{"id":25145,"date":"2014-11-17T00:13:34","date_gmt":"2014-11-17T00:13:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=25145"},"modified":"2014-11-17T15:22:19","modified_gmt":"2014-11-17T15:22:19","slug":"estava-escrito-nas-estrelas-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/11\/17\/estava-escrito-nas-estrelas-ii\/","title":{"rendered":"Estava escrito nas estrelas II"},"content":{"rendered":"<p><strong>CAP\u00cdTULO 3&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\n<em>T\u00f4co d\u00e1 o ar da gra\u00e7a.&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\nEntre a chegada de N\u00ea e janeiro de 1946 passaram apenas seis meses. A Anja Francisquinha, n\u00e3o saiu um segundo sequer do lado do protegido. Prestava aten\u00e7\u00e3o em tudo e cutucava a m\u00e3e dele, sem que ela percebesse, a cada dorzinha de barriga, a cada fralda suja ou molhada, a cada resmungozinho de fome ou sede, para serem dispensados cuidados imediatos \u00e0 criaturinha. Era um exagero! At\u00e9 preparou as previs\u00f5es zodiacais. Anteviu algo perturbador, mas achou gra\u00e7a e boniteza nas poss\u00edveis dificuldades.&nbsp;<\/p>\n<p>Viu que N\u00ea tinha alma de guerreiro, mais interessado em lutar por uma causa ou cren\u00e7a do que apenas observar o que acontecesse. N\u00ea haveria de querer educar os outros, persistir em caminhos escolhidos, seguir uma inspira\u00e7\u00e3o vital. Sua rela\u00e7\u00e3o greg\u00e1ria basear-se-ia na centraliza\u00e7\u00e3o, no magnetismo, na sedu\u00e7\u00e3o. Afinal n\u00e3o foi esta a pedra de toque que a cativou? Francisquinha, entretanto, estremeceu ao enxergar que N\u00ea poderia vir a desenvolver m\u00faltiplas paix\u00f5es ardentes, por\u00e9m todas est\u00e1veis e duradouras, em face do romantismo povoador de seu cora\u00e7\u00e3o. Sem nada ainda ter acontecido, Francisquinha come\u00e7ou a ter ci\u00fames.&nbsp;<\/p>\n<p>Foi neste clima que, ap\u00f3s v\u00e1rias chamadas, o Arcanjo Manuel conseguiu que Francisquinha fosse \u00e0s pressas para uma certa maternidade no mesmo bairro do Cinamomo. L\u00e1 j\u00e1 estava outra m\u00e3e, portadora da segunda incumb\u00eancia da anjinha. Que diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a N\u00ea! T\u00f4co, este \u00e9 o pseud\u00f4nimo que usarei para a garotinha em prol de seu anonimato, nasceu sem nenhum problema ou intercorr\u00eancia. Foi uma expuls\u00e3o f\u00e1cil, r\u00e1pida e praticamente indolor. Que alegria ver a nova pessoinha, cabeludinha, muito linda e feminina. E veio ent\u00e3o a id\u00e9ia a Francisquinha. \u201cVou fazer de tudo para que um dia o N\u00ea venha a quer\u00ea-la e abandone as atribula\u00e7\u00f5es que os astros lhe reservaram\u201d. Afinal, o mapa astral da T\u00f4co tamb\u00e9m dizia muitas coisas.&nbsp;<\/p>\n<p>Neste passo, no destino de T\u00f4co previam-se grandes projetos, certamente alcan\u00e7\u00e1veis pela disciplina f\u00e9rrea de seu car\u00e1ter, essencialmente altruista. A tenacidade esperada era t\u00e3o aguda que beirava a teimosia, sempre em busca de melhorar as coisas existentes. Frustra\u00e7\u00e3o n\u00e3o faria parte de seu modo de ser. T\u00f4co estabeleceria suas metas e jeitosamente iria ao seu encontro. Ningu\u00e9m desprezaria sua lealdade, determina\u00e7\u00e3o, confiabilidade e temperamento s\u00e9rio e respons\u00e1vel. Embora cautelosa, T\u00f4co haveria de, um dia, vir a encontrar o amor e cuidar de manter a todo custo quem viesse a escolher para si.