{"id":26874,"date":"2016-07-14T00:37:21","date_gmt":"2016-07-14T00:37:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=26874"},"modified":"2016-07-14T15:30:14","modified_gmt":"2016-07-14T15:30:14","slug":"como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/","title":{"rendered":"Como \u00e9 a rotina de uma engenheira no Ex\u00e9rcito brasileiro"},"content":{"rendered":"<p>Carolina Reis sempre gostou de visitar obras. Quando era pequena, ia acompanhada pelo pai, engenheiro militar que adorava lhe ensinar matem\u00e1tica. Hoje tenente moderna \u2013 que, no linguajar militar, quer dizer recente \u2013 na Diretoria de Obras de Coopera\u00e7\u00e3o do Ex\u00e9rcito e tamb\u00e9m engenheira, segue a tradi\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>A op\u00e7\u00e3o pela carreira veio cedo. Na oitava s\u00e9rie, incentivada pela fam\u00edlia, Carolina prestou concurso para o Col\u00e9gio Militar do Rio de Janeiro. Passou em quarto lugar e decidiu ali, em meio \u00e0s formaturas cerimoniais, que queria ser militar tamb\u00e9m. \u201cO companheirismo do Ex\u00e9rcito \u00e9 diferente. O oficial tira algo da pr\u00f3pria farda para colocar na sua, por exemplo\u201d, diz.<\/p>\n<p>Estudiosa, tamb\u00e9m gostava do curr\u00edculo aprofundado. Decidiu estende-lo ao estudar no Instituto Militar de Engenharia (IME), onde entrou em 2008. A institui\u00e7\u00e3o, que fica na capital carioca, \u00e9 a mesma que formou seu pai, que possui seu nome gravado no sal\u00e3o nobre do lugar. \u201cO IME permite que uma mulher tenha uma carreira militar completa, at\u00e9 alcan\u00e7ar o posto de general\u201d, resume ela, que \u00e9 a primeira mulher engenheira a chegar na Diretoria de Obras de Coopera\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Representadas <\/p>\n<p>A hist\u00f3ria \u00e9 resultado de uma s\u00e9rie de conquistas recentes na luta pela igualdade de g\u00eaneros. As brasileiras do Ex\u00e9rcito, que somam mais de 22 mil, representam cerca de 6% da for\u00e7a total. \u00c9 um n\u00famero baixo, mas crescente desde 2012, quando a ent\u00e3o presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei permitindo que vagas em \u00e1reas combatentes fossem abertas tamb\u00e9m para elas. <\/p>\n<p>A primeira mulher a integrar o Ex\u00e9rcito s\u00f3 foi oficialmente reconhecida pela organiza\u00e7\u00e3o mais de um s\u00e9culo depois. Maria Quit\u00e9ria de Jesus Medeiros, ou soldado Medeiros, pertencia ao Batalh\u00e3o de Volunt\u00e1rios do Imperador e lutou pela Independ\u00eancia do Brasil em 1822. <\/p>\n<p>Famosa entre os pares, foi condecorada por Dom Pedro I como Cavaleiro da Imperial Ordem do Cruzeiro depois da guerra \u2013 e aproveitou para pedir que ele escrevesse uma carta para seu pai, a quem havia desobedecido ao se alistar. Em 1996, ela ganhou o t\u00edtulo de Patrono do Quadro Complementar de Oficiais e hoje tem seu retrato em todos os quarteis do pa\u00eds. <\/p>\n<p>As primeiras integrantes oficiais mesmo vieram em 1943, na Segunda Guerra Mundial. Eram enfermeiras e volunt\u00e1rias. Meio s\u00e9culo depois, em 1992, a Escola de Administra\u00e7\u00e3o do Ex\u00e9rcito, na Bahia, teve sua primeira turma feminina matriculada \u2013 at\u00e9 ent\u00e3o, as poucas mulheres presentes atuavam em cargos majoritariamente administrativos e de sa\u00fade. <\/p>\n<p>Ainda nos anos 1990, seguiram-se outras op\u00e7\u00f5es de servi\u00e7o na \u00e1rea de sa\u00fade, como m\u00e9dicas e dentistas, e na \u00e1rea t\u00e9cnica, que inclui profissionais diversas como advogadas, psic\u00f3logas, professoras e jornalistas. A Aeron\u00e1utica, que tem a maior parte das militares ativas e 36 aviadoras, abriu suas portas em 1995, assim como a Marinha. O pr\u00f3prio IME passou a admitir mulheres (e, consequentemente, engenheiras militares) apenas em 1997. <\/p>\n<p>Finalmente, no in\u00edcio de 2016, a For\u00e7a Terrestre divulgou seu primeiro edital para ingressantes do sexo feminino na \u00e1rea b\u00e9lica \u2013 leia-se: combatentes. As primeiras quarenta oficiais