{"id":25429,"date":"2015-04-08T00:17:37","date_gmt":"2015-04-08T00:17:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=25429"},"modified":"2015-04-08T14:32:30","modified_gmt":"2015-04-08T14:32:30","slug":"como-a-engenharia-genetica-pode-combater-doencas-reduzir-o-uso-de-inseticidas-e-melhorar-a-seguranca-alimentar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/04\/08\/como-a-engenharia-genetica-pode-combater-doencas-reduzir-o-uso-de-inseticidas-e-melhorar-a-seguranca-alimentar\/","title":{"rendered":"Como a engenharia gen\u00e9tica pode combater doen\u00e7as, reduzir o uso de inseticidas e melhorar a seguran\u00e7a alimentar"},"content":{"rendered":"<p>Pamela Ronald \u00e9 uma geneticista de plantas que participou de uma confer\u00eancia TED2015 para falar um pouco mais sobre seu trabalho. Resumidamente, trata-se de estudar os genes que tornam as plantas mais resistentes a doen\u00e7as.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Prazer, Pamela <\/p>\n<p><\/strong>Mas antes de come\u00e7ar a falar do seu trabalho, tem um fato bastante curioso para sabermos sobre ela: seu marido, chamado Raoul, \u00e9 um agricultor org\u00e2nico. Seria esse um daqueles casos em que os opostos se atraem?<\/p>\n<p>Bem, pode at\u00e9 parecer que eles jamais concordariam com alguma coisa em uma discuss\u00e3o profissional, mas a verdade \u00e9 que eles compartilham de um mesmo objetivo: ambos querem ajudar a alimentar a popula\u00e7\u00e3o (que est\u00e1 cada vez maior) sem causar maiores danos ao meio ambiente.<\/p>\n<p><strong>Melhoramento gen\u00e9tico n\u00e3o \u00e9 novidade <br \/>\n<\/strong><br \/>\nPara quem chega a uma not\u00edcia como essa achando que a tecnologia deu um salto do dia para a noite, calma. N\u00e3o \u00e9 bem assim. Essa t\u00e9cnica, ali\u00e1s, j\u00e1 vem sendo usada h\u00e1 muitos anos. Antigamente, o milho era t\u00e3o duro que n\u00e3o podia ser mastigado. As bananas j\u00e1 foram cheias de sementes. As couves de Bruxelas n\u00e3o eram por\u00e7\u00f5es individuais. E assim vai. Como bem lembra Pamela, para criar essas culturas, os agricultores tiveram que utilizar alguns tipos de t\u00e9cnicas de manipula\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica.&nbsp;<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a \u00e9 que, hoje em dia, as t\u00e9cnicas s\u00e3o mais variadas. E com todos os avan\u00e7as nesse campo, algumas se tornaram absolutamente precisas.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Arroz com feij\u00e3o <br \/>\n<\/strong><br \/>\nPamela tem como objeto de estudo principal o arroz, que \u00e9 o alimento b\u00e1sico de mais da metade da popula\u00e7\u00e3o mundial. Segundo ela, a cada ano, 40% da colheita de arroz \u00e9 perdida por conta de pragas e outras doen\u00e7as. Sendo assim, os agricultores dependem de genes mais resistentes para salvar a planta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o precisamos ficar ao acaso <\/p>\n<p><\/strong>Quando Pamela come\u00e7ou seu trabalho, ningu\u00e9m sabia exatamente o que esses genes eram. Seu laborat\u00f3rio ajudou a isolar um chamado \u201cXa21&#8243; que faz com que o arroz fique resistente \u00e0 infec\u00e7\u00e3o bacteriana, e o desenvolveu em plantas. Ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o deste trabalho, Pamela foi abordada por um colega, chamado Dave Mackill, que estava justamente trabalhando em como tornar o arroz mais resistente em casos de alagamento.