{"id":27108,"date":"2016-10-24T00:40:35","date_gmt":"2016-10-24T00:40:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=27108"},"modified":"2016-10-24T14:46:49","modified_gmt":"2016-10-24T14:46:49","slug":"o-que-e-a-4a-revolucao-industrial-e-como-ela-deve-afetar-nossas-vidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/10\/24\/o-que-e-a-4a-revolucao-industrial-e-como-ela-deve-afetar-nossas-vidas\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 a 4\u00aa revolu\u00e7\u00e3o industrial &#8211; e como ela deve afetar nossas vidas"},"content":{"rendered":"<p><em>Os sistemas ciberf\u00edsicos capazes de se comunicar entre si e com os humanos est\u00e3o no centro da revolu\u00e7\u00e3o em ascens\u00e3o.<\/p>\n<p><\/em>Eles antecipam que a revolu\u00e7\u00e3o mudar\u00e1 o mundo como o conhecemos. Soa muito radical? \u00c9 que, se cumpridas as previs\u00f5es, assim ser\u00e1. E j\u00e1 est\u00e1 acontecendo, dizem, em larga escala e a toda velocidade.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Estamos a bordo de uma revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica que transformar\u00e1 fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, alcance e complexidade, a transforma\u00e7\u00e3o ser\u00e1 diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes&#8221;, diz Klaus Schwab, autor do livro A Quarta Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, publicado este ano.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"448\" height=\"252\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/2(54).jpg\" \/><\/p>\n<p><em>A industrializa\u00e7\u00e3o mudar\u00e1 de uma maneira radical e, com ela, o universo do emprego&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\nOs &#8220;novos poderes&#8221; da transforma\u00e7\u00e3o vir\u00e3o da engenharia gen\u00e9tica e das neurotecnologias, duas \u00e1reas que parecem misteriosas e distantes para o cidad\u00e3o comum.&nbsp;<\/p>\n<p>No entanto, as repercuss\u00f5es impactar\u00e3o em como somos e como nos relacionamos at\u00e9 nos lugares mais distantes do planeta: a revolu\u00e7\u00e3o afetar\u00e1 o mercado de trabalho, o futuro do trabalho e a desigualdade de renda. Suas consequ\u00eancias impactar\u00e3o a seguran\u00e7a geopol\u00edtica e o que \u00e9 considerado \u00e9tico.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o de que se trata essa mudan\u00e7a e por que h\u00e1 quem acredite que se trata de uma revolu\u00e7\u00e3o?&nbsp;<\/p>\n<p>O importante, destacam os te\u00f3ricos da ideia, \u00e9 que n\u00e3o se trata de um desdobramento, mas do encontro desses desdobramentos. Nesse sentido, representa uma mudan\u00e7a de paradigma e n\u00e3o mais uma etapa do desenvolvimento tecnol\u00f3gico.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;A quarta revolu\u00e7\u00e3o industrial n\u00e3o \u00e9 definida por um conjunto de tecnologias emergentes em si mesmas, mas a transi\u00e7\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o a novos sistemas que foram constru\u00eddos sobre a infraestrutura da revolu\u00e7\u00e3o digital (anterior)&#8221;, diz Schwab, diretor executivo do F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial e um dos principais entusiastas da &#8220;revolu\u00e7\u00e3o&#8221;.