{"id":27257,"date":"2017-01-04T00:42:33","date_gmt":"2017-01-04T00:42:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=27257"},"modified":"2017-01-04T14:19:43","modified_gmt":"2017-01-04T14:19:43","slug":"compositos-aeroespaciais-ganham-energia-para-ir-para-os-carros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2017\/01\/04\/compositos-aeroespaciais-ganham-energia-para-ir-para-os-carros\/","title":{"rendered":"Comp\u00f3sitos aeroespaciais ganham energia para ir para os carros"},"content":{"rendered":"<p>Uma tecnologia que dever\u00e1 ter um amplo impacto nas ind\u00fastrias aeroespacial e automotiva acaba de ser desenvolvida por uma equipe das universidades de Bristol e Surrey, no Reino Unido, e da empresa canadense Bombardier. <\/p>\n<p>A tecnologia consiste em um m\u00e9todo de fabrica\u00e7\u00e3o de materiais comp\u00f3sitos &#8211; como as fibras de carbono &#8211; que torna esses materiais ultrarresistentes capazes de transmitir eletricidade e calor. <\/p>\n<p>Os comp\u00f3sitos de fibra de carbono &#8211; feitos com fibras de carbono misturadas a um pol\u00edmero &#8211; revolucionaram as ind\u00fastrias que exigem materiais fortes, mas leves. Contudo, sua aplica\u00e7\u00e3o tem sido restringida por causa de suas condutividades el\u00e9tricas e t\u00e9rmicas inerentemente pobres. <\/p>\n<p>&#8220;A ind\u00fastria aeroespacial ainda depende de estruturas met\u00e1licas, sob a forma de uma malha de cobre, para fornecer prote\u00e7\u00e3o contra descargas atmosf\u00e9ricas e evitar a acumula\u00e7\u00e3o de carga est\u00e1tica na superf\u00edcie dos comp\u00f3sitos de fibra de carbono devido \u00e0 sua baixa condutividade el\u00e9trica. Isto aumenta o peso e torna dif\u00edcil a processo de fabrica\u00e7\u00e3o com compostos de fibra do carbono,&#8221; explicou Thomas Pozegic, principal respons\u00e1vel pelo desenvolvimento da tecnologia. <\/p>\n<p>&#8220;O material que desenvolvemos utiliza nanotubos de carbono de alta qualidade, cultivados em alta densidade, para permitir o transporte el\u00e9trico em todo o material comp\u00f3sito,&#8221; acrescentou ele. <\/p>\n<p>Tecnologia aeroespacial em carros <\/p>\n<p>A t\u00e9cnica de fabrica\u00e7\u00e3o consiste em fazer com que os nanotubos de carbono cres\u00e7am diretamente sobre a superf\u00edcie das pe\u00e7as de fibra de carbono. <\/p>\n<p>Al\u00e9m de n\u00e3o interferir com a integridade estrutural do material, a fabrica\u00e7\u00e3o integrada permite adicionar m\u00faltiplas funcionalidades a cada pe\u00e7a, de acordo a aplica\u00e7\u00e3o, incluindo a constru\u00e7\u00e3o de sensores, antenas de comunica\u00e7\u00e3o e p\u00e1ra-raios. <\/p>\n<p>&#8220;No futuro, os comp\u00f3sitos de fibra de carbono modificados com nanotubos de carbono poder\u00e3o viabilizar possibilidades entusiasmantes, como a colheita de energia e estruturas de armazenamento com capacidades de autocura. Estamos atualmente trabalhando nesses prot\u00f3tipos e temos muitas ideias, incluindo a incorpora\u00e7\u00e3o da atual tecnologia aeroespacial e de sat\u00e9lites em projetos automotivos,&#8221; disse o professor Ravi Silva. <\/p>\n<p><strong><em>Bibliografia: <\/p>\n<p>Multi-Functional Carbon Fibre Composites using Carbon Nanotubes as an Alternative to Polymer Sizing <br \/>\nT. R. Pozegic, J. V. Anguita, I. Hamerton, K. D. G. I. Jayawardena, J-S. Chen, V. Stolojan, P. Ballocchi, R. Walsh, S. R. P. Silva <br \/>\nNature Scientific Reports <br \/>\nVol.: 6, Article number: 37334 <br \/>\nDOI: 10.1038\/srep37334<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma tecnologia que dever\u00e1 ter um amplo impacto nas ind\u00fastrias aeroespacial e automotiva acaba de ser desenvolvida por uma equipe das universidades de Bristol e Surrey, no Reino Unido, e da empresa canadense Bombardier. 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