{"id":25518,"date":"2015-05-07T00:18:52","date_gmt":"2015-05-07T00:18:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=25518"},"modified":"2015-05-07T10:46:44","modified_gmt":"2015-05-07T10:46:44","slug":"curiosidade-nao-sabemos-como-as-piramides-do-egito-foram-construidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/05\/07\/curiosidade-nao-sabemos-como-as-piramides-do-egito-foram-construidas\/","title":{"rendered":"Curiosidade &#8211; N\u00e3o sabemos como as pir\u00e2mides do Egito foram constru\u00eddas"},"content":{"rendered":"<p><em>DESENHO DO COLOSSO DE DJEHUTIHOTEP SENDO ARRASTADO POR<\/em> <em>TRABALHADORES, ENQUANTO A AREIA \u00c9 LUBRIFICADA COM \u00c1GUA \u00c0 FRENTE DO TREN\u00d3. (FOTO: REPRODU\u00c7\u00c3O) <br \/>\n<\/em><br \/>\nAssim como o cora\u00e7\u00e3o, a internet tem raz\u00f5es que a pr\u00f3pria raz\u00e3o desconhece: por u<br \/>\nma delas, a hist\u00f3ria, divulgada originalmente em maio do ano passado, de que cientistas holandeses \u201cdescobriram\u201d como os eg\u00edpcios faziam para transportar os blocos de pedra usados na constru\u00e7\u00e3o da Grande Pir\u00e2mide de Qu\u00e9ops \u2013 apoiando-os em grandes tren\u00f3s e lubrificando a areia \u00e0 frente com \u00e1gua \u2013 voltou a ser vendida como \u201cnovidade\u201d agora no fim de abril.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de reciclada, a not\u00edcia tamb\u00e9m \u00e9 redigida com certa dose de exagero. A ideia de que os eg\u00edpcios lubrificavam o caminho por onde seus monumentos de pedra teriam de passar, antes de chegarem a seus destinos finais, n\u00e3o \u00e9 exatamente original \u2013 como, ali\u00e1s, o artigo cient\u00edfico dos holandeses, publicado no peri\u00f3dico \u201cPhysical Review Letters\u201d, deixa claro. Mas o ressurgimento da hist\u00f3ria trouxe \u00e0 tona tamb\u00e9m, nas redes sociais, o velho burburinho em torno dos antigos eg\u00edpcios e suas tumbas piramidais: eles eram refugiados da Atl\u00e2ntida? Receberam ajuda extraterrestre? Como a Grande Pir\u00e2mide foi constru\u00edda? <\/p>\n<p>Essa \u00faltima quest\u00e3o \u00e9 especialmente importante, porque \u00e9 dela que os defensores da \u201chip\u00f3tese extraterrestre\u201d e da \u201chip\u00f3tese atlante\u201d se valem: se n\u00e3o sabemos como as pir\u00e2mides foram erguidas, ent\u00e3o \u00e9 porque foram os aliens, ou a superciviliza\u00e7\u00e3o do Continente Perdido! <\/p>\n<p>S\u00f3 que \u2013 e o leitor habitual deste espa\u00e7o vai me perdoar pela repeti\u00e7\u00e3o \u2013 n\u00e3o \u00e9 v\u00e1lido argumentar a partir da ignor\u00e2ncia: a eventual aus\u00eancia de uma explica\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel n\u00e3o prova a veracidade de explica\u00e7\u00f5es ex\u00f3ticas. Elas t\u00eam de se sustentar por seus pr\u00f3prios m\u00e9ritos, n\u00e3o pelas supostas falhas da alternativa. <\/p>\n<p>E, afinal, \u00e9 correto dizer que n\u00e3o sabemos afirmar como as pir\u00e2mides foram constru\u00eddas? De certa forma, sim \u2013 mais ou menos como ser\u00e1 v\u00e1lido afirmar, daqui a 4.500 anos, que n\u00e3o se saber\u00e1 como a barragem de Itaipu foi constru\u00edda: \u00e9 bem poss\u00edvel que os registros exatos dos m\u00e9todos e t\u00e9cnicas usados pela engenharia brasileira n\u00e3o sobrevivam at\u00e9 l\u00e1. Mas \u00e9 de se esperar que os arque\u00f3logos do ano 6515 percebam que a civiliza\u00e7\u00e3o brasileira do s\u00e9culo 20 seria, sim, capaz de erguer a represa, ainda que n\u00e3o consigam precisar o m\u00e9todo usado. O que \u00e9 exatamente nossa