{"id":25584,"date":"2015-05-22T00:19:38","date_gmt":"2015-05-22T00:19:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=25584"},"modified":"2015-05-22T13:54:07","modified_gmt":"2015-05-22T13:54:07","slug":"conversamos-com-a-astrofisica-brasileira-thaisa-bergmann","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/05\/22\/conversamos-com-a-astrofisica-brasileira-thaisa-bergmann\/","title":{"rendered":"Conversamos com a astrof\u00edsica brasileira Thaisa Bergmann"},"content":{"rendered":"<p>Quando chegou a Paris no \u00faltimo m\u00eas de mar\u00e7o, Thaisa Bergmann deu de cara com uma enorme foto sua em um painel no desembarque do Aeroporto Charles de Gaulle. \u201cAcho que a ci\u00eancia \u00e0s vezes precisa mesmo de um pouco de glamour\u201d, ela gracejou. <\/p>\n<p>A imagem fazia parte da divulga\u00e7\u00e3o do pr\u00eamio For Women in Science, que oferece anualmente uma bolsa de US$ 100 mil a cinco cientistas de destaque. Thaisa foi premiada por sua pesquisa sobre buracos negros supermassivos \u2014 foi ela a primeira pessoa a observar um disco de acre\u00e7\u00e3o (disco de poeira e g\u00e1s que se forma ao redor dos buracos negros) em uma gal\u00e1xia considerada inativa. GALILEU* esteve na capital francesa e conversou com a astrof\u00edsica sobre a dificuldade de fazer pesquisa fora dos grandes centros e o desafio de inserir mais mulheres na ci\u00eancia. <\/p>\n<p><strong>P: Como voc\u00ea v\u00ea a pesquisa brasileira na \u00e1rea da astrof\u00edsica hoje, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 que \u00e9 praticada em outros pa\u00edses? <br \/>\n<\/strong>Eu diria que estamos quase em p\u00e9 de igualdade. Embora obviamente existam pa\u00edses com mais dinheiro e mais facilidades do que o Brasil, o n\u00edvel da pes\u00adquisa n\u00e3o deixa a desejar. Mas o volume \u00e9 muito menor, porque temos menos gente e menos recursos apli\u00adcados na ci\u00eancia. <\/p>\n<p><strong>P: Voc\u00ea usa muitos dados obtidos pelo Hubble em seus artigos. Como brasileira, ter acesso ao telesc\u00f3pio \u00e9 mais dif\u00edcil para voc\u00ea do que para seus colegas norte-americanos? <br \/>\n<\/strong>Todo ano, h\u00e1 um per\u00edodo em que interessados de qualquer parte do mundo podem submeter projetos para uso do Hubble. A maior parte do tempo de observa\u00e7\u00e3o de fato \u00e9 concedida aos pesquisadores norte-americanos, mas existe uma pequena margem para cientistas de fora. Eu j\u00e1 submeti projetos sozinha e com colaboradores norte-americanos, e em pelo menos duas ocasi\u00f5es indiquei um norte-americano como PI (investigador principal, na sigla em ingl\u00eas) para ter acesso ao telesc\u00f3pio, apesar de ter escrito o projeto. Era vantagem para mim, porque sabia que eles tinham mais chance de conseguir. <\/p>\n<p><strong>P: N\u00e3o \u00e9 um sistema injusto? <br \/>\n<\/strong>O Hubble tem uma porcentagem de tempo que fica aberta para qualquer pessoa; se o projeto for muito bom, \u00e9 bem prov\u00e1vel que voc\u00ea consiga aprov\u00e1-lo independentemente da nacionalidade. Mas quem financiou o telesc\u00f3pio foram os norte-americanos, ent\u00e3o faz sentido que eles tenham alguma prioridade. O que eles fazem \u00e9 deixar uma parcela do tempo de observa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel para quem n\u00e3o pagou [risos]. E o que acontece tamb\u00e9m \u00e9 que \u00e0s vezes voc\u00ea recebe dinheiro para contratar algu\u00e9m que ajude com a leitura dos dados. No ano passado eu fui PI, mas tinha colaboradores norte-americanos, e esse dinheiro ficou para a universi\u00addade de um deles. Basicamente, posso at\u00e9 receber tempo, mas n\u00e3o dinheiro. <\/p>\n<p><strong>P: O telesc\u00f3pio James Webb, que entrar\u00e1 em \u00f3rbita em 2018, \u00e9 considerado o substituto do Hubble. Quais s\u00e3o as principais