{"id":27530,"date":"2017-05-08T00:46:20","date_gmt":"2017-05-08T00:46:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=27530"},"modified":"2017-05-08T11:53:57","modified_gmt":"2017-05-08T11:53:57","slug":"a-megausina-de-energia-solar-encravada-no-deserto-que-pretende-abastecer-a-europa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2017\/05\/08\/a-megausina-de-energia-solar-encravada-no-deserto-que-pretende-abastecer-a-europa\/","title":{"rendered":"A megausina de energia solar encravada no deserto que pretende abastecer a Europa"},"content":{"rendered":"<p>Ainda assim, a regi\u00e3o n\u00e3o parece t\u00e3o desolada quanto j\u00e1 foi no passado. Neste ano, ela virou o lar de uma das maiores usinas solares do mundo. <br \/>\nCentenas de espelhos cruzados, cada um deles maior que um \u00f4nibus, est\u00e3o enfileirados cobrindo 1,4 quil\u00f4metro quadrado de deserto, uma \u00e1rea do tamanho de 200 campos de futebol.<\/p>\n<p>O enorme complexo est\u00e1 em um local ensolarado ao p\u00e9 da cordilheira do Atlas, a 10 km de Ouarzazate, uma cidade cujo apelido significa &#8220;porta do deserto&#8221;. Com cerca de 330 dias de sol por ano, \u00e9 o lugar ideal.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m de suprir as demandas dom\u00e9sticas de energia, o Marrocos espera um dia poder exportar energia solar \u00e0 Europa. Essa usina tem o potencial para ajudar a definir o futuro energ\u00e9tico da \u00c1frica e do mundo.<\/p>\n<p>No dia da visita da reportagem da BBC, por\u00e9m, o c\u00e9u estava coberto de nuvens. &#8220;Nenhuma eletricidade ser\u00e1 produzida hoje&#8221;, disse Rachid Bayed, da Ag\u00eancia Marroquina de Energia Solar (Masen, na sigla em ingl\u00eas), respons\u00e1vel por implementar o projeto.&nbsp;<\/p>\n<p>Um dia de &#8220;folga&#8221; n\u00e3o os preocupa. Atualmente, a energia solar est\u00e1 sendo adotada por v\u00e1rios pa\u00edses que passaram a v\u00ea-la como a mais abundante fonte de energia limpa.&nbsp;<\/p>\n<p>Essa usina marroquina \u00e9 apenas uma entre v\u00e1rias outras na \u00c1frica, e outras parecidas est\u00e3o sendo constru\u00eddas no Oriente M\u00e9dio, na Jord\u00e2nia, nos Emirados \u00c1rabes Unidos e na Ar\u00e1bia Saudita. O custo cada vez menor da energia solar a tornou uma alternativa vi\u00e1vel mesmo nas regi\u00f5es mais ricas em petr\u00f3leo do mundo.&nbsp;<\/p>\n<p>Noor 1, a primeira fase da usina marroquina, j\u00e1 ultrapassou expectativas em termos de quantidade de energia produzida. \u00c9 um resultado encorajador para o objetivo do Marrocos de reduzir a produ\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis f\u00f3sseis ao focar em energias renov\u00e1veis e ainda assim atender \u00e0s necessidades dom\u00e9sticas, que crescem em 7% todos os anos.&nbsp;<\/p>\n<p>A estabilidade do governo e da economia do Marrocos ajudou o pa\u00eds a conseguir investimento da Uni\u00e3o Europeia, que financiou 60% dos custos do projeto Ouarzazate.<\/p>\n<p>O pa\u00eds planeja gerar 14% de sua energia atrav\u00e9s do sol at\u00e9 2020 e acrescentar outras fontes renov\u00e1veis como vento e \u00e1gua ao plano com o objetivo de produzir 52% de sua pr\u00f3pria energia at\u00e9 2030.&nbsp;<\/p>\n<p>Isso torna o Marrocos mais ou menos alinhado com pa\u00edses como o Reino Unido, que quer gerar 30% de sua eletricidade atrav\u00e9s de energias renov\u00e1veis at\u00e9 o fim da d\u00e9cada, e os Estados Unidos, onde o ex-presidente Barack Obama havia determinado \u00edndice de 20% at\u00e9 2030.