{"id":26258,"date":"2015-12-11T00:29:05","date_gmt":"2015-12-11T00:29:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=26258"},"modified":"2015-12-11T15:30:01","modified_gmt":"2015-12-11T15:30:01","slug":"discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/","title":{"rendered":"Discurso de Plinio Assmann, Eminente Engenheiro do Ano 2015"},"content":{"rendered":"<p>O t\u00edtulo de Eminente Engenheiro do Ano foi criado pelo Instituto de Engenharia em 1963. <br \/>\nFoi o primeiro assim concedido no Brasil.&nbsp;<\/p>\n<p>Sou engenheiro e administrador, registrado nos respectivos Conselhos Regionais. As duas <br \/>\nprofiss\u00f5es s\u00e3o complementares, uma completa a outra. A do engenheiro, enquanto gestor \u00e9 <br \/>\num administrador e o administrador quando \u00e9 engenheiro alcan\u00e7a o seu mais alto n\u00edvel <br \/>\nprofissional. Tomara que algum dia a nossa Polit\u00e9cnica conceda tamb\u00e9m o t\u00edtulo de <br \/>\nadministrador como faz a Politechnique de Paris.&nbsp;<\/p>\n<p>Foi assim ent\u00e3o que tornei me Engenheiro, um bom engenheiro, nessa que \u00e9 sem <br \/>\nd\u00favida a mais elevada e pr\u00e1tica das profiss\u00f5es. Mas, o que \u00e9, afinal, um bom engenheiro? <br \/>\nIdentifico tr\u00eas qualidades b\u00e1sicas:&nbsp;<\/p>\n<p>1\u00aa. a disposi\u00e7\u00e3o de aprender sempre, com o entusiasmo de ser um eterno aprendiz&#894; <br \/>\n2\u00aa. o altru\u00edsmo decorrente do amor ao pr\u00f3ximo&#894; <br \/>\n3\u00aa. a capacidade, sintetizada na c\u00e9lebre defini\u00e7\u00e3o de Guimar\u00e3es Rosa: <br \/>\n\u201cMestre, n\u00e3o \u00e9 o que tudo sabe, mas o que depressa aprende.\u201d&nbsp;<\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma defini\u00e7\u00e3o que n\u00e3o me canso de repetir devido \u00e0 sua not\u00e1vel presci\u00eancia, no <br \/>\ntempo atual em que o pensamento humano vem descrevendo uma t\u00e3o inacredit\u00e1vel e <br \/>\nmaravilhosa trajet\u00f3ria onde aprender depressa \u00e9 vital para o engenheiro.&nbsp;<\/p>\n<p>Das tr\u00eas qualidades estou seguro de ter a primeira, a \u00e2nsia por aprender. Como m\u00e9todo de <br \/>\ntrabalho sempre procurei, e dei especial aten\u00e7\u00e3o, \u00e0quelas id\u00e9ias realmente criativas, id\u00e9ias <br \/>\neureka, in sights, que s\u00e3o geralmente qualitativos e intuitivos. Pretendo mostrar, a seguir, <br \/>\naonde me levou o entusiasmo pelo conhecimento de id\u00e9ias originais. <br \/>\nVou percorrer, de leve, \u00e0 vol d\u2019oiseau como diziam os intelectuais de antigamente, quatro <br \/>\ngrandes temas: o conceito de tempo, a l\u00f3gica da engenharia , a gest\u00e3o e a \u00e9tica.&nbsp;<\/p>\n<p>O Tempo.<br \/>\nFoi pelas aulas da Escola Polit\u00e9cnica que me iniciei no mist\u00e9rio do tempo. <br \/>\nPara n\u00f3s, engenheiros, o tempo est\u00e1 sempre no foco das aten\u00e7\u00f5es: s\u00e3o vitais a rapidez de <br \/>\nresposta ao comando e a precis\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas, j\u00e1 nos albores do s\u00e9culo XX, uma id\u00e9ia radical veio aumentar o mist\u00e9rio do tempo: o <br \/>\nconceito de um tempo newtoniano, universal, absoluto, teve de ser abandonado. <br \/>\nSubstitu\u00eddo pelo tempo qu\u00e2ntico.&nbsp;<\/p>\n<p>Arist\u00f3teles, indagando se o tempo existia ou n\u00e3o, dizia: \u201cuma parte do tempo, o passado, <br \/>\nexistiu mas n\u00e3o existe mais, enquanto a outra parte, o futuro, existir\u00e1 mas n\u00e3o existe ainda&#039;.&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda o tempo psicol\u00f3gico, no qual horas alegres s\u00e3o curtas e as horas tristes s\u00e3o <br \/>\nlongas. Como \u00e9 concreto, real, enorme o tempo decorrido desde que meus netos eram <br \/>\nainda pequenos e me faziam ver o mundo com a sua ingenuidade. Quanta saudade!