{"id":24829,"date":"2014-07-07T00:09:39","date_gmt":"2014-07-07T00:09:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=24829"},"modified":"2014-07-07T15:14:47","modified_gmt":"2014-07-07T15:14:47","slug":"consideracoes-sobre-o-volume-morto-do-cantareira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/07\/07\/consideracoes-sobre-o-volume-morto-do-cantareira\/","title":{"rendered":"Considera\u00e7\u00f5es  sobre  o  volume  morto  do  Cantareira"},"content":{"rendered":"<p>O sistema Cantareira \u00e9 composto por uma s\u00e9rie de reservat\u00f3rios, t\u00faneis e canais, que captam e desviam \u00e1gua de alguns dos cursos de \u00e1gua da bacia do rio Piracicaba para o rio Juqueri pertencente \u00e0 bacia do Alto Tiet\u00ea. Do reservat\u00f3rio de Paiva Castro,resultante do barramento deste rio, as \u00e1guas s\u00e3o bombeadas para o reservat\u00f3rio de \u00c1guas Claras e, em seguida,seguem por gravidade para a Esta\u00e7\u00e3o de Tratamento de \u00c1gua do Guara\u00fa segundo uma vaz\u00e3o de 33 m3\/s tendo como finalidade o abastecimento de \u00e1gua para parte da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo.&nbsp;<\/p>\n<p>As principais caracter\u00edsticas hidr\u00e1ulicas destas estruturas, com \u00eanfase no Reservat\u00f3rio \u00fanico formado pelas barragens Jaguari\/Jacare\u00ed, s\u00e3o as seguintes:&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Reservat\u00f3rio \u00fanico formado pelas barragens Jaguari\/Jacare\u00ed&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\nVolume \u00fatil = 808,12 hm\u00b3 (entre cotas 820,80 e 844,00 m) <br \/>\nVolume morto (NA m\u00ednimo normal) = 239,43 hm\u00b3 <br \/>\n\u00c1rea inundada m\u00e1xima = 49,91 km\u00b2 (cota 844,00 m) <br \/>\n\u00c1rea m\u00ednima = 21,15 km\u00b2 (cota 820,80 m)&nbsp;<br \/>\n<strong><br \/>\nCanal de Liga\u00e7\u00e3o Jaguari-Jacare\u00ed&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\n(Os barramentos Jaguari e Jacare\u00ed funcionam como um \u00fanico reservat\u00f3rio gra\u00e7as \u00e0 sua <br \/>\ninterliga\u00e7\u00e3o por meio de um canal aberto escavado em rocha de 700 m de comprimento e se\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel).&nbsp;<\/p>\n<p>Comprimento total: 670 m <br \/>\nCota do fundo: <br \/>\n817,50 em 560 m <br \/>\n813,50 em 110 m <br \/>\nBase: 10,0 m&nbsp;<\/p>\n<p><strong>T\u00fanel de interliga\u00e7\u00e3o ente os reservat\u00f3rios Jacarei e Cachoeira (T\u00fanel 7)&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\nT\u00fanel escavado em rocha e revestido de concreto <br \/>\n\u00c1rea da se\u00e7\u00e3o transversal vari\u00e1vel: 28 m\u00b2 <br \/>\nExtens\u00e3o: 5.885 m <br \/>\nDeclividade: 17,96% <br \/>\nCota de fundo no in\u00edcio do t\u00fanel: 809,60 m <br \/>\nCota de fundo no final do t\u00fanel: 806,72 m <br \/>\nCapacidade m\u00e1xima de transporte: 35,0 m\u00b3\/s&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Barragem Cachoeira&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\nVolume \u00fatil: 69,75 hm\u00b3 <br \/>\nVolume morto (N.A. m\u00ednimo normal): 46,81 hm\u00b3&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Barragem Atibainha&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\nVolume \u00fatil: 95,26 hm\u00b3 <br \/>\nVolume morto (N.A. m\u00ednimo normal): 194,93 hm\u00b3&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Barragem Paiva Castro<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>Volume \u00fatil: 7,61 hm\u00b3 * <br \/>\nVolume morto (N.A. m\u00ednimo normal): 25,33 hm\u00b3&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Barragem \u00e1guas Claras&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\nVolume \u00fatil: 0,76 hm\u00b3 <br \/>\nVolume morto: 0,57 hm\u00b3&nbsp;<\/p>\n<p>O volume morto total ou reserva t\u00e9cnica no Sistema Equivalente \u00e9 pois de 507 hm3 ou seja cerca de 507 milh\u00f5es de m3, dos quais o reservat\u00f3rio Jaguari\/ Jacare\u00ed det\u00e9m 239 milh\u00f5es de m3 seguido do Atibainha com 194 milh\u00f5es de m3. Por esta raz\u00e3o \u00e9 que a Sabesp ir\u00e1 iniciar a partir de 15 de maio a retirada da \u00e1gua do volume morto por meio de bombas flutuantes instaladas no reservat\u00f3rio&nbsp;<\/p>\n<p>Jaguari\/Jacarei, cujo volume \u00fatil est\u00e1 ao redor de apenas 1.8 % correspondente a 14.9 milh\u00f5es de m3 na data de 14 de maio de 2014.( o sistema integrado que considera o somat\u00f3rio de todas as barragens est\u00e1 com 8.4% nesta mesma data).H\u00e1 um ano atr\u00e1s o sistema Cantareira somava 61% de volume \u00fatil armazenado.