{"id":27623,"date":"2017-06-20T00:47:45","date_gmt":"2017-06-20T00:47:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=27623"},"modified":"2018-02-19T12:28:01","modified_gmt":"2018-02-19T15:28:01","slug":"empresas-que-ainda-aquebram-pedrasa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2017\/06\/20\/empresas-que-ainda-aquebram-pedrasa\/","title":{"rendered":"Empresas que ainda \u201cquebram pedras\u201d"},"content":{"rendered":"<p>O que vale mais, 200 toneladas de rocha ou 4 toneladas de lixo ?<br \/>\nClaro que a resposta depende de muitas vari\u00e1veis e contextos econ\u00f4micos, que v\u00e3o se transformando ao longo da hist\u00f3ria da humanidade.<\/p>\n<p>Que tipo de res\u00edduos produziam os eg\u00edpcios h\u00e1 2.500? E hoje em dia ?<br \/>\nFica dif\u00edcil imaginarmos que tipo de sobras de \u201cprodu\u00e7\u00e3o\u201d daquela \u00e9poca foram geradas, porque sequer sabemos como foram feitas as pir\u00e2mides com exatid\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas, certamente, para produzirem aquelas maravilhas da humanidade, tiveram que remover muita pedra, gerando res\u00edduos que n\u00e3o foram utilizados.<\/p>\n<p>Ou seja, pedra era algo de muito valor &#8230; e mesmo nos dias de hoje ainda \u00e9, para uma mineradora, por exemplo.<br \/>\nCertamente 200 toneladas de rocha \u00e9 uma oportunidade sem tamanho para fazer dinheiro. Ser\u00e1 ?<br \/>\nTalvez menos do que se imagina &#8230;<\/p>\n<p>A mineradora belga Umicore, mudou seu foco de a\u00e7\u00e3o e passou a ser uma \u201cmineradora urbana\u201d, e se deu muito bem.<br \/>\nPois, para extrair 1 Kg de ouro \u00e9 necess\u00e1rio processar 200 toneladas de rocha e isto \u00e9 extremamente trabalhoso, e cada vez mais dispendioso.<\/p>\n<p>Assim a citada empresa, obt\u00e9m nos dias de hoje, o mesmo \u201cquilinho\u201d de ouro remexendo 4 toneladas de lixo eletr\u00f4nico, com um custo ambiental e econ\u00f4mico muito menor.<\/p>\n<p>Ai est\u00e1 claramente uma percep\u00e7\u00e3o de oportunidade muito bem aproveitada.<\/p>\n<p>A miss\u00e3o da empresa n\u00e3o mudou, mas a \u201cforma\u201d de atingir os resultados \u00e9 que foi ajustado, inserindo a sustentabilidade como vis\u00e3o estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p>Por vezes nos esquecemos que transforma\u00e7\u00f5es culturais nas empresas levam anos para serem solidificadas e tomamos decis\u00f5es (ou deixamos de tom\u00e1-las) aconselhados pelos piores inimigos, entre outros, o imediatismo e o comodismo.<br \/>\nEstas mudan\u00e7as as vezes emperram justamente pela acomoda\u00e7\u00e3o das coisas e pouca percep\u00e7\u00e3o dos riscos envolvidos.<br \/>\nComo um exemplo relativamente recente, vale relembrar, da rapidez que as m\u00e1quinas de fotoc\u00f3pias, foram substitu\u00eddas pelas impressoras.<\/p>\n<p>N\u00e3o era vis\u00edvel que o benef\u00edcio que as m\u00e1quinas de fotoc\u00f3pia produziam, era muito maior do que \u201ccopiar\u201d um documento, mas a elimina\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os internos.<\/p>\n<p>Desta forma, a \u201cmudan\u00e7a de rumo\u201d ocorreu fora da empresa Xerox e do mercado onde ela se encontrava, mas dentro de outras organiza\u00e7\u00f5es, atra\u00eddas por estas oportunidades e que passaram a produzir impressoras.<\/p>\n<p>Em algumas organiza\u00e7\u00f5es, essas mudan\u00e7as ocorrem no cora\u00e7\u00e3o da empresa, que se reinventa, como na extra\u00e7\u00e3o de ouro, dificultando assim a entrada de novos concorrentes.<br \/>\nPhilip Kotler destaca que \u201cas mudan\u00e7as de comportamento, e portanto, o impacto positivo, dificilmente ocorrem da noite para o dia\u201d.<\/p>\n<p>Mas infelizmente, em muitos casos, aquele conselheiro inimigo que atende sobre a alcunha de \u201cImediatismo\u201d, senta-se na poltrona do Conselho Consultivo de uma empresa e passa a dar mais \u201cpitacos\u201d que o pr\u00f3prio Presidente da organiza\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEste nefasto personagem por vezes est\u00e1 acompanhado de outros \u201cConselheiros\u201d n\u00e3o menos inimigo, sendo um deles o<\/p>\n<p>\u201cComodismo\u201d, que lan\u00e7a nas reuni\u00f5es aquela vis\u00e3o focada simplesmente no presente blasfemando &#8230; \u201ceste n\u00e3o \u00e9 o nosso neg\u00f3cio\u201d!<\/p>\n<p>O neg\u00f3cio \u00e9 o mesmo, o que mudou foi o \u201cjeito\u201d de fazer o neg\u00f3cio.<br \/>\nVale ent\u00e3o utilizar o seguro pragmatismo de Peter Drucker, que ensinou-nos a gerenciar performance, atrav\u00e9s da express\u00e3o<\/p>\n<p>\u201cDesempenho significa concentrar recursos dispon\u00edveis onde est\u00e3o os resultados\u201d, sendo que resultado n\u00e3o se encontra somente no mercado em que se atua, mas nas interfaces e alternativas existentes.<\/p>\n<p>E foi exatamente o que fez a mineradora belga ao substituir rocha por lixo, como insumo b\u00e1sico da opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Literalmente, quebrar pedras nas Empresas, \u00e9 coisa do passado &#8230;<\/p>\n<p><strong>Roberto Mangraviti<\/strong><br \/>\nEconomista, Consultor de Sustentabilidade da ADASP-Associa\u00e7\u00e3o dos Distribuidores e Atacadistas do Estado de S\u00e3o Paulo, Editor do Portal Sustentahabilidade.com, Diretor e Apresentador do Programa ADASP-SustentaHabilidade pela WEBTV.<br \/>\n<strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que vale mais, 200 toneladas de rocha ou 4 toneladas de lixo ? 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