{"id":24937,"date":"2014-08-19T00:10:52","date_gmt":"2014-08-19T00:10:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=24937"},"modified":"2014-08-19T12:28:17","modified_gmt":"2014-08-19T12:28:17","slug":"a-logica-perversa-da-sustentabilidade-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/08\/19\/a-logica-perversa-da-sustentabilidade-no-brasil\/","title":{"rendered":"A L\u00f3gica Perversa da Sustentabilidade no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>A cidade de S\u00e3o Paulo, no m\u00eas de agosto abriga duas feiras da maior import\u00e2ncia no campo da Sustentabilidade. De um lado a Ecogerma 2014, realizada pela C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Brasil Alemanha nos dias 05 e 06 focando o tema \u201c Vision of the Future\u201d. Criada em 2009, a Ecogerma \u00e9 hoje a maior feira latino americana das c\u00e2maras de com\u00e9rcio alem\u00e3s, que desde a primeira edi\u00e7\u00e3o, recebeu o apoio de 06 minist\u00e9rios da Alemanha ligados a novas tecnologias e sustentabilidade, somando cerca de 35 mil visitantes ao longo destes anos de realiza\u00e7\u00f5es em terras tupiniquins.&nbsp;<\/p>\n<p>Na mesma semana a cidade recebe o Congresso Green Building Brasil 2014, que se encontra na 4.a edi\u00e7\u00e3o, apresentando produtos e servi\u00e7os ligados exclusivamente a constru\u00e7\u00e3o civil sustent\u00e1vel. E ainda de \u201cquebra\u201d, teremos entre os dias 26 a 28 de agosto a Brazil Wind Power 2014 no Rio de Janeiro, voltada a energia e\u00f3lica. Nos eventos de S\u00e3o Paulo, da qual estamos mais pr\u00f3ximos da concep\u00e7\u00e3o, especialmente como apoiadores oficial da C\u00e2mara Brasil Alemanha, h\u00e1 que se destacar o papel preponderante do empresariado, nacional e estrangeiro. A organiza\u00e7\u00e3o de t\u00e3o importante congresso \u00e9 exemplar, pois tem apresentado ao longo dos anos solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis aplicadas em varias partes do planeta, permitindo assim ao empresariado nacional avaliar oportunidades para o mercado brasileiro, com real viabilidade econ\u00f4mica, olhando o presente e planejando o futuro.&nbsp;<\/p>\n<p>Na contra m\u00e3o destas hist\u00f3rias, encontra-se a pouco esclarecedora participa\u00e7\u00e3o governamental brasileira.&nbsp;<\/p>\n<p>Se de um lado temos o apoio de minist\u00e9rios da Alemanha na Ecogerma, aqui no Brasil, por outro lado n\u00e3o est\u00e1 claro o que pensa e qual a pol\u00edtica de longo prazo que o governo brasileiro busca praticar, dentro ou fora dos Congressos de sustentabilidade.&nbsp;<\/p>\n<p>Naquele pa\u00eds, como j\u00e1 destacamos em artigos anteriores, h\u00e1 uma decisiva a\u00e7\u00e3o governamental no campo da sustentabilidade, assumindo entre outros, o compromisso em desligar todas as usinas nucleares at\u00e9 2025, substituindo-as por renov\u00e1veis. Para trilhar com sucesso estas realiza\u00e7\u00f5es, naturalmente que estas pol\u00edticas foram iniciadas h\u00e1 um bom tempo e apoiadas em incentivos fiscais, em escala regressiva ao logo dos anos, para viabiliz\u00e1-las economicamente de forma paulatina e constante.&nbsp;<\/p>\n<p>Hoje no Brasil dada a bravura empresarial ( j\u00e1 que os apoios s\u00e3o p\u00edfios no campo da legisla\u00e7\u00e3o), somos o terceiro pa\u00eds em Certifica\u00e7\u00f5es Leeds ( Edif\u00edcios Verdes ou eficientes energeticamente) por um \u00fanico motivo : vantagem econ\u00f4mica em escala crescente.&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar de ainda estarmos muito distante do mercado norte americano, l\u00edder mundial com 18.222 certifica\u00e7\u00f5es, nossa posi\u00e7\u00e3o no cen\u00e1rio mundial \u00e9 animadora, at\u00e9 porque existem outras 847 unidades em fase de certifica\u00e7\u00e3o (vide quadro anexo).