{"id":25714,"date":"2015-07-01T00:21:22","date_gmt":"2015-07-01T00:21:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=25714"},"modified":"2015-07-01T09:42:28","modified_gmt":"2015-07-01T09:42:28","slug":"brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/","title":{"rendered":"Brasil far\u00e1 expedi\u00e7\u00f5es em busca de min\u00e9rios no fundo do Atl\u00e2ntico"},"content":{"rendered":"<p>Em algumas \u00e1reas no fundo dos oceanos, em profundidades que podem atingir 5 mil metros, \u00e9 poss\u00edvel encontrar diversos tipos de dep\u00f3sitos de metais. <\/p>\n<p>Os mais comuns s\u00e3o n\u00f3dulos de mangan\u00eas, com di\u00e2metro entre 10 e 20 cent\u00edmetros, distribu\u00eddos no assoalho oce\u00e2nico, sobre o sedimento marinho, compostos por mangan\u00eas, ferro, cobre, n\u00edquel e cobalto. <\/p>\n<p>J\u00e1 em profundidades um pouco menores, entre 500 e 1.000 metros, tamb\u00e9m podem ser observadas crostas polimet\u00e1licas, com aspecto semelhante ao de asfalto, e depositadas sobre afloramentos rochosos, que s\u00e3o ricas em cobalto e t\u00eam menores teores de mangan\u00eas, cobre e n\u00edquel do que os n\u00f3dulos polimet\u00e1licos. <\/p>\n<p>Um cons\u00f3rcio internacional integrado por cientistas de universidades e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa do Brasil e do Reino Unido pretende desvendar, nos pr\u00f3ximos cinco anos, como esses dep\u00f3sitos polimet\u00e1licos foram formados no oceano Atl\u00e2ntico e quais condi\u00e7\u00f5es ambientais favoreceram seu surgimento e crescimento. <\/p>\n<p>&#8220;O objetivo do projeto \u00e9 entender quais as raz\u00f5es ambientais que condicionaram a ocorr\u00eancia desses dep\u00f3sitos polimet\u00e1licos nos montes submarinos e nas plan\u00edcies abissais [zona plana que ocupa grande extens\u00e3o do fundo dos oceanos e que ocorre a profundidades de, aproximadamente, 5 mil metros] do oceano Atl\u00e2ntico Sul e Norte&#8221;, explica Frederico Pereira Brandini, professor do Instituto Oceanogr\u00e1fico da Universidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Minera\u00e7\u00e3o marinha <\/p>\n<p>Como h\u00e1 interesse econ\u00f4mico pelos minerais encontrados nos dep\u00f3sitos polimet\u00e1licos marinhos, que t\u00eam diversas aplica\u00e7\u00f5es industriais e tecnol\u00f3gicas, os pesquisadores tamb\u00e9m pretendem avaliar os impactos ambientais da extra\u00e7\u00e3o dos min\u00e9rios encontrados nas crostas e n\u00f3dulos polimet\u00e1licos considerando diferentes cen\u00e1rios econ\u00f4micos, tecnol\u00f3gicos e geopol\u00edticos. <\/p>\n<p>As crostas polimet\u00e1licas oce\u00e2nicas, por exemplo, possuem concentra\u00e7\u00f5es de tel\u00fario &#8211; um mineral fundamental para o desenvolvimento de c\u00e9lulas fotovoltaicas &#8211; muito maior do que qualquer rocha na crosta continental da Terra. <\/p>\n<p>Os n\u00f3dulos polimet\u00e1licos oce\u00e2nicos, por sua vez, possuem teores de n\u00edquel &#8211; mineral usado em baterias de aparelhos celulares, notebooks e tablets &#8211; em n\u00edvel 20 vezes maior do que os das jazidas terrestres. Esses dep\u00f3sitos polimet\u00e1licos concentrariam ainda 1 bilh\u00e3o de toneladas de cobalto. <\/p>\n<p>A ISBA (Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos, na sigla em ingl\u00eas) estima que cerca de 6,35 bilh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados, ou 1,7% do solo do oceano, sejam cobertos por crostas polimet\u00e1licas. A entidade j\u00e1 deu autoriza\u00e7\u00e3o ao Brasil para iniciar a prospec\u00e7\u00e3o mineral no Atl\u00e2ntico em 150 \u00e1reas.