&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre a gest\u00e3o.&nbsp;<br \/>\nEste \u00e9 um problema pr\u00e1tico, dif\u00edcil, de enorme valor econ\u00f4mico. Envolve processos <br \/>\ninternamente determin\u00edsticos que s\u00e3o afetados por v\u00e1rios tipos de acasos, no tempo e nas <br \/>\nquantidades&#894; as teorias da produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o estat\u00edsticas e complexas. Produtividade, economia <br \/>\ne resultado, e porque n\u00e3o, agora mais do que nunca no Brasil, o super\u00e1vit fiscal e o PIB,&nbsp;<\/p>\n<p>E finalmente, a \u00c9tica. <br \/>\nComo se sabe, \u00c9tica \u00e9 o ramo da Filosofia que trata da felicidade do ser humano, em <br \/>\nsentido \u00edntimo e profundo. A \u00c9tica recomenda, para ser feliz, fazer o bem. E a \u00c9tica \u00e9 o <br \/>\nestudo das regras de a\u00e7\u00e3o individual e coletiva que levam ao bem estar da sociedade. \u00c9 <br \/>\nimpossivel enganar a todos o tempo todo.&nbsp;<\/p>\n<p>A ideia central \u00e9 a seguinte: o ser humano \u00e9 excepcional, quando comparado a todos os <br \/>\ndemais seres da natureza: \u00e9 capaz de raciocinar, de sentir, de julgar, de se comunicar, de <br \/>\ncriar tecnologia, ci\u00eancia, filosofia, m\u00fasica e religi\u00e3o como nenhum outro&#894; \u00e9 excepcional at\u00e9 <br \/>\nna habilidade manual. O respeito a esta excepcionalidade, que pertence a qualquer pessoa, <br \/>\nindependente de ra\u00e7a, idade, sexo e cultura chama se dignidade, dignidade da pessoa <br \/>\nhumana. Tal respeito \u00e9 o primeiro princ\u00edpio da \u00c9tica.&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 fascinante ver como, com este conceito t\u00e3o evidente, se podem justificar os outros cinco <br \/>\nprinc\u00edpios da \u00c9tica, que apenas nomeio. A primazia do bem comum. O dever de <br \/>\nsolidariedade. O direito de propriedade. A primazia do trabalho sobre o capital.&nbsp;<\/p>\n<p>Como seriam reduzidos os problemas do mundo, se se realizasse a utopia da efetiva e <br \/>\nuniversal pr\u00e1tica da \u00c9tica!&nbsp;<br \/>\nNesse ambiente, se alguns desejam lucro f\u00e1cil, se outros desejam prazos invi\u00e1veis e baixos <br \/>\ncustos, se muitos s\u00e3o ap\u00e1ticos ou indiferentes, se os clientes n\u00e3o s\u00e3o exigentes e t\u00eam <br \/>\ninteresses superficiais, se a competi\u00e7\u00e3o se baseia apenas em pre\u00e7o, se h\u00e1 entraves <br \/>\nburocr\u00e1ticos, \u00e9 do engenheiro que a sociedade espera qualidade e, principalmente, seguran\u00e7a. Notem como somos cobrados, a cada acidente de propor\u00e7\u00f5es como agora com <br \/>\no caso do rompimento das barragens da Samarco em Mariana, MG.&nbsp;<\/p>\n<p>Para atender a essa esperan\u00e7a s\u00f3 h\u00e1 um caminho para o engenheiro: empenhar se <br \/>\ncorretamente no seu projeto, comunicar se abertamente, defender firme a verdade, cumprir <br \/>\nos compromissos. Isto \u00e9 trilhar o caminho do comportamento \u00e9tico.&nbsp;<br \/>\nE aqui concluo as divaga\u00e7\u00f5es a que me prop\u00fas inicialmente.&nbsp;<\/p>\n<p>Vou agora rapidamente mencionar minha trajet\u00f3ria profissional e de vida.