{"id":26165,"date":"2015-11-13T00:27:42","date_gmt":"2015-11-13T00:27:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=26165"},"modified":"2015-11-13T16:45:06","modified_gmt":"2015-11-13T16:45:06","slug":"cidade-inglesa-aposta-em-minicarro-sem-motorista-para-o-centro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/11\/13\/cidade-inglesa-aposta-em-minicarro-sem-motorista-para-o-centro\/","title":{"rendered":"Cidade inglesa aposta em minicarro sem motorista para o centro"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/erjo8yfyD9w\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>O que? Milton Keynes est\u00e1 na Inglaterra, mas, se fosse colocada nos Estados Unidos, ningu\u00e9m estranharia. Ela foi criada em 1967 sob conceitos urban\u00edsticos muito diferentes dos adotados tradicionalmente na Europa, com descentraliza\u00e7\u00e3o de habitantes e servi\u00e7os e trama de ruas e bairros que favorecem o uso de carros. Para resolver o crescente problema de deslocamentos pelo seu centro, a cidade concluiu que transporte de massa n\u00e3o era a solu\u00e7\u00e3o e testa ve\u00edculos el\u00e9tricos para duas pessoas.<\/p>\n<p>Nenhuma cidade inglesa est\u00e1 t\u00e3o distante de Londres quanto Milton Keynes. A cidade n\u00e3o fica no extremo norte, na fronteira com a Esc\u00f3cia, ou na ponta da Cornualha, a oeste. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 uma ilha no Atl\u00e2ntico. Ela est\u00e1 a apenas 72 km da capital, pouco antes da metade do caminho para Birmingham. A quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 geogr\u00e1fica, \u00e9 conceitual. E, enquanto os londrinos se orgulham do metr\u00f4, t\u00eam no \u00f4nibus de dois andares um de seus s\u00edmbolos e se acostumam a usar as bicicletas compartilhadas, em Milton Keynes o caminho \u00e9 o transporte individual, mas com um carro para um uso diferente do convencional. <\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1960, o governo brit\u00e2nico queria aliviar a press\u00e3o populacional sobre Londres. Com isso, surgiu a ideia de criar uma nova cidade, de m\u00e9dio porte, a noroeste da capital inglesa. O respons\u00e1vel pelo projeto urban\u00edstico foi o arquiteto Derek Walker. Formado na Universidade da Pensilv\u00e2nia, ele seguia as ideias de Melvin Webber, um te\u00f3rico sobre as cidades do futuro e como elas seriam adaptadas \u00e0s telecomunica\u00e7\u00f5es e \u00e0 massifica\u00e7\u00e3o dos carros. A inspira\u00e7\u00e3o foi em Berkeley, cidade na regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Francisco (Calif\u00f3rnia).<\/p>\n<p>O resultado disso foi uma cidade com cara de Estados Unidos no meio da Inglaterra. Milton Keynes \u00e9 espalhada, com zonas residenciais espa\u00e7osas (ou seja, com espa\u00e7o para guardar seu carro), zonas muito definidas, muitos estacionamentos nas regi\u00f5es comerciais e rede vi\u00e1ria feita para facilitar o uso de autom\u00f3veis para o movimento pendular casa-trabalho. Era uma tend\u00eancia da \u00e9poca, que pode ser vista em v\u00e1rias cidades norte-americanas e at\u00e9 em Bras\u00edlia. A experi\u00eancia inglesa funcionou por algum tempo, sobretudo porque a cidade manteve um tamanho compat\u00edvel com o plano inicial (tem 250 mil habitantes). <\/p>\n<p>No entanto, esse crescimento acelerou nos \u00faltimos tempos e amea\u00e7a sobrecarregar a infraestrutura. A prefeitura come\u00e7ou a estudar diversas op\u00e7\u00f5es, e o caminho adotado \u00e9 bastante diferente da onda de transporte de massa e mobilidade ativa que se tem adotado pelas metr\u00f3poles do mundo. A cidade nasceu para carros, e de certa forma busca nessa voca\u00e7\u00e3o sua sa\u00edda.