{"id":25956,"date":"2015-09-21T00:24:48","date_gmt":"2015-09-21T00:24:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=25956"},"modified":"2015-09-21T09:33:30","modified_gmt":"2015-09-21T09:33:30","slug":"proposicao-de-novo-modelo-de-operacao-e-manutencao-dos-dessalinizadores-das-aguas-salobras-do-semi-arido-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/09\/21\/proposicao-de-novo-modelo-de-operacao-e-manutencao-dos-dessalinizadores-das-aguas-salobras-do-semi-arido-brasileiro\/","title":{"rendered":"Proposi\u00e7\u00e3o de novo modelo de opera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dos dessalinizadores das \u00e1guas salobras do semi \u00e1rido brasileiro"},"content":{"rendered":"<p>Decorridos cem anos da grande seca de 1915 o Cear\u00e1 tem experimentado nos \u00faltimos quatro anos mais um per\u00edodo de estiagem. Os a\u00e7udes e os rios est\u00e3o em n\u00edveis muito baixos e paira no ar a amea\u00e7a do \u201cEl nino\u201d que no Brasil provoca seca no nordeste e grandes chuvas no sul-sudeste.&nbsp;<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o hoje no sert\u00e3o do Cear\u00e1 \u00e9 dram\u00e1tica, pois dos120 a\u00e7udes existentes, 118 est\u00e3o com n\u00edveis de \u00e1gua abaixo dos 30%, sendo que em 37 o n\u00edvel n\u00e3o chegava a 2% em final de agosto \u00faltimo.&nbsp;<\/p>\n<p>A despeito de atualmente o Cear\u00e1 contar com v\u00e1rios programas de combate \u00e0 seca tanto na esfera estadual como federal \u00e9 ainda muito aflitiva a situa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o que vive na zona flagelada do semi \u00e1rido que s\u00f3 tem como se abastecer das cacimbas quase secas com a maior parte delas com \u00e1gua salobra, e dos caminh\u00f5es-pipas que irregularmente levam \u00e1gua de qualidade duvidosa \u00e0s zonas carentes do sert\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo dados da SUDENE de 1996, \u201ccerca de 35.000 dos 70.000 po\u00e7os do semi\u00e1rido nordestino, principalmente os perfurados durante a d\u00e9cada de 1980, encontravam-se desativados devido \u00e0 baixa qualidade de suas \u00e1guas, determinada pelo excesso de sais.&nbsp;<\/p>\n<p>Entretanto, diferentemente do passado at\u00e9 recente a tecnologia disponibilizou uma ferramenta moderna destinada a potabilizar a \u00e1gua salobra para consumo humano. S\u00e3o as chamadas unidades de saliniza\u00e7\u00e3o, equipamentos dotados de membranas de osmose reversa capaz de separar o os sais de ocorr\u00eancia natural da \u00e1gua extra\u00eddas das cacimbas tornando-a apta a ser consumida como \u00e1gua pot\u00e1vel ap\u00f3s desinfec\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 ao final da d\u00e9cada de 90 foram instalados &#8211; por \u00f3rg\u00e3os federais, estaduais e municipais &#8211; cerca de 2.000 dessalinizadores na regi\u00e3o. Entretanto, pouco tempo depois muitos encontravam-se desativados em grande medida pela falta de manuten\u00e7\u00e3o\u201d. Os impactos ambientais, como a eros\u00e3o do solo, decorrentes da m\u00e1 destina\u00e7\u00e3o dos rejeitos oriundos do processo de dessaliniza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m se configura como um outro grande problema.