&nbsp;<\/p>\n<p>Meu ingresso na Polit\u00e9cnica causou me profundo impacto. Aulas de manh\u00e3 e \u00e0 tarde, <br \/>\ns\u00e1bados inclusive e muitas vezes \u00e0 tarde. In\u00fameros professores acompanhando os alunos <br \/>\ne me ensinando l\u00f3gica, um verdadeiro turbilh\u00e3o em meu c\u00e9rebro. Mas ao falar da Escola <br \/>\npreciso falar tamb\u00e9m do Gr\u00eamio Polit\u00e9cnico. Com todo o trabalho doado pelos alunos, o <br \/>\nGr\u00eamio mantinha uma grande administra\u00e7\u00e3o. Fui no Gr\u00eamio, chefe do Departamento de <br \/>\nCultura. Na \u00e9poca tinha a meu encargo a realiza\u00e7\u00e3o de palestras pronunciadas pelos mais <br \/>\nexperientes intelectuais e homens p\u00fablicos do Brasil de ent\u00e3o. O Gr\u00eamio promoveu a <br \/>\ndiscuss\u00e3o dos problemas nacionais da \u00e9poca, a cria\u00e7\u00e3o do monop\u00f3lio estatal do petr\u00f3leo, <br \/>\nque deu origem a Petrobras quando o Gr\u00eamio convidou seus defensores e aqueles a ele <br \/>\ncontr\u00e1rios. O Gr\u00eamio trouxe a exposi\u00e7\u00e3o do projeto da constru\u00e7\u00e3o da hidrel\u00e9trica de Paulo <br \/>\nAfonso, ent\u00e3o a maior obra do Brasil, pelo seu dirigente m\u00e1ximo. Discutiu a inconveni\u00eancia <br \/>\nda exporta\u00e7\u00e3o de min\u00e9rios at\u00f4micos e a cria\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nuclear Nacional e muitos <br \/>\noutros temas.&nbsp;<\/p>\n<p>Formado, depois de dar aulas um ano na Escola na cadeira de M\u00e1quinas El\u00e9tricas, ansiando saber mais sobre o Brasil fui estagi\u00e1rio do ISEB Instituto de Estudos Brasileiros no Rio de Janeiro durante um ano. A\u00ed, numa \u00e9poca em que o Rio ainda era a capital, tive oportunidade de conhecer e coexistir com os maiores intelectuais de ent\u00e3o em todas as \u00e1reas do conhecimento, em particular os Problemas Brasileiros na economia, filosofia, sociologia, pol\u00edtica, contabilidade p\u00fablica, etc. Fui aluno de Celso Furtado, Roberto Campos e tantos outros. Lamentavelmente o ISEB n\u00e3o existe mais.&nbsp;<\/p>\n<p>Dai fui trabalhar na CSN em Vota Redonda. A CSN era na \u00e9poca a maior e mais moderna empresa industrial do Brasil. L\u00e1 conheci e participei do complexo sider\u00fargico que delinearia o futuro do pa\u00eds, de sua economia e modernidade. L\u00e1 era ent\u00e3o obrigat\u00f3rio que todo engenheiro rec\u00e9m admitido perfizesse um estagio de 6 meses na Usina, lidando com tecnologia, produ\u00e7\u00e3o e administra\u00e7\u00e3o industrial. Tive contato direto com os oper\u00e1rios e percebi qu\u00e3o dif\u00edcil eram suas tarefas, conheci os subterr\u00e2neos das cablagens de energia el\u00e9trica que alimentavam os equipamentos pesados, guiei locomotivas, pontes rolantes e tudo mais.&nbsp;<\/p>\n<p>A CSN foi o marco da industrializa\u00e7\u00e3o pesada do pa\u00eds. Foi seguida de outras usinas nela inspiradas: a COSIPA em Cubat\u00e3o, a Usiminas em Ipatinga MG, Tubar\u00e3o em Vitoria e outras espalhadas pelo Brasil a fora. N\u00e3o d\u00e1 para acreditar que tudo aquilo que seria e foi durante muito tempo a base da ind\u00fastria e do progresso nacional, chegasse \u00e0 pen\u00faria de hoje. A Usina de Cubat\u00e3o atualmente, depois de chegar a produzir quase 4 milh\u00f5es de toneladas de a\u00e7o anualmente, est\u00e1 com seus dois altos fornos parados e n\u00e3o produz mais a\u00e7o. N\u00e3o lamina mais seu pr\u00f3prio a\u00e7o. Importa a\u00e7o de outras sider\u00fargicas. Despede mais de 4 mil oper\u00e1rios que n\u00e3o tem alternativa de emprego na Baixada Santista.&nbsp;<\/p>\n<p>Essa situa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 apenas da ind\u00fastria pesada, afeta principalmente a economia do Estado de SP, principal estado industrial do Brasil.