{"id":26283,"date":"2015-12-21T00:29:28","date_gmt":"2015-12-21T00:29:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=26283"},"modified":"2015-12-21T11:32:45","modified_gmt":"2015-12-21T11:32:45","slug":"a-qualidade-da-agua-do-rio-doce-apos-o-rompimento-da-barragem-da-samarco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/21\/a-qualidade-da-agua-do-rio-doce-apos-o-rompimento-da-barragem-da-samarco\/","title":{"rendered":"A qualidade da \u00e1gua do rio Doce ap\u00f3s o rompimento da barragem da Samarco"},"content":{"rendered":"<p>O Rio Doce \u00e9 um dos maiores e mais importantes rios da regi\u00e3o sudeste do pa\u00eds com uma \u00e1rea de drenagem de 86 715 km\u00b2. Com cerca de 879 km de extens\u00e3o, nasce nas serras da Mantiqueira e do Espinha\u00e7o, banha os estados de Minas Gerais e Esp\u00edrito Santo e des\u00e1gua no Atl\u00e2ntico na praia de Reg\u00eancia no munic\u00edpio de Linhares. O relevo da bacia \u00e9 ondulado, montanhoso e acidentado. A popula\u00e7\u00e3o da Bacia do Rio Doce, estimada em torno de 3,5 milh\u00f5es de habitantes, est\u00e1 distribu\u00edda em 228 munic\u00edpios, sendo 202 mineiros e 26 capixabas. <\/p>\n<p>Em 5 de novembro, numa quinta-feira, a barragem de rejeitos do Fund\u00e3o (\u201cTailing\u201d), inaugurada 7 anos atr\u00e1s, de propriedade da Samarco, importante mineradora de ferro da regi\u00e3o de Mariana, se rompeu levando junto parte dos rejeitos depositados na barragem de Santar\u00e9m localizada a jusante despejando cerca de 50 milh\u00f5es de m3 de uma lama vermelha no rio Gualaxo do Norte devastando quase totalmente o distrito de Bento Gon\u00e7alves distante cerca de 15 km do local e prosseguindo como um verdadeiro tsunami em dire\u00e7\u00e3o ao rio do Carmo, formador, juntamente com o rio Piranga, do rio Doce no qual penetra misturando-se com suas \u00e1guas tornando-as agora avermelhadas at\u00e9 sua foz distante cerca de 670 km do epicentro do desastre. Esta mancha chegou ao oceano dia 21 de novembro, 16 dias ap\u00f3s o rompimento.&nbsp;<\/p>\n<p>O \u201ctailing\u201d tinha uma capacidade licenciada de 90 000 toneladas de rejeitos, sendo que no momento do acidente abrigava cerca de 55 000 toneladas. Recebia a polpa de min\u00e9rio da Usina representada por uma suspens\u00e3o de est\u00e9ril, cujos s\u00f3lidos decantavam na barragem sob a forma de uma lama de colora\u00e7\u00e3o avermelhada contendo subst\u00e2ncias diversas como \u00f3xidos e carbonatos met\u00e1licos incluindo o pr\u00f3prio \u00f3xido de ferro n\u00e3o recuperado na Usina. A fase l\u00edquida sobrenadante era recirculada de volta ao processo.&nbsp;<\/p>\n<p>O acidente, considerado o de maior impacto ambiental at\u00e9 hoje ocorrido no Brasil, deixou um saldo at\u00e9 agora de17 mortos e ainda dois desaparecidos (dados de 15 de dezembro) al\u00e9m da destrui\u00e7\u00e3o de casas e de uma parte ainda n\u00e3o mensur\u00e1vel da fauna aqu\u00e1tica do rio Doce, seus formadores e da zona costeira lindeira.&nbsp;<\/p>\n<p>Decorridos um m\u00eas ap\u00f3s o acidente, a pluma de contamina\u00e7\u00e3o no mar atinge 57 km ao norte, 17.5 Km ao sul e 18 km mar adentro numa \u00e1rea de abrang\u00eancia de 230 km2.&nbsp;<\/p>\n<p>Em seu curso, o rio Doce banha importantes cidades ribeirinhas como Ipatinga, Governador Valadares, Conselheiro Pena, Resplendor e Aimor\u00e9s no Estado de Minas; Baixo Guandu, Colatina e Linhares , no Estado do Esp\u00edrito Santo, todas elas abastecidas pelas \u00e1guas do rio Doce. <\/p>\n<p>Governador Valadares, em Minas, maior munic\u00edpio do vale do rio Doce, com cerca de 280 000 habitantes,distante 260 km da barragem, foi a primeira grande cidade a sentir os efeitos da onda de \u00e1gua e lama. <\/p>\n<p>Para se ter uma ideia do impacto, o pico de vaz\u00e3o registrado \u00e0s 9h20, do dia 9 de