{"id":25274,"date":"2015-02-03T00:15:27","date_gmt":"2015-02-03T00:15:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=25274"},"modified":"2015-02-03T15:00:45","modified_gmt":"2015-02-03T15:00:45","slug":"por-dentro-dos-cacas-militares-do-futuro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/02\/03\/por-dentro-dos-cacas-militares-do-futuro\/","title":{"rendered":"Por dentro dos ca\u00e7as militares do futuro"},"content":{"rendered":"<p>Criar e montar um novo ca\u00e7a \u00e9 algo que demora muito tempo. Atualmente o \u00fanico jato militar supers\u00f4nico &#8220;invis\u00edvel&#8221; ainda na ativa \u00e9 o F-22 Raptor, da Lockheed Martin.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas para se ter uma dimens\u00e3o de quanto seu projeto est\u00e1 datado, basta lembrar que quando o contrato para a fabrica\u00e7\u00e3o do primeiro prot\u00f3tipo foi assinado em 1986, o ent\u00e3o computador vedete da Apple, o Macintosh Plus, tinha apenas 1 Mb de mem\u00f3ria e nenhum disco r\u00edgido. E o F-22 realizou sua primeira miss\u00e3o de combate em setembro passado \u2013 tr\u00eas dias depois de a Apple lan\u00e7ar o iPhone 6.<\/p>\n<p>Exerc\u00edcio de futurologia&nbsp;<\/p>\n<p>Os profissionais que projetam as aeronaves militares hoje t\u00eam que adivinhar como o mundo ser\u00e1 daqui a 40 anos \u2013 uma tarefa ingl\u00f3ria at\u00e9 para as mentes inovadoras do Vale do Sil\u00edcio. &#8220;Neste momento, estou pensando em projetos para 2040&#8221;, conta Mark Bowman, principal piloto de testes da BAE Systems, fabricante de equipamentos aeroespaciais sediada em Warton, na Gr\u00e3-Bretanha. <br \/>\nQuais as novidades que os designers est\u00e3o preparando para as cabines de comando do futuro?&nbsp;<\/p>\n<p>Os jatos mais modernos \u2013 como o Eurfighter Typhoon, da For\u00e7a A\u00e9rea brit\u00e2nica, e o Lockheed F-35 Joint Strike Fighter, que ainda est\u00e1 para entrar em servi\u00e7o \u2013 trazem pain\u00e9is nos capacetes, controles ativados por voz e um manche na forma de joystick, como o dos avi\u00f5es comerciais.&nbsp;<\/p>\n<p>Trata-se de uma grande mudan\u00e7a para quem se acostumou com as cabines lotadas de bot\u00f5es e mostradores, usadas por pilotos h\u00e1 apenas algumas d\u00e9cadas.&nbsp;<\/p>\n<p>O principal motivo da moderniza\u00e7\u00e3o das cabines \u00e9 o fato de os pilotos de hoje realizarem tarefas muito diferentes dos colegas que atuaram h\u00e1 20 ou 30 anos.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Por causa dos avan\u00e7os em aerodin\u00e2mica e automa\u00e7\u00e3o, o controle do avi\u00e3o est\u00e1 praticamente se tornando uma quest\u00e3o secund\u00e1ria&#8221;, diz Bowman, cujo trabalho envolve ajudar a projetar, planejar e testar novos componentes do Typhoon.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;O papel do piloto hoje \u00e9 mais de gerenciamento de uma miss\u00e3o, est\u00e1 mais ligado \u00e0 tomada r\u00e1pida de decis\u00f5es. Por isso, precisamos examinar que tipo de tecnologias existem para melhorar a capacidade de o piloto de fazer isso&#8221;.<\/p>\n<p>M\u00faltiplas fun\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"625\" height=\"351\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/aviao_2(10).jpg\" \/><\/p>\n<p><em>A cabine de um MiG-15 dos anos 50 (\u00e0 esq.) e a de um F-35 de hoje&nbsp;<\/p>\n<p><\/em>Os pilotos de combate de hoje podem, por exemplo, precisar rastrear uma aeronave n\u00e3o-identificada ao mesmo tempo em que assistem imagens ao vivo de tropas em terra, enquanto tamb\u00e9m conversam com os comandantes na base.&nbsp;<\/p>\n<p>Eles n\u00e3o deveriam ter que ficar de olho em uma s\u00e9rie de mostradores e instrumentos para saber se est\u00e3o na dire\u00e7\u00e3o certa ou se t\u00eam combust\u00edvel suficiente.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Queremos que o piloto olhe pela janela, porque \u00e9 l\u00e1 fora que est\u00e1 sua miss\u00e3o&#8221;, explica Bowman. &#8220;Isso nos levou a uma filosofia de focar mais em que tipo de informa\u00e7\u00e3o devemos colocar diante dos olhos do piloto&#8221;.&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar de o primeiro voo de um Typhoon ter sido realizado h\u00e1 20 anos, seus projetistas anteciparam muitas dessas necessidades.