{"id":26974,"date":"2016-08-18T00:38:39","date_gmt":"2016-08-18T00:38:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=26974"},"modified":"2016-08-18T10:41:32","modified_gmt":"2016-08-18T10:41:32","slug":"a-sustentabilidade-da-energia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/08\/18\/a-sustentabilidade-da-energia\/","title":{"rendered":"A sustentabilidade da energia"},"content":{"rendered":"<p>A fonte de 68% da energia renov\u00e1vel no Pa\u00eds, que garantiu 28% da matriz energ\u00e9tica brasileira em 2015, \u00e9 a agropecu\u00e1ria. Um caso \u00fanico no mundo para um pa\u00eds industrializado e com as dimens\u00f5es territoriais do Brasil. Al\u00e9m disso, no ano passado, pela primeira vez a gera\u00e7\u00e3o de eletricidade de origem e\u00f3lica ultrapassou a de origem nuclear. Foram 1.859.750 toneladas equivalentes de petr\u00f3leo (TEP) asseguradas pelos ventos, ante 1.267.124 TEP geradas por usinas nucleares, segundo o sempre excelente Balan\u00e7o Energ\u00e9tico Nacional (BEN), rec\u00e9m publicado pela Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE).&nbsp;<\/p>\n<p>A gera\u00e7\u00e3o da energia nuclear mant\u00e9m-se constante h\u00e1 anos. E n\u00e3o houve, nem haver\u00e1 no curto prazo, nenhum aumento do parque nuclear. J\u00e1 o setor e\u00f3lico se beneficia de numerosos incentivos, cresceu 77% em um ano e seguir\u00e1 crescendo. Mas a contribui\u00e7\u00e3o das e\u00f3licas na matriz energ\u00e9tica ainda \u00e9 pequena: 1,3%. Esse marco hist\u00f3rico das e\u00f3licas passou quase despercebido, assim como o papel da agricultura na gera\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel.&nbsp;<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o da energia renov\u00e1vel na matriz energ\u00e9tica nacional foi de 41,2% em 2015. Um recorde fant\u00e1stico. E j\u00e1 chegou a mais de 45% em alguns anos, em fun\u00e7\u00e3o de fatores clim\u00e1ticos, da economia, etc. A m\u00e9dia mundial de energia renov\u00e1vel nas matrizes energ\u00e9ticas \u00e9 de apenas 13,5%. Essa contribui\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda menor nos pa\u00edses-membros da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE): 9,4%. Ou seja, nas na\u00e7\u00f5es desenvolvidas mais de 90% da energia \u00e9 suja, vinda em geral de petr\u00f3leo, g\u00e1s e carv\u00e3o mineral. Isso pode ser avaliado nas emiss\u00f5es de CO2.&nbsp;<\/p>\n<p>Cada brasileiro emite sete vezes menos CO2 do que um americano e tr\u00eas vezes menos do que um europeu ou um chin\u00eas, apesar da enorme popula\u00e7\u00e3o da China. Gra\u00e7as \u00e0s energias renov\u00e1veis, na produ\u00e7\u00e3o de 1 MWh o setor el\u00e9trico brasileiro emite tr\u00eas vezes menos CO2 do que o europeu, quatro vezes menos do que o norte-americano e seis vezes menos do que o chin\u00eas.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m de grande produtora de alimentos e fibras, a agropecu\u00e1ria nacional ampliou em magnitude \u00fanica no planeta sua capacidade de gerar energia. A agricultura brasileira produz combust\u00edveis s\u00f3lidos (lenha e carv\u00e3o vegetal), l\u00edquidos (etanol e biodiesel), gasosos (biog\u00e1s e g\u00e1s de carv\u00e3o vegetal) e energ\u00e9ticos (cogera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica e t\u00e9rmica com subprodutos agr\u00edcolas, como baga\u00e7o de cana-de-a\u00e7\u00facar, lix\u00edvia, palhas, cavacos, etc.).&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00f3 os produtos energ\u00e9ticos da cana-de-a\u00e7\u00facar garantiram 16,9% do total da energia consumida no Brasil em 2015, uma contribui\u00e7\u00e3o superior a todas as hidrel\u00e9tricas juntas (11,3%)! Lenha e carv\u00e3o vegetal contribu\u00edram com 8,2%, ajudando a mover caldeiras e fornos, desde os das padarias e pizzarias at\u00e9 os das sider\u00fargicas de ferro gusa. Por fim, biodiesel, lix\u00edvia, biog\u00e1s e outros res\u00edduos asseguraram 3,1% de nossa matriz energ\u00e9tica. Hoje, s\u00f3 o sebo de boi \u2013 um res\u00edduo de frigor\u00edficos \u2013 garante cerca de 20% da produ\u00e7\u00e3o de biodiesel. O resto vem dos \u00f3leos vegetais, sobretudo de soja. <br \/>\nPara produzir alimentos, fibras e energia a agricultura brasileira consome energia na matriz (diesel para suas m\u00e1quinas, energia el\u00e9trica, etc.). Quanto? 