{"id":25289,"date":"2015-02-09T00:15:40","date_gmt":"2015-02-09T00:15:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=25289"},"modified":"2015-02-09T11:46:13","modified_gmt":"2015-02-09T11:46:13","slug":"estava-escrito-nas-estrelas-iv","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/02\/09\/estava-escrito-nas-estrelas-iv\/","title":{"rendered":"Estava escrito nas estrelas IV"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>CAP\u00cdTULO 7&nbsp;<\/p>\n<p>Enquanto isso&#8230;.&nbsp;<br \/>\n<\/em><\/strong><br \/>\nT\u00f4co ia vivendo aquela vidinha pacata em um novo bairro da Capital, Jardim dos Estados. Nos primeiros tempos da adolesc\u00eancia, freq\u00fcentou a igreja da par\u00f3quia, junto com suas primas, tendo ingressado na congrega\u00e7\u00e3o das Filhas de Maria, para g\u00e1udio da Anja Francisquinha. Que falta faz esse costume nos dias de hoje, em que n\u00e3o h\u00e1 uma diretriz greg\u00e1ria para mostrar a utilidade da disciplina, da \u00e9tica e dos bons costumes, indispens\u00e1veis para reinar a paz! Coitados dos atuais anjos da guarda! Desde ent\u00e3o, T\u00f4co sempre contou com o conforto da ora\u00e7\u00e3o e da espiritualidade.&nbsp;<\/p>\n<p>As divers\u00f5es eram as festas que o col\u00e9gio propiciava. Sem d\u00favida aqueles dois ou tr\u00eas festivais que a pr\u00f3pria escola organizava a cada ano eram fenomenais. Por\u00e9m, era costume a garotada promover reuni\u00f5es dom\u00e9sticas, cada vez na casa de um part\u00edcipe do grupo, geralmente nos sal\u00f5es de festas dos pr\u00e9dios de apartamentos ou nas garages das casas isoladas. Ali se dan\u00e7ava, e muito, ao som de uma vitrola, a partir de um certo objeto do passado, chamado disco de vinil. Ray Conniff, Erlon Chaves, Simonetti, Silvio Mazzuca, Casino de Sevilla e outras orquestras tocavam sele\u00e7\u00f5es de bailes. Simplesmente dan\u00e7ava-se aos pares, homens com mulheres. S\u00f3 n\u00e3o podia homem com homem, nem mulher com mulher, como bem dizia Tim Maia. Costumes estranhos que tentam ressuscitar nos dias atuais, com o eufemismo \u201cdan\u00e7a de sal\u00e3o\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Dizem as m\u00e1s l\u00ednguas que foi o Arcanjo Manuel quem inventou o laqu\u00ea, um fixador de penteados das mo\u00e7as, deixando os cabelos endurecidos e permitia desenhos interessantes, \u201cgatinho\u201d, \u201cpannettone\u201d,&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cChanel\u201d e que tais. Era para evitar as dan\u00e7as com \u201crostos colados\u201d, pois ficava muito grudento o contato na tez. Com isso, o arcanjo conseguiu reduzir bastante os entusiasmos insopit\u00e1veis dos jovens da \u00e9poca.&nbsp;<\/p>\n<p>T\u00f4co adorava, e adora at\u00e9 hoje, dan\u00e7ar. Um pouco mais tarde, o crit\u00e9rio essencial para seu interesse em rapazes, ditos namorados, era que estes soubessem dan\u00e7ar bem. Francisquinha prestou aten\u00e7\u00e3o nesse pormenor e se preparou para induzir tal habilidade em N\u00ea.&nbsp;<\/p>\n<p>De resto, T\u00f4co vivia em turmas, reunidas em uma das pra\u00e7as do Jardim dos Estados para batepapos infind\u00e1veis ou em salas de estar, para inocentes jogos de adivinha\u00e7\u00f5es, m\u00edmicas, \u201ca palavra \u00e9\u201d&#8230;&nbsp;<\/p>\n<p>Bons tempos os dos col\u00e9gios de freiras, exclusivamente femininos, todos de nomes franceses&#8230; Que o diga a Anja Francisquinha! Por um acaso, T\u00f4co foi estudar em um col\u00e9gio presbiteriano, misto, bem menos carola, muito ocupando Francisquinha em sua prote\u00e7\u00e3o contra as investidas de colegas de classe mais ousados.