&nbsp;<\/p>\n<p>Nenhum dos instrumentos de navega\u00e7\u00e3o ou de status do sistema que existiam em avi\u00f5es mais antigos est\u00e1 presente na cabine desse ca\u00e7a. Em vez disso, os dados s\u00e3o mostrados em tr\u00eas monitores coloridos e em um head-up display (HUD), uma tela transparente colocada na linha do olhar e que mostra textos em foco ao mesmo tempo que permite que o piloto enxergue o c\u00e9u e o horizonte \u00e0 sua frente.<\/p>\n<p>De prote\u00e7\u00e3o a sensor<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"625\" height=\"351\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/aviao_3(5).jpg\" \/><\/p>\n<p><em>Os novos capacetes permitem ao piloto assumir v\u00e1rias tarefas simult\u00e2neas&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\nMas o HUD tem um defeito: o piloto tem que estar olhando para a frente para poder ler a informa\u00e7\u00e3o projetada. O pr\u00f3ximo passo, pela l\u00f3gica, seria acoplar o HUD no visor do capacete do piloto. E \u00e9 o que os fabricantes do Typhoon fizeram. Cada capacete projetado \u00e9 feito individualmente para caber exatamente na cabe\u00e7a de cada piloto.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;O capacete deixou de ser um instrumento de prote\u00e7\u00e3o e de comunica\u00e7\u00e3o para ser um sensor&#8221;, explica Bowman. &#8220;Ele agora \u00e9 uma das partes fundamentais da navega\u00e7\u00e3o&#8221;.&nbsp;<\/p>\n<p>A Lockheed aplicou a ideia com um toque a mais no F-35, que n\u00e3o utiliza o HUD. Os dados que seriam projetados na telinha e as imagens captadas pelas c\u00e2meras instaladas por toda a aeronave s\u00e3o exibidas no capacete, permitindo que o piloto &#8220;veja atrav\u00e9s&#8221; da fuselagem.&nbsp;<\/p>\n<p>O manche tradicional posicionado no centro da cabine tamb\u00e9m foi eliminado e substitu\u00eddo por um stick lateral \u00e0 direita do piloto.&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 cabos mec\u00e2nicos ligando os controles ao leme ou aos flaps, mas o stick \u00e9 programado para vibrar como um sensor, permitindo ao piloto perceber o comportamento de voo da aeronave.&nbsp;<\/p>\n<p>As cabines do futuro devem explorar essas ideias ainda mais \u2013 qualquer coisa que permita ao piloto ter total consci\u00eancia do que est\u00e1 ocorrendo a seu redor sem ter que tirar a aten\u00e7\u00e3o da miss\u00e3o. <br \/>\nCockpit virtual&nbsp;<\/p>\n<p>Fora o Typhoon e o F-35, outra aeronave apresenta um intrigante caminho pela frente. <br \/>\nNas naves n\u00e3o-tripuladas Reaper, a tripula\u00e7\u00e3o, formada pelo piloto e pelo operador de sensor, est\u00e1 na realidade diante de v\u00e1rios monitores em um posto de controle em terra, provavelmente a milhares de quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia.&nbsp;<\/p>\n<p>No futuro, essa cabine remota poder\u00e1 at\u00e9 ser colocada dentro do ca\u00e7a, com um piloto controlando a pr\u00f3pria aeronave e v\u00e1rias outras n\u00e3o tripuladas, ao mesmo tempo. <br \/>\nIsso daria uma vantagem num\u00e9rica sobre o inimigo. Mas n\u00e3o s\u00f3. &#8220;Os Typhoons levam pessoas dentro de um espectro de constante gravitacional. Fora dele, um piloto pode perder a consci\u00eancia&#8221;, diz Bowman. &#8220;Ter avi\u00f5es n\u00e3o tripulados melhoraria a agilidade das miss\u00f5es&#8221;. <\/p>\n<p><b>Autor: BBC<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea acha que seu escrit\u00f3rio h\u00e1 tempos precisa de uma reforma, pense um pouco na situa\u00e7\u00e3o dos pilotos de ca\u00e7as militares. Aqueles que comandam aeronaves de combate como o F-16 ou o Tornado est\u00e3o, na pr\u00e1tica, ainda trabalhando em um escrit\u00f3rio dos anos 70, que \u00e9 quando esses avi\u00f5es foram projetados.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":25275,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-25274","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-curiosidade","8":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Por dentro dos ca\u00e7as militares do futuro - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2015\/02\/03\/por-dentro-dos-cacas-militares-do-futuro\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Por dentro dos ca\u00e7as militares do futuro - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Se voc\u00ea acha que seu escrit\u00f3rio h\u00e1 tempos precisa de uma reforma, pense um pouco na situa\u00e7\u00e3o dos pilotos de ca\u00e7as militares. 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