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 tr\u00eas raz\u00f5es pelas quais as transforma\u00e7\u00f5es atuais n\u00e3o representam uma extens\u00e3o da terceira revolu\u00e7\u00e3o industrial, mas a chegada de uma diferente: a velocidade, o alcance e o impacto nos sistemas. A velocidade dos avan\u00e7os atuais n\u00e3o tem precedentes na hist\u00f3ria e est\u00e1 interferindo quase todas as ind\u00fastrias de todos os pa\u00edses&#8221;, diz o F\u00f3rum. <br \/>\nT<br \/>\namb\u00e9m chamada de 4.0, a revolu\u00e7\u00e3o acontece ap\u00f3s tr\u00eas processos hist\u00f3ricos transformadores. A primeira marcou o ritmo da produ\u00e7\u00e3o manual \u00e0 mecanizada, entre 1760 e 1830. A segunda, por volta de 1850, trouxe a eletricidade e permitiu a manufatura em massa. E a terceira aconteceu em meados do s\u00e9culo 20, com a chegada da eletr\u00f4nica, da tecnologia da informa\u00e7\u00e3o e das telecomunica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"448\" height=\"252\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/3(42).jpg\" \/><\/p>\n<p><em>A primeira revolu\u00e7\u00e3o industrial deu origem \u00e0 produ\u00e7\u00e3o mecanizada gra\u00e7as a novidades como o motor a vapor&nbsp;<\/p>\n<p><\/em>Agora, a quarta mudan\u00e7a traz consigo uma tend\u00eancia \u00e0 automatiza\u00e7\u00e3o total das f\u00e1bricas &#8211; seu nome vem, na verdade, de um projeto de estrat\u00e9gia de alta tecnologia do governo da Alemanha, trabalhado desde 2013 para levar sua produ\u00e7\u00e3o a uma total independ\u00eancia da obra humana.&nbsp;<\/p>\n<p>A automatiza\u00e7\u00e3o acontece atrav\u00e9s de sistemas ciberf\u00edsicos, que foram poss\u00edveis gra\u00e7as \u00e0 internet das coisas e \u00e0 computa\u00e7\u00e3o na nuvem.&nbsp;<\/p>\n<p>Os sistemas ciberf\u00edsicos, que combinam m\u00e1quinas com processos digitais, s\u00e3o capazes de tomar decis\u00f5es descentralizadas e de cooperar &#8211; entre eles e com humanos &#8211; mediante a internet das coisas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"448\" height=\"252\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/4(35).jpg\" \/><\/p>\n<p><em>O que acontecer\u00e1 com o emprego?&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\nO que vem por a\u00ed, dizem os te\u00f3ricos, \u00e9 uma &#8220;f\u00e1brica inteligente&#8221;. Verdadeiramente inteligente. O princ\u00edpio b\u00e1sico \u00e9 que as empresas poder\u00e3o criar redes inteligentes que poder\u00e3o controlar a si mesmas.&nbsp;<\/p>\n<p>Os n\u00fameros econ\u00f4micos s\u00e3o impactantes: segundo calculou a consultora Accenture em 2015, uma vers\u00e3o em escala industrial dessa revolu\u00e7\u00e3o poderia agregar 14,2 bilh\u00f5es de d\u00f3lares \u00e0 economia mundial nos pr\u00f3ximos 15 anos.&nbsp;<\/p>\n<p>No F\u00f3rum Mundial de Davos, em janeiro deste ano, houve uma antecipa\u00e7\u00e3o do que os acad\u00eamicos mais entusiastas t\u00eam na cabe\u00e7a quando falam de Revolu\u00e7\u00e3o 4.0: nanotecnologias, neurotecnologias, rob\u00f4s, intelig\u00eancia artificial, biotecnologia, sistemas de armazenamento de energia, drones e impressoras 3D.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas esses tamb\u00e9m ser\u00e3o os causadores da parte mais controversa da quarta revolu\u00e7\u00e3o: ela pode acabar com cinco milh\u00f5es de vagas de trabalho nos 15 pa\u00edses mais industrializados do mundo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"448\" height=\"252\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/5(33).jpg\" \/><\/p>\n<p><em>No F\u00f3rum Mundial de Davos, em janeiro passado, a quarta revolu\u00e7\u00e3o industrial foi a estrela do debate&nbsp;<\/p>\n<p><\/em>O que \u00e9 a 4\u00aa revolu\u00e7\u00e3o industrial &#8211; e como ela deve afetar nossas vidas&nbsp;<\/p>\n<p>Revolu\u00e7\u00e3o para quem? <br \/>\nOs pa\u00edses mais desenvolvidos adotar\u00e3o as mudan\u00e7as com mais rapidez, mas os especialistas destacam que as economias emergentes s\u00e3o as que mais podem se beneficiar.