&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 como conceber que o Brasil n\u00e3o possa superar essa situa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Assumi o Metr\u00f4 com 37 anos de idade com a miss\u00e3o de implant\u00e1 lo. <br \/>\nValia ent\u00e3o minha experi\u00eancia industrial percorrida nos campos da tecnologia, do mercado e das finan\u00e7as. Nunca andei de metr\u00f4 antes ent\u00e3o. Fui convidado para presidilo pelo Prefeito Figueiredo Feraz de quem fui aluno na Escola Polit\u00e9cnica. A\u00ed ent\u00e3o iniciou se uma corrida que somente poderia chegar ao sucesso. Lembro me das inspe\u00e7\u00f5es que faz\u00edamos com o Prefeito Ferraz todos os s\u00e1bados. A presen\u00e7a do Prefeito sinalizava o empenho da cidade na obra. As visitas, verdadeiras maratonas para pessoas de boa forma\u00e7\u00e3o atl\u00e9tica, eram acompanhadas por dirigentes de empreiteiras e projetistas, pol\u00edticos, jornalistas e t\u00e9cnicos da Cia. e era onde eram discutidos e resolvidas solu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas da obra in loco. A cidade foi ent\u00e3o a partir dai comunicada que o Metr\u00f4 seria constru\u00eddo mesmo.&nbsp;<\/p>\n<p>A implanta\u00e7\u00e3o do Metr\u00f4 em SP foi executado com o maior rigor de engenharia poss\u00edvel. <br \/>\nNada foi implantado sem que antes tivesse sido testado. Foram movimentados institutos tecnol\u00f3gicos nacionais e estrangeiros para tal. No campo tecnol\u00f3gico, executou se um Metr\u00f4 com a maior modernidade.&nbsp;<br \/>\nO mundo respeitou o que foi feito em SP.&nbsp;<\/p>\n<p>A circunst\u00e2ncia vivida no Brasil no momento leva a procura de solu\u00e7\u00f5es que certamente mesmo demorada, a na\u00e7\u00e3o encontrar\u00e1. <br \/>\nInfelizmente os caminhos que estamos trilhando n\u00e3o s\u00e3o os melhores, nem os mais r\u00e1pidos. N\u00e3o estamos preparando o Brasil para a exig\u00eancia da modernidade competitiva e pagamos um alto pre\u00e7o por isso. Na Engenharia tamb\u00e9m.&nbsp;<\/p>\n<p>Refiro me a uma nova arquitetura jur\u00eddica necess\u00e1ria \u00e0 modernidade brasileira. Ao n\u00edvel de manter a competitividade nacional diante da globaliza\u00e7\u00e3o, o sistema jur\u00eddico brasileiro necessitar\u00e1 caminhar do atual modelo baseado no direito romano, inadequado e formal, aplicado em nossa jurisprud\u00eancia, para algo mais din\u00e2mico e competitivo diante da globaliza\u00e7\u00e3o. Os anglo sax\u00f5es chamam nosso modelo de civil law e \u00e9 um sistema pouco adequado a lidar com o erro nas rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e negociais. Permite inst\u00e2ncias recursais in\u00fameras levando um tempo infinito para a decis\u00e3o final. N\u00e3o d\u00e1 para construir uma na\u00e7\u00e3o competitiva assim. A common law, por contraposi\u00e7\u00e3o, \u00e9 menos formalista, mais desburocratizada e valoriza os precedentes permitindo ao judici\u00e1rio criar ele pr\u00f3prio o <br \/>\ndireito, coisa restrita hoje apenas ao Congresso Nacional.&nbsp;<\/p>\n<p>O Congresso Nacional est\u00e1 totalmente voltado aos assuntos do interesse da Uni\u00e3o pouco ou nada trata de assuntos da modernidade da sociedade. Diferente foi a atitude do Congresso dos EEUU na crise de 2008 da fal\u00eancia fraudulenta da Enron, a maior empresa de tecnologia da \u00e9poca, e que arrastou consigo o fechamento da Arthur Anderson, ent\u00e3o a segunda maior auditora americana, quando aprovou a lei Sarbanes Oxley, nome dos dois senadores seus proponentes. Por essa lei, em vigor desde ent\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio apenas um acionista de uma empresa para que possa abrir um processo contra uma empresa de capital aberto questionando sua gest\u00e3o fraudulenta. E se a autoridade p\u00fablica entender procedente, o Estado entra no processo. Nada assim do ponto de vista legal, temos aqui. Mas fraudes temos muitas.