&nbsp;<\/p>\n<p>Diante disso o Governo Federal, no bojo dos programas Fome Zero e \u00c1gua Para Todos , o Minist\u00e9rio do Meio Ambiente resgatou e aperfei\u00e7oou o Programa \u00c1gua Boa, criado em 1997 pela Secretaria de Recursos H\u00eddricos e Ambiente( SRH) para desenvolver t\u00e9cnicas de dessaliniza\u00e7\u00e3o da \u00e1gua. Em 2003, o Programa passou a ser denominado de \u00c1gua Doce, tendo como um dos objetivos promover e disciplinar a implanta\u00e7\u00e3o, a recupera\u00e7\u00e3o e a gest\u00e3o de sistemas de dessaliniza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>No Cear\u00e1, o programa implantado em 2008 \u00e9 coordenado pela Secretaria dos Recursos H\u00eddricos (SRH) do Governo do Estado. Atende prioritariamente as popula\u00e7\u00f5es de baixa renda em comunidades difusas do semi\u00e1rido. Os recursos, oriundos do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA) s\u00e3o utilizados na aquisi\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o de 222 sistemas de dessaliniza\u00e7\u00e3o de \u00e1gua salobra de po\u00e7os profundos de modo a garantir o consumo de \u00e1gua tratada nos 45 munic\u00edpios mais cr\u00edticos do Cear\u00e1, sendo 11 no Sert\u00e3o Central. Cerca de 80% destes munic\u00edpios est\u00e3o situados sobre embasamento cristalino onde o solo \u00e9 raso.. Os po\u00e7os localizados nas zonas cristalinas em sua maioria contem teores de sais muito elevados impr\u00f3prio para o consumo.&nbsp;<\/p>\n<p>O programa s\u00f3 atende comunidades com no m\u00e1ximo 15 fam\u00edlias Cada localidade precisa ter um po\u00e7o profundo com vaz\u00e3o de mil litros por hora.&nbsp;<\/p>\n<p>Por outro lado, desde 1996 o Cear\u00e1 possui uma outra alternativa para gest\u00e3o dos sistemas de abastecimento de \u00e1gua em localidades rurais denominado Sistema Integrado de Saneamento Rural &#8211; SISAR. Tem como p\u00fablico alvo a popula\u00e7\u00e3o residente em comunidades rurais. \u00c9 uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental, sem fins econ\u00f4micos, formada pelas associa\u00e7\u00f5es das comunidades atendidas com saneamento rural, atrav\u00e9s de projetos espec\u00edficos. Atualmente s\u00e3o oito SISAR\u2019s distribu\u00eddos entre as onze bacias hidrogr\u00e1ficas do Estado.&nbsp;<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, grande parte dos parcos recursos h\u00eddricos do semi \u00e1rido brasileiro, territ\u00f3rio com cerca de 982 mil Km\u00b2 e 20 milh\u00f5es de habitantes \u00e9 constitu\u00eddo por \u00e1gua salobra que a torna impr\u00f3pria ao consumo. Os dessalinizadores implantados malgrado os programas sociais implantados tendem a se sucatear com facilidade devido principalmente a falta de manuten\u00e7\u00e3o e defici\u00eancias na reposi\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as alem de uma falta de solu\u00e7\u00e3o acerca do destino do concentrado de sais residuais.&nbsp;<\/p>\n<p>Durante a realiza\u00e7\u00e3o da 72\u00ba SEMANA OFICIAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA- SOEA promovido pelo Sistema Confea\/Crea e M\u00fatua em Fortaleza que ocorreu no per\u00edodo de 15 a 18 de setembro de 2015 que reuniu mais de 3500 profissionais engenheiros de todo o Brasil, cujo tema central era Sustentabilidade: \u00c1gua, Energia e Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica, tivemos a oportunidade de propor uma mo\u00e7\u00e3o ao CREA do Cear\u00e1 na pessoa de seu presidente e anfitri\u00e3o da SOEA, Eng. Victor Frota Filho no sentido de que seja estudada a possibilidade de a Companhia de \u00c1gua e Esgotos do Cear\u00e1 (CAGECE) se encarregar dos trabalhos de opera\u00e7\u00e3o, e manuten\u00e7\u00e3o no sentido amplo dos sistemas de dessaliniza\u00e7\u00e3o implantados e a implantar nos