{"id":26043,"date":"2015-10-13T00:25:53","date_gmt":"2015-10-13T00:25:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=26043"},"modified":"2015-10-13T09:57:22","modified_gmt":"2015-10-13T09:57:22","slug":"o-supertransito-de-pequim-pode-criar-o-futuro-como-se-via-no-seculo-20","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/10\/13\/o-supertransito-de-pequim-pode-criar-o-futuro-como-se-via-no-seculo-20\/","title":{"rendered":"O supertr\u00e2nsito de Pequim pode criar o futuro como se via no s\u00e9culo 20"},"content":{"rendered":"<p>O que? Filmes, livros e at\u00e9 desenhos animados do s\u00e9culo 20 mostravam o futuro urbano com supertecnologias e m\u00e1quinas para todo lado. O caminho que a sociedade tem tomado \u00e9 outro, mas um lugar no mundo tem as condi\u00e7\u00f5es adequadas para apostar em solu\u00e7\u00f5es que lembram as obras de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de d\u00e9cadas atr\u00e1s: a China. <\/p>\n<p>O futuro retr\u00f4 <\/p>\n<p>Carros alimentados por lixo org\u00e2nico voando pelas cidades, como se os c\u00e9us fossem as novas vias expressas. Jaquetas que se secavam sozinhas, t\u00eanis que se amarravam sozinhos, skates voadores e uma sociedade sem advogados. Era esse o mundo imaginado pelo filme \u201cDe Volta para o Futuro \u2013 parte 2\u201d. Um futuro que se passa em 21 de outubro de 2015. Ou seja, a n\u00e3o ser que os pr\u00f3ximos nove dias sejam extremamente agitados, as previs\u00f5es feitas h\u00e1 quase 30 anos (a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de 1989) n\u00e3o se realizar\u00e3o. <\/p>\n<p>O diretor Robert Zemeckis n\u00e3o foi o \u00fanico a apostar errado. H\u00e1 algumas d\u00e9cadas, a imagem que se tinha do s\u00e9culo 21 era muito diferente da realidade que vivemos hoje. A sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de que as m\u00e1quinas e as tecnologias tomariam conta, as cidades se tornariam monumentos ao automatismo e \u00e0 assepsia.<\/p>\n<p>As previs\u00f5es falharam por v\u00e1rios motivos. A sociedade acabou encaminhando seu investimento tecnol\u00f3gico em informa\u00e7\u00e3o e as pessoas come\u00e7aram a se ressentir das ideias puramente funcionais de cidades, pedindo um retorno a pol\u00edticas mais humanistas. Um roteirista dos anos 70 ou 80 talvez visse essas ideias como retr\u00f4, mas os centros urbanos de hoje buscam valorizar a caminhada, o transporte p\u00fablico, a bicicleta, as viagens mais eficientes de carro, encurtamento de dist\u00e2ncias e valoriza\u00e7\u00e3o do sentido comunit\u00e1rio.<\/p>\n<p>Mas um lugar ensaia partir pelo caminho oposto e buscar solu\u00e7\u00f5es mais \u201cjetsonianas\u201d: a China. Um fen\u00f4meno que parece estranho, mas \u00e9 compreens\u00edvel dentro da realidade particular do pa\u00eds mais populoso do mundo. <\/p>\n<p>Um sinal disso \u00e9 um v\u00eddeo que se espalhou pelas redes sociais (at\u00e9 o Facebook do Outra Cidade compartilhou. Ali\u00e1s, voc\u00ea j\u00e1 nos segue no Facebook?). Ele mostra um superengarrafamento no retorno de milh\u00f5es de pessoas a Pequim ap\u00f3s a Semana Dourada, feriado que dura uma semana (j\u00e1 dava para imaginar pelo nome, n\u00e9?) e celebra o Dia Nacional. Segundo o jornal People\u2019s Daily, cerca de 750 milh\u00f5es de chineses, mais do triplo da popula\u00e7\u00e3o brasileira, aproveitaram a parada para viajar pelo pa\u00eds. <iframe loading=\"lazy\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/O3kL6nMap2s?list=PL15KbAxfKZE2GLuGleeSpswg_UjJ_Imel\" frameborder=\"0\" width=\"560\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe><\/p>\n<p>O pior \u00e9 que a cena acima n\u00e3o \u00e9 algo incomum. Em 2010, a estrada que liga Pequim ao Tibete teve um incr\u00edvel congestionamento de 100 km que demorou nove dias para dispersar. E o cen\u00e1rio nas cidades n\u00e3o \u00e9 mais encorajador. O desenvolvimento econ\u00f4mico acelerado coloca milh\u00f5es de pessoas na classe m\u00e9dia a cada ano, o que impulsiona violentamente a venda de carros. A frota chinesa cresce rapidamente e, somada ao aumento da popula\u00e7\u00e3o que troca o interior pelas grandes cidades, cria uma demanda por infraestrutura que as metr\u00f3poles n\u00e3o conseguem atender.<\/p>\n<p>Com um problema emergencial, uma economia em crescimento acentuado e cidades com muitas vias radiais largas, cria-se o cen\u00e1rio para a busca por solu\u00e7\u00f5es mais inovadoras. Muitos dos projetos tecnologicamente mais extravagantes de transporte p\u00fablico t\u00eam origem na China. Na \u00faltima semana, a novidade foi o teste com um \u00f4nibus que n\u00e3o usa motorista. Mas h\u00e1 exemplos muito mais radicais (ou \u201cfuturistas\u201d, como dir\u00edamos h\u00e1 30 anos), como dois de 2010: o trem que n\u00e3o para nas esta\u00e7\u00f5es e o \u00f4nibus elevado que se transforma em um t\u00fanel m\u00f3vel para os carros.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/D07Y9JVqSX0\" frameborder=\"0\" width=\"420\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe><iframe loading=\"lazy\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Hv8_W2PA0rQ\" frameborder=\"0\" width=\"420\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe><\/p>\n<p>Talvez essas tecnologias n\u00e3o se mostrem vi\u00e1veis economicamente ou o resultado pr\u00e1tico n\u00e3o seja o esperado, mas \u00e9 um caminho muito diferente do que ocorre no Ocidente. Mas h\u00e1 uma chance de os chineses acabem encontrando uma solu\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria em algum momento. N\u00e3o \u00e9 o que precisamos no momento no Brasil, mas, se um dia nossas cidades ficarem mais parecidas com os cen\u00e1rios de Guerra nas Estrelas, Minority Report ou O Quinto Elemento ou um cart\u00e3o postal da Epcot Center, talvez seja com m\u00e1quinas com o inconfund\u00edvel \u201cMade in China\u201d no manual de instru\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><b>Autor: Outra Cidade<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que? Filmes, livros e at\u00e9 desenhos animados do s\u00e9culo 20 mostravam o futuro urbano com supertecnologias e m\u00e1quinas para todo lado. 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