&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com a cientista, embora o arroz cres\u00e7a bem em \u00e1gua parada, a maioria das variedades vai morrer se ficar submersa por mais de tr\u00eas dias. <br \/>\nE tem outro problema muito sens\u00edvel: o inundamento de colheitas \u00e9 um problema cada vez mais presente e comum por conta das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas que o planeta vem sofrendo.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo o pesquisador Mackill, 70 milh\u00f5es de produtores de arroz est\u00e3o tendo problemas pois os seus campos est\u00e3o inundados. Eles est\u00e3o vivendo com menos de 2 d\u00f3lares por dia.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Para mudar essa hist\u00f3ria <br \/>\n<\/strong><br \/>\nOs dois come\u00e7aram uma pesquisa que durou uma d\u00e9cada e contou com a colabora\u00e7\u00e3o do estudante Kenong Xu para identificar e isolar um gene que pode ajudar a reverter esse problema e tornar plantas mais resistentes.&nbsp;<\/p>\n<p>Eventualmente, eles tiveram sucesso com a descoberta do gene Sub1.&nbsp;<\/p>\n<p>Em um teste de efeito estufa, o arroz geneticamente modificado que contava com o gene Sub1 sobreviveu a 18 dias de inunda\u00e7\u00e3o, enquanto o arroz padr\u00e3o morreu.<\/p>\n<p><strong>E tem mais <br \/>\n<\/strong><br \/>\n\u201cE eles produzem tr\u00eas vezes mais gr\u00e3os do que a variedade convencional\u201d, comemora Pamela. <br \/>\nNo ano passado, 3,5 milh\u00f5es de agricultores cultivaram arroz com o gene SUB1, gra\u00e7as ao apoio financeiro da Funda\u00e7\u00e3o Bill e Melinda Gates.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cMuita gente n\u00e3o se importa com a modifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica quando se trata de genes de arroz\u201d, comenta Pamela, \u201cmas quando se trata de tomar genes de v\u00edrus e bact\u00e9rias e coloc\u00e1-los em plantas, as pessoas dizem \u2018Eca! Por que os cientistas fazem isso?&#039;\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>A resposta de Pamela \u00e9 certeira. \u201cPorque \u00e0s vezes \u00e9 o mais seguro, a tecnologia mais barata e mais eficaz para avan\u00e7ar a agricultura sustent\u00e1vel e melhorar a seguran\u00e7a alimentar\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Ela nos d\u00e1 alguns exemplos. Como, por exemplo, na d\u00e9cada de 1950, quando a cultura do mam\u00e3o, na ilha de Oahu, no Hava\u00ed (Estados Unidos) foi amea\u00e7ada por um v\u00edrus da mancha anelar. Muitas pessoas pensaram que o mam\u00e3o havaiano estava condenado \u00e0 extin\u00e7\u00e3o. Mas um patologista da planta havaiana local chamado Dennis Gonsalves teve uma ideia. Ele emendou um trecho do DNA do v\u00edrus no genoma do papaya, e funcionou \u2013 criou uma mam\u00e3o resistente ao v\u00edrus. \u201cSeu trabalho pioneiro \u00e9 conhecido por resgatar a ind\u00fastria do mam\u00e3o\u201d, diz Pamela.&nbsp;<\/p>\n<p>Vinte anos mais tarde, nenhum outro m\u00e9todo ainda \u00e9 t\u00e3o eficaz. 80% de todo o mam\u00e3o havaiano \u00e9 agora manipulado deste modo.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Agricultura de precis\u00e3o <br \/>\n<\/strong><br \/>\nEm Bangladesh, uma praga de lagarta est\u00e1 devastando a cultura da berinjela. \u201cPara controlar esta praga, os agricultores pulverizavam inseticidas 2 a 3 vezes por semana, \u00e0s vezes at\u00e9 duas vezes por dia\u201d, conta Pamela. \u00c9 claro que isso amea\u00e7ava a pr\u00f3pria sa\u00fade do agricultor. \u201cEstima-se que 300.000 pessoas morrem todos os anos por causa da exposi\u00e7\u00e3o e uso indevido de inseticidas\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Os agricultores biol\u00f3gicos, como seu marido, usam um spray chamado Bt, que \u00e9 altamente espec\u00edfico para lagartas, e absolutamente seguro para os seres humanos, aves e outros animais. Ele \u00e9 considerado menos t\u00f3xico do que o sal de mesa, alerta Pamela.