&nbsp;<\/p>\n<p>A quarta revolu\u00e7\u00e3o tem o potencial de elevar os n\u00edveis globais de rendimento e melhorar a qualidade de vida de popula\u00e7\u00f5es inteiras, diz Schwab. S\u00e3o as mesmas popula\u00e7\u00f5es que se beneficiaram com a chegada do mundo digital &#8211; e a possibilidade de fazer pagamentos, escutar e pedir um t\u00e1xi a partir de um celular antigo e barato.&nbsp;<\/p>\n<p>Obviamente, o processo de transforma\u00e7\u00e3o s\u00f3 beneficiar\u00e1 quem for capaz de inovar e se adaptar.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"336\" height=\"336\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/6(24).jpg\" \/><\/p>\n<p>Um esquema da internet das coisas (IoT, em ingl\u00eas) sobre a qual essa transforma\u00e7\u00e3o se apoia&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;O futuro do emprego ser\u00e1 feito por vagas que n\u00e3o existem, em ind\u00fastrias que usam tecnologias novas, em condi\u00e7\u00f5es planet\u00e1rias que nenhum ser humano j\u00e1 experimentou&#8221;, diz David Ritter, CEO do Greenpeace Austr\u00e1lia\/Pac\u00edfico em uma coluna sobre a quarta revolu\u00e7\u00e3o industrial para o jornal brit\u00e2nico The Guardian.&nbsp;<\/p>\n<p>E os empres\u00e1rios parecem entusiasmados &#8211; mais que intimidados &#8211; pela magnitude do desafio, uma pesquisa aponta que 70% t\u00eam expectativas positivas sobre a quarta revolu\u00e7\u00e3o industrial.&nbsp;<\/p>\n<p>Ao menos esse \u00e9 o resultado do \u00faltimo Bar\u00f4metro Global de Inova\u00e7\u00e3o, uma pesquisa que compila opini\u00f5es de mais de 4.000 l\u00edderes e pessoas interessadas nas transforma\u00e7\u00f5es em 23 pa\u00edses.&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda assim, a distribui\u00e7\u00e3o regional \u00e9 desigual e os mercados emergentes da \u00c1sia s\u00e3o os que est\u00e3o adotando as transforma\u00e7\u00f5es de uma forma mais intensa que os de economias mais desenvolvidas.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Ser disruptivo \u00e9 o padr\u00e3o modelo para executivos e cidad\u00e3os, mas continua sendo um objetivo complicado de se colocar em pr\u00e1tica&#8221;, reconhece o estudo.&nbsp;<\/p>\n<p>Os perigos do cibermodelo&nbsp;<\/p>\n<p>Nem todos veem o futuro com otimismo: as pesquisas refletem as preocupa\u00e7\u00f5es de empres\u00e1rios com o &#8220;darwinismo tecnol\u00f3gico&#8221;, onde aqueles que n\u00e3o se adaptam n\u00e3o conseguir\u00e3o sobreviver.&nbsp;<\/p>\n<p>E se isso acontece a toda velocidade, como dizem os entusiastas da quarta revolu\u00e7\u00e3o, o efeito pode ser mais devastador que aquele gerado pela terceira revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"336\" height=\"336\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/7(17).jpg\" \/><\/p>\n<p><em>A revolu\u00e7\u00e3o ter\u00e1 que criar uma nova rela\u00e7\u00e3o entre pessoas e rob\u00f4s. No entanto, por tr\u00e1s disso h\u00e1 dilemas \u00e9ticos e sociais a resolver, dizem os cr\u00edticos.&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\n&#8220;No jogo do desenvolvimento tecnol\u00f3gico, sempre h\u00e1 perdedores. E uma das formas de desigualdade que mais me preocupa \u00e9 a dos valores. H\u00e1 um risco real de que a elite tecnocr\u00e1tica veja todos as mudan\u00e7as que v\u00eam como uma justificativa de seus valores&#8221;, disse \u00e0 BBC Elizabeth Garbee, pesquisadora da Escola para o Futuro da Inova\u00e7\u00e3o na Sociedade da Universidade Estatal do Arizona (ASU).&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Esse tipo de ideologia limita muito as perspectivas que s\u00e3o trazidas \u00e0 mesa na hora de tomar decis\u00f5es (pol\u00edticas), o que por sua vez aumenta a desigualdade que vemos no mundo hoje&#8221;, diz.