novembro, segunda- feira, na Usina Hidroel\u00e9trica de Baguari distante cerca de km de Governador Valadares foi de 760 m3\/s ante uma descarga de 126 m3\/s registrada logo ap\u00f3s a passagem da onda que levou 16 horas para chegar \u00e0 zona urbana na madrugada do dia 10 de novembro. (A vaz\u00e3o m\u00ednima Q7,10 do rio Doce em Governador Valadares \u00e9 de 175 m3\/s.). <\/p>\n<p>A primeira onda de lama mais densa chegou em Baguari por volta das 9h20 da \u00faltima segunda-feira e gastou 16 horas para entrar na zona urbana de Governador Valadares. <\/p>\n<p>De imediato, a atitude das autoridades sanit\u00e1rias das cidades ribeirinhas dos dois Estados foi a de suspender preventivamente, e de imediato, as capta\u00e7\u00f5es de \u00e1gua no rio Doce fornecida \u00e0 popula\u00e7\u00e3o ap\u00f3s tratamento convencional visto que a apar\u00eancia da \u00e1gua do rio Doce tinha se alterado radicalmente apresentando-se com uma cor avermelhada densa e com alta turbidez mesmo com toda a dilui\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel no rio.&nbsp;<\/p>\n<p>O quadro era agravado mais ainda pelo estado deplor\u00e1vel da vegeta\u00e7\u00e3o ciliar das margens e a morte de peixes e animais da mata. Al\u00e9m disso, as not\u00edcias veiculadas pela m\u00eddia reproduzindo entrevistas de autoridades e ambientalistas davam conta que o rejeito derramado era uma lama t\u00f3xica composta de v\u00e1rios metais pesados carcinog\u00eanicos e outras qualifica\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Diante deste fato, foram tomadas solu\u00e7\u00f5es alternativas emergenciais, algumas delas pouco pr\u00e1ticas, para suprir a popula\u00e7\u00e3o com \u00e1gua a partir de outras fontes como a capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua subterr\u00e2nea (alguns po\u00e7os chegaram a ser perfurados), fornecimento de garrafas de \u00e1gua mineral, disponibiliza\u00e7\u00e3o pela Samarco de duas ETAs m\u00f3veis com capacidade para 120 l\/s para Governador Valadares, al\u00e9m de se tentar reativar ou mesmo construir algumas capta\u00e7\u00f5es em outros mananciais afluentes do rio Doce. <br \/>\nEm paralelo, outras medidas foram tomadas, algumas delas esdr\u00faxulas como a da tentativa de coloca\u00e7\u00e3o de barreiras de conten\u00e7\u00e3o, apropriadas para reter \u00f3leo derramado superficialmente e n\u00e3o para \u201cestancar\u201d a pluma de turbidez de forma a que n\u00e3o atingisse o oceano! Ou a utiliza\u00e7\u00e3o de vag\u00f5es-tanques da ferrovia da Vale pra trazer \u00e1gua de locais e de qualidade incerta, dif\u00edcil de comprovar <\/p>\n<p>Entretanto, as melhores atitudes pelo seu cunho pr\u00e1tico foram tomadas pelos sanitaristas, t\u00e9cnicos e engenheiros, funcion\u00e1rios respons\u00e1veis pelos servi\u00e7os de abastecimento de \u00e1gua destes munic\u00edpios, a ponto que decorridos&nbsp;nove dias do acidente as&nbsp;cinco ETAs de Governador Valadares j\u00e1 estivessem operando. <\/p>\n<p>Isso foi poss\u00edvel porque enquanto suspensas as capta\u00e7\u00f5es, os laborat\u00f3rios das Esta\u00e7\u00f5es de Tratamento de \u00c1gua (ETAs) das cidades afetadas estavam procurando viabilizar tecnicamente quais produtos qu\u00edmicos dariam conta de um tratamento de uma \u00e1gua com tal n\u00edvel de turbidez e se o produto resultante (\u00e1gua tratada) estaria em conformidade com as normas da Portaria 2914 do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.\u00b4 <\/p>\n<p>Baixo Guandu foi o primeiro munic\u00edpio do Esp\u00edrito Santo banhado pelo rio Doce a receber a onda de turbidez carreada pelo rio Doce. Isto ocorreu \u00e0s 22 horas do dia 9 de novembro. Entretanto, t\u00e9cnicos do Servi\u00e7o Aut\u00f4nomo de \u00c1gua e Esgoto (SAAE) do munic\u00edpio, pari passu aos fatos, encetou j\u00e1 no dia seguinte uma campanha de amostragem em tr\u00eas pontos do rio Doce localizados a montante do munic\u00edpio.