diferen\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o ao Hubble e como voc\u00ea pretende us\u00e1-lo para sua pesquisa? <br \/>\n<\/strong>Esse telesc\u00f3pio ser\u00e1 bem maior \u2013 o Hubble tem s\u00f3 2,5 metros, e o Webb ter\u00e1 6,5 metros \u2013 e vai ficar mais distante da Terra; o objetivo \u00e9 enxergar mais longe e ver objetos mais fracos com maior precis\u00e3o. Vamos conseguir observar a luz das primeiras gal\u00e1xias, coisa que hoje ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel. No meu caso, observo o comportamento do g\u00e1s nas gal\u00e1xias pr\u00f3ximas; com o novo telesc\u00f3pio, maior, vou poder fazer isso tamb\u00e9m nas mais distantes e descobrir se existe de fato uma evolu\u00e7\u00e3o percept\u00edvel entre as gal\u00e1xias mais novas e as mais antigas. <\/p>\n<p><strong>P: Voc\u00ea recebeu um pr\u00eamio que estimula a participa\u00e7\u00e3o das mulheres na ci\u00eancia. Hoje, como professora [Thaisa leciona na Universidade Federal do Rio Grande do Sul], tem a sensa\u00e7\u00e3o de que aumentou o n\u00famero de alunas na sala de aula em compara\u00e7\u00e3o com seu tempo de estudante? <br \/>\n<\/strong>Hoje est\u00e1 um pouquinho melhor, mas nada muito significativo. Acho mesmo que \u00e9 necess\u00e1rio fazer um trabalho nesse sentido. Quando eu era estudante, sentia que os meninos tinham mais facilidade em alguns aspectos, mas me esforcei e consegui superar. O que procuro passar para as alunas \u00e9 a mesma atitude que minha orientadora me transmitiu: se a pessoa quer e se dedica, ela encontra um jeito.<\/p>\n<p>Pesquisadoras das \u00e1reas de ci\u00eancias biom\u00e9dicas, biol\u00f3gicas e da sa\u00fade, ci\u00eancias f\u00edsicas, ci\u00eancias matem\u00e1ticas e ci\u00eancias qu\u00edmicas podem inscrever-se para a vers\u00e3o brasileira do pr\u00eamio at\u00e9 o dia 31 de maio no site <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/paramulheresnaciencia.com.br\">paramulheresnaciencia.com.br<\/a>. As vencedoras ser\u00e3o anunciadas em agosto, e cada uma receber\u00e1 uma bolsa de US$ 20 mil.<\/p>\n<p><strong>Recentemente foi descoberto um buraco negro supermassivo que se originou 900 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. At\u00e9 ent\u00e3o acreditava-se que o surgimento de buracos negros t\u00e3o perto do in\u00edcio do universo fosse imposs\u00edvel. Por qu\u00ea? <br \/>\n<\/strong>A teoria dizia que um buraco negro simplesmente n\u00e3o teria tempo suficiente para crescer em menos de 1 bilh\u00e3o de anos. Mas a descoberta desse buraco significa que a teoria vai ter de mudar&#8230; <\/p>\n<p><strong>O que acontece com o espa\u00e7o-tempo em um buraco negro?&nbsp;<\/p>\n<p><\/strong>S\u00f3 sabemos o que acontece na vizinhan\u00e7a do buraco negro: o espa\u00e7o e o tempo \u201cespicham\u201d. Se algu\u00e9m observar de fora outra pessoa caindo no buraco negro, vai parecer que a queda demora um tempo infinito, justamente por causa desse \u201cespichamento\u201d do espa\u00e7o e do tempo. <\/p>\n<p><strong>Sei que buracos negros t\u00eam uma gravidade t\u00e3o forte que nem a luz escapa; mas, se a luz n\u00e3o tem massa, como ela \u00e9 afetada pela for\u00e7a gravitacional?&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\nA luz n\u00e3o escapa porque ela se curva na presen\u00e7a de objetos massivos. Isso foi previsto por Einstein e j\u00e1 foi confirmado em v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><b>Autor: Galileu <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando chegou a Paris no \u00faltimo m\u00eas de mar\u00e7o, Thaisa Bergmann deu de cara com uma enorme foto sua em um painel no desembarque do Aeroporto Charles de Gaulle. \u201cAcho que a ci\u00eancia \u00e0s vezes precisa mesmo de um pouco de glamour\u201d, ela gracejou. 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