&nbsp;<\/p>\n<p>O direito da civil law \u00e9 aplicado aos neg\u00f3cios da engenharia na forma da legisla\u00e7\u00e3o 8666. <br \/>\nSeria aceit\u00e1vel que tal procedimento fosse aplicado apenas a licita\u00e7\u00f5es simples, em projetos sem grandes complexidades. Quando se trata de casos de obras de grandes volumes ou alta complexidade tecnol\u00f3gica, a aus\u00eancia de di\u00e1logo pr\u00e9vio entre contratante e disputantes n\u00e3o \u00e9 previsto e nem poss\u00edvel na lei. Ainda mais sabendo, como costuma acontecer, toda obra complexa apresenta surpresas na sua execu\u00e7\u00e3o. Pior ainda agora quando o Governo Federal se encaminha para o modelo RDC Regime Diferenciado de Constru\u00e7\u00e3o para contrata\u00e7\u00f5es para a modalidade de concess\u00e3o. O que ser\u00e1 uma cat\u00e1strofe de que nos arrependeremos pelo prazo inteiro da concess\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>O Metr\u00f4 foi constru\u00eddo com base em legisla\u00e7\u00e3o anterior \u00e0 atual. Em outro modelo muito diferente. Subordinado a esta atual, com certeza n\u00e3o alcan\u00e7ar\u00edamos o resultado que alcan\u00e7amos.&nbsp;<\/p>\n<p>Agora, vinte anos ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o das concess\u00f5es e respectivas ag\u00eancias reguladoras, estas autarquias especiais de Direito P\u00fablico que exercem fun\u00e7\u00f5es t\u00edpicas do Estado nas tr\u00eas esferas administrativa, normativa e fiscalizat\u00f3ria, o momento \u00e9 de repensar o sistema e de contribuir para aperfei\u00e7o\u00e1 lo.&nbsp;O n\u00f3 da quest\u00e3o \u00e9 a absoluta falta de conhecimento t\u00e9cnico da maioria das ag\u00eancias reguladoras, geralmente constitu\u00eddas com nomea\u00e7\u00f5es para cargos de dire\u00e7\u00e3o atendendo a crit\u00e9rios pol\u00edtico partid\u00e1rios, e n\u00e3o de compet\u00eancia t\u00e9cnica como requer a lei.&nbsp;<\/p>\n<p>No caso das concess\u00f5es atuais levadas adiante pelo GESP para o Metr\u00f4 de SP, o crit\u00e9rio prevalecente \u00e9 o da Concess\u00e3o por linha e n\u00e3o por rede. Assim facilmente pode se prever que, ao longo dos 25 anos do per\u00edodo de cada concession\u00e1ria, as evolu\u00e7\u00f5es ser\u00e3o diferentes para cada uma. Assim o usu\u00e1rio, que \u00e9 o mesmo em qualquer linha, vai se deparar com modos operacionais diferentes e diferentes evolu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas em cada concession\u00e1ria, coisa que j\u00e1 acontece ainda em pequena escala na concess\u00e3o existente e em opera\u00e7\u00e3o. Seria conveniente que o GESP delegasse a Cia. do Metr\u00f4, como interveniente no contrato de concess\u00e3o, o poder de propor a uniformiza\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o <br \/>\ntecnol\u00f3gica da opera\u00e7\u00e3o e de todos os seus sistemas, sempre em benef\u00edcio do usu\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n<p>Em nome da minha gera\u00e7\u00e3o de homens p\u00fablicos que ajudaram a modernizar Pais, <br \/>\nagrade\u00e7o ao Instituto de Engenharia esta subida honra que me concedeu&nbsp;<\/p>\n<p>Muito obrigado.<\/p>\n<p><b>Autor: Plinio Assmann<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O t\u00edtulo de Eminente Engenheiro do Ano foi criado pelo Instituto de Engenharia em 1963. Foi o primeiro assim concedido no Brasil.&nbsp; Sou engenheiro e administrador, registrado nos respectivos Conselhos Regionais. As duas profiss\u00f5es s\u00e3o complementares, uma completa a outra. A do engenheiro, enquanto gestor \u00e9 um administrador e o administrador quando \u00e9 engenheiro alcan\u00e7a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[114,27],"tags":[],"class_list":{"0":"post-26258","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-artigos","7":"category-instituto-de-engenharia"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Discurso de Plinio Assmann, Eminente Engenheiro do Ano 2015  - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Discurso de Plinio Assmann, Eminente Engenheiro do Ano 2015  - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O t\u00edtulo de Eminente Engenheiro do Ano foi criado pelo Instituto de Engenharia em 1963. Foi o primeiro assim concedido no Brasil.