situa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Grande Pir\u00e2mide. <\/p>\n<p>A hist\u00f3ria da evolu\u00e7\u00e3o da pir\u00e2mide \u00e9 bem clara no registro arqueol\u00f3gico eg\u00edpcio. Est\u00e3o preservadas a pir\u00e2mide de degraus de Djoser, com 60 metros de altura; duas tentativas fracassadas de se erguerem pir\u00e2mides de faces lisas, n\u00e3o escalonadas (a pir\u00e2mide ca\u00edda, que se tivesse sido completada teria chegado a 92 metros, e a pir\u00e2mide torta, de 105 metros, ambas obras encomendadas pelo fara\u00f3 Sneferu); e, finalmente, a primeira pir\u00e2mide de faces lisas bem-sucedida, tamb\u00e9m obra de Sneferu. Essa \u00e9 a chamada Pir\u00e2mide Vermelha, e tem a mesma altura que a frustrante pir\u00e2mide torta. <\/p>\n<p>O processo todo, que se desenrolou ao longo de v\u00e1rias d\u00e9cadas, mostra uma clara linha de aprendizado, tentativa e erro: \u00e9 dif\u00edcil imaginar que superciviliza\u00e7\u00f5es perdidas do passado, ou alien\u00edgenas capazes de atravessar a gal\u00e1xia, precisassem de mais de meio s\u00e9culo para descobrir como se constr\u00f3i uma pilha triangular de pedras. <\/p>\n<p>A pir\u00e2mide seguinte \u00e9 a Grande Pir\u00e2mide, erguida para receber o corpo do fara\u00f3 Qu\u00e9ops, ou Khufu. Essa tumba monumental tem cerca de 147 metros de altura. \u00c9 40% maior que a Pir\u00e2mide Vermelha. Foi a edifica\u00e7\u00e3o mais alta do mundo, at\u00e9 a d\u00e9cada de 1880. <\/p>\n<p>Uma alega\u00e7\u00e3o comum dos piramid\u00f3logos esot\u00e9ricos e\/ou ufol\u00f3gicos \u00e9 de que seria imposs\u00edvel transportar pedras para o alto da Grande Pir\u00e2mide por meio de rampas, porque para manter a inclina\u00e7\u00e3o da rampa dentro de um \u00e2ngulo razo\u00e1vel, essa estrutura de apoio teria de ser maior que a pir\u00e2mide em si, um \u00f3bvio contrassenso. <\/p>\n<p>A cr\u00edtica at\u00e9 faz algum sentido: h\u00e1 c\u00e1lculos que indicam que uma rampa simples deixaria de ser pr\u00e1tica assim que a pir\u00e2mide superasse os 60 metros de altura. Mas quem disse que os eg\u00edpcios estavam limitados a rampas simples? Eles poderiam ter usado, por exemplo, rampas em ziguezague, ou uma espiral envolvendo a pir\u00e2mide.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"448\" height=\"213\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/piramide2.jpg\" \/><\/p>\n<p><em>ALGUMAS CONFIGURA\u00c7\u00d5ES DE RAMPAS PROPOSTAS PARA A CONSTRU\u00c7\u00c3O DA GRANDE PIR\u00c2MIDE (FOTO: WIKIMEDIA COMMONS \/ REPRODU\u00c7\u00c3O)<\/p>\n<p><\/em>H\u00e1 alguns anos, o arquiteto franc\u00eas Jean-Pierre Houdin prop\u00f4s que os eg\u00edpcios poderiam ter usado uma rampa espiral subindo por dentro da pir\u00e2mide, algo que no fim da obra acabaria incorporado \u00e0 pr\u00f3pria estrutura. Essa n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e elegante, como parece confirmada por uma an\u00e1lise da densidade interna da tumba de Qu\u00e9ops. <\/p>\n<p>A despeito disso, o m\u00e9todo exato utilizado continua a ser alvo de debate: mas \u00e9 um debate em torno de uma escolha racional entre t\u00e9cnicas de constru\u00e7\u00e3o dispon\u00edveis no mundo eg\u00edpcio de 4.500 anos atr\u00e1s \u2013 sem a necessidade de se apelar para raios antigravitacionais ou engenheiros atlantes.<\/p>\n<p><b>Autor: Galileu<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DESENHO DO COLOSSO DE DJEHUTIHOTEP SENDO ARRASTADO POR TRABALHADORES, ENQUANTO A AREIA \u00c9 LUBRIFICADA COM \u00c1GUA \u00c0 FRENTE DO TREN\u00d3. 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