{"id":25207,"date":"2014-12-23T00:14:30","date_gmt":"2014-12-23T00:14:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=25207"},"modified":"2014-12-23T11:18:33","modified_gmt":"2014-12-23T11:18:33","slug":"estava-escrito-nas-estrelas-iii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/12\/23\/estava-escrito-nas-estrelas-iii\/","title":{"rendered":"Estava escrito nas estrelas III"},"content":{"rendered":"<p style=\"MARGIN-RIGHT: 0px\" dir=\"ltr\"><strong>CAP\u00cdTULO 5&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\n<em>A pac\u00edfica T\u00f4co.&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\nA inf\u00e2ncia, ou melhor, a vida toda de T\u00f4co foi marcada pela paz. Era uma menininha que chorava pouco e vivia a lidar solit\u00e1ria com seus brinquedos. Todos diziam ser uma verdadeira santinha, por\u00e9m digna de toda admira\u00e7\u00e3o por sua aguda intelig\u00eancia e perspic\u00e1cia.&nbsp;<\/p>\n<p>Morava bem perto de sua av\u00f3 paterna, ali\u00e1s no mesmo quarteir\u00e3o, no bairro do Cinamomo. Bastava dobrar a esquina, na mesma cal\u00e7ada, estava dentro da casa dos av\u00f3s. A vida na cidade era muito amena e, por isso, era-lhe permitido ir sozinha para ver a vov\u00f3. V\u00e1rios tios e uma tia ainda eram solteiros, moravam com os pais, e assim, \u00e0 tardezinha, quando T\u00f4co ali chegava, cumulavam-na de mimos e carinhos. N\u00e3o era para menos. Que coisa gostosa a presen\u00e7a sorridente da garotinha, com seus vestidinhos rodados e la\u00e7o nos espessos cabelos negros! Aqueles olhinhos escuros brilhavam de vida e aten\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Deste modo, a Anja Francisquinha s\u00f3 tinha a tarefa rotineira de acompanhar a caminhadazinha de 50 metros de T\u00f4co pela cal\u00e7ada segura. Ali\u00e1s, um pouco mais tarde, T\u00f4co em sua bicicleta foi abalroada de leve por um autom\u00f3vel que rodava muito pr\u00f3ximo do passeio. Francisquinha teve um susto tremendo, mas percebeu a tempo e tudo se resumiu em um joelho ralado no cimentado. Foram t\u00e3o poucas as situa\u00e7\u00f5es de perigo que rondaram T\u00f4co, que ficou inesquec\u00edvel um pequeno acidente em que, pulando na cama da m\u00e3e, bateu o bra\u00e7o no vidro da janela. Houve um corte profundo no bracinho, provocado pelo estilha\u00e7o, do qual resultou uma cicatriz quase impercept\u00edvel. Mas Francisquinha ficou mortificada por meses a fio.&nbsp;<\/p>\n<p>T\u00f4co era t\u00e3o quietinha e pouco exigente, que somente aos nove anos, perceberam que ela era muito m\u00edope. Isso explicou a dificuldade de T\u00f4co em aprender a ler a escrever. Uma prima mais velha, meio que por brincadeira, mostrou uma escrita para a menina e entendeu na hora que ela enxergava mal. Bastou p\u00f4r-lhe uns \u00f3culos de grossas lentes, que o seu mundo ficou lindo e aflorou o brilho total daquela singular criaturinha.&nbsp;<\/p>\n<p>O conv\u00edvio com os tios, logo fez de T\u00f4co uma pequena adulta, sempre sensata e, principalmente, reverenciada pelo irm\u00e3o e pelos primos. Era a xerifinha da turma, participando de todos os folguedos. <br \/>\nFrancisquinha ent\u00e3o, ficou feliz com o acerto de suas previs\u00f5es. Conseguiria um dia, aproxim\u00e1-la do agitado N\u00ea, que recrudescia em suas estripulias. <\/p>\n<p>\n<strong>CAP\u00cdTULO 6&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\n<em>N\u00ea descobre o mundo.&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\nPor causa de transfer\u00eancia de trabalho de seu pai, quando N\u00ea completou 13 anos, sua fam\u00edlia havia se mudado para uma vila de apenas sete mil moradores.&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o havia muros nem cercas entre as casas da vila. Eram simp\u00e1ticas constru\u00e7\u00f5es implantadas sobre um imenso gramado, com uns canteiros de flores aqui e acol\u00e1 e diversas \u00e1rvores frut\u00edferas e comuns.&nbsp;<\/p>\n<p>Em uma pracinha, todas as noites se reunia um grupo de uns dez amigos, com idades variando entre 12 e 15 anos. Ali ficavam em animadas conversas fiadas, ouvindo m\u00fasicas em um radiozinho port\u00e1til. Havia uns certos norte-americanos nas paradas de sucessos que cantavam um ritmo novo chamado Rock-and-Roll. Eram Bill Halley, Chuck Berry, Elvis Presley e Little Richard, al\u00e9m dos baladeiros Neil Sedaka e Paul Anka. Outro assunto di\u00e1rio era o futebol, pois havia pouco, naquele ano de 1958, nossa Sele\u00e7\u00e3o Canarinho, abiscoitou a Copa do Mundo pela primeira vez. Era um glorioso time at\u00e9 hoje inigualado. Viveriam para sempre no cora\u00e7\u00e3o de N\u00ea: Gilmar, Djalma Santos e Nilton Santos; Dida, Zito e Z\u00f3zimo, Garrincha, Didi, Vav\u00e1, Pel\u00e9 e Zagalo e mais alguns que alternavam na zaga, o Moacir e o Orlando; e na linha o Mazzola e o Pepe. Coisa fant\u00e1stica, n\u00e3o? \u00c9 de arrepiar!