4,4%, segundo os dados do Balan\u00e7o Energ\u00e9tico Nacional. E ela devolve 28%.&nbsp;<\/p>\n<p>A agricultura \u00e9 o setor que menos consome energia e 4,4% \u00e9 para toda a agropecu\u00e1ria: produ\u00e7\u00e3o de alimentos, fibras e energia. O consumo espec\u00edfico para gerar energia \u00e9 bem menor. Uma s\u00e9rie de detalhamentos acerca do desempenho energ\u00e9tico de v\u00e1rias cadeias produtivas est\u00e1 sendo calculada pelo Grupo de Intelig\u00eancia Territorial Estrat\u00e9gica da Embrapa. Nos dados do BEN 2015, a gera\u00e7\u00e3o de energia (hidrel\u00e9tricas, termoel\u00e9tricas, usinas nucleares) consumiu 10,7% da energia da matriz.&nbsp;<\/p>\n<p>A agroenergia \u00e9 o resultado da transforma\u00e7\u00e3o da energia solar em energia qu\u00edmica pelas plantas. Fran\u00e7a, Jap\u00e3o ou Canad\u00e1 poderiam produzir 28% de sua matriz energ\u00e9tica com sua agricultura, como f<br \/>\naz o Brasil?&nbsp;<\/p>\n<p>Provavelmente, sim, mas consumiriam mais de 50% em sua matriz energ\u00e9tica para realizar tal \u201cfeito\u201d. Por qu\u00ea? O clima limita a gera\u00e7\u00e3o de agroenergia em pa\u00edses temperados. Em altas latitudes a fotoss\u00edntese s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel na primavera-ver\u00e3o, de tr\u00eas a cinco meses, com cultivos de ciclo curto, como milho ou beterraba.&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 em pa\u00edses tropicais, com temperaturas elevadas, a fotoss\u00edntese \u00e9 poss\u00edvel praticamente o ano todo, com cultivos de ciclo longo, como cana-de-a\u00e7\u00facar, dend\u00ea, mandioca. Um campo de cana-de-a\u00e7\u00facar ou de dend\u00ea \u00e9 uma das mais eficientes e rent\u00e1veis usinas solares existentes! <br \/>\nAqui, ganhamos mesmo em culturas de ciclo curto (soja, milho, girassol), pois \u00e9 poss\u00edvel garantir duas colheitas em um ano (safras de ver\u00e3o e inverno). Outros pa\u00edses tropicais poderiam produzir mais energia renov\u00e1vel. Mas n\u00e3o o fazem. Al\u00e9m da geografia, \u00e9 fundamental usar uma tecnologia agr\u00edcola tropical inovadora \u2013 e, nisso, o Brasil \u00e9 reconhecidamente um l\u00edder mundial. <br \/>\nA contribui\u00e7\u00e3o da agroenergia na matriz energ\u00e9tica brasileira continuar\u00e1 crescendo. E j\u00e1 seria maior se pol\u00edticas err\u00e1ticas e erradas n\u00e3o tivessem vitimado o etanol.&nbsp;<\/p>\n<p>O uso eficiente de res\u00edduos e a integra\u00e7\u00e3o produtiva levar\u00e3o a novos saltos tecnol\u00f3gicos, como etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o e gaseifica\u00e7\u00e3o de palhas. Com novas hidrel\u00e9tricas em funcionamento, mais o crescimento da agroenergia, das e\u00f3licas e da energia fotovoltaica, o Pa\u00eds poder\u00e1 atingir 50% da matriz energ\u00e9tica com fontes renov\u00e1veis. J\u00e1 somos uma das economias de mais baixo carbono do planeta. Podemos melhorar, mas os pa\u00edses desenvolvidos precisam avan\u00e7ar \u2013 e muito \u2013 na descarboniza\u00e7\u00e3o de suas economias para chegar perto do que fazemos. Quando o assunto \u00e9 meio ambiente, como enfatiza o atual ministro da Agricultura, o agroneg\u00f3cio brasileiro \u00e9 muito mais solu\u00e7\u00e3o do que preocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Autor: O Esatdo de S.Paulo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>J\u00e1 somos uma das economias de mais baixo carbono, mas podemos melhorar<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[31,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-26974","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-meio-ambiente","7":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A sustentabilidade da energia - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/08\/18\/a-sustentabilidade-da-energia\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A sustentabilidade da energia - 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