{"id":26241,"date":"2015-12-09T00:28:49","date_gmt":"2015-12-09T00:28:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=26241"},"modified":"2015-12-09T12:50:37","modified_gmt":"2015-12-09T12:50:37","slug":"como-mitigar-a-necessidade-em-se-utilizar-o-espaco-viario-em-lazer-urbano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/12\/09\/como-mitigar-a-necessidade-em-se-utilizar-o-espaco-viario-em-lazer-urbano\/","title":{"rendered":"Como mitigar a necessidade em se utilizar o espa\u00e7o vi\u00e1rio em lazer urbano"},"content":{"rendered":"<p>Nos anos 60, tempo aindasereno aquele, em que a capitaldispunha de uma frotareduzidade ve\u00edculos e havia espa\u00e7o aos carrinhos de rolim\u00e3 descerem disparada pelas ruas rec\u00e9m-asfaltadas, nas novas \u00e1reas de expans\u00e3o imobili\u00e1ria naforma\u00e7\u00e3o de um novo bairro paulistano.Naquela \u00e9poca havia uma ocupa\u00e7\u00e3o t\u00edmida do espa\u00e7o urbano, para del\u00edrio dos moleques de ent\u00e3o e as preocupa\u00e7\u00f5es de suas queridas m\u00e3es.&nbsp;<\/p>\n<p>Nem sempre no cotidiano di\u00e1rio era poss\u00edvel a todos frequentar os parques da cidade de S\u00e3o Paulo como o Parque do Ibirapuera, inaugurado por ocasi\u00e3odoquarto centen\u00e1rio. Devido \u00e0 dist\u00e2ncia principalmente \u00e0s pessoas da periferia, o lazer no local assim como em outros parques, acontecia principalmente em finais de semana. Naquele tempo durante a semana era poss\u00edvel aos jovens paulistanos em qualquer canto da cidade, jogar futebol nos in\u00fameros campos da v\u00e1rzea localizados nos terrenos baldios dispon\u00edveis, celeiro de muitos craques do passado. Na \u00e9poca, por bicicleta, era poss\u00edvel ir de um lado a outro, pelas ruas, sem a necessidade de haver uma faixa exclusiva, n\u00e3o havia nenhuma preocupa\u00e7\u00e3o, quanto ao relevo acidentado da cidade (nas subidas pegava-se carona com \u00f4nibus, bondes ou caminh\u00f5es) ou quanto a poss\u00edveis acidentes. Orespeito ao ciclista era coisa natural.&nbsp;<\/p>\n<p>A garotada ainda podia aproveitar mesmo em lugares ermos e ainda com muito verde, que floresciam ao longo dos riachos,brincar de \u201cbola de gude\u201d nas cal\u00e7adas de terra batida, e com sorte podia-se catar goiabas e pitangas, sem que se pudesse vislumbrar, em pensamento, como seria o futuro da cidade.\u00c9fato que naquele tempo o espa\u00e7o vi\u00e1rio ou as \u00e1reas dispon\u00edveis eram utilizados naturalmente como lazer e em sintonia e harmonia com os sistemas de transporte de bens, produtos ou pessoas, que dividiam aquele espa\u00e7o p\u00fablico &#8211; as ruas -.&nbsp;<\/p>\n<p>A metr\u00f3polecrescia rapidamente.Vieram os anos 70, 80, 90 e mais de nove milh\u00f5es e quinhentos mil viagens diariamente(OD 1977) j\u00e1 utilizavam as vias pelos sistemas de transporte coletivo na Grande S\u00e3o Paulo, que assim aceleroupara mais de \u201c100 Km\/h\u201d. Os fundos de vale, onde corriam os c\u00f3rregos, antes dispon\u00edveisfoi gradativamente ocupado como aAvenida 23 de Maio na Zona Sul da cidade, constru\u00edda,e acabaram-se aspontes de madeira que permitiama travessia de um lado a outro sobre o fio d\/\u00e1gua existente.&nbsp;<\/p>\n<p>O espa\u00e7o urbano foi,portanto, tomado por novas avenidas e edifica\u00e7\u00f5esna sua grande maioria verticais, ocupando assim ampla parte das \u00e1reas dispon\u00edveis da cidade. Novos empreendimentos aprovados em velocidade surpreendente alimentavam a insaci\u00e1vel \u201cespecula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria\u201d, criando um crescimento desordenado da metr\u00f3pole imersa no desejo em se desenvolver a qualquer custo.&nbsp;<\/p>\n<p>Assim as ruas sendo asfaltadas, as cal\u00e7adas cobertas com mosaico portugu\u00eas, e as casas demolidas, logo, as goiabeiras e pitangueiras deram lugar aos\u201carranha &#8211; c\u00e9us\u201d. Os campos de futebol foram soterrados, surgiu o Metr\u00f4, n\u00e3o a c\u00e9u aberto, mas correndo sob a terra, e os c\u00f3rregos canalizados sendo alimentados pelas sarjetas, que coletavam tudo que existia dispon\u00edvel sobre o asfalto, de latas a pets, sacos e lixo dos mais diversos, tudo enfim, e aquela rua tranquila de outrora, ficou impermeabilizada e povoada por carros, que surgiram aos borbot\u00f5es. \u00c1reas de lazer e pra\u00e7as n\u00e3o foram criadas (sequer planejadas).