&nbsp; Sou engenheiro e administrador, registrado nos respectivos Conselhos Regionais. As duas profiss\u00f5es s\u00e3o complementares, uma completa a outra. A do engenheiro, enquanto gestor \u00e9 um administrador e o administrador quando \u00e9 engenheiro alcan\u00e7a [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2015-12-11T00:29:05+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2015-12-11T15:30:01+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"12 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"Discurso de Plinio Assmann, Eminente Engenheiro do Ano 2015\",\"datePublished\":\"2015-12-11T00:29:05+00:00\",\"dateModified\":\"2015-12-11T15:30:01+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/\"},\"wordCount\":2496,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Artigos\",\"Instituto de Engenharia\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/\",\"name\":\"Discurso de Plinio Assmann, Eminente Engenheiro do Ano 2015 - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\"},\"datePublished\":\"2015-12-11T00:29:05+00:00\",\"dateModified\":\"2015-12-11T15:30:01+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Discurso de Plinio Assmann, Eminente Engenheiro do Ano 2015\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\",\"https:\/\/x.com\/iengenharia\",\"https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/\",\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/\",\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Discurso de Plinio Assmann, Eminente Engenheiro do Ano 2015  - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Discurso de Plinio Assmann, Eminente Engenheiro do Ano 2015  - Instituto de Engenharia","og_description":"O t\u00edtulo de Eminente Engenheiro do Ano foi criado pelo Instituto de Engenharia em 1963. Foi o primeiro assim concedido no Brasil.&nbsp; Sou engenheiro e administrador, registrado nos respectivos Conselhos Regionais. As duas profiss\u00f5es s\u00e3o complementares, uma completa a outra. A do engenheiro, enquanto gestor \u00e9 um administrador e o administrador quando \u00e9 engenheiro alcan\u00e7a [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2015-12-11T00:29:05+00:00","article_modified_time":"2015-12-11T15:30:01+00:00","author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"12 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"Discurso de Plinio Assmann, Eminente Engenheiro do Ano 2015","datePublished":"2015-12-11T00:29:05+00:00","dateModified":"2015-12-11T15:30:01+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/"},"wordCount":2496,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"articleSection":["Artigos","Instituto de Engenharia"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/","name":"Discurso de Plinio Assmann, Eminente Engenheiro do Ano 2015 - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"datePublished":"2015-12-11T00:29:05+00:00","dateModified":"2015-12-11T15:30:01+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/11\/discurso-de-plinio-assmann-eminente-engenheiro-do-ano-2015\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Discurso de Plinio Assmann, Eminente Engenheiro do Ano 2015"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26258","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26258"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26258\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26258"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26258"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26258"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}