&nbsp;<\/p>\n<p>A primeira coleta, feita na altura do munic\u00edpio de Galileia (MG) situado a montante de Baixo Guandu e a jusante de Governador Valadares mostrou uma \u00e1gua de transpar\u00eancia l\u00edmpida ainda n\u00e3o afetada pela lama. A segunda, coleta, feita a 10 quil\u00f4metros a jusante de Valadares, j\u00e1 com apar\u00eancia turva (suja). A terceira amostra foi a da pr\u00f3pria lama coletada no rio Doce no centro de Governador Valadares. <\/p>\n<p>Alguns dos resultados dos par\u00e2metros f\u00edsico qu\u00edmicos da lama, incluindo metais, s\u00e3o apresentados a seguir. Atente-se, no entanto, que esta lama n\u00e3o \u00e9 a lama depositada originariamente na barragem n\u00e3o possuindo, em consequ\u00eancia, as mesmas caracter\u00edsticas quantitativas originais devido a decanta\u00e7\u00e3o e dilui\u00e7\u00e3o ocorrida ao longo dos rios desde a barragem da Samarco.&nbsp;<\/p>\n<p>Ressalte-se, (a julgar pelos resultados apresentados e como recomendam as boas normas de coleta e an\u00e1lises) que as an\u00e1lises foram feitas nas amostras onde conviviam a fase s\u00f3lida e a fase l\u00edquida, ou seja abrangeram s\u00f3lidos em suspens\u00e3o incluido os j\u00e1 sedimentados (ap\u00f3s homogeiniza\u00e7\u00e3o), e os dissolvidos.&nbsp;<\/p>\n<p>Desta forma, metais como o Ferro Total, Mangan\u00eas Total, Alum\u00ednio Total acusaram alt\u00edssimas concentra\u00e7\u00f5es, 3 914 900 mg\/l, 61,221 mg\/l e 1 405 500 mg\/L, respectivamente. J\u00e1 as forma dissolvidas destes mesmos metais foram, respectivamente: 2,784 mg\/L&nbsp;e&nbsp;1,752 mg\/l. (N\u00e3o \u00e9 dispon\u00edvel o resultado de Mangan\u00eas sol\u00favel nesta amostra). Isto significa que a maior parte destes metais ocorrem na forma de s\u00f3lidos em suspens\u00e3o separ\u00e1veis pelos m\u00e9todos de tratamento convencional de \u00e1gua.&nbsp;<\/p>\n<p>Outros metais e metaloides analisados e seus resultados foram os seguintes: <br \/>\nArs\u00eanio 2,6394 mg\/l; B\u00e1rio Total 5,385 mg\/l; C\u00e1dmio 0,0010 mg\/L; Chumbo 1,03 mg\/L; Cobre dissolvido 0,0103 mg\/l; Merc\u00fario Total &lt;0,00010 mg\/l; N\u00edquel Total 1,275 mg\/L; Zinco Total 2,029 mg\/L; Cromo Total 3,484 mg\/L; F\u00f3sforo Total 35,190 mg\/L e Van\u00e1dio 3,734 mg\/L&nbsp;<\/p>\n<p>A t\u00edtulo comparativo, apresenta-se os resultados destes mesmos par\u00e2metros nas amostras de \u00e1gua coletadas nos Pontos 1(\u00e1gua l\u00edmpida) e 2 (\u00e1gua turva). <\/p>\n<p>\nOs resultados demonstram uma altera\u00e7\u00e3o nos n\u00edveis de metais na \u00e1gua bruta na \u00e1gua afetada, notadamente quando se trata de metais totais, principalmente Ferro, Alum\u00ednio e Mangan\u00eas. <br \/>\nEntretanto, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 turbidez, o pr\u00f3prio SAAE de Baixo Guandu atestou que os resultados das an\u00e1lises mostraram que ambas as amostras estavam dentro dos padr\u00f5es permitidos para tratamento e posterior consumo.&nbsp;<\/p>\n<p>Diante de tal situa\u00e7\u00e3o, os t\u00e9cnicos lotados nos laborat\u00f3rios das ETAs se dedicaram a pesquisar atrav\u00e9s de ensaios de jar test os tipos de floculantes que melhor proporcionassem a remo\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria em suspens\u00e3o e coloidal da \u00e1gua bruta do rio Doce nesta situa\u00e7\u00e3o extrema. Nesta empreitada, contaram tamb\u00e9m com a coopera\u00e7\u00e3o das redes sociais que se prestaram a troca de informa\u00e7\u00f5es entre os t\u00e9cnicos envolvidos destas e de outras cidades.&nbsp;<\/p>\n<p>Tiveram sucesso, e o resultado foi a reativa\u00e7\u00e3o das ETAs em tempo recorde restabelecendo-se o suprimento de \u00e1gua \u00e0 popula\u00e7\u00e3o das cidades afetadas dentro das normas da Portaria 2914 do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.