<\/p>\n<p>Minissubmarinos <\/p>\n<p>De acordo com o pesquisador Frederico Pereira Brandini, que coordena o projeto do lado brasileiro, o estudo ser\u00e1 realizado na Eleva\u00e7\u00e3o do Rio Grande &#8211; uma cadeia de montanhas submersa a cerca de 1,3 mil quil\u00f4metros do litoral do Rio Grande do Sul -, e nas plan\u00edcies abissais ao largo da Ilha da Madeira, no Atl\u00e2ntico Norte. Ambas as regi\u00f5es s\u00e3o conhecidas por possu\u00edrem n\u00f3dulos e crostas polimet\u00e1licas. <\/p>\n<p>Tr\u00eas desses cruzeiros, com dura\u00e7\u00e3o prevista de at\u00e9 30 dias cada, ser\u00e3o liderados por pesquisadores brasileiros a bordo do navio oceanogr\u00e1fico Alpha Crucis e realizados na Eleva\u00e7\u00e3o do Rio Grande e bacias abissais adjacentes, em latitudes semelhantes ao quarto cruzeiro, a ser realizado por cientistas do Reino Unido nas plan\u00edcies abissais da Ilha da Madeira. <\/p>\n<p>Para estudar os ambientes oceanogr\u00e1ficos onde est\u00e3o localizados os dep\u00f3sitos polimet\u00e1licos ser\u00e3o utilizados ve\u00edculos subaqu\u00e1ticos rob\u00f3ticos usados por universidades, institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e por empresas petrol\u00edferas e de minera\u00e7\u00e3o do Reino Unido. <\/p>\n<p>Os minissubmarinos, capazes de mergulhar a profundidades de at\u00e9 6,5 mil metros, s\u00e3o equipados com c\u00e2meras de v\u00eddeo, sensores e instrumentos cient\u00edficos e possuem &#8220;bra\u00e7os&#8221; para manipula\u00e7\u00e3o, capazes de selecionar e recolher amostras de objetos pequenos e delicados com precis\u00e3o e realizar experimentos no oceano profundo que seriam imposs\u00edveis de serem feitos por mergulhadores humanos devido \u00e0 press\u00e3o da \u00e1gua. <\/p>\n<p>Segundo os pesquisadores, uma das vantagens do uso de ve\u00edculos subaqu\u00e1ticos rob\u00f3ticos no projeto \u00e9 que eles possibilitar\u00e3o visualizar a \u00e1rea intacta onde amostras de dep\u00f3sitos polimet\u00e1licos ser\u00e3o recolhidas por meio de imagens transmitidas em tempo real \u00e0 embarca\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de cabos de fibra \u00f3ptica.<\/p>\n<p>Origem dos min\u00e9rios marinhos <\/p>\n<p>H\u00e1 diversas hip\u00f3teses para explicar a forma\u00e7\u00e3o dos dep\u00f3sitos polimet\u00e1licos, mas existem duas teorias opostas. <\/p>\n<p>A primeira delas defende que a forma\u00e7\u00e3o de n\u00f3dulos polimet\u00e1licos \u00e9 mediada por microrganismos que formam, atrav\u00e9s de processos de biomineraliza\u00e7\u00e3o (em que organismos produzem minerais) micron\u00f3dulos que aumentam de tamanho com o passar do tempo pela deposi\u00e7\u00e3o de mineral resultante de processos biog\u00eanicos. <\/p>\n<p>A segunda hip\u00f3tese \u00e9 que os dep\u00f3sitos polimet\u00e1licos podem ter sido criados a partir de elementos encontrados no pr\u00f3prio solo do fundo do mar. <\/p>\n<p>Os pesquisadores do projeto esperam levantar dados suficientes para dar suporte a uma dessas teorias &#8211; ou revelar uma nova.<\/p>\n<p><b>Autor: Fapesp<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em algumas \u00e1reas no fundo dos oceanos, em profundidades que podem atingir 5 mil metros, \u00e9 poss\u00edvel encontrar diversos tipos de dep\u00f3sitos de metais. Os mais comuns s\u00e3o n\u00f3dulos de mangan\u00eas, com di\u00e2metro entre 10 e 20 cent\u00edmetros, distribu\u00eddos no assoalho oce\u00e2nico, sobre o sedimento marinho, compostos por mangan\u00eas, ferro, cobre, n\u00edquel e cobalto. J\u00e1 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[31,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-25714","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-meio-ambiente","7":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Brasil far\u00e1 expedi\u00e7\u00f5es em busca de min\u00e9rios no fundo do Atl\u00e2ntico - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Brasil far\u00e1 expedi\u00e7\u00f5es em busca de min\u00e9rios no fundo do Atl\u00e2ntico - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Em algumas \u00e1reas no fundo dos oceanos, em profundidades que podem atingir 5 mil metros, \u00e9 poss\u00edvel encontrar diversos tipos de dep\u00f3sitos de metais. Os mais comuns s\u00e3o n\u00f3dulos de mangan\u00eas, com di\u00e2metro entre 10 e 20 cent\u00edmetros, distribu\u00eddos no assoalho oce\u00e2nico, sobre o sedimento marinho, compostos por mangan\u00eas, ferro, cobre, n\u00edquel e cobalto. J\u00e1 [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2015-07-01T00:21:22+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2015-07-01T09:42:28+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"4 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2015\\\/07\\\/01\\\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2015\\\/07\\\/01\\\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"Brasil