&nbsp;<\/p>\n<p>Donald Trump amea\u00e7ou cortar o financiamento \u00e0s energias renov\u00e1veis, mas talvez suas a\u00e7\u00f5es n\u00e3o tenham grande impacto, j\u00e1 que muitas pol\u00edticas s\u00e3o controladas por Estados e que grandes companhias j\u00e1 come\u00e7aram a adotar fontes mais limpas e baratas.<\/p>\n<p>Os refletores da usina geralmente podem ser ouvidos enquanto eles se movem para seguir o sol como um campo gigantesco de girass\u00f3is. Os espelhos filtram a energia do sol e esquenta um \u00f3leo sint\u00e9tico que segue por uma rede de canos.&nbsp;<\/p>\n<p>As temperaturas podem chegar a 350\u00baC e o \u00f3leo quente \u00e9 usado para produzir vapores de \u00e1gua em alta temperatura, alimentando um gerador movido a turbinas. &#8220;\u00c9 o mesmo processo dos combust\u00edveis f\u00f3sseis, s\u00f3 que usamos o calor do sol como fonte&#8221;, diz Bayed.&nbsp;<\/p>\n<p>A usina continua gerando energia mesmo ap\u00f3s o p\u00f4r do sol, quando a demanda chega ao pico. Parte dessa energia \u00e9 guardada em reservat\u00f3rios feitos de nitrato de s\u00f3dio e pot\u00e1ssio, o que mant\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o por at\u00e9 mais tr\u00eas horas. Na pr\u00f3xima fase da usina, a produ\u00e7\u00e3o continuar\u00e1 por at\u00e9 oito horas ap\u00f3s o sol se p\u00f4r.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m de aumentar a produ\u00e7\u00e3o de energia do Marrocos, o projeto Ouarzazate est\u00e1 ajudando a economia local. Cerca de 2 mil funcion\u00e1rios foram contratados durante os dois anos iniciais da constru\u00e7\u00e3o, sendo que muitos deles s\u00e3o marroquinos.&nbsp;<\/p>\n<p>Estradas foram constru\u00eddas para criar acesso \u00e0 planta e conect\u00e1-la \u00e0s cidades mais pr\u00f3ximas, ajudando as crian\u00e7as a chegar at\u00e9 a escola. Al\u00e9m disso, uma grande quantidade de \u00e1gua foi levada ao complexo atrav\u00e9s de encanamentos, dando acesso a \u00e1gua para mais 33 vilarejos.&nbsp;<\/p>\n<p>Masen tamb\u00e9m ensinou pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis a fazendeiros da \u00e1rea. No pequeno vilarejo de Asseghmou, a 48 km da cidade de Ouarzazate, a forma como ovelhas s\u00e3o criadas mudou.<\/p>\n<p>A maioria dos fazendeiros ali dependiamm apenas de sua experi\u00eancia, mas agora est\u00e3o entrando em contato com t\u00e9cnicas mais confi\u00e1veis, como simplesmente separar os animais em suas gaiolas, o que est\u00e1 aumentando a produtividade.&nbsp;<\/p>\n<p>A Masen tamb\u00e9m doou ovelhas para cria\u00e7\u00e3o a 25 fazendas. &#8220;Agora eu tenho mais seguran\u00e7a nos alimentos&#8221;, diz Chaoui, dono de uma fazenda local. E sua amendoeira est\u00e1 prosperando gra\u00e7as \u00e0s dicas de cultivo.&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda assim, alguns locais se preocupam com a usina. Abdellatif, que viva na cidade de Zagora, 120 quil\u00f4metros ao sul dali, onde h\u00e1 taxas mais altas de desemprego, acha que Masen deveria se concentrar em criar empregos permanentes.