{"id":27174,"date":"2016-11-18T00:41:28","date_gmt":"2016-11-18T00:41:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=27174"},"modified":"2016-11-18T13:48:04","modified_gmt":"2016-11-18T13:48:04","slug":"como-funciona-a-universidade-sem-professores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/11\/18\/como-funciona-a-universidade-sem-professores\/","title":{"rendered":"Como funciona a universidade sem professores"},"content":{"rendered":"<p>Uma universidade revolucion\u00e1ria, sem professores, onde n\u00e3o h\u00e1 livros e nada \u00e9 pago, acaba de criar seu segundo campus no Vale do Sil\u00edcio, na Calif\u00f3rnia. A ideia \u00e9 receber mil estudantes por ano, interessados em programa\u00e7\u00e3o de computadores e desenvolvimento de software. Durante o curso, os alunos trabalham sempre em grupo e avaliam os trabalhos uns dos outros. <\/p>\n<p>O nome da nova universidade, 42, \u00e9 uma refer\u00eancia \u00e0 resposta sobre qual seria o sentido da vida segundo o cl\u00e1ssico de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica O Guia do Mochileiro das Gal\u00e1xias, de Douglas Adams &#8211; criado nos anos 1970 como s\u00e9rie de r\u00e1dio da emissora brit\u00e2nica BBC e transformado em livro, pe\u00e7a de teatro, miniss\u00e9rie de TV, filme longa-metragem, revista em quadrinhos, livro ilustrado e jogo de computador. O Guia do Mochileiro das Gal\u00e1xias \u00e9 o nome de um dicion\u00e1rio fict\u00edcio, que tem defini\u00e7\u00f5es e opini\u00f5es sobre todo o universo. <\/p>\n<p>O primeiro campus da 42 foi criado em Paris, em 2013, por Xavier Niel, um empres\u00e1rio e milion\u00e1rio do setor de tecnologia. Xavier Niel e seus s\u00f3cios &#8211; vindos de empresas emergentes de alta tecnologia &#8211; querem revolucionar a educa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Estudo por projeto <\/p>\n<p>Para atingir essa meta, a universidade combina uma forma radical de ensino colaborativo e aprendizagem por projetos. Os dois m\u00e9todos s\u00e3o bastante populares entre educadores, mas normalmente envolvem a supervis\u00e3o de professores. <\/p>\n<p>Os alunos da 42 podem escolher projetos &#8211; como criar um website ou um jogo de computador &#8211; que seriam executados se eles estivessem trabalhando em uma empresa como desenvolvedores de software. <\/p>\n<p>Para colocar seu projeto de p\u00e9, eles usam as fontes gratuitas dispon\u00edveis na internet e recebem ajuda dos colegas. Todos trabalham lado a lado, em uma ampla sala, com v\u00e1rias fileiras de computadores. Depois, a avalia\u00e7\u00e3o ser\u00e1 feita por um outro colega, escolhido aleatoriamente. <\/p>\n<p>Como nos jogos de computador, os estudantes v\u00e3o avan\u00e7ando no curso em n\u00edveis ou fases e competem com um mesmo projeto. Eles se formam ao atingir o n\u00edvel 21 e isso geralmente leva de tr\u00eas a cinco anos. Ao concluir o curso, recebem um certificado, nada de diploma tradicional. <\/p>\n<p>Aprendizado ativo <\/p>\n<p>Os criadores da 42 afirmam que esse m\u00e9todo de aprendizagem \u00e9 melhor do que o sistema tradicional que, segundo eles, incentiva os estudantes a serem receptores passivos de conhecimento. <\/p>\n<p>&#8220;O retorno que temos recebido dos empregadores \u00e9 que os jovens que formamos s\u00e3o mais preparados para buscar informa\u00e7\u00f5es por si mesmos, por exemplo, sem precisar perguntar ao supervisor o que devem fazer,&#8221; diz Brittany Bir, chefe de opera\u00e7\u00f5es da 42 na Calif\u00f3rnia e ex-aluna no campus de Paris. &#8220;O aprendizado colaborativo faz os estudantes desenvolverem a confian\u00e7a necess\u00e1ria para buscar solu\u00e7\u00f5es de forma aut\u00f4noma, com m\u00e9todos criativos e engenhosos.&#8221; <\/p>\n<p>Ela afirma ainda que quem passou pela 42 \u00e9 mais capaz de trabalhar em grupo, discutir e defender ideias &#8211; qualidades procuradas no mundo real do mercado de trabalho em tecnologia. &#8220;Isso \u00e9 especialmente importante na \u00e1rea de programa\u00e7\u00e3o, onde h\u00e1 uma falta de determinadas habilidades humanas,&#8221; acrescenta. <\/p>\n<p>Pr\u00f3s e contras <\/p>\n<p>O aprendizado colaborativo n\u00e3o \u00e9 novidade e j\u00e1 \u00e9 adotado em v\u00e1rias escolas e universidades, especialmente em \u00e1reas como engenharia. Ali\u00e1s, historiadores conclu\u00edram que, na Gr\u00e9cia antiga, o fil\u00f3sofo Arist\u00f3teles tinha na sua escola alunos que eram monitores e ajudavam os colegas. <\/p>\n<p>Pesquisas recentes mostram que o aprendizado colaborativo pode fazer o aluno desenvolver um conhecimento mais profundo sobre determinado assunto. <\/p>\n<p>Especialista em educa\u00e7\u00e3o, o professor Phil Race explica que assuntos dif\u00edceis s\u00e3o mais f\u00e1ceis de entender quando explicados por algu\u00e9m que os aprendeu sozinho, sem nenhuma ajuda. <\/p>\n<p>Dan Butin, reitor da escola de educa\u00e7\u00e3o e pol\u00edtica social do Merrimack College de Massachusetts, nos EUA, defende que o aprendizado colaborativo e por projetos seja popularizado em col\u00e9gios e universidades. <\/p>\n<p>O professor Butin diz que esses m\u00e9todos s\u00e3o &#8220;ferramentas de ensino&#8221; muito melhores do que palestras, por exemplo, que normalmente n\u00e3o prop\u00f5em desafios ao racioc\u00ednio dos ouvintes. No entanto, Butin considera que a universidade 42 foi longe demais ao abolir os professores. Pesquisas feitas por ele indicam que a maneira mais eficaz de ensino colaborativo inclui a supervis\u00e3o de um professor especializado. <\/p>\n<p>&#8220;A raz\u00e3o decisiva para a exist\u00eancia de um professor \u00e9 orientar os estudantes no enfrentamento de assuntos complexos, amb\u00edguos e que geralmente escapam \u00e0 sua capacidade de entendimento&#8221;, acredita. O pesquisador diz que &#8220;a fun\u00e7\u00e3o da universidade&#8221; \u00e9 desafiar conhecimentos e opini\u00f5es preconcebidas. Uma universidade sem professores, continua Butin, pode permitir que os estudantes simplesmente &#8220;reforcem e regurgitem&#8221; ideias que j\u00e1 t\u00eam sobre o mundo.<\/p>\n<p><b>Autor: BBC<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma universidade revolucion\u00e1ria, sem professores, onde n\u00e3o h\u00e1 livros e nada \u00e9 pago, acaba de criar seu segundo campus no Vale do Sil\u00edcio, na Calif\u00f3rnia. A ideia \u00e9 receber mil estudantes por ano, interessados em programa\u00e7\u00e3o de computadores e desenvolvimento de software. 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