far\u00e1 expedi\u00e7\u00f5es em busca de min\u00e9rios no fundo do Atl\u00e2ntico\",\"datePublished\":\"2015-07-01T00:21:22+00:00\",\"dateModified\":\"2015-07-01T09:42:28+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2015\\\/07\\\/01\\\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\\\/\"},\"wordCount\":871,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Meio Ambiente\",\"Not\u00edcias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2015\\\/07\\\/01\\\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2015\\\/07\\\/01\\\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2015\\\/07\\\/01\\\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\\\/\",\"name\":\"Brasil far\u00e1 expedi\u00e7\u00f5es em busca de min\u00e9rios no fundo do Atl\u00e2ntico - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2015-07-01T00:21:22+00:00\",\"dateModified\":\"2015-07-01T09:42:28+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2015\\\/07\\\/01\\\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2015\\\/07\\\/01\\\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2015\\\/07\\\/01\\\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Brasil far\u00e1 expedi\u00e7\u00f5es em busca de min\u00e9rios no fundo do Atl\u00e2ntico\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/03\\\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/03\\\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/institutodeengenharia\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/iengenharia\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/institutodeengenharia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.linkedin.com\\\/company\\\/instituto-de-engenharia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/channel\\\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/author\\\/tmax\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Brasil far\u00e1 expedi\u00e7\u00f5es em busca de min\u00e9rios no fundo do Atl\u00e2ntico - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Brasil far\u00e1 expedi\u00e7\u00f5es em busca de min\u00e9rios no fundo do Atl\u00e2ntico - Instituto de Engenharia","og_description":"Em algumas \u00e1reas no fundo dos oceanos, em profundidades que podem atingir 5 mil metros, \u00e9 poss\u00edvel encontrar diversos tipos de dep\u00f3sitos de metais. Os mais comuns s\u00e3o n\u00f3dulos de mangan\u00eas, com di\u00e2metro entre 10 e 20 cent\u00edmetros, distribu\u00eddos no assoalho oce\u00e2nico, sobre o sedimento marinho, compostos por mangan\u00eas, ferro, cobre, n\u00edquel e cobalto. J\u00e1 [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2015-07-01T00:21:22+00:00","article_modified_time":"2015-07-01T09:42:28+00:00","author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"4 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"Brasil far\u00e1 expedi\u00e7\u00f5es em busca de min\u00e9rios no fundo do Atl\u00e2ntico","datePublished":"2015-07-01T00:21:22+00:00","dateModified":"2015-07-01T09:42:28+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/"},"wordCount":871,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"articleSection":["Meio Ambiente","Not\u00edcias"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/","name":"Brasil far\u00e1 expedi\u00e7\u00f5es em busca de min\u00e9rios no fundo do Atl\u00e2ntico - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"datePublished":"2015-07-01T00:21:22+00:00","dateModified":"2015-07-01T09:42:28+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/07\/01\/brasil-fara-expedicoes-em-busca-de-minerios-no-fundo-do-atlantico\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Brasil far\u00e1 expedi\u00e7\u00f5es em busca de min\u00e9rios no fundo do Atl\u00e2ntico"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25714","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25714"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25714\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25714"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25714"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25714"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}