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas essa abordagem n\u00e3o funciona para os agricultores em Bangladesh, porque o inseticida em quest\u00e3o \u00e9 caro e dif\u00edcil de encontrar. \u201cNa abordagem gen\u00e9tica, os cientistas cortam o gene Bt para fora das bact\u00e9rias e o inserem diretamente no genoma de berinjela\u201d, diz Pamela. Esta t\u00e9cnica foi utilizada na \u00faltima temporada e ajudou os agricultores a reduzir o uso de inseticidas a zero.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cura para a fome? <br \/>\n<\/strong><br \/>\nUm \u00faltimo exemplo tem a ver com a desnutri\u00e7\u00e3o. Nos pa\u00edses menos desenvolvidos, a defici\u00eancia de vitamina A faz com que cerca de 500.000 crian\u00e7as fiquem cegas a cada ano. Mais da metade morre.&nbsp;<\/p>\n<p>Para tentar ajudar, cientistas criaram um arroz geneticamente modificado chamado de \u201carroz dourado\u201d, que tem B-caroteno, um precursor da vitamina A. A estimativa \u00e9 que apenas uma x\u00edcara de arroz dourado por dia ir\u00e1 reduzir a cegueira e as mortes de milhares de crian\u00e7as cada ano. <br \/>\nMas, ainda assim, o \u201carroz dourado\u201d foi violentamente atacado por grupos de ativistas.&nbsp;<\/p>\n<p>Ela aponta para um momento no ano passado quando alguns deles invadiram e destru\u00edram uma cultura do arroz dourado. \u201cQuando eu ouvi sobre isso, eu me perguntei se os ativistas perceberam que tinham destru\u00eddo muito mais do que um importante projeto de investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u2013 que tinham destru\u00eddo os medicamentos que as crian\u00e7as precisavam desesperadamente\u201d, lamenta Pamela.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Engenharia gen\u00e9tica para o futuro <br \/>\n<\/strong><br \/>\nA engenharia gen\u00e9tica tem sido utilizada comercialmente h\u00e1 mais de 40 anos para a fabrica\u00e7\u00e3o de vinhos, queijos e muito mais. E nesse tempo, n\u00e3o houve um caso de danos \u00e0 sa\u00fade humana ou para o meio ambiente, ressalta a pesquisadora.&nbsp;<\/p>\n<p>Ela faz um apelo: \u201cEu n\u00e3o estou pedindo para voc\u00ea acreditar em mim. A ci\u00eancia n\u00e3o \u00e9 um sistema de cren\u00e7as. Minha opini\u00e3o n\u00e3o importa. Vamos olhar para as provas. Ap\u00f3s 20 anos de estudos cuidadosos e rigorosa revis\u00e3o por pares por milhares de cientistas independentes, cada grande organiza\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do mundo concluiu que o processo de engenharia gen\u00e9tica \u00e9 t\u00e3o seguro ou mais seguro quanto os mais velhos m\u00e9todos de modifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>E finaliza: \u201cO que me assusta mais sobre os argumentos e a desinforma\u00e7\u00e3o sobre gen\u00e9tica de plantas \u00e9 que as pessoas mais pobres, as pessoas que mais precisam da tecnologia, podem ter o acesso a essa tecnologia negado por causa dos medos e preconceitos daqueles que t\u00eam o suficiente para comer\u201d.<\/p>\n<p><b>Autor: Hype.science<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pamela Ronald \u00e9 uma geneticista de plantas que participou de uma confer\u00eancia TED2015 para falar um pouco mais sobre seu trabalho. 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