{"id":25534,"date":"2015-05-12T00:19:03","date_gmt":"2015-05-12T00:19:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=25534"},"modified":"2015-05-12T09:59:13","modified_gmt":"2015-05-12T09:59:13","slug":"brasil-comeca-a-adotar-corrente-continua-na-transmissao-de-energia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/05\/12\/brasil-comeca-a-adotar-corrente-continua-na-transmissao-de-energia\/","title":{"rendered":"Brasil come\u00e7a a adotar corrente cont\u00ednua na transmiss\u00e3o de energia"},"content":{"rendered":"<p>Estudo feito por engenheiros da Escola Polit\u00e9cnica (Poli) da USP comprovou que a corrente cont\u00ednua \u00e9 a alternativa economicamente mais vi\u00e1vel para a transmiss\u00e3o de energia el\u00e9trica a longas dist\u00e2ncias. <\/p>\n<p>As conclus\u00f5es corroboram an\u00e1lise publicada recentemente por pesquisadores dos EUA, que defenderam a migra\u00e7\u00e3o do sistema el\u00e9trico para corrente cont\u00ednua no tocante \u00e0s transmiss\u00f5es de longas dist\u00e2ncias, os chamados linh\u00f5es. <\/p>\n<p>No estudo brasileiro, a equipe da professora Milana Lima dos Santos analisou tamb\u00e9m a viabilidade da transmiss\u00e3o por meia-onda, que n\u00e3o exige a convers\u00e3o da corrente para consumo, mas esta apresentou maior custo de implanta\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de desafios t\u00e9cnicos que precisam ser superados para o seu uso. <\/p>\n<p>&#8220;Durante o projeto, foram avaliadas as op\u00e7\u00f5es para transmiss\u00e3o a longa dist\u00e2ncia, comparando a corrente continua, j\u00e1 usada em parte do sistema de Itaipu, com a transmiss\u00e3o por meia-onda, fen\u00f4meno adotado em todo o mundo na constru\u00e7\u00e3o de antenas de telecomunica\u00e7\u00f5es e que, apesar de ser estudada desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XX, e recomendada para dist\u00e2ncias superiores a 2.500 quil\u00f4metros (km), n\u00e3o \u00e9 utilizada comercialmente na transmiss\u00e3o de energia el\u00e9trica em nenhum pa\u00eds do mundo,&#8221; contou Milana. <\/p>\n<p>Os dados mostraram que a corrente cont\u00ednua \u00e9 mais vantajosa do que a corrente alternada em dist\u00e2ncias acima de 1.500 km. <\/p>\n<p>J\u00e1 a implanta\u00e7\u00e3o da transmiss\u00e3o por meia-onda teria um custo 27% maior do que a transmiss\u00e3o por meio de corrente cont\u00ednua. A linha de meia-onda s\u00f3 seria aplic\u00e1vel em dist\u00e2ncias de aproximadamente 2.500 km, assumindo a frequ\u00eancia de 60 hertz (Hz) usada no Brasil. <\/p>\n<p>Madeira e Belo Monte <\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, o uso da corrente cont\u00ednua para transmiss\u00f5es de longa dist\u00e2ncia j\u00e1 est\u00e1 sendo implantada no Brasil. <\/p>\n<p>No Complexo Hidrel\u00e9trico do Rio Madeira, por exemplo, uma das duas linhas de transmiss\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 conclu\u00edda e em funcionamento, enquanto a outra est\u00e1 na fase de testes. As duas linhas ligam Porto Velho a Araraquara (S\u00e3o Paulo), com 2.375 km de extens\u00e3o. <\/p>\n<p>Na Usina Hidrel\u00e9trica de Belo Monte, em constru\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m foram projetadas duas linhas de transmiss\u00e3o por corrente cont\u00ednua. Uma delas ligar\u00e1 a subesta\u00e7\u00e3o Xingu, no Par\u00e1, \u00e0 subesta\u00e7\u00e3o Estreito, em Minas Gerais, percorrendo 2.092 km. A segunda linha ir\u00e1 interligar a subesta\u00e7\u00e3o Xingu, no Par\u00e1, e a subesta\u00e7\u00e3o Rio, em Nova Igua\u00e7u (Rio de Janeiro), percorrendo 2.518 km. <\/p>\n<p>&#8220;Em todas essas linhas, optou-se pela corrente cont\u00ednua&#8221;, aponta a professora da Poli. &#8220;Os resultados obtidos pelos pesquisadores confirmaram a escolha da EPE e da Aneel. No entanto, caso o projeto apontasse outra alternativa mais vi\u00e1vel em termos econ\u00f4micos, haveria tempo de se fazer altera\u00e7\u00f5es no projeto de transmiss\u00e3o&#8221;. <\/p>\n<p>Menos cabos e torres menores <\/p>\n<p>A corrente alternada \u00e9 a mais utilizada para transmiss\u00e3o de energia no Brasil. Por\u00e9m a partir de algumas centenas de quil\u00f4metros, \u00e9 preciso construir subesta\u00e7\u00f5es intermedi\u00e1rias para realizar uma compensa\u00e7\u00e3o reativa, de modo a manter um perfil de tens\u00e3o que torne a transmiss\u00e3o est\u00e1vel. <\/p>\n<p>&#8220;Apesar das subesta\u00e7\u00f5es terem um custo maior, elas disponibilizam energia para as regi\u00f5es pr\u00f3ximas da linha&#8221;, afirma a professora. &#8220;No caso das grandes usinas da regi\u00e3o Norte, a voca\u00e7\u00e3o das linhas de transmiss\u00e3o \u00e9 serem ponto a ponto, pois o centro de consumo do Brasil est\u00e1 na regi\u00e3o Sudeste e as cidades no caminho n\u00e3o s\u00e3o grandes o suficiente para absorver a energia oferecida. Por isso, a corrente cont\u00ednua e a transmiss\u00e3o por meia onda s\u00e3o mais adequadas&#8221;. <\/p>\n<p>Enquanto a corrente cont\u00ednua, com suas tr\u00eas fases, exige um cabo espec\u00edfico para cada uma, a corrente cont\u00ednua requer apenas dois cabos, uma para cada p\u00f3lo, reduzindo o custo n\u00e3o apenas dos cabos e da instala\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m das torres, que poder\u00e3o ser projetadas para sustentar um peso menor. <\/p>\n<p>&#8220;Entretanto, como a gera\u00e7\u00e3o e o consumo de energia \u00e9 feita por meio de corrente alternada, \u00e9 preciso implantar ao longo do percurso esta\u00e7\u00f5es conversoras, que s\u00e3o equipamentos de alto custo. No caso da meia-onda, por ser um sistema do tipo ponto a ponto, as esta\u00e7\u00f5es conversoras s\u00f3 s\u00e3o implantadas no in\u00edcio e no fim do percurso,&#8221; acrescentou Milana. <\/p>\n<p><em>Bibliografia: <\/p>\n<p>Evaluation of voltage and current profiles and Joule losses for a half-wavelength power transmission line <br \/>\nMilana Lima dos Santos, Silvio Giuseppe Di Santo <br \/>\nInternational Journal of Electrical Power &amp; Energy Systems <br \/>\nVol.: 70, Pages 39-44 <br \/>\nDOI: 10.1016\/j.ijepes.2015.01.027<\/em><\/p>\n<p><b>Autor: Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo feito por engenheiros da Escola Polit\u00e9cnica (Poli) da USP comprovou que a corrente cont\u00ednua \u00e9 a alternativa economicamente mais vi\u00e1vel para a transmiss\u00e3o de energia el\u00e9trica a longas dist\u00e2ncias. 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