v\u00e3o passar pela tradicional Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), entre outros espa\u00e7os, e devem concluir seus estudos em 2021. <\/p>\n<p>Como a carreira militar \u00e9 longeva e baseada em tempo de servi\u00e7o, se alguma delas for se tornar a primeira comandante brasileira, s\u00f3 ganhar\u00e1 o t\u00edtulo em idos de 2060. <\/p>\n<p>Igualdade&nbsp;<\/p>\n<p>Carolina diz que o fato de ser pioneira \u2013 e precoce, j\u00e1 que a carreira militar come\u00e7a com o t\u00edtulo de tenente \u2013 n\u00e3o lhe afetou na pr\u00e1tica. \u201cSempre ouvi que, intelectualmente, homens e mulheres s\u00e3o iguais. E no servi\u00e7o p\u00fablico voc\u00ea tem a vantagem de prestar concurso. Ap\u00f3s chegar no posto, ningu\u00e9m pode te tirar.\u201d Inclusive, quando chegou \u00e0 Diretoria de Obras de Coopera\u00e7\u00e3o (DOC), n\u00e3o sabia que era a primeira mulher a ocupar um posto no \u00f3rg\u00e3o. <\/p>\n<p>A boa recep\u00e7\u00e3o dos colegas, baseada tamb\u00e9m nas condi\u00e7\u00f5es de igualdade e m\u00e9rito refor\u00e7adas pela pr\u00f3pria estrutura do Ex\u00e9rcito, fortalece sua ideia de que n\u00e3o tolher as ambi\u00e7\u00f5es femininas \u00e9 fundamental. \u201cQualquer posto pode ser alcan\u00e7ado por qualquer mulher que achar que pode\u201d, diz. \u201cA grande responsabilidade das mulheres \u00e9 fazer jus ao posto quando chegar nele.\u201d <\/p>\n<p>Ela destaca que os mesmos valores do Ex\u00e9rcito que a atra\u00edram desde a escola \u2013 contribuir para o desenvolvimento do Brasil, crescimento meritocr\u00e1tico e vontade de fazer grande \u2013 tamb\u00e9m a fizeram se identificar com a Funda\u00e7\u00e3o Estudar, da qual \u00e9 bolsista. <\/p>\n<p>Da rotina de universit\u00e1ria militar, que envolve tirar servi\u00e7o armado e treinamento f\u00edsico, ela tamb\u00e9m tirou li\u00e7\u00f5es que mant\u00e9m. \u201cL\u00e1, voc\u00ea precisa se superar e descobre que \u00e9 muito mais capaz do que imaginava. N\u00e3o ando por a\u00ed escalando paredes, mas sei que posso\u201d, diz. \u201cFoi muito mais que apenas uma excelente forma\u00e7\u00e3o em engenharia.\u201d <\/p>\n<p>Pelo Brasil <\/p>\n<p>Hoje em Bras\u00edlia, ela ajuda a controlar as obras (cerca de 20) dos batalh\u00f5es de Engenharia de Constru\u00e7\u00e3o (s\u00e3o 11). Participa do controle de gest\u00e3o e acompanha planejamentos e controles financeiros destes empreendimentos \u2013 que diferem das empresas tradicionais, por exemplo, no fato de que n\u00e3o se cobra m\u00e3o de obra e n\u00e3o se lucra. <\/p>\n<p>Carolina se formou-se em engenharia de fortifica\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o em 2012. Para quem nunca ouviu o termo, ela explica: \u201c\u00c9 basicamente engenharia civil, que ganhou esse nome quando come\u00e7ou a ser ensinada tamb\u00e9m aos n\u00e3o-militares\u201d. O IME possui um dos melhores (e mais concorridos) cursos do pa\u00eds na \u00e1rea e l\u00e1, al\u00e9m do curr\u00edculo b\u00e1sico, os engenheiros estudam tamb\u00e9m temas espec\u00edficos do universo militar, como pai\u00f3is e explosivos. <\/p>\n<p>Durante a gradua\u00e7\u00e3o, Carolina tamb\u00e9m participou da empresa junior e desenvolveu projetos de pesquisa. Para ela, a pr\u00f3pria natureza de sua engenharia \u00e9 coletiva, j\u00e1 que envolve liderar equipes expressivas em obras de grande escala, e ensinou muito sobre trabalho em time e relacionamento com pessoas \u2013 habilidades que ela aplica diariamente no trabalho em campo. <\/p>\n<p>J\u00e1 diplomada, mudou-se para Santa Catarina, onde fica o 10\u00ba Batalh\u00e3o de Engenharia de Constru\u00e7\u00e3o. L\u00e1, trabalhou na rodovia Caminhos da Neve, obra que, quando conclu\u00edda, ajudaria no escoamento da produ\u00e7\u00e3o de ma\u00e7\u00e3s local, a maior do pa\u00eds. \u201cCerca de trinta por cento das ma\u00e7\u00e3s eram perdidas pelo chacoalhar dos caminh\u00f5es e s\u00f3 aquela obra evitaria a perda de alimentos, de produ\u00e7\u00e3o de trabalho\u201d, diz. O sentimento de que est\u00e1 construindo algo duradouro para o pa\u00eds est\u00e1 por tr\u00e1s de sua motiva\u00e7\u00e3o. \u201cGosto muito de saber que o que estou executando se reflete diretamente para a na\u00e7\u00e3o.