&nbsp;<\/p>\n<p>O chamado volume morto \u00e9 definido como a quantidade de \u00e1gua cujo n\u00edvel est\u00e1 abaixo da cota da soleira dos vertedores que permitem o escoamento por gravidade. No reservat\u00f3rio Jaguari\/Jacarei o vertedor de sa\u00edda da \u00e1gua est\u00e1 ligado ao chamado T\u00fanel 7 (veja caracter\u00edsticas hidr\u00e1ulicas acima) conduto que encaminha o fluxo de \u00e1gua, por gravidade, at\u00e9 o reservat\u00f3rio Cachoeira segundo uma descarga submersa. Nestas condi\u00e7\u00f5es as vaz\u00f5es do volume \u00fatil s\u00e3o fun\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de \u00e1gua de ambos os reservat\u00f3rios.&nbsp;<\/p>\n<p>O reservat\u00f3rio Jaguari \/ Jacarei, segundo dados de projeto, pode operar entre os n\u00edveis 844.00 m (n\u00edvel m\u00e1ximo) e 820.80 m (n\u00edvel m\u00ednimo). O volume \u00fatil situado entre estas cotas \u00e9 de 808 milh\u00f5es de m3, correspondente a 82% de toda a capacidade do Sistema Cantareira. J\u00e1 o volume morto abaixo desta cota \u00e9 de 239.43 hm3. A capacidade m\u00e1xima de transporte do T\u00fanel 7 \u00e9 de 35 m3\/s. <\/p>\n<p>A outorga original emitida em agosto de 1974 considerava-se o zero operacional, assim denominado o n\u00edvel m\u00ednimo operacional, a cota de 829,00 metros propiciando um escoamento no T\u00fanel 7 de 28 m3\/s (com NA do Cachoeira em 813 m). (No ano de 2003, os reservat\u00f3rios Jaguari-Jacare\u00ed operaram na cota 827,53 metros (ou -7,3% segundo \u00e0quela refer\u00eancia), quando o total do Cantareira atingiu 1,6% ).&nbsp;<\/p>\n<p>Com a queda progressiva do n\u00edvel de \u00e1gua deste reservat\u00f3rio devido a estiagem as vaz\u00f5es transportadas pelo t\u00fanel logicamente se reduzir\u00e3o devida a perda de carga tendendo a zero no limite. <br \/>\nDiante disso, o volume morto ter\u00e1 de ser bombeado diretamente para o emboque do T\u00fanel 7. Para tanto, a Sabesp adquiriu 17 bombas flutuantes, das quais 7 est\u00e3o sendo acopladas \u00e0 tubula\u00e7\u00f5es flex\u00edveis de pl\u00e1stico (3 km no total), tamb\u00e9m flutuantes, direcionadas a um canal adrede constru\u00eddo que despejar\u00e1 a \u00e1gua em uma pequena barragem de n\u00edvel tamb\u00e9m recentemente constru\u00edda em torno do vertedor de entrada do T\u00fanel 7. De acordo com determina\u00e7\u00e3o do Grupo T\u00e9cnico de Assessoramento para gest\u00e3o do Sistema Cantareira (GTAG-Cantareira), a quantidade de \u00e1gua que ser\u00e1 retirada do volume morto ser\u00e1 de 105 milh\u00f5es de m3.&nbsp;<\/p>\n<p>Outro barramento que contem volume morto em quantidade tamb\u00e9m expressiva (195 milh\u00f5es de m3) \u00e9 o Atibainha que se encontra com 41% de sua capacidade ou o equivalente a cerca de 39.5 milh\u00f5es de m3. Atendendo as diretrizes do GTAG a Sabesp pretende retirar 78 milh\u00f5es de m3 do volume morto deste reservat\u00f3rio.&nbsp;<\/p>\n<p>Deve-se, no entanto, ser salientado que o chamado volume morto situado entre o m\u00ednimo operacional da Sabesp e a descarga de fundo das barragens se constitui na realidade o volume \u00fatil para os rios do PCJ (Piracicaba, Capivari e Jundia\u00ed) e que o volume situado abaixo destas estruturas de descarga de fundo, estimado em 113 milh\u00f5es de m3, s\u00e3o na realidade o volume morto para o PCJ.&nbsp;<\/p>\n<p>Desta forma, o volume morto dentro desta nova realidade deve ser gerido com parcim\u00f4nia com rela\u00e7\u00e3o as retiradas para atender a RMSP e o PCJ, dadas as incertezas referentes ao per\u00edodo de estiagem que pode n\u00e3o acabar no in\u00edcio previsto para as chuvas.&nbsp;<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, as recomenda\u00e7\u00f5es do GTAG- Cantareira aos \u00f3rg\u00e3os gestores, ANA e DAEE, constante no Comunicado N\u00ba 6 de 25\/04\/2014 s\u00e3o no sentido de que seja considerada a data de 30 de novembro de 2014, como refer\u00eancia para o horizonte de curto prazo de planejamento da utiliza\u00e7\u00e3o do estoque de \u00e1gua dispon\u00edvel no Sistema Cantareira.&nbsp;<\/p>\n<p>Conclui-se pois que a retirada do volume morto do Cantareira deveria necessariamente coincidir com uma campanha maci\u00e7a de economia de \u00e1gua dirigida \u00e0 popula\u00e7\u00e3o da RMSP e PCJ, bem como com a democratiza\u00e7\u00e3o do racionamento de \u00e1gua (feita atualmente de forma velada pelo Governo do Estado apenas em algumas localidades da RMSP), sob pena de incorrermos de um grave risco de desabastecimento de \u00e1gua nos munic\u00edpios da RMSP e do PCJ. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. 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