&nbsp;<\/p>\n<p>A mobilidade ficou finalmente comprometida, passou a ser a ordem do dia, as vias enfimficaramsobrecarregadas e, ap\u00f3str\u00eas d\u00e9cadas (OD 2007) a grande S\u00e3o Pauloj\u00e1 apresentava quase quatorze milh\u00f5es de viagens di\u00e1rias pelo modo coletivo(crescimento de180%)e dividiam quase o mesmo espa\u00e7ovi\u00e1rio (17 Mil km de vias e crescimento de apenas 20% no mesmo per\u00edodo).Nesta \u00e9poca a popula\u00e7\u00e3o da Capital de S\u00e3o Paulo j\u00e1 contava com cerca dez milh\u00f5es de habitantes.Entende-seassim porque a cidade ficou descompassadacom a melhoria da qualidade de vida, pois n\u00e3o houve amplia\u00e7\u00f5es da malha vi\u00e1ria ou a\u00e7\u00f5es para absorver ou suportar o aumento da demanda e necessidade dos cidad\u00e3os.&nbsp;<\/p>\n<p>A quest\u00e3o enfim \u00e9 que mesmo as \u00e1reas p\u00fablicas dispon\u00edveis, destas \u00faltimas d\u00e9cadas citadas, para parques ou pra\u00e7as, ou seja, \u00e1reas de lazer n\u00e3o suportaram o apetite especulativo, e para mitigar este fato o agente p\u00fablico, indutor do crescimento urbano, tem tentado atualmente criar novos espa\u00e7os recreativos, em ruas e avenidas com a institucionaliza\u00e7\u00e3o de fechamento de logradouros primordiais ao tr\u00e1fego de ve\u00edculos de passageiros, coletivos e ambul\u00e2ncias entre outros, em art\u00e9rias consolidadas, com o intuito de acrescer e suprir \u00e1reas de lazer \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, como ocorreu recentemente com a Av. Paulista, espig\u00e3o da cidade e onde se localiza inclusive boa parte dos hospitais da cidade.&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o somos contra cria\u00e7\u00e3o de \u00e1reas comunit\u00e1rias em vias locais de bairros, medidas de \u201ctr\u00e1fego calmo\u201d, ou mesmo aindaem per\u00edodos transit\u00f3rios ou especiais, tratamentos em avenidas da cidade,por\u00e9m perguntamos aos gestores p\u00fablicos, por que n\u00e3o estimular, com incentivos o investidor privado imobili\u00e1rio,a destinar parte da \u00e1rea de seus empreendimentos na cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7osa fim de que fam\u00edlias do bairroe cercanias usufruamde umnovo lazer? Por que n\u00e3o criar novas \u00e1reas comunit\u00e1rias na periferia ou ainda exigir recuos nos empreendimentos aprovados e permitir a cria\u00e7\u00e3o de ciclovias oucal\u00e7adas ampliadas, em vez de for\u00e7ar a implanta\u00e7\u00e3ode novas faixas em vias, hoje,bastante sobrecarregadas.&nbsp;<\/p>\n<p>A\u00e7\u00f5es como a desativa\u00e7\u00e3o do complexo do Carandiru, pelo Governo do Estado, que transformou parte do empreendimento em um novo espa\u00e7o na zona norte da cidade, a cria\u00e7\u00e3o do Parquedo Povo edo&nbsp;<\/p>\n<p>Parque Vila Lobos, implantadosoutrora pela Prefeitura,s\u00e3o exemplos que consolidam uma pol\u00edtica de valoriza\u00e7\u00e3o ao lazer comunit\u00e1rio e valoriza\u00e7\u00e3o da qualidade de vida. <br \/>\nAssimconcluindo,compete\u00e0autoridade p\u00fablica, municipalou estadual, criar condi\u00e7\u00f5es efetivas (mesmo emparceria com entidades privadas, a exemplo da Opera\u00e7\u00e3o Faria Lima) para a cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7osde lazer na cidade e, se for preciso, desapropriar terrenos ou utilizando parte deles, abrindo novas \u00e1reas, pois se a entidade p\u00fablica n\u00e3o o fizer perguntamos: Quem o far\u00e1? <\/p>\n<p><b>Autor: Paulo Carvalho Ferragi e Roberto Bartolomeu Berkes.<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos anos 60, tempo aindasereno aquele, em que a capitaldispunha de uma frotareduzidade ve\u00edculos e havia espa\u00e7o aos carrinhos de rolim\u00e3 descerem disparada pelas ruas rec\u00e9m-asfaltadas, nas novas \u00e1reas de expans\u00e3o imobili\u00e1ria naforma\u00e7\u00e3o de um novo bairro paulistano.Naquela \u00e9poca havia uma ocupa\u00e7\u00e3o t\u00edmida do espa\u00e7o urbano, para del\u00edrio dos moleques de ent\u00e3o e as preocupa\u00e7\u00f5es [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[114],"tags":[],"class_list":{"0":"post-26241","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-artigos"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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