{"id":24812,"date":"2014-06-24T00:09:25","date_gmt":"2014-06-24T00:09:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=24812"},"modified":"2014-06-24T15:35:22","modified_gmt":"2014-06-24T15:35:22","slug":"como-os-cientistas-vao-observar-o-interior-dos-reatores-de-fukushima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/06\/24\/como-os-cientistas-vao-observar-o-interior-dos-reatores-de-fukushima\/","title":{"rendered":"Como os cientistas v\u00e3o observar o interior dos reatores de Fukushima"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/qw_445aOefs\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\nO interior dos tr\u00eas reatores da usina de Fukushima est\u00e3o uma bagun\u00e7a. S\u00e3o centenas de toneladas de materiais radioativos, como ur\u00e2nio, plut\u00f4nio e c\u00e9sio. E tudo isso precisa ser tirado de l\u00e1, mas \u00e9 t\u00e3o perigoso que os trabalhadores n\u00e3o podem sequer chegar perto, muito menos entrar l\u00e1. <\/p>\n<p>Mas a tecnologia est\u00e1 vindo ao resgate na forma de part\u00edculas chamadas m\u00faons e com ajuda de algumas obscuras leis da f\u00edsica. Como as paredes de a\u00e7o e concreto t\u00eam v\u00e1rios metros de espessura, a tecnologia tradicional de raio-x n\u00e3o vai funcionar.<\/p>\n<p>Mas os m\u00faons poder\u00e3o fazer o trabalho. Eles s\u00e3o part\u00edculas subat\u00f4micas que s\u00e3o cerca de 200 vezes mais pesadas que os el\u00e9trons. Os m\u00faons est\u00e3o constantemente caindo na Terra \u2014 e passando atrav\u00e9s dela porque eles s\u00e3o tirados de mol\u00e9culas da atmosfera pela radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica. Mas como essas coisinhas v\u00e3o nos ajudar a ver dentro de lugares aos quais n\u00e3o temos acesso? Bom, n\u00f3s temos que assistir \u00e0 maneira como elas se movem.<\/p>\n<p>O Laborat\u00f3rio Nacional Los Alamos e a Toshiba est\u00e3o dando os toques finais a um dispositivo de imagem movido a m\u00faons que eles acreditam ser capaz de ver dentro de reatores sem colocar oper\u00e1rios em risco ou causar novos vazamentos. A tecnologia basicamente detecta m\u00faons que v\u00e3o de um lado para o outro do reator e verifica se eles esbarraram em quaisquer \u00e1tomos e foram desviados do seu caminho. Ao longo do tempo, isso ajudar\u00e1 a mapear o interior dos reatores.<\/p>\n<p>Soa um pouco confuso, mas lembre-se, envolve um pouco de f\u00edsica obscura. O The New York Times descreve o dispositivo com clareza: <\/p>\n<p>O aparelho, que j\u00e1 foi testado em um pequeno reator intacto, \u00e9 composto por dois detectores com o tamanho de um quadro de avisos, posicionados em lados opostos da instala\u00e7\u00e3o. Cada um dos detectores \u00e9 como um conjunto de tubos de um \u00f3rg\u00e3o de uma igreja, com cada tubo sendo preenchido por gases inertes, incluindo arg\u00f4nio, que indica quando \u00e9 atingido por um m\u00faon. <\/p>\n<p>Tecnologia parecida j\u00e1 \u00e9 usada para checar cont\u00eaineres de materiais radioativos que entram nos EUA. A chamada tomografia m\u00faon tamb\u00e9m foi usada para analisar o interior das Grandes Pir\u00e2mides do Egito na d\u00e9cada de 1960. Se ser\u00e1 ou n\u00e3o a salva\u00e7\u00e3o para Fukushima, ainda n\u00e3o sabemos.<\/p>\n<p><b>Autor: GizModo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O interior dos tr\u00eas reatores da usina de Fukushima est\u00e3o uma bagun\u00e7a. S\u00e3o centenas de toneladas de materiais radioativos, como ur\u00e2nio, plut\u00f4nio e c\u00e9sio. E tudo isso precisa ser tirado de l\u00e1, mas \u00e9 t\u00e3o perigoso que os trabalhadores n\u00e3o podem sequer chegar perto, muito menos entrar l\u00e1. 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