{"id":25163,"date":"2014-12-01T00:13:51","date_gmt":"2014-12-01T00:13:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=25163"},"modified":"2014-12-01T12:16:41","modified_gmt":"2014-12-01T12:16:41","slug":"a-licao-de-uma-selfie-de-quase-100-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/12\/01\/a-licao-de-uma-selfie-de-quase-100-anos\/","title":{"rendered":"A li\u00e7\u00e3o de uma selfie de quase 100 anos"},"content":{"rendered":"<p>Muito tem se falado sobre a necessidade urgente da revis\u00e3o dos curr\u00edculos escolares e a consequente aplica\u00e7\u00e3o de novas metodologias de ensino em tempos de internet e aplicativos. <\/p>\n<p>Que h\u00e1 uma ineg\u00e1vel ruptura e indisposi\u00e7\u00e3o de alunos diante da forma tradicional de ensino, \u00e9 mais do que evidente. Afinal convenhamos, n\u00e3o deve ser a toa que a Revista Forbes considera o educador Salman Khan, como um dos homens mais influentes do mundo, com 30 milh\u00f5es de acessos na internet. Assistir suas aulas de matem\u00e1tica pela internet fascina qualquer ser humano e evidencia uma discuss\u00e3o que deveria muito se aprofundar sobre o papel das novas tecnologias no ensino moderno. <\/p>\n<p>Contudo a quest\u00e3o ganha complexidade quando se raciocina, aqui no Brasil, sobre a necessidade da compreens\u00e3o da relatividade das coisas, e como nem sempre o conte\u00fado da internet permite este aprofundamento. <\/p>\n<p>A relatividade das coisas, uma \u00e1rea comum que intersecciona Hist\u00f3ria, Matem\u00e1tica e at\u00e9 Hist\u00f3ria do Pensamento Econ\u00f4mico, s\u00e3o conhecimentos fundamentais e convergentes para entender a pr\u00f3pria humanidade. <\/p>\n<p>O sentido da palavra \u201chist\u00f3ria\u201d (do grego) significa &#8220;pesquisa&#8221; e &#8220;conhecimento advindo da investiga\u00e7\u00e3o&#8221;. A Hist\u00f3ria utiliza metodogia pr\u00f3pria para entender os \u201ctempos humanos\u201d, investigando o passado, auxiliando a entender o presente e certamente orientando aonde ir\u00e1 desaguar o futuro. <\/p>\n<p>Um dos exemplos mais impressionantes do entendimento desta trilogia, est\u00e1 cravado no in\u00edcio do s\u00e9culo passado, atrav\u00e9s da brilhante previs\u00e3o hist\u00f3rica de Keynes, num verdadeiro momento \u201cM\u00e3e Dinah\u201d, prevendo naquela oportunidade a ascens\u00e3o de Adolf Hitler. <\/p>\n<p>John Maynard Keynes (1883\/1946) economista brit\u00e2nico e pai da macroeconomia moderna, representou a Inglaterra na assinatura do Tratado de Versalhes, quando do encerramento da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). A derrotada Alemanha que entrara na batalha com uma paridade cambial onde se comprava 1 US$ com 3 marcos alem\u00e3es , saiu do conflito com uma hiperinfla\u00e7\u00e3o onde eram necess\u00e1rios 1.200 marcos por d\u00f3lar. Ap\u00f3s a assinatura do Tratado de Versalhes, e diante do caos econ\u00f4mico que reinava na Alemanha, Keynes previu o desastre da II Grande Guerra em seu livro \u201cAs Consequ\u00eancias Econ\u00f4micas da Paz\u201d de 1919. Pois aos germ\u00e2nicos, fora imposto um tratado (falso armist\u00edcio) obrigando-os ao ressarcimento dos preju\u00edzos da guerra, com a tomada de parte de seu territ\u00f3rio, da