por at\u00e9 dois meses caso a ocorr\u00eancia seja no meio do oceano e causada por terremoto.<\/p>\n<p>Disponibilidade de navios, prazos para obter permiss\u00f5es, dist\u00e2ncia da ocorr\u00eancia, tempo para identifica\u00e7\u00e3o do problema e clima s\u00e3o fatores que influenciam a dura\u00e7\u00e3o dos reparos, afirma Alan Mauldin, diretor de pesquisa da consultoria de telecomunica\u00e7\u00f5es americana Tele Geography.<\/p>\n<p>&#8220;O cabo n\u00e3o costuma ser reparado dentro da \u00e1gua &#8211; \u00e9 trazido ao barco para os consertos&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>E o processo depender\u00e1 do tipo de dano sofrido pelo material.<\/p>\n<p>&#8220;Para encontrar a parte danificada s\u00e3o feitas medi\u00e7\u00f5es nos extremos do cabo. Quando o navio chega, o processo leva em geral um dia, mas n\u00e3o \u00e9 sempre assim&#8221;, afirma o historiador tecnol\u00f3gico Bill Burns.<em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/11485\/production\/_96198707_gettyimages-513185822.jpg\" width=\"620\" height=\"349\" alt=\"\" \/><br \/>\nA disponibilidade de navios para reparos \u00e9 chave na agilidade dos processos<br \/>\n<\/em><br \/>\nTodo \u00e9 coordenado por rob\u00f4s &#8211; ou ROVs (ve\u00edculos submarinos operados remotamente, na sigla em ingl\u00eas). &#8220;Eles s\u00e3o empregados para manipular os cabos em oceanos pouco profundos, e apenas para retir\u00e1-los, n\u00e3o para consert\u00e1-los sob a \u00e1gua&#8221;, afirma Burns.<\/p>\n<p>Segundo o historiador, apenas operadores humanos embarcados podem proporcionar a precis\u00e3o e o cuidado necess\u00e1rios ao trabalho.<\/p>\n<p>&#8220;Em \u00e1guas mais profundas h\u00e1 cabos que est\u00e3o no mesmo lugar h\u00e1 160 anos. Os ROVs podem ser usados para localizar a parte danificada. Baixa-se uma pequena \u00e2ncora em uma corda grossa, que se arrasta em dire\u00e7\u00e3o ao cabo at\u00e9 se enganchar a ele&#8221;, detalha.<\/p>\n<p>Para o conserto, \u00e9 preciso cortar o peda\u00e7o danificado e colocar uma nova pe\u00e7a, numa esp\u00e9cie de remendo.<\/p>\n<p>&#8220;Isso demanda um trabalho coordenado entre rob\u00f4s e humanos&#8221;, diz Hayduk.<\/p>\n<p>&#8220;A equipe a bordo do navio insere a parte nova e depois o rob\u00f4 volta ao fundo do mar e a conecta ao extremo do cabo, que em seguida \u00e9 enterrado novamente sob o leito oce\u00e2nico.&#8221;<em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/13B95\/production\/_96198708_oceans_ropos.jpg\" width=\"620\" height=\"985\" alt=\"\" \/><br \/>\nRob\u00f4s marinhos s\u00e3o usados para trazer cabos danificados \u00e0 superf\u00edcie<\/p>\n<p><\/em>O navio s\u00f3 retorna ap\u00f3s a conclus\u00e3o do conserto. &#8220;Problemas nessas opera\u00e7\u00f5es s\u00e3o raros, e h\u00e1 testes para confirmar o sucesso do reparo.&#8221;<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o \u00e9 complexa, mas as empresas possuem experi\u00eancia nessas a\u00e7\u00f5es, da\u00ed o hist\u00f3rico de \u00eaxitos.<\/p>\n<p>&#8220;A ind\u00fastria de cabos submarinos tem muita experi\u00eancia em consertos. \u00c9 preciso lembrar que o primeiro tel\u00e9grafo transatl\u00e2ntico come\u00e7ou a funcionar em 1858 e teve que ser reparado em poucas semanas&#8221;, comenta Manock.<\/p>\n<p>&#8220;Por mais que o processo seja dif\u00edcil, especialmente em m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, as opera\u00e7\u00f5es costumam transcorrer sem problemas. E isso \u00e9 vital pela natureza do tr\u00e1fego de internet em nosso mundo, onde um apag\u00e3o na rede pode provocar graves problemas econ\u00f4micos e at\u00e9 de seguran\u00e7a nacional&#8221;, conclui o editor Manock.<\/p>\n<p><b>Autor: BBC Brasil<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os cabos s\u00e3o instalados no fundo do mar, mas os reparos s\u00e3o feitos a bordo de navios especiais e com ajuda de rob\u00f4s O rompimento de um cabo submarino de internet \u00e9 algo imprevis\u00edvel. Alguns podem passar anos sem nenhum dano. 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