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas, novas modas e costumes estavam por chegar. <\/p>\n<p><strong><em>CAP\u00cdTULO 8&nbsp;<\/p>\n<p>Transi\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p><\/em><\/strong>Os jovens da gera\u00e7\u00e3o p\u00f3s-guerra foram ao mesmo tempo agentes e v\u00edtimas da revolu\u00e7\u00e3o dos usos e costumes da sociedade. Formaram o \u201cbaby-boom\u201d, cujo \u201cslogan\u201d induz \u00e0 id\u00e9ia da explos\u00e3o iniciada. Na \u00e9poca da segunda grande guerra, Alexander Flemming desenvolveu a penicilina. Pronto! Rompeu a cadeia alimentar, base do equil\u00edbrio ecol\u00f3gico. Com o antibi\u00f3tico, o homem passou a exterminar maci\u00e7amente os microrganismos que, de fato, dele se alimentam. Observem que a humanidade levou pelo menos dez milh\u00f5es de anos para atingir a popula\u00e7\u00e3o de dois bilh\u00f5es de indiv\u00edduos em 1950. Em apenas cinq\u00fcenta anos, vinte e cinco milion\u00e9simos por cento do tempo em curso, ultrapassou o triplo da popula\u00e7\u00e3o, atingindo seis bilh\u00f5es de indiv\u00edduos no ano 2000. Este \u00e9, sem d\u00favida, o \u201cbaby-boom\u201d, clamorosa explos\u00e3o demogr\u00e1fica, nos prim\u00f3rdios da qual nasceram N\u00ea e T\u00f4co, part\u00edcipes efetivos das vertiginosas mudan\u00e7as recentes na vida e nos costumes da humanidade. Pertencem a uma gera\u00e7\u00e3o at\u00f4nita que se surpreende a cada dia, a cada dia mesmo, com novidades nas tecnologias da medicina e da engenharia, capazes de virar as expectativas de cabe\u00e7a para baixo.&nbsp;<\/p>\n<p>Um pouquinho antes do fim do s\u00e9culo 19, quase de repente, surgiu um mundo novo: expandiu-se o sistema el\u00e9trico, desenvolveu-se a telefonia, industrializou-se o autom\u00f3vel, inventaram o avi\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Em meados do s\u00e9culo 20, chegou a terceira onda desenvolvimentista. Implantaram-se enormes computadores nas grandes universidades. Vieram a fotoc\u00f3pia, a televis\u00e3o, o tel\u00e9grafo com fio, e depois, o sem fio. Surgiu o avi\u00e3o a jato. Lan\u00e7aram o sat\u00e9lite artificial Sputnik no espa\u00e7o sideral. Houve o v\u00f4o astron\u00e1utico de Y\u00fari Gag\u00e1rin. Em 1969, Armstrong pisou o solo da lua.&nbsp;<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m, ningu\u00e9m mesmo, imaginava o que ainda estava por vir, quando N\u00ea e T\u00f4co passaram da adolesc\u00eancia para o inicio da vida adulta. Os fant\u00e1sticos inventos e descobertas, apenas testemunhos materiais, fizeram parte da muta\u00e7\u00e3o no modo de vida, na reformula\u00e7\u00e3o das t\u00e1buas de valores da sociedade, na reconceitua\u00e7\u00e3o da \u00e9tica social.&nbsp;<\/p>\n<p>O Arcanjo Manuel convocou a legi\u00e3o dos anjos da guarda sob seu comando, nisto inclusa a Anja Francisquinha, para debater o novo problema e estabelecer reformas dos crit\u00e9rios de prote\u00e7\u00e3o. Na ang\u00e9lica dimens\u00e3o, a reuni\u00e3o durou apenas um relance, e Francisquinha rapidamente voltou \u00e0s suas tarefas de acompanhar N\u00ea e T\u00f4co.&nbsp;<\/p>\n<p>Estes ilustres personagens j\u00e1 estavam cada um em sua faculdade, N\u00ea buscando uma profiss\u00e3o baseada em ci\u00eancias exatas e T\u00f4co, nas artes da comunica\u00e7\u00e3o. Francisquinha co\u00e7ava a cabe\u00e7a, pois N\u00ea estava em uma cidade do interior e T\u00f4co continuava na Capital. Era v\u00f4o para c\u00e1 e v\u00f4o para l\u00e1. Por isso, muita coisa escapou do controle da anja&#8230;&nbsp;<\/p>\n<p><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.iengenharia.org.br\/site\/noticias\/exibe\/id_sessao\/70\/id_colunista\/1\/id_noticia\/8824\/Estava-escrito-nas-estrelas-I\"><strong>CLIQUE AQUI<\/strong><\/a><strong> E LEIA OS CAP\u00cdTULOS 1 E 2 <\/p>\n<p><\/strong><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.iengenharia.org.br\/site\/noticias\/exibe\/id_sessao\/70\/id_colunista\/1\/id_noticia\/8871\/Estava-escrito-nas-estrelas-II\"><strong>CLIQUE AQUI E<\/strong><\/a><strong> LEIA OS CAP\u00cdTULOS 3 E 4&nbsp;<\/p>\n<p><\/strong><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.iengenharia.org.br\/site\/noticias\/exibe\/id_sessao\/70\/id_colunista\/1\/id_noticia\/8928\/Estava-escrito-nas-estrelas-III\"><strong>CLIQUE AQUI <\/strong><\/a><strong>E LEIA OS CAP\u00cdTULOS 5 E 6<\/p>\n<p><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. 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