&nbsp;<\/p>\n<p>Ele tem amigos que foram contratados para trabalhar l\u00e1, mas apenas por alguns meses. Uma vez que entrar em opera\u00e7\u00e3o total, a usina empregar\u00e1 entre 50 e 100 funcion\u00e1rios, apenas. &#8220;Os componentes da usina s\u00e3o feitos no exterior, mas seria melhor produzi-los aqui para gerar trabalho cont\u00ednuo para os moradores locais&#8221;, diz.&nbsp;<\/p>\n<p>Um problema maior \u00e9 a enorme quantidade de \u00e1gua que a usina utiliza da represa de El Mansour Eddahbi. Nos \u00faltimos anos, a escassez de \u00e1gua tem sido um problema na regi\u00e3o semides\u00e9rtica e houve cortes no fornecimento.&nbsp;<\/p>\n<p>A agricultura ao sul do Vale Draa depende da \u00e1gua da represa &#8211; ocasionalmente despejada no rio local, que geralmente \u00e9 seco. O coordenador da usina, Mustapha Sellam, diz que a \u00e1gua usada pelo complexo representa 0,05% do abastecimento, pouco comparado \u00e0 sua capacidade.&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda assim, o consumo da usina \u00e9 o bastante para fazer uma diferen\u00e7a na vida dos fazendeiros locais, que j\u00e1 enfrentam dificuldades. \u00c9 por isso que a usina est\u00e1 tentando reduzir a quantidade de \u00e1gua que consome, utilizando ar pressurizado para limpar os espelhos. <br \/>\nAl\u00e9m disso, a \u00e1gua usada para resfriar o vapor produzido pelos geradores \u00e9 reutilizada para produzir mais eletricidade.<\/p>\n<p>H\u00e1 novas sess\u00f5es da usina em constru\u00e7\u00e3o no momento. A Noor 2 ser\u00e1 parecida com a 1, mas a 3 ter\u00e1 um design diferente. Em vez de espelhos enfileirados, ela vai capturar e guardar a energia solar atrav\u00e9s de uma torre \u00fanica, que acredita-se ser mais eficiente.&nbsp;<\/p>\n<p>Sete milhares de espelhos retos ser\u00e3o dispostos ao redor da torre para capturar e refletir os raios de sol em dire\u00e7\u00e3o a um capturador no topo dela, usando menos espa\u00e7o do que as filas de espelhos exigem hoje. Sais derretidos no interior da torre v\u00e3o capturar e armazenar o calor diretamente, sem a necessidade do \u00f3leo quente.&nbsp;<\/p>\n<p>Sistemas parecidos j\u00e1 est\u00e3o em uso na \u00c1frica do Sul, na Espanha e em alguns lugares nos Estados Unidos, como no deserto Mojave, na Calif\u00f3rnia e em Nevada. Mas, com uma altura de 26 metros, a estrutura de Ouarzazate ser\u00e1 a mais alta do tipo no mundo inteiro.<\/p>\n<p>Outras usinas similares est\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o no Marrocos. O sucesso dessas usinas no Marrocos e na \u00c1frica do Sul podem incentivar outros pa\u00edses africanos a adotar a energia solar.&nbsp;<\/p>\n<p>A \u00c1frica do Sul j\u00e1 entrou na lista dos dez maiores produtores de energia solar do mundo, e Ruanda tem a primeira usina do tipo no leste africano, criada em 2014. H\u00e1 tamb\u00e9m planos de constru\u00e7\u00e3o de usinas solares em Gana e Uganda.&nbsp;<\/p>\n<p>O sol da \u00c1frica pode um dia transformar o continente em um exportador de energia para o resto do mundo. Ao menos Sellam tem grandes expectativas em rela\u00e7\u00e3o a Noor. &#8220;Nosso principal objetivo \u00e9 a independ\u00eancia energ\u00e9tica, mas, se um dia estivermos produzindo a mais, podemos suprir outros pa\u00edses&#8221;, diz.<\/p>\n<p><b>Autor: BBC<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O micro-\u00f4nibus atravessa um enorme planalto em uma estrada rec\u00e9m-pavimentada do deserto de Marrocos. 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