\u201d <\/p>\n<p>A vida de transfer\u00eancias pelo territ\u00f3rio nacional a levou tamb\u00e9m \u00e0 Amaz\u00f4nia, local de enormes obst\u00e1culos (e aprendizados) log\u00edsticos. \u201cA Amaz\u00f4nia \u00e9 um lugar que todo brasileiro deveria conhecer\u201d, diz. Em muitos rinc\u00f5es brasileiros, especialmente no Norte, onde ficam quatro dos 11 batalh\u00f5es, a presen\u00e7a do Ex\u00e9rcito \u00e9 muito mais forte. \u201c\u00c9 importante saber dessa realidade do Brasil.\u201d <\/p>\n<p>Aten\u00e7\u00e3o constante <\/p>\n<p>O dia a dia de uma engenheira militar \u00e9 diferente da colega civil em uma \u00e1rea crucial: militares est\u00e3o constantemente em treinamento. \u201cPor que quem \u00e9 combatente faz simula\u00e7\u00f5es de guerra e quem \u00e9 engenheiro precisa estar sempre adestrado?\u201d, pergunta ela. \u201cPorque se algum dia enfrentarmos uma guerra e uma ponte for destru\u00edda, por exemplo, precisamos ser capazes de reconstru\u00ed-la. As obras s\u00e3o importantes para nos mantermos atualizados.\u201d <\/p>\n<p>Pode parecer uma possibilidade distante (felizmente), mas \u00e9 real no quartel e envolve conhecer a fundo as particularidade do pa\u00eds. Quais s\u00e3o as dificuldades e facilidades envolvidas na constru\u00e7\u00e3o de uma rodovia em \u00e9poca de chuvas no Norte, por exemplo? Ou como lidar com as baixas temperaturas no Sul, capazes de fazer uma m\u00e1quina congelar? Carolina precisa saber. <\/p>\n<p>Como uma situa\u00e7\u00e3o pode surgir a qualquer momento, a tenente, que quer ascender na carreira, est\u00e1 sempre a postos. \u201cIsso influencia todos os aspectos das nossas vidas ao exigir uma postura coerente e capacidade de dar exemplo para exercer a lideran\u00e7a de fato\u201d, diz. \u201cSe algu\u00e9m me ligar, preciso colocar a farda e ir trabalhar.\u201d<\/p>\n<p><strong>* Este artigo foi originalmente publicado pelo Na Pr\u00e1tica, portal de carreira da Funda\u00e7\u00e3o Estudar &#8211; <\/strong><a href=\"https:\/\/www.napratica.org.br\/o-que-faz-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/\"><strong>https:\/\/www.napratica.org.br\/o-que-faz-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/<\/strong><\/a><\/p>\n<p><b>Autor: Na Pr\u00e1tica*<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carolina Reis sempre gostou de visitar obras. Quando era pequena, ia acompanhada pelo pai, engenheiro militar que adorava lhe ensinar matem\u00e1tica. Hoje tenente moderna \u2013 que, no linguajar militar, quer dizer recente \u2013 na Diretoria de Obras de Coopera\u00e7\u00e3o do Ex\u00e9rcito e tamb\u00e9m engenheira, segue a tradi\u00e7\u00e3o. A op\u00e7\u00e3o pela carreira veio cedo. Na oitava [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[32,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-26874","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-mercado-de-trabalho","7":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Como \u00e9 a rotina de uma engenheira no Ex\u00e9rcito brasileiro - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Como \u00e9 a rotina de uma engenheira no Ex\u00e9rcito brasileiro - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Carolina Reis sempre gostou de visitar obras. Quando era pequena, ia acompanhada pelo pai, engenheiro militar que adorava lhe ensinar matem\u00e1tica. Hoje tenente moderna \u2013 que, no linguajar militar, quer dizer recente \u2013 na Diretoria de Obras de Coopera\u00e7\u00e3o do Ex\u00e9rcito e tamb\u00e9m engenheira, segue a tradi\u00e7\u00e3o. A op\u00e7\u00e3o pela carreira veio cedo. Na oitava [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-07-14T00:37:21+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2016-07-14T15:30:14+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2016\\\/07\\\/14\\\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2016\\\/07\\\/14\\\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"Como \u00e9 a rotina de uma engenheira no Ex\u00e9rcito brasileiro\",\"datePublished\":\"2016-07-14T00:37:21+00:00\",\"dateModified\":\"2016-07-14T15:30:14+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2016\\\/07\\\/14\\\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\\\/\"},\"wordCount\":1435,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Mercado de Trabalho\",\"Not\u00edcias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2016\\\/07\\\/14\\\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2016\\\/07\\\/14\\\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2016\\\/07\\\/14\\\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\\\/\",\"name\":\"Como \u00e9 a rotina de uma engenheira no Ex\u00e9rcito brasileiro - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2016-07-14T00:37:21+00:00\",\"dateModified\":\"2016-07-14T15:30:14+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2016\\\/07\\\/14\\\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2016\\\/07\\\/14\\\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2016\\\/07\\\/14\\\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Como \u00e9 a rotina de uma engenheira no Ex\u00e9rcito brasileiro\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/03\\\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/03\\\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/institutodeengenharia\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/iengenharia\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/institutodeengenharia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.linkedin.com\\\/company\\\/instituto-de-engenharia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/channel\\\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/author\\\/tmax\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Como \u00e9 a rotina de uma engenheira no Ex\u00e9rcito brasileiro - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Como \u00e9 a rotina de uma engenheira no Ex\u00e9rcito brasileiro - Instituto de Engenharia","og_description":"Carolina Reis sempre gostou de visitar obras. Quando era pequena, ia acompanhada pelo pai, engenheiro militar que adorava lhe ensinar matem\u00e1tica. Hoje tenente moderna \u2013 que, no linguajar militar, quer dizer recente \u2013 na Diretoria de Obras de Coopera\u00e7\u00e3o do Ex\u00e9rcito e tamb\u00e9m engenheira, segue a tradi\u00e7\u00e3o. A op\u00e7\u00e3o pela carreira veio cedo. Na oitava [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2016-07-14T00:37:21+00:00","article_modified_time":"2016-07-14T15:30:14+00:00","author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"7 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"Como \u00e9 a rotina de uma engenheira no Ex\u00e9rcito brasileiro","datePublished":"2016-07-14T00:37:21+00:00","dateModified":"2016-07-14T15:30:14+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/"},"wordCount":1435,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"articleSection":["Mercado de Trabalho","Not\u00edcias"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/","name":"Como \u00e9 a rotina de uma engenheira no Ex\u00e9rcito brasileiro - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"datePublished":"2016-07-14T00:37:21+00:00","dateModified":"2016-07-14T15:30:14+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/07\/14\/como-e-a-rotina-de-uma-engenheira-no-exercito-brasileiro\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Como \u00e9 a rotina de uma engenheira no Ex\u00e9rcito brasileiro"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26874","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26874"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26874\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26874"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26874"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26874"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}