{"id":26581,"date":"2016-03-21T00:33:19","date_gmt":"2016-03-21T00:33:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=26581"},"modified":"2016-03-21T10:12:54","modified_gmt":"2016-03-21T10:12:54","slug":"mobilidade-urbana-e-o-cubo-magico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2016\/03\/21\/mobilidade-urbana-e-o-cubo-magico\/","title":{"rendered":"Mobilidade Urbana e o Cubo M\u00e1gico"},"content":{"rendered":"<p>\u00c9 comum encontrar gestores p\u00fablicos com o mesmo tipo de reclama\u00e7\u00e3o: \u201cfizemos um grande investimento no transporte coletivo, mas as condi\u00e7\u00f5es de mobilidade em nossa cidade n\u00e3o melhoraram\u201d. Focar o tratamento dos problemas dos deslocamentos urbanos no transporte coletivo \u00e9 correto; concentrar todos os esfor\u00e7os neste \u00fanico servi\u00e7o n\u00e3o tem se mostrado a estrat\u00e9gia mais eficiente para resolver a quest\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Qual seria, ent\u00e3o, caso exista, a forma mais adequada? Este \u00e9 um questionamento que vem pautando discuss\u00f5es e estudos sobre mobilidade, mostrando, muito mais que a diversidade de caminhos, a complexidade do assunto.&nbsp;<\/p>\n<p>Penso que comecei a ter uma ideia sobre a condu\u00e7\u00e3o das solu\u00e7\u00f5es de mobilidade quando, brincando com meu neto, tentei resolver o cubo de Rubik (\u201ccubo m\u00e1gico\u201d), aquele quebra-cabe\u00e7as tridimensional em forma de cubo, com seis faces e seis cores, cujo objetivo e dispor uma \u00fanica cor por face. O garoto me mostrou todo contente, a face amarela resolvida. Mas ao virar a pe\u00e7a sua alegria se transformou em decep\u00e7\u00e3o. O multicolorido estava nas outras cinco faces. Mais dif\u00edcil que vencer a frustra\u00e7\u00e3o foi explicar que a solu\u00e7\u00e3o do cubo \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o de todas suas faces, e os movimentos que se faz para resolver uma das faces afetam a solu\u00e7\u00e3o das demais.&nbsp;<\/p>\n<p>Assim como o cubo m\u00e1gico, a mobilidade urbana \u00e9 um problema multidimensional. N\u00e3o basta equacionar uma dimens\u00e3o. A solu\u00e7\u00e3o global requer uma solu\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para cada uma de suas faces (dimens\u00f5es), que tem impacto na solu\u00e7\u00e3o das outras dimens\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p>Foi a partir desta constata\u00e7\u00e3o que procurei identificar e avaliar as dimens\u00f5es de impacto na mobilidade urbana que, sem a pretens\u00e3o de exaurir o tema, descrevo a seguir. <br \/>\nSolu\u00e7\u00f5es de mobilidade requerem n\u00e3o apenas investimentos e outras a\u00e7\u00f5es no sentido de melhorar o transporte coletivo, mas provid\u00eancias que reduzam o uso do transporte individual motorizado \u2013 restri\u00e7\u00f5es de estacionamento, rod\u00edzio, limita\u00e7\u00f5es do espa\u00e7o vi\u00e1rio utiliz\u00e1vel pelos ve\u00edculos particulares e a cobran\u00e7a pelo uso do sistema vi\u00e1rio (para circula\u00e7\u00e3o e estacionamento) s\u00e3o pr\u00e1ticas que devem complementar as a\u00e7\u00f5es voltadas para o transporte coletivo.&nbsp;<\/p>\n<p>O importante \u00e9 lembrar que n\u00e3o basta melhorar o transporte p\u00fablico; h\u00e1 que, simultaneamente, desestimular o transporte individual motorizado.