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Considerando que manter o status quo n\u00e3o \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o, precisamos de um debate fundamental sobre a forma e os objetivos desta nova economia&#8221;, diz Ritter, que considera que deve haver um &#8220;debate democr\u00e1tico&#8221; em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"448\" height=\"252\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/8(14).jpg\" \/><\/p>\n<p>\n<em>Os mercados emergentes da \u00c1sia est\u00e3o na vanguarda da quarta revolu\u00e7\u00e3o, dizem os especialistas&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\nPor um lado, h\u00e1 quem desconfie de que se trata de uma quarta revolu\u00e7\u00e3o: \u00e9 certo que as mudan\u00e7as s\u00e3o muitas e profundas, mas o conceito foi usado pela primeira vez em 1940 em um documento de uma revista de Harvard intitulado A \u00daltima Oportunidade dos Estados Unidos, que trazia um futuro sombrio para avan\u00e7o da tecnologia e seu uso representa uma &#8220;pregui\u00e7a intelectual&#8221;, diz Garbee.&nbsp;<\/p>\n<p>Outros, mais pragm\u00e1ticos, alertam que a quarta revolu\u00e7\u00e3o s\u00f3 aumentar\u00e1 a desigualdade na distribui\u00e7\u00e3o de renda e trar\u00e1 consigo todo tipo de dilemas de seguran\u00e7a geopol\u00edtica.&nbsp;<\/p>\n<p>O mesmo F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial reconhece que &#8220;os benef\u00edcios da abertura est\u00e3o em risco&#8221; por causa de medidas protecionistas, especialmente barreiras n\u00e3o tarif\u00e1rias do com\u00e9rcio mundial que foram exacerbadas desde a crise financeira de 2007: um desafio que a quarta revolu\u00e7\u00e3o dever\u00e1 enfrentar se quiser entregar o que promete.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;O entusiasmo n\u00e3o \u00e9 infundado, essas tecnologias representam avan\u00e7os assombrosos. Mas o entusiasmo n\u00e3o \u00e9 desculpa para a ingenuidade e a hist\u00f3ria est\u00e1 infestada de exemplos de como a tecnologia passa por cima dos marcos sociais, \u00e9ticos e pol\u00edticos que precisamos para fazer bom uso dela&#8221;, diz Garbee.&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"448\" height=\"252\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/9(13).jpg\" \/><\/p>\n<p><em>Angela Merkel em uma f\u00e1brica de rob\u00f4s: para a Alemanha, a revolu\u00e7\u00e3o 4.0 \u00e9 uma prioridade<\/em><\/p>\n<p><b>Autor: BBC<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No final do s\u00e9culo 17 foi a m\u00e1quina a vapor. Desta vez, ser\u00e3o os rob\u00f4s integrados em sistemas ciberf\u00edsicos os respons\u00e1veis por uma transforma\u00e7\u00e3o radical. E os economistas t\u00eam um nome para isso: a quarta revolu\u00e7\u00e3o industrial, marcada pela converg\u00eancia de tecnologias digitais, f\u00edsicas e biol\u00f3gicas.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":27109,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,40],"tags":[],"class_list":{"0":"post-27108","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias","8":"category-tecnologia"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O que \u00e9 a 4\u00aa revolu\u00e7\u00e3o industrial - e como ela deve afetar nossas vidas - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/10\/24\/o-que-e-a-4a-revolucao-industrial-e-como-ela-deve-afetar-nossas-vidas\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O que \u00e9 a 4\u00aa revolu\u00e7\u00e3o industrial - e como ela deve afetar nossas vidas - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"No final do s\u00e9culo 17 foi a m\u00e1quina a vapor. 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