&nbsp;<\/p>\n<p>Um dia, o av\u00f4 de N\u00ea chamou a aten\u00e7\u00e3o de sua m\u00e3e para as pernas cabeludas que ele j\u00e1 exibia. Com a concord\u00e2ncia dela, comprou suas primeiras cal\u00e7as compridas. De fato N\u00ea estava ficando homem. <br \/>\nNos fins-de-semana, as grandes divers\u00f5es da garotada eram ca\u00e7ar ou pescar. Nessas andan\u00e7as explorat\u00f3rias, os jovens descobriram alguns riachos da regi\u00e3o, cristalinos por excel\u00eancia. Nos riachos havia trechos mais alargados formando laguinhos, nos quais nadavam completamente nus. De vez em quando nesses laguinhos, chegavam as jovens garotas da vila, provocando correrias dos meninos para se vestirem. Caiam por terra as gargantices dos rapazes, ent\u00e3o envergonhados, quanto aos sucessos junto ao sexo oposto.&nbsp;<\/p>\n<p>No clube social, existia um amplo galp\u00e3o, onde funcionava o Cinema, duas noites por semana, na quarta-feira e no s\u00e1bado. Ningu\u00e9m perdia essas sess\u00f5es. Numa dessas vezes, na \u00faltima fileira de cadeiras, N\u00ea estava sentado ao lado de uma garota loira, um tanto mais velha, a qual todos os jovens do peda\u00e7o cobi\u00e7avam por causa do corpo bem feito, tipo \u201cviol\u00e3o\u201d. Quando a luz se apagou, N\u00ea, muito audacioso, resolveu beijar a mo\u00e7a e ela topou. Foi um susto enorme, quando a l\u00edngua dela invadiu a boca de N\u00ea. Nunca ningu\u00e9m lhe havia falado sobre isso. Da\u00ed o susto, que, sem mais delongas, se revelou em prazer e excita\u00e7\u00e3o. Francisquinha notou, mas, condescendente, deixou passar o pecadinho. <br \/>\nIr ao clube esportivo local tamb\u00e9m era bom programa para jogos de basquete e nata\u00e7\u00e3o. Certamente, a piscina era o maior atrativo, mesmo porque era ali que as mo\u00e7as se reuniam nas tardes calorentas da regi\u00e3o. \u00c9 aqui que come\u00e7ou de fato a perdi\u00e7\u00e3o de N\u00ea, que j\u00e1 apreciava muito o corpo feminino. Um dia, ao emergir de um mergulho, bem pr\u00f3ximo \u00e0 beirada da piscina, N\u00ea se deparou com uma cena inesquec\u00edvel. Ali estava deitada, com as pernas dobradas, joelhos para cima, uma mulher maravilhosa. Na frente de seus olhos, ao tirar a cabe\u00e7a da \u00e1gua, ali estavam duas coxas espetaculares ladeando um fundilho que, embora coberto pelo mai\u00f4, sugeria algo esplendoroso que desde ent\u00e3o N\u00ea ficava a imaginar como seria ao vivo e a cores. Francisquinha ficou abalad\u00edssima. Como cuidar do pilantra, agora t\u00e3o distante de T\u00f4co, voando centenas de quil\u00f4metros? Apesar de ciente de tudo que se passava, a anja n\u00e3o possu\u00eda o dom da ubiq\u00fcidade!&nbsp;<\/p>\n<p>Pior ficou depois, para a guardi\u00e3. N\u00e3o demorou muito a curiosidade de N\u00ea. Depois de muito pedir, um amigo mais velho acabou por lev\u00e1-lo num s\u00e1bado \u00e0 noite, a uma visita digamos &#8220;privativa&#8221; numa cidade pr\u00f3xima. Freq\u00fcentar um prost\u00edbulo fazia parte integrante da vida dos jovens machos dessa \u00e9poca. Inexistia o sexo entre namorados. Isto era feio, um pecado inomin\u00e1vel e vergonhoso. Mas faz\u00ea-lo com prostitutas era t\u00e3o natural quanto ir ao cinema.&nbsp;<\/p>\n<p>Mais que natural, era uma importante atividade para confirmar a masculinidade do jovem. <\/p>\n<p>Nessa noite, Francisquinha estava muito ocupada com T\u00f4co, bem distante, na Capital, e a movimenta\u00e7\u00e3o de N\u00ea passou-lhe despercebida. Assim, sem a interfer\u00eancia direta da anja, N\u00ea pode usufruir sem peias, o ato delicioso que uma jovem, com muita delicadeza e educa\u00e7\u00e3o, lhe mostrou. Desde ent\u00e3o, N\u00ea, incessantemente, passou a perseguir sua repeti\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Por causa dessa cochilada, a Anja Francisquinha n\u00e3o teve mais sossego.&nbsp;<\/p>\n<p>\n<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.iengenharia.org.br\/site\/noticias\/exibe\/id_sessao\/70\/id_colunista\/1\/id_noticia\/8871\/Estava-escrito-nas-estrelas-II\"><strong>CLIQUE AQUI<\/strong><\/a><strong> E LEIA OS CAP\u00cdTULOS 1 E 2&nbsp;<\/p>\n<p><\/strong><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.iengenharia.org.br\/site\/noticias\/exibe\/id_sessao\/70\/id_colunista\/1\/id_noticia\/8824\/Estava-escrito-nas-estrelas-I\"><strong>CLIQUE AQUI<\/strong><\/a><strong> E LEIA OS CAP\u00cdTULOS&nbsp;3 E&nbsp;4 <\/p>\n<p><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. 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