&nbsp;<\/p>\n<p>Decorr\u00eancia direta est\u00e1 no desenvolvimento de uma estrutura dedicada a apoiar os deslocamentos n\u00e3o motorizados, dimens\u00e3o complementar \u00e0 anterior. Cal\u00e7adas com todos os requisitos de acessibilidade universal, uma ampla rede de ciclovias e ciclo-faixas, integrada aos terminais dos servi\u00e7os de transporte coletivo e dotada de para-ciclos e biciclet\u00e1rios, comp\u00f5em a infraestrutura necess\u00e1ria para viabilizar a prioriza\u00e7\u00e3o do transporte n\u00e3o motorizado.&nbsp;<\/p>\n<p>Tendo ainda como foco os deslocamentos, na gest\u00e3o do tr\u00e2nsito encontra-se outra dimens\u00e3o com impacto direto e significativo para a solu\u00e7\u00e3o dos problemas de mobilidade. Esta dimens\u00e3o envolve um plano de circula\u00e7\u00e3o compat\u00edvel com o tra\u00e7ado vi\u00e1rio e o perfil da demanda, sinaliza\u00e7\u00f5es eficientes, pr\u00e1tica de opera\u00e7\u00f5es de tr\u00e2nsito e uma estrutura de fiscaliza\u00e7\u00e3o que permita a fluidez do tr\u00e1fego, com seguran\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n<p>Outra dimens\u00e3o imprescind\u00edvel \u00e9 o uso do solo. Uma concep\u00e7\u00e3o consistente do uso do solo urbano vai aproximar origens e destinos, o que, por sua vez, induz o uso dos modos n\u00e3o motorizados e reduz a press\u00e3o por maior capacidade nos sistemas motorizados de transporte coletivo. Adicionalmente, concep\u00e7\u00f5es desta natureza aumentam o valor do solo, que pode, parcial ou totalmente, ser capturado como fonte de financiamento. Ressalte-se que as solu\u00e7\u00f5es de mobilidade baseadas no redesenho do uso do solo s\u00e3o muito eficientes, mas tem uma matura\u00e7\u00e3o mais longa.&nbsp;<\/p>\n<p>Investimentos em transporte coletivo, infraestrutura para deslocamentos n\u00e3o motorizados, a\u00e7\u00f5es de desest\u00edmulo ao uso do transporte individual motorizado, na gest\u00e3o do tr\u00e2nsito urbano e na reestrutura\u00e7\u00e3o do uso do solo demandam recursos. Logo, o financiamento da mobilidade mostra-se mais uma dimens\u00e3o b\u00e1sica para a solu\u00e7\u00e3o dos deslocamentos nas cidades. No atual cen\u00e1rio econ\u00f4mico \u00e9, sem d\u00favida, a dimens\u00e3o mais desafiadora. O uso dos or\u00e7amentos p\u00fablicos est\u00e1 esgotado. Captura do valor adicionado do solo urbano, taxa\u00e7\u00f5es sobre o transporte motorizado individual ou tributos na linha do TVT franc\u00eas s\u00e3o alternativas a explorar.&nbsp;<\/p>\n<p>Enfim, temos de pensar a solu\u00e7\u00e3o dos problemas de mobilidade urbana pela melhoria do transporte coletivo, desest\u00edmulo do transporte individual motorizado, estrutura\u00e7\u00e3o da infraestrutura para o transporte n\u00e3o motorizado, aprimoramento da gest\u00e3o do tr\u00e2nsito, reorganiza\u00e7\u00e3o do uso do solo e buscando formas de financiamento que assegurem a implanta\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os e infraestruturas com efici\u00eancia e tempestividade.&nbsp;<\/p>\n<p>E assim como no cubo m\u00e1gico, onde cada face tem uma pe\u00e7a central fixa, em torno da qual todas as demais giram, as v\u00e1rias dimens\u00f5es tamb\u00e9m t\u00eam um ponto central, refer\u00eancia para a formula\u00e7\u00e3o e estrutura\u00e7\u00e3o das solu\u00e7\u00f5es: o cliente.<\/p>\n<p><strong>Cique no arquivo e veja o curr\u00edculo completo.<\/strong><br \/><a href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/arqnot10027.pdf\">arqnot10027.pdf<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. 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