<\/p>\n<p>Milton Keynes iniciou testes com carros el\u00e9tricos para duas pessoas. O Lutz Pathfinder foi desenvolvido pelo departamento de rob\u00f3tica da Universidade de Oxford em conjunto com a empresa RDM e a Catapult. Esse ve\u00edculo n\u00e3o precisa de motoristas e circula a baixas velocidades, apenas duas vezes a de um ser humano m\u00e9dio caminhando na rua. A ideia n\u00e3o \u00e9 ser r\u00e1pido a ponto de substituir o carro tradicional, mas servir como um intermedi\u00e1rio entre o autom\u00f3vel e a caminhada.<\/p>\n<p>O funcionamento do sistema \u00e9 simples. O Pathfinder tem o mapa do centro de Milton Keynes em seu sistema e cruza esses dados com os de sensores que identificam obst\u00e1culos pelo ambiente. A partir disso, ele tra\u00e7a o caminho para ir do ponto A ao B, de acordo com as coordenadas indicadas pelos passageiros. O carro el\u00e9trico seria p\u00fablico e operaria apenas para trajetos dentro da mesma \u00e1rea da cidade. <\/p>\n<p>O objetivo \u00e9 resolver o problema de mobilidade no centro de Milton Keynes. Devido a seu projeto urban\u00edstico, a cidade n\u00e3o tem um centro t\u00e3o adensado como suas vizinhas. A regi\u00e3o \u00e9 formada por grandes estruturas de lojas e escrit\u00f3rios, cercados por bols\u00f5es de estacionamento. Com isso, as dist\u00e2ncias s\u00e3o maiores que o normal, muitas vezes levando as pessoas a usarem carro para esse deslocamento. O Pathfinder serviria como um transporte p\u00fablico para essas viagens curtas, al\u00e9m de atender \u00e0s pessoas com dificuldades de locomo\u00e7\u00e3o. Como a velocidade \u00e9 baixa, ele poderia circular nas cal\u00e7adas e passeios p\u00fablicos, ao lado de pedestres.<\/p>\n<p>Apesar de ser focado no centro, o projeto n\u00e3o \u00e9 localizado. Ele seria integrado a um outro sistema, focado em carros semiaut\u00f4nomos que se conectam. Essa tecnologia ainda est\u00e1 em desenvolvimento e, por enquanto, ainda necessita da presen\u00e7a de um motorista por quest\u00e3o de seguran\u00e7a. Ela seria a respons\u00e1vel para os trajetos bairro-centro e ajudariam a aliviar os estacionamentos. Com isso, o centro teria novas \u00e1reas edific\u00e1veis e poderia se adensar mais, absorverndo as novas empresas que chegam \u00e0 cidade.<\/p>\n<p>A iniciativa de Milton Keynes coloca os ingleses em boa posi\u00e7\u00e3o no desenvolvimento de carros aut\u00f4nomos, uma disputa em que at\u00e9 o Google est\u00e1 envolvido e pode ser uma op\u00e7\u00e3o para o futuro dos transportes. No entanto, foge da ideia de incentivo ao transporte de p\u00fablico. E, para a cidade inglesa, isso foi um caso pensado. <\/p>\n<p>Estudos realizados pelo munic\u00edpio mostraram uma dificuldade grande em viabilizar economicamente o transporte de massa. Como a cidade \u00e9 pouco adensada, n\u00e3o h\u00e1 \u00e1reas que concentre demanda por bondes ou monotrilho. Para todos os bairros serem atendidos, a cidade teria de construir v\u00e1rias linhas, e a quantidade de usu\u00e1rios n\u00e3o daria retorno a esse investimento. Mas o pr\u00f3prio o conselho municipal admite que tamb\u00e9m quer evitar um \u201crompimento significativo e uma mudan\u00e7a no jeito de ser da cidade\u201d. <\/p>\n<p>\u00c9 uma atitude ousada de Milton Keynes, e que certamente far\u00e1 muita gente torcer o nariz. De qualquer modo, \u00e9 interessante ver at\u00e9 onde vai a iniciativa dos carros el\u00e9tricos no centro da cidade e a do sistema de carros semiaut\u00f4nomos. Um eventual sucesso servir\u00e1 de inspira\u00e7\u00e3o para cidades de m\u00e9dio porte que cresceram com a prioridade em carros, como tantas nos Estados Unidos (e no Brasil).<\/p>\n<p><b>Autor: Outra Cidade<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que? Milton Keynes est\u00e1 na Inglaterra, mas, se fosse colocada nos Estados Unidos, ningu\u00e9m estranharia. 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