produ\u00e7\u00e3o de ferro e das minas de carv\u00e3o. Para aquele economista, este esmagamento da Alemanha pelas exig\u00eancias dos aliados, criaria as condi\u00e7\u00f5es para o surgimento de uma for\u00e7a pol\u00edtica salvacionista, tendo \u00e0 frente um l\u00edder carism\u00e1tico. <\/p>\n<p>Bingo. Os aliados n\u00e3o consideraram adequadamente o passado pr\u00e9 Guerra, muito menos aquele presente incerto que se criara em Versalhes e acabou dando Hitler na cabe\u00e7a! <\/p>\n<p>Cabe portanto a pergunta, a quantas anda o entendimento do brasileiro m\u00e9dio, sobre estas consequ\u00eancias hist\u00f3ricas recentes em nosso pa\u00eds? E sobre a relatividade das coisas? E ainda mais : ser\u00e1 poss\u00edvel que pessoas possam desenvolver, fora da sala de aulas (mesmo as qualificadas) compet\u00eancias pela internet para aprofundar estes entendimentos hist\u00f3ricos aliados a aspectos econ\u00f4micos e sociais? <\/p>\n<p>Hoje, especialmente no Brasil, um indiv\u00edduo comum \u00e9 invadido, por informa\u00e7\u00f5es forjadas por marketeiros e outros profissionais habilidosos na transgress\u00e3o da interpreta\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o aparentemente \u201cprecisas\u201d no campo pontual da Matem\u00e1tica, mas obscuras e imprecisas no campo da Hist\u00f3ria. <\/p>\n<p>Os exemplos a\u00ed est\u00e3o a nos assustar, em blogs e sites de organiza\u00e7\u00f5es, inclusives oficiais.&nbsp;<\/p>\n<p>Por exemplo, olhando o quadro abaixo, muitos interpretaram que o per\u00edodo 2011\/2013 foi um momento hist\u00f3rico e aspicioso da na\u00e7\u00e3o, certo? Errado, e muito! A tend\u00eancia da curva e a heran\u00e7a hiperinflacion\u00e1ria dos anos 80 foram desconsideradas e a interpreta\u00e7\u00e3o do quadro que poderia sugerir um per\u00eddodo ruim, entre 1995\/1997, \u00e9 totalmente falaciosa.&nbsp;<\/p>\n<p>Outros olhares no m\u00ednimo difusos, s\u00e3o diariamente publicados na internet. Festeja-se at\u00e9 hoje o pr\u00e9-sal como independ\u00eacia energ\u00e9tica a 7.000 metros de profundidade, enquando o g\u00e1s xisto vai derrubando cota\u00e7\u00f5es do petr\u00f3leo, dia ap\u00f3s dia. Seria hoje esta alegria do recente passado brazuca, t\u00e3o assustadoramente abissal quanto a profundidade em que se extrai o petr\u00f3leo ? <br \/>\nQuando da descoberta do campo no Rio de Janeiro em 2007, o barril de petr\u00f3leo estava no pre\u00e7o de US$ 80,00, com uma tend\u00eancia da curva ao crescimento, tanto que a Petrobras imaginava que em 2012 o pre\u00e7o chegaria a US$ 125,00. <\/p>\n<p>Como se sabe, o pre\u00e7o do petr\u00f3leo em queda nos \u00faltimos anos, oscilou durante outubro \u00faltimo na casa dos mesmos US$ 80,00 de 2007. J\u00e1 nos nos primeiros dias de novembro apresentou uma queda 4,4% chegando a US$ 77,19 o barril. E segundo recente informa\u00e7\u00e3o do FMI, as importa\u00e7\u00f5es de petr\u00f3leo dos EUA no per\u00edodo 2008\/2013 foram reduzidas de 2,8% para 1,3% do PIB. Ou seja, esta redu\u00e7\u00e3o de 1,5% do PIB norte americano, signifca a bagatela de US$ 250 bilh\u00f5es ano, que \u00e9 equivalente a quase \u00bd PIB do Chile. Qual ser\u00e1 ent\u00e3o o impacto neste mercado e a tend\u00eancia da curva de pre\u00e7os ? <\/p>\n<p>E mais ainda, olhando o presente, onde se constata quase todos pa\u00edses tentando, a qualquer pre\u00e7o, reduzir a utiliza\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, estaraia o Brasil na contra-m\u00e3o da hist\u00f3ria, se aprofundando literalmente nesta matriz energ\u00e9tica ? Vale destacar que as tentativas mundo a fora s\u00e3o nada convencionais, e envolvem investimentos em tecnologias que reduzem ou eliminam o petr\u00f3leo, deixando claro uma escolha quase sem volta a longo prazo ( pelo menos dos EUA). <\/p>\n<p>Na Europa, a empresa a\u00e9rea filandesa Finnair adicionou 50% de \u00f3leo de cozinha reciclado no querosene, num voo teste Helsinque \/ Nova York. Por\u00e9m, a mistura, apesar de vi\u00e1vel t\u00e9cnicamente, n\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel economicamente, dado o alto custo do refino do \u00f3leo de fritura, ou somente se o petr\u00f3elo superar o patamar de US$ 160,00 o barril. <\/p>\n<p>J\u00e1 na \u00c1sia, o Instituto Sul-Coreano de Ci\u00eancia e Tecnologia, o KAIST, desenvolveu um sistema de cabos subterr\u00e2neos criando um campo magn\u00e9tico, a partir do qual um ve\u00edculo pode captar calor do piso (asfalto\/concreto) e gerar a energia necess\u00e1ria para circular. Chamado de OLEV (Online Electric Vehicle), j\u00e1 circulam estes \u00f4nibus naquele pa\u00eds, dispensando derivados de petr\u00f3leo e as pesadas baterias dos ve\u00edculos el\u00e9tricos. <\/p>\n<p>Portanto, apesar de nos dias de hoje, n\u00e3o haja nenhum futur\u00f3logo que possa prever a varia\u00e7\u00e3o destes pre\u00e7os, o horizonte que se apresenta \u00e9 no m\u00ednimo preocupante, pois alguns especialistas j\u00e1 est\u00e3o considerando um cen\u00e1rio de queda maior ainda de pre\u00e7os. <br \/>\nSendo assim, desenvolver a capacidade de an\u00e1lise conjuntural \u00e9 compreender a relatividade das coisas, inclusive atrav\u00e9s do estudo correto da Hist\u00f3ria, passado e presente, para avaliar especialmente tend\u00eancias e riscos futuros, com vis\u00e3o t\u00e9cnica e sem ufanismos baratos. <\/p>\n<p>Se consideramos a n\u00e9voa que a internet lan\u00e7a sobre olhares menos atentos e calejados, num espa\u00e7o utilizado por usu\u00e1rios que tem por h\u00e1bito a pr\u00e1tica do narcisismo e que imaginam enxergar uma beleza (que nem sempre \u00e9 t\u00e3o bela) atrav\u00e9s das famigerdas selfies, \u00e9 preocupante saber como poder\u00e3o enxergar a verdade dos fatos, nem sempre t\u00e3o bela, interpretando n\u00fameros e gr\u00e1ficos ou a pr\u00f3pria hist\u00f3ria de seu povo. <\/p>\n<p>\u00c9 nossa obriga\u00e7\u00e3o portanto refletirmos agora, que risco estamos correndo ao permitir a forma\u00e7\u00e3o de grupos de alienados do conheciemento hist\u00f3rico, com resultados futuros imprevis\u00edveis, como alertou-nos Keynes h\u00e1 quase 100 anos no seu livro \u201cAs consequencias econ\u00f4micas da Paz\u201d. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muito tem se falado sobre a necessidade urgente da revis\u00e3o dos curr\u00edculos escolares e a consequente aplica\u00e7\u00e3o de novas metodologias de ensino em tempos de internet e aplicativos. 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