munic\u00edpios do semi \u00e1rido cearense, tendo em vista a sua grande compet\u00eancia no trato dos sistemas de \u00e1gua e esgotos dos munic\u00edpios sob sua concess\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Esta proposta se estenderia tamb\u00e9m a outros estados da federa\u00e7\u00e3o que enfrentam problemas similares com o manuseio de \u00e1gua salobra: (Piau\u00ed, Rio Grande do Norte, Para\u00edba, Pernambuco e Bahia), responsabilizando as suas respectivas companhias estaduais de \u00e1gua e esgotos, igualmente capacitadas tecnicamente, pela integridade f\u00edsica &#8211; operacional dos dessalinizadores. <\/p>\n<p><strong>SOEA- 72\u00ba SEMANA OFICIAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA&nbsp;<\/p>\n<p>PROPOSI\u00c7\u00c3O DE MO\u00c7\u00c3O <\/p>\n<p><\/strong>CONSIDERANDO&nbsp;<\/p>\n<p>Que em grande parte dos aqu\u00edferos da zona rural do Estado do Cear\u00e1 a \u00e1gua \u00e9 impr\u00f3pria para o consumo devido a quantidade de sal nas \u00e1guas subterr\u00e2neas e que \u00e9 poss\u00edvel com tecnologias modernas transformar parte desta \u00e1gua salobra em \u00e1gua pr\u00f3pria para o consumo, atrav\u00e9s dos dessalinizadores;&nbsp;<\/p>\n<p>Que a implanta\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o destes dessalinizadores, (equipamentos eletromec\u00e2nicos e hidr\u00e1ulicos respons\u00e1veis por processos f\u00edsico-qu\u00edmicos como, osmose reversa para retirada de sal da \u00e1gua e outros minerais de modo a produzir uma \u00e1gua pot\u00e1vel de qualidade, constitui atualmente em uma das responsabilidades da DASUB- Diretoria de \u00c1guas Subterr\u00e2neas da SOHIDRA- Superintend\u00eancia de Obras Hidr\u00e1ulicas, \u00f3rg\u00e3o da Secretaria dos Recursos H\u00eddricos do Governo do Estado do Cear\u00e1;&nbsp;<\/p>\n<p>Que a DASUB , dentre suas incumb\u00eancias \u00e9 respons\u00e1vel tamb\u00e9m pela implanta\u00e7\u00e3o de chafarizes e cataventos;&nbsp;<\/p>\n<p>Que a opera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o destes equipamentos \u00e9 complexa exigindo m\u00e3o de obra qualificada, sob pena de r\u00e1pido sucateamento;&nbsp;<\/p>\n<p>Que o rejeito salino destes equipamentos necessita de uma disposi\u00e7\u00e3o final adequada sob pena de prejudicar a qualidade do solo,provocar a contamina\u00e7\u00e3o do aqu\u00edfero fre\u00e1tico e a dessenta\u00e7\u00e3o de animais; <\/p>\n<p>PROPOMOS <br \/>\nQue seja estudada pelas autoridades competentes do Estado do Cear\u00e1 a possibilidade de a Companhia de \u00c1gua e Esgotos do Estado do Cear\u00e1 &#8211; CAGECE assumir a responsabilidade pela implanta\u00e7\u00e3o, opera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dos sistemas de tratamento de \u00e1gua existentes e a implantar que incluam dessalinizadores, bem como a disposi\u00e7\u00e3o final dos rejeitos resultantes, tendo em vista a reconhecida compet\u00eancia e experi\u00eancia daquela Companhia na implanta\u00e7\u00e3o, opera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de sistemas convencionais de tratamento de \u00e1gua. <\/p>\n<p><em>Fortaleza, 18 de setembro de 2015 <br \/>\nEng\u00ba Jos\u00e9 Eduardo W. de A. Cavalcanti <br \/>\n<\/em><\/p>\n<p><b>Autor: Jos\u00e9 Eduardo W. de A. Cavalcanti <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Decorridos cem anos da grande seca de 1915 o Cear\u00e1 tem experimentado nos \u00faltimos quatro anos mais um per\u00edodo de estiagem. 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