&nbsp;<\/p>\n<p>Em 15 de dezembro de 2015, a ANA &#8211; Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas e o CPRM \u2013 Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil- divulgaram o seu relat\u00f3rio enfatizando que a \u00e1gua do rio Doce n\u00e3o est\u00e1 contaminada com metais t\u00f3xicos, (ao contr\u00e1rio do que muitos apressados(incluindo t\u00e9cnicos) apressadamente repetiam), com base no monitoramento de \u00e1guas e sedimentos de 25 pontos desde Mariana at\u00e9 a foz do rio Doce em Linhares.&nbsp;<\/p>\n<p>As duas ag\u00eancias atestam ainda que \u201cdepois de adequadamente tratada pelas companhias de saneamento de forma a torn\u00e1-la compat\u00edvel com os padr\u00f5es de potabilidade da Portaria 2914 do Minist\u00e9rio da sa\u00fadea \u00e1gua pode ser consumida sem risco\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio d\u00e1 conta ainda que \u201ccom rela\u00e7\u00e3o \u00e0 presen\u00e7a de metais pesados dissolvidos em \u00e1gua (c\u00e1tions): Ars\u00eanio, C\u00e1dmio, Merc\u00fario, Chumbo, Cobre, Zinco entre outros , os resultados de 2015 s\u00e3o, de modo geral, similares a levantamentos da CPRM em 2010. Os valores obtidos nas coletas indicaram condi\u00e7\u00f5es em conformidade com a Portaria 2914 do minist\u00e9rio da Sa\u00fade, exceto para o Mangan\u00eas dissolvido que, no entanto, tamb\u00e9m pode ser tratado para padr\u00f5es adequados ao consumo nas Esta\u00e7\u00f5es de tratamento\u201d e que \u201cas amostras de \u00e1gua coletadas ao longo do rio Doce n\u00e3o evidenciaram a presen\u00e7a de metais dissolvidos em quantidades que possam ser consideradas como contaminadas\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>As conclus\u00f5es destas ag\u00eancias comprovam as corre\u00e7\u00e3o das autoridades sanit\u00e1rias dos SAAEs da regi\u00e3o que num grande esfor\u00e7o puderam restabelecer o fornecimento de \u00e1gua minimizando as afli\u00e7\u00f5es por que passou a popula\u00e7\u00e3o destes munic\u00edpios diante do maior desastre ambiental do Brasil agravada pela onda de boatos alarmantes, muitos deles perpetrados por pseudo t\u00e9cnicos.&nbsp;<\/p>\n<p>O impacto ambiental no meio antr\u00f3pico aliado aos efeitos devastadores na fauna e flora da regi\u00e3o e da zona costeira ribeirinha ainda se far\u00e3o sentir por muitos anos.&nbsp;<\/p>\n<p>Quanto as causas do rompimento da barragem, sejam elas quais forem, n\u00e3o eximir\u00e1 de responsabilidade todos os autores e atores envolvidos que dever\u00e3o ser chamados.&nbsp;<\/p>\n<p>Como principal li\u00e7\u00e3o do desastre, ressalte-se notadamente a necessidade de se rever os crit\u00e9rios utilizados na constru\u00e7\u00e3o dos futuros \u201ctailings\u2019 e alteamento dos j\u00e1 existentes de forma a se minimizarem os riscos. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. Sua publica\u00e7\u00e3o obedece ao prop\u00f3sito de estimular o debate dos problemas brasileiros e de refletir as diversas tend\u00eancias do pensamento contempor\u00e2neo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":26284,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[92],"tags":[],"class_list":{"0":"post-26283","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-jose-eduardo-cavalcanti"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A qualidade da \u00e1gua do rio Doce ap\u00f3s o rompimento da barragem da Samarco - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/21\/a-qualidade-da-agua-do-rio-doce-apos-o-rompimento-da-barragem-da-samarco\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A qualidade da \u00e1gua do rio Doce ap\u00f3s o rompimento da barragem da Samarco - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. 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