&nbsp;<\/p>\n<p>Francisquinha adorou a nova protegida e muito se identificou com a meiguice dela esperada. Se a anjinha fosse humana quereria ser T\u00f4co. E assim, ficou bem dividida entre uma crian\u00e7a e outra. Felizmente voava e podia atender \u00e0s suas obriga\u00e7\u00f5es de guarda. Foram uns doze anos de muita comunica\u00e7\u00e3o e cuidados, para l\u00e1 e para c\u00e1. <br \/>\nMas N\u00ea e T\u00f4co foram crescendo e a paz de Francisquinha come\u00e7ou a balan\u00e7ar. <\/p>\n<p>\n<strong>CAP\u00cdTULO 4&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\n<em>A inf\u00e2ncia de N\u00ea.&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\nEm sua inf\u00e2ncia N\u00ea fazia tudo o que um menino de bairro dessa \u00e9poca fazia, exceto duas atividades corriqueiras. Nunca se interessou por rodar pi\u00f5es. Gostou, durante um tempinho, de jogar futebol em arremedos de pequenas equipes, mas, por ser pouco habilidoso, logo abandonou tal tipo de brincadeira. Quando, em uma grande loja magazine, foi apresentado ao Papai Noel, puxou-lhe a barba que, posti\u00e7a, revelou uma pessoa comum. Soube, ent\u00e3o, que presentes vinham de pessoas reais e gostou disso.&nbsp;<\/p>\n<p>Vestiu sua primeira cueca aos seis anos, no primeiro dia do curso prim\u00e1rio. Nesse tempo n\u00e3o era usual o Jardim de Inf\u00e2ncia e os meninos iam diretamente para a primeira s\u00e9rie do primeiro ciclo. <br \/>\nA mais antiga lembran\u00e7a que N\u00ea gravou foi a morte da av\u00f3 paterna. Deve ter sido muito chocante para ficar em sua mem\u00f3ria, pois N\u00ea tinha s\u00f3 dois anos quando tal aconteceu. <br \/>\nLia, e muito. Aos tr\u00eas anos de idade ganhou uma cartilha, a Sodr\u00e9, a d\u2019A Pata Nada. Devorou-a.&nbsp;<\/p>\n<p>Quando foi ao primeiro ano do Grupo Escolar j\u00e1 sabia ler e escrever, tudo aprendido sozinho, com uma ou outra pergunta feita aos mais velhos sobre o conte\u00fado da cartilha e tamb\u00e9m sobre letras e palavras em leituras de jornal.&nbsp;<\/p>\n<p>Colecionou gibis, como eram chamadas as revistas em quadrinhos. Formou pilhas e pilhas de Patos Donalds, Tios Patinhas, Mickeys, Capit\u00e3es Marvels, Fantasmas e Mandrakes. A partir do primeiro ano do prim\u00e1rio, conheceu a Cole\u00e7\u00e3o Terramarear, em cujas maravilhosas aventuras mergulhou e, junto com os personagens, combateu malfeitores, desbravou terras in\u00f3spitas e navegou por mares bravios.&nbsp;<br \/>\nDepois leu praticamente todos os cl\u00e1ssicos brasileiros. Esse interesse exacerbado pela leitura apagou quase todo o seu \u00edmpeto pelas atividades f\u00edsicas.