<\/p>\n<p>\nNossa destacada posi\u00e7\u00e3o neste mercado deve-se a motivos econ\u00f4micos claros: edif\u00edcios verdes, reduzem em m\u00e9dia, o consumo de energia el\u00e9trica em 30% e de \u00e1gua em 40%, custos operacionais no Brasil de extrema relev\u00e2ncia. Apesar dessas edifica\u00e7\u00f5es exigirem um investimento cerca de 5% superior aos modelos tradicionais, mesmo assim s\u00e3o vantajosas, pois apresentam uma taxa de retorno total ao redor de 6 anos. Ou seja em outras palavras, as tarifas por serem altas, est\u00e3o incentivando ao empresariado a investir em edif\u00edcios eficientes para reduzir a inefici\u00eancia estatal. \u00c9 a l\u00f3gica perversa em a\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Historicamente no Brasil as tarifas das concession\u00e1rias apresentam componentes de inefici\u00eancia que por conseguinte s\u00e3o cobradas dos consumidores de forma punitiva, transferindo o problema. Como consequ\u00eancia dessa baixa organiza\u00e7\u00e3o nacional ocupamos a 15.a posi\u00e7\u00e3o no ranking da ACCEE (American Council for an Energy-Efficient Economy) em efici\u00eancia energ\u00e9tica no mundo, somando somente 30 pontos dentro dos 100 poss\u00edveis, liderado pela Alemanha com 65 pontos.&nbsp;<\/p>\n<p>A corroborar esta situa\u00e7\u00e3o, destacamos as palavras do economista Gesner Oliveira, Ph.D. pela Universidade da Calif\u00f3rnia e ex-presidente da SABESP (2007\/10), que em recente entrevista \u00e0 Revista&nbsp;<\/p>\n<p>Veja, informou que o Estado do Amazonas, promove o absurdo desperd\u00edcio de 70% da \u00e1gua tratada, cabendo a cidade de Manaus, o n\u00e3o menos desonroso \u00edndice de 40%. Ora, seria minimamente inteligente conceder incentivos fiscais na propor\u00e7\u00e3o deste montante de recursos jogado pelo ralo do desperd\u00edcio para empresas que patrocinassem o reuso de \u00e1gua, por exemplo, e\/ou outras a\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis.&nbsp;<\/p>\n<p>Desta forma, outras frentes de a\u00e7\u00e3o poderiam crescer e se solidificar, como tem ocorrido no Nordeste na utiliza\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica. Apesar do crescimento observado em todo pa\u00eds nesta \u00e1rea, vale destacar que os resultados atuais est\u00e3o distantes do potencial brasileiro, pois a for\u00e7a dos ventos no Brasil \u00e9 suficiente para gerar energia equivalente a 21 Itaipus, sendo que estamos hoje gerando somente 7 gigas, equivalente \u00bd Itaipu.&nbsp;<\/p>\n<p>Incentivos fiscais, comprovadamente funcionaram na Alemanha (mais uma vez como exemplo) na \u00e1rea da energia solar e funcionam em qualquer ambiente de neg\u00f3cio, especialmente sustent\u00e1vel, quando minimamente organizado, pois afasta as armadilhas estatais ineficientes, levando os empres\u00e1rios a agirem.&nbsp;<\/p>\n<p>A l\u00f3gica \u00e9 que todo decreto que institui um imposto carrega a premissa que a receita auferida solucionaria um determinado problema que gerou a cria\u00e7\u00e3o do imposto, por\u00e9m os exemplos pr\u00e1ticos tem comprovado que nem sempre isto ocorre. Por outro lado, quando h\u00e1 desonera\u00e7\u00e3o ou incentivos, transfere ao empresariado a responsabilidade pela efici\u00eancia da solu\u00e7\u00e3o almejada. E os \u00edndices de certifica\u00e7\u00e3o Leed no Brasil, \u00e9 um provocador indicativo que aponta que poder\u00edamos chegar mais longe ainda, caso houvessem incentivos que considerassem as condi\u00e7\u00f5es continentais do Brasil e suas caracter\u00edsticas regionais. Fica claro que no modelo brasileiro, o caminho dos impostos \u00e9 punitivo e pouco eficiente e um plano de incentivo, por ser assertivo levaria a maior efici\u00eancia e resultados.&nbsp;<\/p>\n<p>Mesmo assim, a l\u00f3gica perversa est\u00e1 falando mais alto, justificando ao empresariado investir nestas tecnologias verdes, mesmo sem qualquer incentivo.&nbsp;<\/p>\n<p>Portanto urge, desonerar impostos sobre IPTU, tarifas p\u00fablicas etc para as pr\u00e1ticas s\u00f3cio ambientais&nbsp;<br \/>\ncorretas pois \u00e9 a forma mais eficiente para alavancar todo este cen\u00e1rio, compartilhando com o empresariado brasileiro a tarefa de colocar o Brasil na fronteira dos grande pa\u00edses desenvolvidos. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cidade de S\u00e3o Paulo, no m\u00eas de agosto abriga duas feiras da maior import\u00e2ncia no campo da Sustentabilidade. 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