&nbsp;<\/p>\n<p>Foi um menino arteiro e um tanto malvado. Certa vez, estava judiando de um primo de mesma idade, quando o av\u00f4 o repreendeu dizendo que ele era um menino muito ruim, como um diabinho, e que at\u00e9 estava vendo nascer o rabinho. N\u00ea tirou o pintinho para fora do cal\u00e7\u00e3o e respondeu que rabinho nascendo s\u00f3 podia ser aquilo. Gostava de assustar as irm\u00e3s mais novas, cobrindo-se com um len\u00e7ol e fazendo as vezes de fantasma. Fazia pacotinhos bem feitos, com papel met\u00e1lico e fitas coloridas, cheios de fezes, e deixava na cal\u00e7ada. Ficava espreitando at\u00e9 algu\u00e9m apanhar o pacotinho, quase sempre sorrateiramente, e enfi\u00e1-lo no bolso. Da\u00ed em diante ria por muitas horas, s\u00f3 imaginando a express\u00e3o facial do incauto apropriador do pacotinho, ao abri-lo.&nbsp;<\/p>\n<p>Desse modo, Francisquinha tinha mais eram cuidados de bab\u00e1, exceto quanto a uma peculiar caracter\u00edstica, de dific\u00edlima reformula\u00e7\u00e3o. Desde muito cedo, N\u00ea se interessou vivamente pelo sexo oposto. Era apenas um garotinho e j\u00e1 adorava quando uma prima mo\u00e7a ia experimentar vestidos que sua m\u00e3e costurava. Era-lhe irresist\u00edvel s\u00f3 olh\u00e1-la em calcinha e suti\u00e3. Incontinente, ia apalp\u00e1-la e ouvia protestos afetuosos, por\u00e9m en\u00e9rgicos. Foi ent\u00e3o que come\u00e7ou a aprender era feio mexer em mulher.&nbsp;<\/p>\n<p>\nDe pouco em pouco, foi se limitando a espiar pelos buracos das fechaduras dos banheiros as empregadas de casa. Com menos de seis anos, exigiu do pai a explica\u00e7\u00e3o sobre o nascimento de filhos, desconfiado agudamente que isso nada tinha a ver com a tal da cegonha, mas tinha tudo a ver com aquele comich\u00e3o que lhe assaltava ao ver mulher pelada. Viveu grandes turbul\u00eancias por conhecer a gram\u00e1tica sem ter condi\u00e7\u00f5es para a pr\u00e1tica. Mas era lindo procurar na revista O Cruzeiro, o principal ve\u00edculo de variedades da \u00e9poca, as fotos das misses de concursos de beleza, em seus mai\u00f4s modelo Catalina, hoje s\u00f3 usados em col\u00e9gios de freiras ortodoxas.&nbsp;<\/p>\n<p>Foi assim que, com grande tristeza, N\u00ea descobriu que Papai Noel n\u00e3o existia. Mas, um pouco mais tarde, com grande alegria confirmou as del\u00edcias da inexist\u00eancia da Cegonha.&nbsp;<\/p>\n<p>De fato, num repente da adolesc\u00eancia, o mundo se revelou a N\u00ea. Pois foi da\u00ed que as perip\u00e9cias come\u00e7aram e Francisquinha passou a ter muito trabalho. Evidentemente, n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel relatar todas as aventuras, por numerosas que foram, e, muito menos, os detalhes, proibidos no padr\u00e3o desta narrativa.&nbsp;<br \/>\n<em><br \/>\n(Continua)<\/em><\/p>\n<p><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.iengenharia.org.br\/site\/noticias\/exibe\/id_sessao\/70\/id_colunista\/1\/id_noticia\/8824\/Estava-escrito-nas-estrelas-\"><strong>CLIQUE AQUI<\/strong><\/a><strong> E LEIA OS CAP\u00cdTULOS 1 E 2<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CAP\u00cdTULO 3&nbsp; T\u00f4co d\u00e1 o ar da gra\u00e7a.&nbsp; Entre a chegada de N\u00ea e janeiro de 1946 passaram apenas seis meses. A Anja Francisquinha, n\u00e3o saiu um segundo sequer do lado do protegido. 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